... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...

Guerra Por Recursos Hídricos, Casos Reais, Riscos Privatização da Água: Bancos de Água; Controle de Aquiferos Para Uso Futuro ou Venda Geram Polémica e Processos Judiciais EUA; Privatizar NÃO!



EUA: ‘Bancos de água’, reservas de água para uso futuro ou para venda, geram polémica e processos judiciais
 

Este artigo mostra-nos um caso real de controle da água, pela máfia das privatizações, e consequências da privatização da água, agendada em 1997 pelos bandidos dos bancos no e do Fórum Portugal Global.

Publicado em agosto 1, 2011 por HC

Bancos de água’ geram polémica e processos judiciais nos Estados Unidos – Peter Key sabia que havia algo de estranho quando o nível da água no seu tanque de peixes tropicais começou a diminuir no verão passado. Depois ele percebeu que eram necessários 40 minutos para encher de água a máquina de lavar roupa e que não era mais possível dar descarga nos vasos sanitários.

luta contra privatizacao da agua


Mas, apesar de Key e os seus vizinhos estarem dispendendo US$ 14 mil para aumentar a profundidade do poço que fornece água à sua comunidade, eles identificaram a provável causa do problema.

GUERRA DA ÁGUA; Água dádiva divina; AGUA RISCOS DA PRIVATIZAÇÃO

AGUA RISCOS DA PRIVATIZAÇÃO - CASO REAL GUERRA DA ÁGUA

 

GUERRA DA ÁGUA - Água dádiva divina;

Água direito da natureza;

Água direito de humanos;

Água direito de plantas;

Água direito de animais

PRIVATIZAR NÃO



Eles responsabilizam os “bancos de água”, um sistema no qual os detentores dos direitos de uso da água – na sua maioria pessoas da região rural no oeste – fazem reservas em enormes cisternas subterrâneas para uso futuro ou para venda às áreas urbanas que crescem rapidamente. Reportagem de Felicity Barringer, The New York Times.

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Água direito da natureza;

Água direito de humanos; 

Água direito de plantas; 

Água direito de animais

PRIVATIZAR NÃO



Assim, a pequena companhia de fornecimento de água que atende ao bairro foi à justiça estadual a fim de contestar os interesses dos fazendeiros ricos que dominam dois dos maiores aquíferos do país.

Os processos movidos são vistos como um teste para determinar a magnitude e a abrangência das operações dos bancos de água. Segundo a argumentação contida nos processos, essas operações resultaram em uma redução enorme do nível dos aquíferos, provocando danos geológicos, interrupção de fornecimento e obras de reparo bastante caras.

Os administradores das reservas de água e os fazendeiros cujos interesses eles defendem são há muito tempo uma força política aqui no Condado de Kern, um centro de poder político conservador. Mas, mesmo no interior desses círculos fechados de poder, existe uma fricção crescente já que governos, empresas – especialmente as de agronegócios – e uma população que teve um aumento de 26% em um período de uma década competem pela água. Até mesmo uma fruta que está na moda, a romã, desempenha um papel nestas guerras pela água.

Um termo de entendimento entre a pequena empresa fornecedora de água que entrou com o processo na justiça, o Distrito de Armazenamento de Água Rosedale-Rio Bravo, que atende a 20 mil consumidores, e a Agência de Água do Condado de Kern, que opera um dos bancos de água, estipulou que qualquer problema resultante dos seus bancos será responsabilidade da agência.

Mas a agência afirmou que não tem culpa alguma e não se dispôs a cobrir nenhum custo.

“Durante dois anos, nós pedimos a eles que fizessem isso, mas eles nada fizeram”, reclama Eric Averett, gerente geral do distrito.

Os distritos menores e a cidade de Bakersfield acabaram tendo que pagar pelas obras para aumentar a profundidade dos poços. As duas empresas que operam os bancos de água, uma pública e uma semipública, negaram ter qualquer responsabilidade quanto ao problema.

A água continua sendo uma questão problemática. Todo mundo está reclamando, explica Key, um treinador de cavalos, que teve que pegar água emprestada com o vizinho para dar banhos nos animais que estão sob a sua responsabilidade.

