... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...
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Máfia Financeira Internacional Bancos Cartel; Crime Económico Taxas Libor Euribor: Banco NAZI Deutsche Bank Alemanha Confirma Fraude Económica Manipulação de Mercados eTaxas de Juro; O Banco Confirma o Que os Bandidos dos Bancos, Maçons, Bilderberg, Políticos e Tolos Chamam Teorias de Conspiração



Euribor e Libor

Deutsche Bank confirma envolvimento na manipulação das taxas de juro


Depois de várias semanas de silêncio, o banco alemão Deutsche Bank,  principal financiador da Alemanha NAZI (facto confirmado por documentos de Auschwitz), cujo presidente David Ackerman é membro do Comité Executivo do Clube Bilderberg e da Comissão Trilateral, ligados ao Cartel European Financial Services Round Table EFR e ao Cartel Inter Alpha Group of Banks a que também pertence o BES,  confirmou esta terça-feira que alguns dos seus funcionários estão envolvidos no caso de manipulação das taxas interbancárias Libor e Euribor. Os envolvidos terão atuado por conta própria. Importa também salientar que os bancos controlam as Sociedades Secretas, maçonaria e Opus Dei, e que o Deutsche Bank tem ligações aos Windsor, Warburgs, Lazard, Citigroup, Moody's ( Conheça a extrutura da Moody's máfia), Standard and Poors, Fitch agências de rating máfia, controladas pela Capital Group e restante Cartel Financeiro internacional, ligados á Phi Beta Kappa Society, Asia Society, Rotschild, Rockfeller, JP Morgan que controla o Banco Central Europeu BCE... (Conheça também a História do Banco Espírto Santo BEE, um banco que colaborou intimamente e lucrou com o our roubado pelos NAZIS)


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"Estes empregados não respeitaram as regras do banco e foram tomadas medidas contra eles", afirmou o Deutsche Bank numa carta dirigida aos funcionários, que não especifica as sanções nem explica se houve despedimentos. A resposta do Deutsche Bank, é característica ás respostas dadas pela máfia política e financeira, em que a culpa é sempre do mexilhão. Lembram-se aqui há uns anos em que naquele caso dos Hemófilicos e do aluminio na água, em que um bandido político do PSD, ainda mandou uma piada NAZI: "recicla-se os mortos para aproveitar o aluminio..." Que grande canalha. Mas lembram-se que os bandidos depois de nos gastarem um balurdio investigação de abafamento, foram cravar com as culpas no electricista! Só com uma bola presa á perna, picareta na mão e vergalho no lombo que é o que falta a esta bandidagem que destrói a vida de tanta gente.

Veja As Ligações da Máfia Financeira Internacional Moodys Standard Poors Deutsche Bank JP Morgan Ttrilateral Comission  world bank



As Ligações do Banco Alemão Deutsche Bank, Ligações do Banco Alemão, Deutsche Bank, Citigroup, Aasia, Society, American Financial Services, Roundtable

Como é costume acontecer, a culpa é sempre do mexilhãoe Deutsche Bank diz que "nenhum membro da direção, antigo ou no cargo, está envolvido", esclarece a mesma carta. É sempre a mesma filha de putice. Estes ordinários da banca, só á castanhada.

 

Veja outro organigrama das Ligações da Máfia Financeira Internacional Moodys Standard Poors Deutsche Bank JP Morgan Ttrilateral Comission  world bank

As Ligações do Banco Alemão Deutsche Bank, Ligações do Banco Alemão, Deutsche Bank, Citigroup, Aasia, Society, American Financial Services, Roundtable, Máfia Financeira Internacional, Moodys, Standard Poors

 


O escândalo da manipulação das taxas de juro estourou no dia 27 de junho, quando o banco britânico Barclays revelou que iria pagar 360 milhões de euros para pôr fim às investigações dos reguladores britânicos e norte-americanos no caso de manipulação das taxas interbancárias Libor (britânica) e Euribor (europeia).

O escândalo estendeu-se a outros bancos e já levou à abertura de investigações em vários países.

Os reguladores bancários que investigam o escândalo da taxa Libor analisam possíveis vínculos entre os operadores do Barclays e funcionários de outros quatro bancos europeus, noticiou a imprensa britânica na semana passada. A investigação envolve operadores dos bancos franceses Société Générale e Crédit Agricole, do alemão Deutsche Bank e do britânico HSBC, noticia o Financial Times.

O Libor e o Euribor são taxas interbancárias através das quais uma entidade bancária empresta e que repercutem nos valores das mensalidades dos créditos a particulares e empresas.

Como já demonstrámos acima existem ligações intrinsecas entre toda a máfia da banca, e entre esta e a maçonaria, cujos irmãos dispõem de um passaporte maçonico que lhes dá acesso livre trânsito e chaves de câmaras, tribunais, bancos, e inclusivé, acesso asegredos de Estado. Conheça o Universo Secreto da Maçonaria e a Conspiração Maçónica Illuminati.



