... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...

Máfia Portuguesa: Programa Toika Bancos Portugal Corre Lindamente! Materninade Alfredo da Costa Encerra Para Ajudar Ricardo Salgado BES



Lemos o arigo abaixo do Esquerna Net, fomos investigar e descobrimos que o encerraento da Maternidade Alfredo da Costa tem como objectivo ajudar o BES. Nem é preciso muito texto. A imagem explica tudo.


 

ESQUERDA: “As PPP têm de ter um número de partos de acordo com a necessidade de lucros”


 

Afinal, porque é que o Governo quer encerrar a Maternidade Alfredo da Costa? Em entrevista ao esquerda.net, Ana Campos, médica obstetra da MAC, refere que “as parcerias público privadas têm de ter um número de partos que esteja de acordo com as suas necessidades de lucros” e alerta que a divisão das equipas de trabalho que se construíram na MAC “pode ser extremamente negativa para a saúde das mulheres em Lisboa”.




Afinal, porque é que o Governo quer encerrar a Maternidade Alfredo da Costa?

“As desculpas são várias”, disse ao esquerda.net Ana Campos.

Uma primeira é que, segundo o ministro, “existe aqui um grupo de médicos que faz muito trabalho e existem poucos médicos e pouco trabalho noutras instituições”. O ministro diz que o número de partos na MAC é em demasia e que é pequeno noutros hospitais, pelo que “têm de ser mais distribuídos pela região de Lisboa”. Ana Campos responde à desculpa: “ A realidade é que neste momento a maternidade é a instituição que tem maior números de partos e de diferenciações de partos e aquilo que lhes interessa, fundamentalmente, é impedir que este número reduza o número de partos nalguns hospitais, que foram criados e que precisam de ter partos, nomeadamente o hospital de Loures”.

Outro argumento do ministro é que poderão haver “mais 8.000 partos em Lisboa, que não estão a ser utilizados”.

“Ora o que acontece na realidade é que se isso acontece hoje, acontecia há um ano, portanto não devia ter aberto Loures, nem deverá abrir no próximo ano o hospital de Vila Franca de Xira com valência de obstetrícia e ginecologia” contrapõe Ana Campos. E realça: “No fundo, as parcerias público privadas têm de ter um número de partos que esteja de acordo com as necessidades e ganhos e lucros”.

Sublinhe-se que o novo Hospital de Loures é uma PPP ruinosa atribuída ao grupo Espírito Santo e que o Hospital de Vila Franca de Xira é uma PPP com a sociedade José de Mello Saúde.

Ana Campos salienta ainda que “o espaço da maternidade é um espaço central, provavelmente muito apetecível, e que, enquanto estiver no centro de Lisboa e tiver os profissionais que tem, será sempre o grande centro de atração de muitas mulheres” da população de Lisboa.

Sublinha ainda que na MAC, “as equipas aqui são multidisciplinares, são coesas, têm uma diferenciação elevada que foi constituída pelo seu próprio trabalho, o mesmo não se verificando noutras equipas” e responde ao ministro Paulo Macedo: “O senhor ministro terá de perguntar porque é que as outras equipas estão aquém das possibilidades e não dividir a maternidade que está em excesso como ele diz, em relação às capacidades”.

O encerramento da maternidade, que prejuízos pode provocar à população de Lisboa?

Para Ana Campos, os prejuízos advirão da divisão das equipas multidisciplinares e “poderão ser extremamente negativas para a saúde das mulheres em Lisboa”. Lembra a médica obstetra que “60% do movimento da maternidade são situações de alto risco e de doença materna muito complicadas, com cuidados neonatais de alta qualidade para permitir sobrevida de partos prematuros”, “tudo isso precisa de um ambiente de multidisciplinaridade” e “quando as equipas são cortadas as coisas já não vão funcionar da mesma maneira”. “Uns técnicos precisam dos outros e foi isso que nós conseguimos e soubemos criar ao longo de muitos anos” salienta Ana Campos, realçando que “é isso que neste momento vai estar em causa”.