Os bancos de água tem sido amplamente adotados como um instrumento para tornar os suprimentos de água confiáveis, sustentáveis e comercializáveis. Grupos que tradicionalmente não se entendem – os ambientalistas que desejam rios preservados para os peixes e os fazendeiros que cultivam pistaches e romãs – concordam que o sistema de bancos de água se constitui em uma estratégia útil para o gerenciamento de um recurso vital. Um grupo de consultoria do Estado de Idaho, o WestWater Research, calcula que existam até 30 bancos de água em operação no oeste dos Estados Unidos.

E, atualmente, quando o aquecimento global faz com que a neve acumulada no inverno se derreta mais cedo, fazendo com que os aquíferos recebam um excesso de água no início da primavera e pouca água no verão, a necessidade de armazenamento aumenta.

“Os bancos de água são uma forma que encontramos para lidar com a questão da volatilidade do fornecimento”, afirma Bruce Aylward, um especialista em economia de recursos de água que fundou a companhia Ecosystem Economics, no Estado de Oregon.

O conceito econômico é simples. Os fazendeiros, por meio dos distritos que controlam a água, e que são por eles controlados, adquiriram terras que lhes dá o direito de usar água, ou fizeram contratos para a utilização de suprimentos de água que fluem para a região em que eles se encontram. Os usuários municipais e industriais também têm direitos.

Embora alguns distritos imponham restrições à venda de água a áreas urbanas distantes, outros permitem essa prática. Um distrito do Condado de One Kern, Berrenda Mesa, por exemplo, vendeu parte dos seus direitos estaduais pelo preço de US$ 3.000 por acre-pé (aproximadamente 24 centavos de dólar por metro cúbico) – um valor cerca 90% maior do que os custos. Os compradores foram os distritos que fornecem água a casas e campos de golfe em Palm Springs.

O valor da operação dos bancos de água reside na certeza de que a água estará disponível quando for necessária. Nos anos de muita chuva, um excesso de água repõe os níveis do aquífero excessivamente utilizado, o que se constitui em uma linha de defesa contra uma seca prolongada.

O subsolo poroso desta região, abaixo do cascalho e da areia trazidos da Sierra Nevada pelo Rio Kern, é ideal para este fim.

“Essa estrutura subterrânea funciona como um balde enorme”, explica Florn Core, ex-gerente de recursos de água da prefeitura de Bakersfield, que fica em um deserto natural, no qual o índice médio de pluviosidade anual é de 14,5 centímetros.

Mas, graças às reservas locais e ao acesso à água transportada pelos governos estadual e federal, o Condado de Kern é um paraíso agrícola para a produção de cenoura, romã e pistache.

Mudanças na economia agrícola nos últimos 15 anos, incluindo o aumento da popularidade da romã e do pistache, fizeram com que vários fazendeiros passassem a cultivar culturas permanentes, deixando de arar os campos para culturas sazonais em anos de seca. Assim, o sistema de bancos de água cresceu.

Desde 1978, quando este sistema teve início aqui, 5,7 milhões de acres-pés (7,03 bilhões de metros cúbicos) – o que corresponde a cerca de um terço da vazão anual do Rio Colorado – foram armazenados nos dois maiores bancos de água, diz James M. Beck, gerente geral da Agência de Água do Condado de Kern, que regulamenta o uso local. Juntos, os dois bancos têm uma capacidade de armazenamento de cerca de 2 milhões de acres-pés (2,5 bilhões de metros cúbicos).

Antigamente acreditava-se que o bombeamento de quantidades maciças de água armazenada nos anos de seca provocava pouco impacto na geologia do subsolo. Essa crença persistiu até o fluxo da água do chuveiro começar a falhar. Atualmente os engenheiros acreditam que essa prática reverteu o gradiente hidráulico subterrâneo da água, transformando um aquífero em forma de colina, que podia ser alcançado por meio de poços rasos, em um verdadeiro vale.

O fator que precipitou o uso maciço da água armazenada foi uma seca que teve início em 2007. A alocação de água do norte da Califórnia para o Condado de Kern foi suspensa. Depois, nos 40 meses a partir de março de 2007, cerca da metade da capacidade dos bancos de água foi bombeada dos reservatórios para impedir que as culturas de frutas e amêndoas morressem.

“Eu não acredito que alguém tenha compreendido integralmente a magnitude do impacto provocado pelas pessoas sobre os reservatórios de água”, diz Averett, do Distrito de Armazenamento de Água Rosedale-Rio Bravo.

