... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...

Indigna-te! Luta! Orçamento de Estado: Dinheiro para os Bancos, Impostos para o Povo! Revolução para a Rua!



Em apoio das manifestações do passado dia 1 e da que vai realizar-se no próximo sábado, dia 15, o Colectivo de Comunistas Revolucionários e o Colectivo Mudar de Vida divulgaram um comunicado em que denunciam o ataque, agora conduzido pelo governo PSD/CDS, contra os assalariados. O texto afirma que o rumo dado pelo capital à vida do país é o desemprego maciço, o empobrecimento geral da população trabalhadora e a sua redução à condição de massa sem direitos. Contra isso, os dois colectivos sublinham de novo a necessidade de os movimentos de protesto se unirem numa plataforma de luta anticapitalista que force o patronato a recuar e que obrigue o capital a pagar a crise.


Revolta-te!
Contra o terrorismo social capitalista temos legitimidade de lutar por todas as formas

Em poucos meses, o governo PSD/CDS mostrou que a sua política é a continuação, para pior, da política do PS. Em cima de tudo o que já tinha sido feito pelos governos de Sócrates, os últimos meses tudo pioraram.
A maioria obtida por PSD e CDS abriu portas a uma nova onda contra os assalariados impulsionada por toda a classe capitalista. A mudança foi exclusivamente a favor de patrões e poderosos.

A destruição das protecções sociais do Estado e das defesas legais do trabalho foram aceleradas, agora sob o chapéu do acordo firmado com a troika FMI/BCE/UE. Estas medidas são de verdadeiro terror social. Visam alterar radicalmente a relação de forças entre patrões e trabalhadores. O fito é dar ao capital todas as liberdades para dominar como quiser a força de trabalho.

Está à vista que o rumo dado pelo capital à vida do país é o desemprego maciço, o empobrecimento geral da população trabalhadora e a sua redução à condição de massa sem direitos.

Esta política de esmagamento das classes trabalhadoras faz acumular a indignação e a revolta. Importantes manifestações de jovens reclamam uma vida digna. Cresce o número dos que querem responder ao terror social imposto pelo patronato. As condições são favoráveis ao alargamento do campo da luta de classes.

É preciso incentivar esta disposição de luta e rejeitar a chantagem sobre os “perigos de convulsão social”. Com o argumento da defesa da ordem, as classes dominantes apenas pretendem assegurar condições para continuarem a esmagar os de baixo.
Está em curso um ataque em todas as frentes contra o trabalho. Contra isso, é preciso unir todas as forças que se juntam à luta de massas e declarar a legitimidade da resposta social em todas as suas formas.

Para que a luta tenha um sentido útil, é preciso que os trabalhadores rejeitem pagar os custos da crise e façam valer os interesses próprios da sua condição de classe. Não lhes cabe, nem podem, resolver os problemas do capital – mas podem, e só eles podem, defender os seus interesses de assalariados.

Acreditamos que é possível forçar o patronato a recuar se, do lado dos trabalhadores, se reunirem as forças sociais dispostas a obrigar o capital a pagar a crise.


Quatro medidas para que o capital pague a crise

Trabalho para todos
- Ponto final nos despedimentos.
- Contra o desemprego e a precariedade, reduzir o horário de trabalho sem reduzir salários.

Combate à pobreza e à degradação do nível de vida
- Aumento dos salários e pensões, redução do leque salarial.
- Não ao aumento dos preços.
- Uso dos dinheiros do Estado e da Segurança Social em exclusivo para apoio ao emprego e ao bem-estar dos trabalhadores.
- Corte drástico nas despesas militares. Regresso de todas as forças militares e policiais em missões no estrangeiro.

Mais justiça social em vez de polícia
- Apoio social aos bairros pobres, aos imigrantes e à população empurrada para a miséria.
- Fim ao esbanjamento dos dinheiros públicos. Revogação das Parcerias Público-Privadas.
- Julgamento dos especuladores e corruptos. Expropriação das suas fortunas em benefício da Segurança Social.
- Fim dos privilégios dos administradores e políticos. Extinção das reformas milionárias.
- Impostos fortemente progressivos sobre o capital e as fortunas.

Unidade popular contra o capital
- Recusa do acordo com a troika.
- Combate à política de terrorismo social do patronato.
- União de todos os movimentos de resistência ao ataque capitalista.
- Reforço da organização sindical e da sua capacidade de luta
- Solidariedade com os povos da Grécia e de Espanha.


Outubro de 2011
Colectivo de Comunistas Revolucionários
Colectivo Mudar de Vida

Ocupa São Bento
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Dia 15 Junta-te à Revolução Mundial! ocupa!

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também em Angra do Heroisamo, Évora e Braga
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