Esta crise foi provocada pelos bandidos dos bancos, como diz o analista económico financeiro e comentador político Max Keiser "Portugal, Irlanda, Grécia atacados pelos bandidos dos bancos , estão escravos da máquina de terror do FMI. Lembrem-se que o Sócrates sempre recusou o FMI e que foram os bandidos dos bancos que com recurso a chantagem, o obrigaram a chamar o Fundo Monetário da Máfia Internacional que tem lançado operações de carácter militar ás nações, facto que se comprova e observa nitidamente na conversa entre o funcionário do BCE, Vítor Rabaça Gaspar e o seu mentor e chefe, o ministro das finanças alemão Schauble.

Este domínio da Alemanha sobre sobre a União Europeia, remonta aos primórdios da fundação da UE, primeiramente baptizada como Comunidade do Carvão e do Aço. Alguns pormenores sobre o projecto do IV  REICH alemão e os planos NAZIS, são facilmente constactáveis no relatório US SECRET REPORT  EW-Pa 128, outro factor interessante, é através dos Vault Files do FBI, ficarmos a saber que o Hitler fugiu para a Argentina.

A vontade e desejo de dominio e controle mundial, vem de longe, e ainda há bem poucos dias, foi o próprio primeiro ministro do Luxemburgo e presidente do Euro Grupo Jean Claude Juncker a vir a público denunciar que a Alemanha trata Bruxelas como uma filial e os outros países como colónias.

O Império Invisível move-se com os assassinos económicos se encontram bem instalados dentro dos destinos políticos dos Estados . Veja a Carta de Greg Smith, Um Assassino Económico Arrependido. os homens  da banca  e como a banca é uma familia, ligados á Goldman Sachs encontram-se infiltrados nos governos dos países alvo de ataque económico da máquina de guerra do Fundo Monetário Internacional. Conheça o braço direito de Soares dos Santos, o famoso homem Pingo Doce que por na Holanda serem cobrados menos impostos, paga os impostos na Holanda. É assim,tiram-nos a pele para dar a estes bandidos.

O Homem Pingo Doce do Governo S.A., é António Mendo de Castel Branco Borges Santander Goldman Sachs FMI Pingo Doce, o tipo escolhido por Passos coelho para o roubo das privatizações, um homem membro do Clube dos Euro Boys & Girls da Comissão Trilateral. Convém salientar que a política de privatizações, vêm tentando implantar desde há muito, e que a privatização da água foi sub repticiamente implementada em 1997, em que em reunião no Fórum Portugal Global estabeleceram o plano.

Veja o caso flagrante da promoção da desvalorização do valor do trabalho e da pessoa humana, com médicos, enfermeiros e outros profissionais de saúde, com curso superior, a serem pagos a menos de quatro euros por hora. Isto é gravíssimo, visto que este valor, ainda fica abaixo do que leva uma pessoa sem estudos e que faça limpezas. A realidade que temos de encarar é que o DesGoverno, está criando um legião de escravos. Por este andar, mais algum tempo, para limpar escadas, vão exigir curso superior, sendo que todos os que não tenham curso superior, não terão trabalho, ficando condenados ao extermínio, pela fome.

Toda esta política é levada a cabo pelos especialistas em lavagens financeiras, onde o topo da banca controla e se encontra interligada, como vários ramos de uma mesma familia, onde obviamente se encontram juntos, Santander, BCP, Deutsche Bank, Chemical Bank, Citigroup, BES, Barclays, HSBC, e outros... São estes vampiros os que se estão a se governar de Portugal e a promover a miséria dos portugueses, cujo primeiro ministro, é o homem de confiança do BES. É assim como que uma espécie de Beija-Mão de Ricardo Salgado, Passos o homem da Fomentinvest, que tem como principal conselheiro, o maior ladrão de bancos de todos os tempos, amigo da confiança de Cavaco Silva e professor do angolano Passos Coelho, o criminoso Dias Loureiro, um dos grandes responsáveis da fome, miséria e escravidão de que estamos a ser alvo. Por essas e por outras razões, continuam os cada vez mais ruinosos negócios político familiares, entre os usurpadores do Estado e a banca com enorme prejuizo para o contribuinte, como a recente venda do Pavilhão Atlântico ao sempre permanente parceiro Banco Espiríto Santo e ao genro de Cavaco Silva por um valor de 34 Milhões de euros inferior ao custo de construção do edificio. Repare nesta nova vigarice das PPP, Parcerias Passos Privados, entre o Estado e os Bancos, que coloca o contribuinte português responsável pelo empréstimo e fiador desses mesmos bancos no roubo das Parcerias Público Privadas. Aqui fica o modelo de garantia que torna os portugueses fiadores dos bancos.

