... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...
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Anúncio Oferta Pública Instituto de Emprego e Formação Profissional, IEFP; Instituição do Embuste E Favorecimento Pessoal Oferece Cargo de Educador de Infância na Zona de Tavira; Condições de Admissão Determinadas Pela Máfia Portuguesa, Cunha Conhecimentos: "Só a Admitir Vera Pereira"; Remuneração Acima de 800 Euros



Que todos nós sabemos que muitos empregos ditos de "oferta pública" já têm destino mais que certo, isso já é mais que certo. O que parece ser mais problemático é quando isso, por lapso, sai de trás das cortinas e fica visível a todos, como aconteceu na oferta de emprego nº 587847025. Hoje, o tacho torna-se visível. Hoje o emprego vai para a Vera Pereira.


Anúncio colocado na página do IEFP já tinha candidato escolhido 2012-08-28 15:19:19

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Lisboa – Uma oferta de emprego para um educador de infância na zona de Tavira, colocado na página do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), mencionava em letras maiúsculas: «Só admitir a Vera Pereira».

Uma vaga de emprego para educador de infância, foi anunciada na página do IEFP, quando o nome da candidata estava previamente escolhido pela entidade empregadora e foi publicado por lapso

Na oferta de emprego, com o n.º 587847025, podia ler-se no campo «Outros Conhecimentos»: «Só a admitir Vera Pereira», tudo em maiúsculas e com um «a» a mais.

A oferta tinha termo certo de seis meses, horário diurno e completo. A remuneração situava-se na casa dos 800 euros.

Entretanto foi apagada do anúncio a referência à pessoa em questão.

Hoje, o tacho torna-se visível. Hoje o emprego vai para a Vera Pereira.



EDUCADOR DE INFÂNCIA (m/f) - Anonimo

Website: www.netemprego.gov.pt

Localização: TAVIRA

Oferta Nº: 587847025

Sector de Actividade da Entidade: ACTIVIDADES DE APOIO SOCIAL PARA PESSOAS IDOSAS, COM ALOJAME

Número de Postos: 1

Habilitações Mínimas: Licenciatura

Área de Estudos: Educação Especial - Educadores de Infância

Formação Profissional Obrigatória: Não Relevante

Horário: 9h-13h/14h-17h - (35h Semanais)

Descanso Semanal: Sábado e Domingo

Conhecimentos Profissionais: Conhecimentos inerentes à profissão de Educadora de Infância

Outros Conhecimentos: SÓ A ADMITIR A VERA PEREIRA

Tipo de Contrato Oferecido: A Termo

Duração: 6

Trabalho a Tempo: Completo

Candidaturas

Candidate-se aqui.

http://www.netemprego.pt/IEFP/pesquisas/detalheOfertas.do?idOferta=587847025

 Polémica IEFP divulga oferta de emprego com nome de possível vencedor

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“Outros conhecimentos: só a admitir a Vera Pereira”. Esta referência era visível até à manhã de hoje numa oferta de emprego para educador de infância publicada no site do Instituto do Emprego e Formação Profissional. A directora de comunicação do instituto, Fátima Cerqueira, reconhece a existência de um “lapso registado no procedimento” mas afirma que “a situação identificada é perfeitamente normal”.

A oferta de emprego em causa diz respeito a um lugar para educador de infância (masculino ou feminino), na freguesia de Santa Maria, concelho de Tavira, no Algarve. A proposta consiste num contrato a termo, de seis meses, com uma remuneração de 833 euros, e está inserido na Medida Estímulo 2012. Como se pode ler na área respeitante às condições, “esta oferta obriga a que o candidato esteja inscrito, como desempregado no Centro de Emprego, há mais de seis meses consecutivos”.

“A situação identificada é perfeitamente normal, enquadra-se nos procedimentos previstos e estipulados para as ofertas de emprego apresentadas com o propósito de as empresas formalizarem candidaturas à medida Estímulo 2012”, lê-se num comunicado enviado ao PÚBLICO e assinado pela directora de comunicação do Instituto do Emprego e Formação Profissional, Fátima Cerqueira.

A nota explica que “o lapso registado no procedimento foi apenas a evidência do nome da candidata desempregada apresentada pela entidade empregadora”.

A oferta de emprego com o n.º 587.847.025 “foi apresentada pelo Centro Social e Paroquial Santa Maria”, esclarece o comunicado.

“No caso vertente, a entidade tinha identificado a pessoa desempregada a contratar pelo que procedeu à respectiva apresentação para a oferta em questão, decorrendo o processo de aferição relativamente à candidata apresentada de reunir os requisitos de elegibilidade da medida Estímulo 2012, razão pela qual a oferta de emprego permaneceu ativa no portal Net Emprego”, lê-se ainda no comunicado enviado pelo IEFP.