A POM Wonderful, que faz parte do império de sucos de frutas de Stewart e Lynda Resnick, obtém os seus lucros com as árvores que são mantidas verdes pela Autoridade de Banco de Água de Kern. Essa instituição, que é tecnicamente uma agência pública, é controlada pela Paramount Farming Corporation, que, assim como a POM, é uma subsidiária da Roll Global, uma companhia de propriedade do bilionário casal Resnick.

Ernest Conant, um advogado do Banco de Água de Kern, discorda das principais queixas contidas no processo – de que o bombeamento rápido provocou problemas na zona oeste de Bakersfield e que as análises ambientais, que não anteciparam o problema, foram inadequadas.

“As pessoas têm o direito de operar bancos de água, mas isso tem que ser feito de uma forma que não prejudique significativamente os outros”, diz ele. “E eu acho que o nosso programa conseguiu fazer isso”.

Beck, cuja agência administra o Banco de Água Pioneer, e que é acusado em um outro processo judicial, afirma: “Nós não vimos dados suficientes que indicassem que as nossas operações tivessem provocado a redução do nível de água”.

Como há muita coisa em jogo, muita gente espera que haja um acordo antes que um juiz possa tomar uma decisão quanto a essas questões. Os problemas de fornecimento de água diminuíram de intensidade e há quem afirme que o aquífero se recuperou por si próprio – embora Averett afirme que os níveis da água no subsolo estejam mais baixos do que antes. Um processo separado movido por ambientalistas um ano atrás contesta uma operação comercial da década de noventa que transferiu o Banco de Água de Kern do Estado para um grupo de fornecedores de água.

Todos os três processos poderão ter amplas consequências.

“Todo mundo quer controlar um banco de água e vender as reservas. Todo mundo”, enfatiza Core. “Se um processo como o da Rosedale-Rio Bravo tiver sucesso, alguém que poderá estar neste momento trabalhando em um projeto de banco de água poderá paralisar as suas operações subitamente depois que começar a fazer as contas relativas ao dinheiro”.

Tradução: UOL

Reportagem [Practice of Water Banking Questioned in Lawsuits] de The New York Times, no UOL Notícias (Artigo Exclusivo a Assinantes UOL Notícias).

Fonte.
EcoDebate Cidadania e Meio Ambiente EUA: ‘Bancos de água’, reservas de água para uso futuro ou para venda, geram polêmica e processos judiciais, 01/08/2011

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Precious Waters

NEW YOK TIMES WATER BANKS

Storing Water for a Dry Day Leads to Suits

Precious Waters

Too Much Too Fast?

NEW YORK TIMES Preciou Waters Series
This article is the second in a series about dwindling water supplies across the United States.

BAKERSFIELD, Calif. — Peter Key knew something was strange when the water levels in his tropical fish tank began to go down last summer. Then the washing machine took 40 minutes to fill, and the toilets would not flush.

But even as Mr. Key and neighbors spent $14,000 to deepen their community well here, they had identified a likely culprit.

They blamed water banking, a system in which water-rights holders — mostly in the rural West — store water in underground reservoirs either for their own future use or for leasing to fast-growing urban areas.

So the neighbors’ small local water utility has gone to state court to challenge the wealthy farming interests that dominate two of the country’s largest water banks.

Viewed as test cases for the size and scope of water-banking operations, the lawsuits claim that enormous withdrawals of water by the banks lowered the watercases for the size and scope of water-banking operations, the lawsuits claim that enormous withdrawals of water by the banks lowered the water table, causing geological damage, service disruptions and costly repairs.

Water managers and the farmers they serve have long been major political players here in Kern County, a center of conservative political power. But even inside these tight circles, there is increasing friction as governments, businesses — especially agriculture — and a population that has swelled by 26 percent in a decade all compete for water. Even a trendy fruit, the pomegranate, plays a role in these water wars.

A memorandum of understanding between the small local utility that brought the suit, Rosedale-Rio Bravo Water Storage District, which serves 20,000 customers, and the Kern County Water Agency, which operates one of the water banks, stipulated that any problems resulting from its bank would be the agency’s responsibility.

But the agency said it was not to blame, and made no effort to cover costs.

“For two years, we asked them to do it and they didn’t,” said Eric Averett, general manager of the district.

Instead, the smaller districts and the City of Bakersfield had to pay to deepen wells. The two water-banking operations, one public and one quasi public, have denied responsibility.