A criminosa lista das político negociatas familiares entre os que se Governam do Estado e a banca é muito longa. Uma das últimas negociatas do governo a que o Bispo D. Januário Torgal Ferreira chama de Diabos Negros, foi a garantia em que o contribuinte, os doentes, as crianças e reformados pagam os 550 Milhões de que o BES pediu emprestado ao Banco Central Europeu.

Este mesmo governo altamente corrupto, dito pelo Bispo que diz que a obrigação do Bispo, é defender o povo,  tem ao serviço no Ministério das Finanças, uma ladra, especialista em burlas e falsificação de documentos qu roubou a própria sede do PSD Almada.

Convém referir que uma das áreas de influência e que influencia o actual governo, tem a ver com o Clube Amizade Portugal Brasil e o famoso "Dirceu Rouba Hóstia", o D. Corleone do Mensalão, a bem conhecida privataria brasileira, também conhecida como a versão brasileira do padrinho, com deputados apanhados em escândalos de corrupção.

"Este governo leva-nos ao Apocalipse Now da Grécia", declarações do Major General D. Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas.



Importa salientar que com os banqueiros e a Alemanha aos comandos da União Europeia, controlados pelo Grupo de Frankfurt, o Esquadrão de intervenção da Europa de Merkel, e cujo o objectivo de roubar e escravizar. Sucedem-se os avisos e alertas, um deles surgiu em forma de acusação, em que o Ex - Ministro das Finanças alemão, Oskar La Fontaine, acusa Angela Merkel e os Bancos de fazerem guerra ao povo. "encontra-mo-nos a caminho da idade média se não mudar-mos de politicas", este é mais um grito de aviso vindo de Londres. Convém recordar que o pedido de resgate financeiro foi forçado pelos banqueiro que roubam Portugal, que a negociação do resgate foi liderado pelo banqueiro Eduardo Catroga, da Direcção do Banco Financia. Importa salientar que este Catroga já fazia parte da direcção da EDP, antes da sua compra pelos banqueiros portugueses através da operações na China. Por essa altura o Medina Carreira disse que   os bandidos dos bancos lançaram uma operação militar contra Portugal. E ainda, importa saber que os que se estão a governar, ainda, há cerca de 2 meses atráz contrataram o Banqueiro Rotschild e o Polvo Oliver Wyman da Marsh and Mc Lenan- ligado a JP Morgan - rockefeller Chimical Bank - bank One - mood's - Standard and Poors... para  consultores do Governo na ajuda que o contribuintes estão a ser foçados a dar aos bancos.


Pois é meus amigos, foi este mostro que atacou a Islândia, mas lá, o povo não escondeu a cabeça na areia, não viraram o cú pro ar e trabalha aí!!! Não, contrariamente ao que aconteceu cá,  oo valente povo islandês viu a conspiração da máfia financeira internacional fazer a revolução, uma revolução que foi silenciada pelos meios de comunicação social ao serviço dos bancos, na Ilha Farol da Democracia Moderna, não quiseram saber dos remédios dos bandidos dos bancos, premiaram logo os políticos com cadeia, começou imediatamente a recuperar a economia, a Islândia já saiu da crise e é uma economia em crescimento. Enquanto isso, os portugalecos, estão a caminho de uma penúria programada pela elite, com ataques sucessivos aos direitos fundamentais, tal como acontece noutros países já atacados pelos criminosos do FMI.

Repare que sucedem-se os avisos e alertas de que esta é uma política errada, aparecem de pessoa conscientes de varios quadrantes, como foi o caso do recente aviso qu nos chegou da Áustria dizendo que  «Austeridade a mais pode "repetir" o que se passou na Alemanha pré-nazi», Quem o diz é Ewald Nowotny, governador do Banco da Áustria e membro do Banco Central Europeu. Por outro lado, também surgem de todo o lado, propostas constantes para se relaxar o valor do país, em que até a OCDE diz ser necessário ainda mais austeridade e redução de custos do trabalho. Acontece que contrariamente ao que os manipuladores querem fazer crer, o que está em causa, não é reduzir os custos do trabalho para melhorar a economia portuguesa. Não, meus amigos, o que está em causa é diminuir o poder de compra e desmantelar e privatizar a nação. em que até o regime de Estado de Sítio já foi alterado para facilmente instalarem a ditadura.

ACORDA

HÁ QUE PÔR OS LADRÕES NA LINHA E NACIONALIZAR OS BANCOS COM PENHORA DO PREJUIZO QUE TÊM CAUSADO.