Esquerda


Sol: Nova concentração em defesa da Alfredo da Costa no domingo

Profissionais de saúde da Maternidade Alfredo da Costa (MAC) promovem no domingo uma concentração em frente à instituição, em Lisboa, para contestar o seu encerramento, apontado pelo Governo até 2015, informou a directora do Serviço de Obstetrícia, Ana Campos.
A concentração, marcada para as 15:00 e aberta a todos quantos nela quiserem participar, ocorre na mesma semana em que dois cordões humanos juntaram centenas de pessoas, entre utentes e profissionais da MAC, em torno do edifício da maior maternidade do país, adiantou na quinta-feira Ana Campos.

Para dia 19 de Abril está agendada uma nova iniciativa, um desfile entre a MAC e o Ministério da Saúde, em Lisboa.

O Governo tenciona fechar a maternidade até 2015, justificando a decisão com o excesso de oferta na região de Lisboa em serviços de obstetrícia, desde a abertura recente do Hospital de Loures, e com a descida da natalidade.

Utentes e profissionais da MAC contestam a decisão, invocando perda da qualidade do atendimento com o consequente desmembramento das equipas multidisciplinares.

Contrariando a tendência da baixa da natalidade, a MAC alega um aumento do número de partos nos últimos três anos.

Segundo o ministro da Saúde, Paulo Macedo, a existência de nove maternidades públicas em Lisboa põe em risco os 1.500 partos necessários para a classificação de maternidade no Hospital de Santa Maria, que corre, por isso, o risco de perder esta valência.

Paulo Macedo assegura que as equipas e o know-how da MAC serão mantidos após o seu encerramento.

Contudo, para o ex-director da maternidade Jorge Branco, que terminou funções a 01 de Março, o fecho da MAC vai obrigar a «partir as equipas».

Para manter a qualidade dos serviços prestados na MAC é fundamental manter as equipas a funcionar como estão e isso só pode concretizar-se com a transferência para outra unidade e não dispersando-as, disse o antigo director.

Jorge Branco sustenta que a solução que admite, sem que se perca a qualidade do atendimento, seria a mudança para o Hospital de Todos os Santos, que está projectado para a zona Oriental de Lisboa.

Lusa/SOL


Administração Central do Sistema de Saúde

Hospital de Loures


Apresentação
O contrato de gestão celebrado com a SGHL – Sociedade Gestora do Hospital de Loures (entidade responsável pela prestação dos cuidados de saúde) e com a HL – Sociedade Gestora do Edifício (entidade responsável pela gestão do edifício) foi assinado no dia 31 de Dezembro de 2009, tendo obtido o Visto do Tribunal de Contas no dia 15 de Junho de 2010

Está em curso a construção do novo edifício hospitalar. O primeiro serviço do novo Hospital deverá entrar em funcionamento em Janeiro de 2012.

Objecto do Contrato de parceria
Contrato para a concepção, financiamento, construção, manutenção e gestão do Novo Hospital de Loures, através da celebração de um contrato para a gestão do estabelecimento (10 anos) e para a gestão do edifício (30 anos).

N.º total de camas de internamento: 424

N.º de salas do bloco operatório: 8

N.º de gabinetes de consulta externa: 44

Área bruta de construção: 63 mil m2

Prazo de construção (incluindo período para testes e ensaios)
728 dias (cerca de 24 meses)

Área de influência
A população da área de influência do Hospital de Loures regista um total de 272 mil habitantes, englobando o concelho de Loures, com excepção das freguesias de Bobadela, Moscavide, Portela, Prior Velho, Sacavém, Santa Iria da Azóia e São João da Talha, o concelho de Odivelas, o concelho de Sobral de Monte Agraço e ainda as freguesias de Malveira, Milharado, Santo Estêvão das Galés e Venda do Pinheiro do concelho de Mafra.