Water remains a contentious subject. Everyone’s complaining, said Mr. Key, a horse trainer, who had to borrow from his neighbor to water the horses he boards.

Water banking has been widely embraced as a tool for making water supplies reliable, sustainable and marketable. Groups traditionally at odds — environmentalists seeking full rivers for fish and farmers tending pistachio or pomegranate trees — agree that water banking is a useful strategy for managing a vital resource. A consulting group based in Idaho, WestWater Research, estimates there are up to 30 working water banks in the West.

As climate change produces earlier snowmelts, sending too much of the water into reservoirs in the spring and too little in summer, the need for storage grows.

“Water banking is a way of dealing with the volatility,” said Bruce Aylward, an expert in water economics who founded Ecosystem Economics in Oregon.

The economic concept is simple. Farmers, through the water districts that they control, have acquired land entitling them to use water, or have contracted for water supplies flowing to their region. Municipal and industrial water users also have rights.

While some districts limit sales to distant urban areas, others allow them. One Kern County district, Berrenda Mesa, sold part of its state entitlement for a one-shot payment of $3,000 an acre-foot — about 90 percent higher than its costs. The buyers were water districts supplying homes and golf courses in Palm Springs.

The value in banking lies in the certainty that water will be available when it is needed. In wet years, excess water recharges the depleted aquifer, a hedge against a prolonged drought.

The porous soil below the gravel and sand here, which are carried here from the Sierra Nevada by the Kern River, is ideal for the purpose. “It’s a huge bucket,” said Florn Core, the former water resources manager for the City of Bakersfield, which is located in a natural desert where rainfall averages 5.7 inches annually.

Yet with its local supplies and water deliveries from the state and federal governments, Kern County is an agricultural paradise of carrots, citrus, pomegranates and pistachios.

Changes in the agricultural economy over the last 15 years, including the rising popularity of pomegranates and pistachios, prompted many farmers to switch to permanent crops, taking away the option of letting fields lie fallow in dry years. So water banking expanded.

Since 1978, when water banking started here, 5.7 million acre-feet — about a third of the annual flow of the Colorado River — has been stored in the two largest banks, said James M. Beck, the general manager of the Kern County Water Agency, which regulates local use. The two banks’ combined storage capacity is about 2 million acre feet

Pumping out huge amounts of stored water in dry years was thought to have little impact on the underground geology — at least until Mr. Key’s shower head sputtered. Now engineers believe it reversed the area’s underground hydraulic gradient, turning a hill-shaped water table, accessible by shallow wells, into a valley. The trigger for the huge withdrawals was a drought that began in 2007. Kern County’s allocation of water from Northern California was cut. Then, in the 40 months beginning in March 2007, roughly half the banks’ capacity was pumped out to keep fruit and nut trees alive.

“I don’t think anyone fully appreciated the magnitude of the impact they would have,” said Mr. Averett of the Rosedale-Rio Bravo Water Storage District.

POM Wonderful, part of the fruit-drink empire owned by Stewart and Lynda Resnick, makes its profits from pomegranate trees kept green by the Kern Water Bank Authority. The authority, technically a public agency, is controlled by the Paramount Farming Company, which like POM, is a subsidiary of Roll Global, a company owned by the billionaire Resnicks.

Ernest Conant, a lawyer for the Kern Water Bank, disagrees with the lawsuit’s main contentions — that the rapid pumping caused the well problems in west Bakersfield and that environmental reviews, in failing to anticipate the problem, were inadequate.

“You have the right to bank water and take it out, but you have to do it in a manner that does not cause significant harm to others,” Mr. Conant said. “We think our program accomplishes that.”

Mr. Beck, whose agency manages the Pioneer Water Bank and who is the defendant in the other suit, said, “We haven’t seen enough data to indicate that our operations are the cause of the decline.”

Because so much is at stake, many people expect a settlement before a judge can decide the issues. The water problems have eased, and some contend the aquifer healed itself — although Mr. Averett said the water tables were still lower than before. A separate suit filed by environmentalists a year ago challenges the 1990s deal that transferred the Kern Water Bank from the state to a group of water suppliers controlled by the Resnicks.

All three lawsuits could have broad consequences.

“Everybody wants to bank and sell. Everybody,” Mr. Core said. “If a lawsuit like Rosedale-Rio Bravo’s is successful, someone may be working on a banking project and it could come to a screeching halt — after they’ve started counting the money.”

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