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MUSP Movimento Utentes Serviços Públicos Portugueses Direito á Saúde Aprovada Resolução, Exige: Fim Imediato de Destruição SNS e de Todas as Taxas Moderadoras; Documento a Enviar á Assembleia, PM e Presidente da República



Saúde Utentes e profissionais EXIGEM fim de reestruturações “economicistas”

Manifestantes aprovaram resolução que EXIGE o “fim das taxas moderadoras” e do “processo de destruição do Serviço Nacional Saúde”.

 

Utentes e profissionais de saúde exigiram hoje, durante uma manifestação em Lisboa, que o Governo "pare com todas as reestruturações" nos serviços de saúde determinadas por medidas economicistas e que têm como objectivo o encerramento e desqualificação.

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MUSP Movimento Utentes Serviços Públicos Portugueses Direito á Saúde



A exigência consta numa resolução hoje aprovada no final de uma manifestação, que juntou na baixa de Lisboa centenas de pessoas que desfilaram em defesa do Serviço Nacional de Saúde (SNS), num protesto promovido pelo Movimento de Utentes dos Serviços Públicos (MUSP) e que contou com a participação de diversos sindicatos.

Na resolução, que vai ser entregue ao Presidente da República, primeiro-ministro e na Assembleia da República, é também exigido o "fim de todas as taxas moderadoras", além de pedirem ao Governo que "pare imediatamente com o processo de destruição do SNS que tem vindo a implementar".

Centenas de pessoas participaram hoje à tarde numa manifestação, entre o Largo do Chiado e a Rua Augusta, em Lisboa, contra os cortes no SNS.

Empunhando cartazes com as frases: "A saúde é um direito, não é um negócio", "A saúde é um direito, sem ela nada feito" e "Não à destruição do SNS", os manifestantes escolheram como principais palavras de ordem "Não e não às taxas moderadoras", "A saúde está doente. Mudai isto, é urgente", "Não fechem a maternidade à cidade" e "À sua privatização dizemos não e não".

O porta-voz do MUSP, Carlos Braga, afirmou que o protesto teve como objectivo "manifestar a indignação" contra algumas medidas levadas a cabo pelo Governo em relação ao SNS, nomeadamente o encerramento de serviços de proximidade, aumento das taxas moderadoras e encerramento de um conjunto de serviços como a Maternidade Alfredo da Costa, em Lisboa.

"Estas medidas limitam o acesso à saúde de muitos milhares de cidadãos", afirmou Carlos Braga, adiantando que é "um claro favorecimento aos grandes grupos económicos".

O porta-voz sublinhou ainda que as medidas tomadas pelo Governo vão no sentido "de enfraquecer e, no futuro, acabar com o SNS em benefício do capital privado e dos grupos económicos que já atuam nesta área da saúda".

A central sindical CGTP, Uniões Sindicais, Federação Nacional dos Médicos - Sindicato dos Enfermeiros Portugueses, comissões de utentes e outras estruturas do distrito de Lisboa participaram na manifestação, que contou com a presença do secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa.


É "fundamental" defender, diz Jerónimo de Sousa
O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, disse hoje que é "fundamental" defender o Serviço Nacional de Saúde (SNS), considerando que o acesso à saúde é um direito de todos os portugueses.

"Como cidadão e como português, considero fundamental a defesa do Serviço Nacional de Saúde", disse Jerónimo de Sousa. O líder do PCP adiantou que "é uma questão de todos os portugueses de defender esse bem precioso que é o SNS e particularmente o direito à saúde".

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Comunicado SEP Sindicato Dos Enfermeiros Portugueses: Aumeto das Taxas Moderadoras é Inconstitucional! A Prestação de Cuidados Serviço Nacional de Saúde é uma Obrigação do Estado, Acórdão Supremo Tribunal de Justiça Processo 08A332



SINDICATO DOS ENFERMEIROS PORTUGUESES
Av. 24 de Julho, 132-1350-346 Lisboa - sede@sep.pt – www.sep.org.pt



Nota à Comunicação Social

Aumento das taxas moderadoras é, na realidade, um novo imposto e uma forma de financiamento do Serviço Nacional de Saúde.

É com profunda preocupação que o SEP analisa a dimensão do aumento das taxas moderadoras não só pelo impacto que pode vir a ter na acessibilidade e equidade do acesso por parte dos cidadãos mas, também, porque considera que esta é uma forma de financiamento directo de um Serviço (SNS) que foi construído e consagrado constitucionalmente para garantir o Acesso Universal (de todos) à Generalidade dos Cuidados e de forma Tendencialmente Gratuita.

A indexação do montante das Taxas Moderadoras ao preço do serviço (cuidados) prestado, como tem argumentado o Governo para justificar a dimensão do aumento, não tem acomodação constitucional.