A directora de comunicação do instituto conclui a nota reconhecendo que “não deveria ter sido evidenciado o nome da pessoa desempregada apresentada pela entidade empregadora, o que aconteceu por lapso”. Por esse motivo, o anúncio permanece online porque “os serviços do IEFP ainda não validaram se a candidata é elegível para receber os benefícios ao abrigo da medida Estímulo 2012”, avança o instituto.

Anúncio foi alterado esta manhã

O link para a página em causa foi publicado às 00h41 desta terça-feira no site Tugaleaks.com, que tal como o Revolta Total Global, é “um repositório de informações online sobre a verdade da informação, leaks, protestos, movimentos cívicos e noticias em geral que os media não divulgam”.

Quando acedemos ao site do IEFP NetEmprego.pt, pouco depois das 8h00, o anúncio continha, na área respeitante às condições, a referência “Outros conhecimentos: só a admitir a Vera Pereira”.

Pouco depois das 9h00 – os jornalistas do PÚBLICO «acedendo directamente a partir do site Netemprego.pt –, o anúncio já não continha a frase que está a causar polémica nas redes sociais. O endereço partilhado pelo site Tugaleaks (que continha a frase em causa quando foi acedido pelo PÚBLICO) e o endereço do anúncio no site Netemprego (que não continha a frase em causa quando foi acedido pelo PÚBLICO) são iguais.

Contactada pelo PÚBLICO por telefone e por email enviado às 9h46, a directora de comunicação do Instituto do Emprego e Formação Profissional, Fátima Cerqueira, respondeu por email, às 11h05, que a sua equipa estava “a apurar o que se passou”, remetendo mais tarde a nota de esclarecimento.

O caso está a suscitar várias reacções na Internet. Da indignação (“A podridão portuguesa”) ao sentido de humor (“Bom dia! O meu nome não é Vera Pereira, mas pelo salário depressa vou ali ao cartório tratar do assunto!”), o tema está a ser um dos mais comentados pelos utilizadores portugueses do Twitter.». in Público.


Nas condições de acesso a este emprego que visava encontrar um(a) Educador de Infância, para além de serem necessários os "conhecimentos inerentes à profissão", surgia (entretanto já foi corrigido) uma condição curiosa: "SÓ A ADMITIR A VERA PEREIRA".

... Sabendo-se o número de pessoas que andam desesperadas por arranjar um emprego, nem será difícil imaginar que muitas até estejam dispostas a mudar de nome, só para conseguirem cumprir as condições aqui exigidas.


A verdade é que as ofertas de emprego já se encontram previamente destinadas, servindo o Instituto de Emprego e Formação Profissional, apenas para que depois sejam atribuídos os respectivos subsídios aquela oferta de emprego que por a pessoa estar desempregada há mais de seis meses tem certos incentivos monetários. Quanto a esta oferta de emprego, colocam-se duas hipóteses: A pessoa que inseriu os dados, por distracção, cometeu o lapso de colocar que a oferta de emprego se destinava exclusivamente  a admitir a Vera Pereira, ou então, trata-se de alguém que está farto da corrupção que assola Portugal, está farto do Favorzinho, dos conhecimentos, do jogo do Padrinho e da cunha, e resolveu escarrapachar a parte do texto destinada a informação interna - “Outros conhecimentos: só a admitir a Vera Pereira”

Porque razão aparecem estas ofertas de emprego previamente destinadas?


Se nestas ofertas de emprego, já foi previamente determinado e já se encontra escolhida a pessoa a quem será entregue o tacho, para que são gastos rios de dinheiro a publicar ofertas de emprego inexistentes?

Facilmente concluímos que estas ofertas de emprego surgem na net, apenas para mostrar serviço, justificar cargos de directores, contar para estatísticas e alimentar a subsidio-dependência...

Para trabalhar e ter sucesso em Portugal, não é uma questão de competência profissional, mas sim uma questão familiar e de conhecimentos. É o "untar as mãos", "a cunha", "o Favorzinho", "O Padrinho" e "Afilhados"...


A avaliar pelas palavras do director do IEFP de Tavira que o confirmou em declarações á SIC, e ao que consta nos corredores do IEFP, isto parece ser prática corrente. Se isto é prática corrente, o contribuinte financia a corrupção.  


A realidade revoltante, é que em Portugal, existe 1% que detém 40% da riqueza, tudo resto gira em volta de jogos de bastidores e tráfico de influências.


Esta é a realidade, apenas 1% dos depositantes em Portugal têm no banco 65 mil milhões de euros. Por sua vez, este valor representa 40% de todo o dinheiro depositado e abrangido pelo fundo de garantia de depósitos. Estes números explicam tudo. Não pode haver grande legitimidade nestes números. Desde quando um desigualdade tão profunda pode ser legítima? Bem, em Portugal sabemos que há muitas coisas "legítimas" porque quem faz a leis, enfim, são os larápios.