Valências:
MÉDICAS
• Cardiologia;
• Dermatovenerologia;
• Doenças Infecciosas;
• Endocrinologia;
• Gastrenterologia;
• Imunoalergologia;
• Medicina Interna;
• Nefrologia;
• Neurologia;
• Oncologia Médica;
• Pediatria;
• Pneumologia;
• Psiquiatria;
• Psiquiatria da Infância e Adolescência;
• Reumatologia.

CIRÚRGICAS
• Angiologia e cirurgia vascular;
• Cirurgia Geral;
• Cirurgia Plástica e Reconstrutiva;
• Obstetrícia / ginecologia
• Oftalmologia;
• Ortopedia e traumatologia;
• Otorrinolaringologia;
• Urologia.

DIAGNÓSTICO E TERAPÊUTICA
• Anatomia Patológica;
• Anestesiologia;
• Imuno-Hemoterapia;
• Medicina Física e de Reabilitação;
• Medicina Nuclear;
• Neuroradiologia;
• Patologia Clínica;
• Radiodiagnóstico.

Entidades Gestoras (Parceiro Privado)
Prestação dos Cuidados de Saúde: SGHL – Sociedade Gestora do Hospital de Loures, S.A. (com maior participação do Grupo Espírito Santo)
Gestão do Edifício: HL – Sociedade Gestora do Edifício, S.A. (com maior participação da Mota-Engil)

Entidade Pública responsável pela gestão do Contrato
Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, I.P.



Sindicato Independente dos Médicos


Troika ajuda BES

28-11-2011 Por: Carlos Arroz
489 leitores


O Ministro da Saúde tem sido claro nas dívidas dos Hospitais nomeadamente a nível de medicamentos.

Segundo a imprensa parece haver disposição da Troika para permitir um aconchego de 1.200.000.000 € para reduzir a dívida em medicamentos.

Também segundo a imprensa, a Troika faria depender desse aval o encerramento imediato de vários serviços e Unidades, principalmente em Lisboa, e o envio para mobilidade de mais de 1.000 médicos.

Ora é justamente aqui que entra o BES, através da SGHL - Sociedade Gestora do Hospital de Loures, S.A., sociedade pertencente ao Grupo Espírito Santo Saúde que, com o capital social de 50.000 €, é responsável pela gestão do Hospital Beatriz Ângelo, em Loures, em parceria com o Estado Português.

Num contrato tipo a que Simédicos teve acesso, os trabalhadores médicos que vierem a ser contratados por aquela Sociedade e para aquele Hospital são, "originariamente titulares de uma relação jurídica de emprego público" e em situação de cedência por interesse público, após despacho de SE o Ministro da Saúde.

Neste contexto, quanto mais depressa a troika autorizar o pagamento de dívidas dos Hospitais tanto mais depressa terão que encerrar Hospitais e tanto mais médicos estão em mobilidade sujeitos a despachos de cedência de interesse público, diminuindo drasticamente o valor do trabalho médico no mercado e facilitando a vida ao contraente BES.

Troika amiga!
Sindicato Independente dos Médicos



O Hospital Beatriz Ângelo é um novo hospital público, integrado no Serviço Nacional de Saúde.

A abertura dos serviços do Hospital Beatriz Ângelo é faseada, tendo sido iniciada no dia 19 de Janeiro de 2012.

Este hospital constitui um marco fundamental para a requalificação da oferta em cuidados de saúde na região de Lisboa e Vale do Tejo. Localizado na Quinta da Caldeira, em Loures, é uma unidade hospitalar completamente nova, destinada a colmatar uma necessidade desde há muito reconhecida na oferta de cuidados hospitalares às populações da região.

O Hospital Beatriz Ângelo servirá uma população de cerca de 278.000 habitantes residentes nos concelhos de Loures (freguesias de Loures, Camarate, Bucelas, Unhos, Apelação, Sto. António dos Cavaleiros, Sto. Antão do Tojal, São Julião do Tojal, Fanhões, Lousa e Frielas), Mafra (freguesias de Malveira, Milharado, Santo Estêvão das Galés e Venda do Pinheiro), Odivelas e Sobral de Monte Agraço.