Aliás, com a autoridade que lhe é inerente, isso mesmo é referido pelo SUPREMO TRIBUNAL DE JUSTIÇA, no seu Acórdão de 9 de Dezembro de 2008, em torno do processo 08A332

I. A prestação de cuidados de saúde, ao abrigo do serviço nacional de saúde, decorre de uma obrigação do Estado para com todos os cidadãos que careçam dos cuidados médico-cirúrgicos, independentemente da vontade da entidade prestadora de saúde em querer ou não querer obrigar-se em prestar esses cuidados, porque a tal não se pode recusar.

II. O pagamento de taxas moderadoras não corresponde ao pagamento de um preço pelo serviço, mas um acto simbólico para fazer lembrar aos que ocorram aos serviços médicos e hospitalares do SNS que há custos gerais para os contribuintes, e assim de algum modo se poder evitar o congestionamento de serviços por razões que não necessitariam de consulta ou tratamento.

Ainda, e relativamente à introdução de taxas moderadoras relativamente às intervenções de enfermagem, é importante que o Ministério da Saúde apresentasse os estudos em que se baseou para os custear, nomeadamente porque os enfermeiros não realizam “actos de enfermagem”.

Estabelecer preços pela administração de terapêutica, por um penso, etc, demonstra a falta de conhecimento dos governantes relativamente ao trabalho desenvolvido pelos enfermeiros. A administração de um injetável ou a realização de um penso são sempre integradas numa INTERVENÇÃO DE ENFERMAGEM mais ampla. Os enfermeiros formulam diagnósticos de enfermagem, elaboram planos de prestação de cuidados, realizam e avaliam INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM.

Isto não retira a importância e necessidade de se estudar e estabelecer o VALOR ECONÓMICO E SOCIAL DAS INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM e deste ser considerado na necessária reformulação do Modelo de Financiamento das Organizações de Saúde.

Lisboa, 21 de Dezembro de 2011

A Direcção


Contacto: Enfª Guadalupe Simõe

Nota à Comunicação Social Sindicato dos Enfermeiros Portugueses DOSSIER/2011/12/221211CS2 Novas Taxas Moderadoras um Novo Imposto pdf

sep.org.pt Sindicato dos Enfermeiros Portugueses

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Crime Genocidio: Associação Médicos Saúde Pública Teme Pelos Idosos! Medidas Da Troika PSD CDS PS UE FMI Aumento Taxas Moderadoras Gera Excesso de Mortalidade 6000 Mortos numa Semana! Estão-Te a Matar, Levanta-te Portugal!



Excesso de mortalidade em Portugal pode ter relação com aumento de taxas moderadoras

Mortes em excesso "por todas as causas" ultrapassaram as seis mil em duas semanas

Portugal regista um aumento da taxa de mortalidade anormal em fevereiro, segundo dados do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA). Entre 20 e 26 de fevereiro, cerca de 3000 pessoas morreram. Em duas semanas, houve mais de 6000 óbitos. Associação de Médicos de Saúde Pública teme pelos idosos e receia que a subida das taxas moderadoras e o agravamento económico das famílias sejam as razões deste excesso de mortalidade.

O frio provocou gripes e outras doenças graves para grupos vulneráveis, como os idosos, mas essa pode não ser a única explicação para uma realidade que o Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge assinala: houve 3000 óbitos em Portugal, entre 20 e 26 de fevereiro, número muito acima da média, para esta altura do ano.

Baltazar Nunes, do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA), revela que nesta semana de fevereiro “diversas causas” estiveram na base da mortalidade, sobretudo em idosos, mais vulneráveis às condições meteorológicas, mas também com maiores despesas com medicamentos e cuidados de saúde.

E em duas semanas apenas, houve mais de 6100 mortes. Segundo a Associação de Médicos de Saúde Pública, que está preocupada com o cenário, as medidas do Ministério da Saúde – como o aumento das taxas de moderadoras –, associadas ao agravamento da situação económica das famílias, podem justificar uma fuga aos cuidados de saúde.

O presidente daquela associação, Mário Jorge, fala em “aumento brutal” das taxas moderadoras, ainda que manifeste algumas reservas, ao associar esta medida do Governo ao excesso de mortalidade.
DGS preocupada.

O recente pico de mortalidade assinalado no mês passado, sobretudo com as 3000 mortes registadas em apenas uma semana, fez soar o alarme nas autoridades. A Direção Geral da Saúde já admitiu a preocupação com a subida da mortalidade prematura.
Os registos da mortalidade em Portugal têm estado em foco ao longo do último mês. Primeiro, devido a uma semana inusitada, a terceira de fevereiro, durante a qual foram registadas 3000 mortes em Portugal, número muito superior ao habitual. Agora, é a subida da taxa de mortalidade prematura que concentra as atenções.

Segundo os últimos dados disponíveis, um em cada quatro portugueses falece antes de chegar aos 70 anos. As doenças crónicas não transmissíveis são as principais responsáveis, nomeadamente os problemas respiratórios, os acidentes cardiovasculares, as diabetes e o cancro.

