... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...

Máfia Portuguesa Banco Negócios Vigarice PPP Saga BPN: Parcerias Público Privadas Solução Passos Privados Alivia a Banca, Torna Contribuinte Fiador Nas Garantias ao BEI e Transfere Riscos Dívida dos Bancos P/ Estado em Impostos ao Povo




PPP, Parcerias Público Privadas a maior vigarice política portuguesa dão lugar a uma maior vigarice, as Parcerias Passos Privados e Lesam ainda mais o Estado, aliviam a banca portuguesa nas garantias ao BEI e transformam contribuinte no fiador e vítima de mais uma político negociata com a banca.


A juntar á longa e infame Saga dos Amigos BPN BPP Don Corlene Al Capone Clube, temos mais esta decisão do governo dos bancos que se governam de Portugal e culpados da ruína nacional, em que o governo liderado por Pedro Passos Coelho, o homem da Fomentinvest (sociedade de capital detido pelo BES, BCP, CAIXA Capital, IP Holding e Fundação Ilídio Pinho), em que o Estado (contribuinte) vai substituir uma parte do esforço dos bancos comerciais nas parcerias público-privadas.

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O Estado português, usurpado por Passos, em vez de pôr termo á FRAUDE das PARCERIAS PÚBLICO PRIVADAS, vai assumir com prejuízo para o contribuinte parte das garantias dadas pelos bancos privados portugueses junto do Banco Europeu de Investimento (BEI), o principal financiador das parcerias público-privadas (PPP), apurou o i junto do Ministério das Finanças. A alteração significa, na prática, que o BEI mantém a sua posição defendida enquanto credor, mas do Estado Contribuinte português nas político negociatas entre os bancos e os seus agentes políticos. A instituição aceita de boa vontade, e agradece que seja o erário público a assumir parte das garantias, e que seja o Zé Povinho a ser fiador dos bancos, e  aliviando assim a pressão sobre a banca nacional que fica com o caminho completamente aberto para esse mar de oportunidades, um caminho marítimo para a Índia do Século XXI que  são as Parcerias Público Privadas e as Políticas de Privatizações da Privataria Portuguesa comandadas pelo homem de confiâça de Soares dos Santos do Pingo Doce que já aproveitou a oportunidade da destruição do SNS e alrgou tentáculos na Saúde. É uma verdadeira oportunidade ter António Borges, como homem de confiança, de este pertencer ao Santander, ser conhecedor dos truques Goldman Sachs, ser membro da Comissão Trilateral e estar instalado no governo a gerir as privatizações (ver privatização da água na agenda da Comissão Trilateral 1997), A versão portuguesa do Mensalão dos amigos Brasileiros de Relvas.

“O BEI aceitou substituir a exigência feita à banca portuguesa, de colateralização integral da sua exposição, por um esquema que combina a entrega de colateral pelos bancos que cobre parcialmente a exposição do BEI com uma garantia de Estado cobrindo a parte remanescente”, afirmou ao i fonte oficial do Ministério das Finanças liderado por Vitor Gaspar, o homem do Banco Central Europeu, BCE.

O i apurou que a decisão foi um resultado da visita a Portugal do presidente do BEI, Werner Hoyer, na semana passada. Na altura, o governo emitiu um comunicado em que referia apenas que “conta com o BEI para ajudar o sector público a aumentar o valor dos contratos existentes de PPP, usando o conhecimento específico nesta área, tendo em conta a política do BEI e os seus interesses de crédito (LEIA-SE LUCRO) como financiador destes projectos”.

Esta medida permite aumentar a dívida pública, aumentar os consequentes encargos para o contribuinte, e libertar a banca privada do encargo, e faz parte do plano do governo para reduzir os encargos com o financiamento das PPP e a factura para o Estado. A parte pública fica exposta ao risco de incumprimento dos bancos privados nos pagamentos ao BEI, o acréscimo do risco acaba por ficar limitado à capacidade financeira do próprio Estado. Isto porque a grande fatia das receitas das PPP, e que servem para pagar os empréstimos, têm origem em pagamentos do próprio Estado.

Em causa podem estar garantias de três mil milhões de euros, a ser suportadas integralmente pelo contribuinte.


O BEI é o banco de investimento da União Europeia e tem como accionistas os 27 membros. Em 2011, tinha um balanço de 471 mil milhões de euros. É o maior do mundo, com a melhor nota de crédito (rating AAA), o que lhe permite financiamento muito barato (aos bancos privados, não aos governos, porque a norma europeia obriga os estados a financiarem-se nos bancos privados) e conceder crédito a spreads imbatíveis. Por isso é muito procurado pelos bancos privados de especulação financeira.

O BEI é, também, um dos principais financiadores de Portugal – tem uma exposição superior a 25 mil milhões de euros –, um papel que ganha especial relevância na conjuntura de crise e retracção do crédito. O banco financia não só Parcerias Público Privadas, mas também outros projectos públicos (e pequenas e médias empresas).

Nas PPP, o banco é financiador directo de alguns projectos estando exposto ao risco de incumprimento das negociatas,  também é financiador indirecto através de bancos privados [caso em que exige a apresentação de garantias (as garantias bancárias em que o contribuinte se torna fiador involuntário dos bancos nos ruinosos negócios das Parcerias Público Privadas de Delapidação do Património Nacional), estando exposto ao risco de incumprimento dos bancos privados, em que só o BCP de Paulo Macedo, Paula Teixeira da Cruz, Galvão Teles (o escritório de advogados de Assunção Cristas) e outros... registou no primeiro trimestre de 2011 um prejuizo de 543 Milhões de Euros]. Quando o rating dos bancos portugueses baixou em 2011, antes do pedido de ajuda, o BEI exigiu o reforço das garantias prestadas no âmbito destes projectos, o que esmagou ainda mais a liquidez do sector bancário nacional e aumentou os compromissos do conribuinte.

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Como o contribuinte é o Eterno Fiador destes Ruinosos Negócios de Lesa Pátria, osv bancos têm um retorno 1000% Garantido.


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