O Hospital Beatriz Ângelo é objeto de um contrato de parceria entre o Estado Português, a SGHL - Sociedade Gestora do Hospital de Loures, SA e a HL - Sociedade Gestora do Edifício, SA.

O contrato estabelecido prevê a conceção, projeto, construção, financiamento, conservação e manutenção do hospital pela HL - Sociedade Gestora do Edifício, SA e a gestão do estabelecimento hospitalar e prestação de cuidados de saúde pela SGHL - Sociedade Gestora do Hospital de Loures, SA.

O projeto para o Hospital Beatriz Ângelo foi desenvolvido por um consórcio privado - o Consis Loures - liderado pelo Grupo Espírito Santo Saúde, e que envolveu também a Mota-Engil, a Opway, o Banco Espírito Santo e a Dalkia.

http://www.hbeatrizangelo.pt/pt/institucional/hospital-beatriz-angelo/

Empresa

Sghl - Sociedade Gestora Do Hospital De Loures, S.a.

Avenida Carlos Teixeira, 3, 2670-000 Loures

SANTA ISABEL LISBOA

Actividade: OUTRAS ACTIVIDADES CONSULTORIA NEGOCIOS GESTAO

Ano fundação: 2009

Forma jurídica: Sociedade Anónima

Dimensão: Micro Empresa

Telefone: 219847200
Manuel Lacerda Cabral

Linkdin
http://pt.linkedin.com/in/mlcabral
Deputy Director at SGHL - Sociedade Gestora do Hospital de Loures, SA
Lisbon Area, Portugal Hospital & Health Care

Visão geral de Manuel Lacerda Cabral
Atual Deputy Director - Inpatients and Medical Specialties na SGHL - Sociedade Gestora do Hospital de Loures, SA
Anterior Customer Service Director na Hospital da Luz
Customer Service Director na Espírito Santo Saúde
Program Manager na Espírito Santo Saúde








visualizar tudo
Formação acadêmica Instituto Superior de Estatística e Gestão de Informação, UNL
Escola Nacional de Saúde Pública, UNL
Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa


Experiência de Manuel Lacerda Cabral






Deputy Director - Inpatients and Medical Specialties

SGHL - Sociedade Gestora do Hospital de Loures, SA

Privately Held; 501-1000 employees; Hospital & Health Care industry

July 2011– Present (10 months)Loures, Portugal

Managing all inpatient production for Hospital Beatriz Angelo, as well as all Medical Specialities Services.




Customer Service Director

Hospital da Luz

Privately Held; 501-1000 employees; Hospital & Health Care industry

September 2010– August 2011 (1 year)




Customer Service Director

Espírito Santo Saúde

Privately Held; 501-1000 employees; Hospital & Health Care industry

September 2010– August 2011 (1 year)




Program Manager

Espírito Santo Saúde

Privately Held; 501-1000 employees; Hospital & Health Care industry

April 2008– July 2011 (3 years 4 months)

Working as an internal consultant and based in the group's largest hospital, I was in charge of several Business Process Management initiatives in the areas of:
- Billing and Audit;
- Patient Satisfaction;
- Customer Service.




Hospital Administrator

Hospital de Nª Sª do Rosário, EPE



November 2007– April 2008 (6 months)

In charge of Patient Satisfaction & Complaints Management




Hospital Administrator (Trainee)

Centro Hospitalar de Setúbal, EPE

Public Company; 1001-5000 employees; Hospital & Health Care industry

October 2006– May 2007 (8 months)

Introduced new techniques in terms of Hospital Production Analysis.




Sales Technician

F. Ribeiro, Lda.



September 2003– October 2006 (3 years 2 months)

Account management - Chemical Industry Business Area
Sales & Marketing
Customer Support
Product Development

Research Grant

Instituto de Oceanografia



January 2001– June 2003 (2 years 6 months)

Junior Researcher in a Socio-Ecological Modelling Project regarding the 3 major rivers in Portugal.

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