A Direção Geral da Saúde está a estudar o problema, embora sejam públicas algumas indicações que deviam ser mais respeitadas, nomeadamente os que se reportam ao controlo dos fatores de risco: tabagismo, hipertensão arterial e o colesterol elevado. “Mesmo apesar da crise financeira e económica que se vive, é possível melhorar o padrão de alimentação saudável nos portugueses”, reforçou Francisco George.

O INSA vai realizar uma investigação profunda a estes dados da mortalidade, numa parceria com a Direção-Geral da Saúde.

Mais Info Abaixo O Comunicado do INSA disponível no Portal da Saúde

Comunicado do INSA sobre gripe e mortalidade em Portugal

INSA emite comunicado relativo ao aumento da atividade gripal e da mortalidade registada nas últimas semanas.

O Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) emitiu um comunicado no seguimento das diversas notícias veiculadas recentemente na comunicação social sobre o aumento da atividade gripal e da mortalidade (por todas as causas) registada nas últimas semanas.

Neste sentido o INSA informa:

•O Boletim da Gripe do INSA é elaborado com base num conjunto de dados e informações gerados por 6 componentes: Rede de médicos-sentinela, serviços de urgência hospitalar e cuidados de saúde primários, rede nacional de laboratórios para o diagnóstico da gripe, vigilância da resistência aos antivirais, internamento em unidades de cuidados intensivos (fonte Direção-Geral da Saúde) e vigilância diária da mortalidade (fonte Instituto das Tecnologias de Informação na Justiça).
•Os sistemas de vigilância em funcionamento no INSA confirmam o aumento da incidência de gripe e de mortalidade, por todas as causas, na semana 7 de 2012, entre os dias 13 e 19 de fevereiro.
•Embora a mortalidade por todas as causas seja habitualmente mais elevada na época de inverno, a evidência científica, nacional e internacional, confirma que os períodos de frio extremo, assim como as epidemias de gripe, estão associadas a excessos de mortalidade. Na Europa estima-se que o excesso médio de óbitos associados à gripe seja de 40.000 por época; em Portugal a média ao longo de várias épocas foi de cerca de 2.400 óbitos variando entre a ausência de excesso e um acréscimo de 8.500 (1998-1999).
•O aumento da mortalidade verificado nas últimas semanas, no nosso país, está muito possivelmente associado ao período de frio e à circulação de agentes infeciosos respiratórios que ocorreu em simultâneo.
•As análises preliminares dos dados efetuadas, apenas com números absolutos e não com taxas, mostram que o excesso de mortalidade se concentra no grupo etário dos 75 e mais anos.
•Quanto à distribuição regional, os dados imediatamente disponíveis mostram excesso de mortalidade nas regiões norte, centro e lisboa e vale do tejo, em contraste com as regiões do algarve e autónomas em que tal não se verificou.
•Apenas com a análise da mortalidade desagregada por causas de morte, por região e por grupos etários, será possível esclarecer o impacto que a infeção por gripe e o período de frio extremo tiveram na mortalidade; contudo, não se identificaram outros fatores que melhor possam explicar o excesso de mortalidade observado.
•O apuramento epidemiológico e estatístico mais exaustivo poderá levar no mínimo seis meses, uma vez que está condicionado à disponibilidade da mortalidade por causa específica. Recorde-se que ainda não está operacional o sistema de desmaterialização do certificado de óbito. Só este permitirá encurtar muito este tempo.

•O Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge continuará a assegurar a monitorização da gripe produzindo, semanalmente, o Boletim da Gripe, disponibilizado todas as quintas-feiras na sua página de internet: http://www.insa.pt/. Sempre que se justifique será produzida informação complementar.

•O INSA irá investigar em profundidade os motivos associados a este excesso de mortalidade, em articulação com a Direção-Geral da Saúde.
Download do pdf Comunicado do INSA

Sobre:

INSA Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge

Delegação do Porto: Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge Delegação no Porto


Baltazar Nunes Linkdin

Acerca do Dr Baltasar Nunes Informação CEAUL Centro de Estatística Aplicada Universidade de Lisboa
Baltazar Emanuel Guerreiro Nunes Bravo Nunes
Mestre em Probabilidades e Estatística (Universidade de Lisboa)

Técnico Superior
Departamento de Epidemiologia. Instituto Nacional de Saúde Dr Ricardo Jorge.

Phone (direct): +351217526453
FAX: +351217526499
e-mail: baltazar.nunes@insa.min-saude.pt

Education:

Mestrado em Probabilidades e Estatística, Faculdade de Cinências da Universidade de Lisboa, 2003.
Licenciatura em Estatística e Investigação Operacional. Faculdade de Cinências da Universidade de Lisboa. 1997

Research::

Métodos epidemiológicos. Análise de séries temporais. Modelos de cadeias de Markov escondidas.

