... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...

Luta Sindical: Portugal Perdem Trabalhadores; Alemanha Perdem Bancos Merkel Ganha Povo! Aumento Ordenados Empresas Públicas Alemãs 6,3% 2 Anos; Direito A Mais Benefícios Fiscais Mais Férias



Em Portugal, os conas moles (portugueses) toleram e aceitam tudo. São roubados, voltam a ser roubados, continuam a ser roubados, estão cada vez mais na miséria e estupidamente continuam a aceitar a "merecida sina", "o triste fado"...  tudo aceitam e toleram de bom grado, excepto perder um jogo de futebol, aí é o diabo... mas político é semi-deus e banco é sagrado, e o resultado é serem escravizados, visto de que de escravo é o seu comportamento.

Em contrapartida na Alemanha,  o povo luta e como resultado, contraria-se Merkel e a banca. Aumentam-se os salários, para pôr a Economia a mexer!


Povo sem dinheiro, não faz economia mexer!


A maior parte dos empresários em portugal, podiam ter pago melhores salários. Razão pelo qual, um país tão pobre como Portugal, tem ricos demasiado ricos, comparativamente aos seus semelhantes no estrangeiro.


Na Alemanha, há grandes empresários, que vivem de forma modesta, poios preferem (vêm-se obrigados) a investir os lucros em formação, tecnologia e desenvolvimento! Esta é a diferença!


Além do mais, um povo interventivo obriga a decisões políticas de qualidade, que resultam num País Rico.

Portugal é probre em cidadania, o povo (xoxa mole) tudo tolera, como tal tem, sindicalistas e sindicatos traidores, políticos, polícias e juizes traidores, corruptos e ladrões ... uns vigarístas e teóricos, formados em corrupção que tiram cursos em privadas de qualidade duvidosa, mas diretamente proporcional ao que a maioria dos portugueses merecem!


Abaixo a notícia do Jornal Sol escrito por Nuno de Noronha, em Bona que me levou a escrever este post.

Acordo sindical: Salários nas empresas públicas alemãs vão subir 6,3 por cento em dois anos


É o resultado de um acordo assinado esta noite, em Potsdam, entre a união sindical do setor público Ver.di, as administrações das empresas do estado e o ministro do Interior, Hans-Peter Friedrich. As paralisações duravam há várias semanas e a cedência do governo vai custar 550 milhões de euros aos cofres do estado alemão.


Imagem; EPA; PETER STEFFEN; onda de greves; Ordenados, Aumento Ordenado; Alemanha; Portugal; Conas; Fado; Futebol


 

Mais de dois milhões de trabalhadores do setor público saíram beneficiados esta madrugada depois do acordo entre empregadores e sindicatos, em Potsdam, que prevê um aumento salarial gradual de 6,3 por cento nos próximos dois anos.


Tanto o líder sindical Frank Bsirske, como o ministro do Interior, Hans-Peter Friedrich, que conduziram as negociações, saudaram o acordo.

O pacto prevê um aumento salarial de 3,5 por cento já este ano, com efeitos retroativos a partir de 1 de março. Os vencimentos voltam a aumentar 1,4 por cento em janeiro de 2013 e 1,4 por cento em agosto de 2013.

A maratona negocial de 40 horas traduz-se em melhorias também para os estagiários, que passam a usufruir de um vencimento base mais alargado, mais benefícios fiscais e direito a férias.


Mais férias para os trabalhadores


Em 2013, os trabalhadores passam a ter direito a 29 dias úteis de férias. A partir dos 55 anos, gozam mais um dia, ou seja, 30 dias úteis.

Os funcionários dos aeroportos usufruem de aumentos salariais entre 200 a 600 euros.

O acordo entre sindicatos e empregadores acontece após três ondas consecutivas de greves, que afetaram os setores públicos da administração, educação e transportes.

Do lado sindical também houve concessões. Frank Bsirske, responsável máximo da Ver.di, referiu que o sindicato renunciou ao pagamento do “complemento social”, destinado aos trabalhadores com salários mais baixos. Segundo o líder sindical, o principal objetivo das negociações foi chegar a um acordo que reduzisse as diferenças salariais entre o setor público e o setor privado.

Só no mês de março, a Ver.di conseguiu a fidelização de 23 mil novos membros.

in Sol: Salários nas empresas públicas alemãs vão subir 6,3 por cento em dois anos


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