... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...

Internacional Portugal Alemanha: Deputado Alemão envia Carta a Sócrates para rejeitar Pacote de Ajuda UE BCE FMI



Deputado alemão envia carta a Sócrates a pedir que Portugal rejeite pacote de ajuda


Para quem não percebeu, o que o home diz:


É que o dinheiro ia vir na mesma, visto a Europa não poder deixar cair Portugal, sem cair ela própria logo a seguir, por isso se batesse-mo o pé acabávamos por receber o dinheiro na mesma, mas sem as desastrosas contra partidas de austeridade!

Michael Schlecht dá o exemplo da situação na Grécia para aconselhar Portugal a exigir outro tipo de auxílio à Europa. E escreve que a Alemanha também recebeu ajudas após a Segunda Guerra Mundial sem serem impostas medidas de austeridade.
Um deputado da quarta força política do parlamento alemão enviou uma carta dirigida ao primeiro-ministro português em que aconselha os políticos nacionais a recusarem o pacote de ajuda definido pela Comissão Europeia, Fundo Monetário Internacional e Banco Central Europeu.

“Recusem o prosseguimento da política de austeridade”, defende Michael Schlecht na missiva, referindo que o plano de resgate prejudica o desenvolvimento de Portugal, além de representar uma ameaça à democracia. “[As] medidas de poupança aliadas a uma enorme deterioração, inclusivamente no sector político-social, ameaçam prolongar a crise que o país atravessa”, escreve o deputado do Die Linke (A Esquerda).

Para que isso não aconteça, Schlecht diz que o país deve exigir ajudas da União Europeia para recuperar economicamente. E deu o exemplo da Alemanha no período que se seguiu à Segunda Guerra Mundial, uma altura em que recebeu auxílio para a sua reconstrução através do Plano Marshal “e não devido à aplicação de planos de austeridade”. O partido, de acordo com este deputado que é o responsável pela área económica, pretende que sejam os mais ricos a suportar os encargos da crise financeira.

E, adianta o deputado da força política Die Linke no Bundestag, a União Europeia e a Alemanha não se iriam opor a essa via, porque os estados-membros não querem colocar o país em insolvência, precisamente porque isso colocaria em risco a moeda única.

“O governo da República Federal Alemã tem plena consciência de que a Alemanha é a principal beneficiária do euro e que muito tem a perder”, salienta aquele que é um dos 76 deputados do partido de esquerda presentes nos 621 assentos no parlamento alemão.

A rejeição da ajuda é uma medida que o parlamentar defende na missiva dirigida a José Sócrates devido à situação económica vivida actualmente pela Grécia que, depois de receber a ajuda há um ano, está agora em risco de ter de reestruturar a sua dívida. “Esta política conduziu a efeitos catastróficos no desenvolvimento económico da Grécia”, escreve.

“A actual situação da Grécia é uma série advertência para Portugal”, evidencia Michael Schlecht, dizendo que, se o plano de austeridade definido for aplicado, “para além do sofrimento agora exigido ao povo português, os sacrifícios seriam em vão”.

E deixa um aviso relativamente ao crescimento dos partidos e de movimentos populistas e nacionalistas, caso sejam cada vez mais pedidos esforços adicionais. “Sendo estes [partidos] coroados de êxito, a Europa ficaria ameaçada por um futuro hediondo e obscuro”, adverte.
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O Presidente da República engoliu o anzol todo juntamente com a sua geração de sucesso, os célebres "Yuppies", e foi um fartar vilanagem.
Mas para se regalarem à fartazana tiveram que abdicar da agricultura, das pescas, da indústria e tudo o que produzisse riqueza.

Agora temos de pagar juros e juros para quem utilizou Portugal e os países periféricos como lenços descartáveis.
Só falta uma coisita, mas com jeito vai lá. A Finlândia já deu a dica. " ...

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