Other Professional Activities:

Bioestatística, desde 1999, no Departamento de Epidemiologia do Instituto Nacional de Súde Doutor Ricardo Jorge.


Courses Lectured:

Membro da equipa pedagógica da disciplina de Investigação do Curso de Internato em Medicina Geral e Familiar da Zona Sul
Módulo Análise de Séries Temporais em Epidemiologia – Mestrado em Epidemiologia, Faculdade de Medicina da Universidade Lisboa.

Most recent publications:

Nunes B, Paixão E, Dias C, Nogueira P, Marinho Falcão J.Air conditioning and intrahospital mortality during the 2003 heatwave in Portugal: evidence of a protective effect. Occup Environ Med (2010). doi:10.1136/oem.2010.058396 (em publicação)

Oleastro M, Santos A, Cordeiro R, Nunes B, Mégraud F, Ménard A. Clinical relevance and diversity of two homologous genes encoding glycosyltransferases in Helicobacter pylori. J Clin Microbiol. 2010 Aug;48(8):2885-91. Epub 2010 Jun 16.

Dias MG, Oliveira L, Camões MF, Nunes B, Versloot P, Hulshof PJ.Critical assessment of three high performance liquid chromatography analytical methods for food carotenoid quantification. J Chromatogr A. 2010 May 21;1217(21):3494-502. Epub 2010 Mar 19.

Nogueira PJ, Machado A, Rodrigues E, Nunes B, Sousa L, Jacinto M, Ferreira A, Falcao JM, Ferrinho P. The new automated daily mortality surveillance system in Portugal. Euro Surveill. 2010 Apr 1;15(13).

Nunes B, Natário I, Carvalho ML. Time series methods for obtaining excess mortality attributable to influenza epidemics. Stat Methods Med Res. 2010 Mar 8. [Epub ahead of print]

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Notícias Crise Social Portugal: Troika Mata! Aumento da Mortalidade Relacionado a Aumento da Pobreza e Taxas Moderadoras! Admitiu Agostinho Marques, Director da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto à Antena 1



Aumento da mortalidade relacionado com aumento da pobreza. pobreza devido à austeridade.


O director da Faculdade de Medicina do Porto, Agostinho Marques, admitiu hoje, em declarações à Antena 1, que o aumento da mortalidade registada em Fevereiro poderá estar relacionado com as limitações materiais dos grupos de risco para se protegerem contra o surto de gripe.


O aumento do número de mortes em Fevereiro, relativamente ao período homólogo do ano passado, tinha suscitado uma primeira explicação por parte do director-geral da Saúde, Francisco George: "Estamos perante um padrão esperado quando circulam estas estirpes do vírus da gripe associadas às semanas frias do ano".

Também segundo Agostinho Marques, "houve um pico de gripe e a gripe é determinante no aumento de mortalidade de pessoas de idade". Até aqui, a explicação do penumologista e director da Faculdade de Medicina do Porto nada acrescenta à de Francisco George. Mas depois vem o ponto mais melindroso.

"As pessoas não ligam o aquecimento"Com efeito, Agostinho Marques observa que "o mês de Fevereiro teve um frio excepcional numa época de crise económica em que as pessoas não ligam o aquecimento". Ao impedir um uso adequado dos sistemas de aquecimento, a falta de dinheiro terá, assim, agravado as consequências da gripe, sobretudo no caso de pessoas idosas.

A este factor social agravante da mortalidade, acresce segundo Agostinho Marques um outro, menos determinado pela conjuntura: "Num país que tem uma cobertura vacinal relativamente baixa, há um número muito grande de pessoas de idade que ainda não fazem vacina da gripe".

Na entrevista à Antena 1, Agostinho Marques sustenta também: "As pessoas de idade que morreriam durante este inverno em grande parte terão morrido durante o mês de Fevereiro". Se assim for, será expectável para as próximas semanas uma baixa da mortalidade em relação ao período homólogo dos anos anteriores.O tabaco mata -
e a Troika?

O vínculo entre os indicadores da saúde e o agravamento da crise económica não é novo nem se verifica apenas em Portugal. A conjugação de factores como a gripe e as limitações ao aquecimento não é, por outro lado, a única manifestação desse vínculo.

Segundo um estudo do sociólogo David Stuckler recentemente publicado na revista médica britânica The Lancet, a Grécia registou em 2010 um aumento de 24 por cento nos internamentos hospitalares em relação ao ano anterior. E, em 2009, registou um aumento de pelo menos 17 por cento no número de suicídos em relação a 2007. E, dois anos depois, em 2011, esse aumento atingiu os 40 por cento em relação a 2010.

O suicídio é. aliás, um dos indicadores mais sensíveis que ligam a crise económica e a saúde pública. Segundo Cinthia Briseño, em DER SPIEGEL, a crise económica japonesa traduziu-se em 1999 num acréscimo de 30.000 suicídios. No final da década seguinte, uma equipa de sociólogos britânicos investigou o comportamento deste indicador no contexto de várias crises económicas entre 1970 e 2007, chegando à conclusão categórica: "Há uma ligação linear entre a taxa de suicídios e o PIB".

Uma hipótese de trabalho que até aqui não foi, que se saiba, explorada pelos responsáveis da saúde pública em Portugal foi a que liga o aumento da taxa de mortalidade às dificuldades crescentes dos utentes para recorrerem ao Serviço Nacional de Saúde.

Ao contrário de Portugal, essas dificuldades não se manifestam no caso grego através de um aumento de taxas moderadoras. E, no entanto, também na Grécia a política de austeridade tem atingido duramente a prestação de cuidados médicos, com um corte de 40 por cento na respectiva despesa. Finalmente, na Grécia esses cortes não se traduzem numa cobrança de taxas moderadoras, e sim numa degradação dos serviços prestados, que desencorajam os utentes e os afastam do SNS.

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Revoltem-se Contra Taxas Moderadoras Saúde! Bastónário Ordem dos Médicos Defende SIC RTP: Há Alternativas, Governantes Julgados por Crimes e Substituição de Ministro das Finanças por Contabilista



Lusa: O bastonário da Ordem dos Médicos considera aumento das taxas moderadoras "brutal"

SIC: O bastónário da Ordem dos Médicos, José Manuel Silva, defendeu que há alternativas ao aumento das taxas moderadoras e quer que os governantes da última década sejam julgados por crime económico.

RTP: O Bastonário da Ordem dos Médicos diz que há alternativas ao aumento das taxas moderadoras, e se o ministro das Finanças não consegue fazer isso, mais vale ter no seu lugar um contabilista.

LUSA
O bastonário da Ordem dos Médicos classifica de "brutal" o aumento das taxas moderadoras, sobretudo num contexto em que os cidadãos já sofreram reduções de salários e aumentos de impostos.

Em entrevista à Agência Lusa, José Manuel Silva considerou que eram suficientes os valores das taxas moderadoras que estavam em vigor, mas reconheceu a necessidade de aumentar "um pouco" as taxas em função da situação do país e da "confrangedora incapacidade" que o Governo tem revelado em resolver os problemas do país.

"Mesmo assim, uma duplicação das taxas é um aumento brutal, não só pelo aumento das taxas, mas porque os cidadãos estão a ser esmagados por todas as vias, com redução dos salários e aumento dos impostos", afirmou.

O bastonário sublinhou contudo as medidas do Governo que "amenizam" o impacto do aumento: estabelecer um teto máximo de 50 euros no pagamento por atos nas urgências e elevar ligeriamente o limiar inferior abaixo do qual as pessoas estão isentas, aumentando deste modo o número de isentos de taxas moderadoras. "Mas isso significa também que a classe média vai ser castigada pelas taxas moderadoras e temos que ter a noção de que a justiça social na saúde se faz através dos impostos, a comparticipação de todos paga o SNS (Serviço Nacional de Saúde)", salientou.

O bastonário lembra que os impostos são "um seguro público que cada cidadão que paga impostos faz", sendo a justiça social assegurada pela diferença de descontos entre quem ganha mais e quem ganha menos.

Para José Manuel Silva, o aumento das taxas é discutível e criticável, porque os problemas financeiros do país deveriam ser resolvidos de outra maneira, nomeadamente através do combate à evasão fiscal, à fraude e à corrupção e de reformas estruturais. "Para discutirmos o problema das taxas moderadoras, temos que discutir o financiamento do SNS e para discutirmos o financiamento do SNS temos que discutir a governação do país, porque o dinheiro tem que vir de algum lado", afirmou, acrescentando que "o problema das taxas moderadoras está na governação do país dos últimos anos e da atual".

Lusa

O Bastonário da Ordem dos Médicos diz que há alternativas ao aumento das taxas moderadoras

José Manuel Silva defendeu que se vá buscar impostos à economia paralela e disse que, se o ministro das Finanças não consegue fazer isso, mais vale ter no seu lugar um contabilista. O bastonário alertou para a emigração de muitos médicos portugueses para o estrangeiro.

SIC Bastonário dos Médicos crítica o Governo por aumento das taxas moderadoras


O bastónário da Ordem dos Médicos, José Manuel Silva, defendeu que há alternativas ao aumento das taxas moderadoras e quer que os governantes da última década sejam julgados por crime económico.
Ministro Seguros de Saúde Interesses MILLENIUM BCP


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