A corrupção é o verdadeiro e grande problema que assola Portugal e condena a maioria dos portugueses a miséria total, enquanto uma pequena minoria prolifera tornando-se numa minoria cada vez mais pequena, rodeada de uma legião de escravos, lacaios e lambe-botas. A situação política e social da sociedade portuguesa, funciona com base num sistema altamente feudalista e corrupto, onde os afilhados sobem na vida, de elevador, e o povo, considerado ralé paga impostos para alimentar a máquina infernal do diabólico sistema da cunha.

Se o português não fosse um parolo manso que se acomoda com todas as maldades que os bandidos com poder lhe fazem, Portugal não se encontrava na miséria em que se encontra!

É mais do que hora de dizer basta e começar a aviar essa cambada toda.


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Economia Portuguesa; Resultado Política Governo dos Banqueiros PSD CDS UE BCE FMI Desemprego Atinge Máximo Histórico; Dados INE Instituto Nacional de Estatística Mostram Agravamento da Recessão, Portugal Apresenta o Pior Resultado Abaixo da Grécia



INE: Desemprego atinge 15%, recessão agrava-se ainda mais
No dia em que é publicado o relatório da Euler Helmes que aponta perspectivas de aumento em 50% as falências para o próximo ano de 2013, os números do Instituto Nacional de Estatística (INE) relativos ao segundo trimestre do ano confirmam o desastre da política económica do governo PSD CDS dos banqueiros e agentes da troika UE BCE FMI controlada pela Alemanha: o desemprego atinge o máximo histórico, a contracção económica é a maior desde 2009 e o único país europeu com pior desempenho é a Grécia, visto já estar há mais tempo sujeita á arrasadora política do FMI.

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Os dados do Instituto Nacional de Estatística divulgados esta terça-feira revelam a maior queda do Produto Interno Bruto português desde o segundo trimestre de 2009. Entre abril e junho deste ano, a economia portuguesa recuou 3,3%, aumentando em 1,2% a queda registada no trimestre anterior, comparada com igual período do ano passado.

No que respeita ao desemprego, e apesar de se tratar do trimestre que beneficia do efeito sazonal por via das contratações para o período de verão, o agravamento atingiu novos máximos históricos. A taxa de 15% agora registada equivale a 827 mil trabalhadores desempregados, mais 152 mil que no segundo trimestre do ano passado.

O valor mais alto do desemprego em Portugal situa-se na região de Lisboa, onde a taxa já atinge os 17,6%. Acima da média estão ainda o Algarve (17,4%), a Região Autónoma da Madeira (16,8%), a Região Autónoma dos Açores (15,6%) e o Norte (15,2%). Os valores mais baixos foram observados no Centro (11,2%) e no Alentejo (15,0%). No que respeita à estatística da população empregada em todo o país, comparando o número de trabalhadores empregados no primeiro trimestre deste ano com o mesmo período do ano passado, verifica-se uma diminuição de 205 mil postos de trabalho.

No que respeita ao desempenho da economia, o INE afirma que "a redução mais acentuada do PIB foi determinada pelo comportamento da procura interna que registou um contributo mais negativo que o verificado no primeiro trimestre de 2012, com particular destaque para o investimento". O Instituto confirma o agravamento da recessão em que o país foi mergulhado desde o primeiro trimestre de 2011, com o PIB a não parar de cair desde então, somando já seis trimestres consecutivos.

Este agravamento da situação da procura interna significa est6e indicador recuou nos últimos dois anos o equivalente a treze anos. “Em termos reais, voltaremos ao nível de procura interna registado no início de 1999, ou seja, de quando o euro foi introduzido. Em dois anos, esta importante medida da atividade económica irá regredir treze anos”, explicou à agência Lusa o economista Ricardo Cabral, da Universidade da Madeira.

Para este economista, a austeridade que reequilibrou a balança comercial é “contraproducente e ineficaz”: “O resultado dessa austeridade toda será apenas uma redução das importações de cerca de um por cento do PIB de 2010 em termos nominais. Destroem-se 10 euros de atividade económica doméstica para conseguir reduzir as importações em um euro.”

Comparando com a evolução da economia noutros países da zona euro, verifica-se que apenas a Grécia teve um desempenho pior, com uma queda de 6,2% do PIB em relação ao mesmo trimestre de 2011. Outros países com a economia a recuar foram a Itália (2,5%) e a Espanha (1%).


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Guerra Alimentar: Parlamento Europeu Vota Contra as Patentes Sobre Plantas e Animais; Vitória do Povo Movimento No Patents on Seeds, Agricultores, Criadores e Consumidores Contra Clube Bilderberg, Comissão Trilateral, Instituto Europeu de Patentes Monsanto Illuminati



plataforma portuguesa; Gaia.org; Campanha pelas Sementes Livres

O Parlamento Europeu aprovou, este mês, uma resolução com o intuito de pedir ao Instituto Europeu de Patentes que ponha fim à concessão de patentes ao melhoramento genético convencional de plantas e animais. A resolução foi apresentada conjuntamente pelos deputados de vários partidos e foi aprovada com ampla maioria.


 

Instituto Europeu de Patentes que é mais uma ferramenta controlada pela máfia das privatizações, controlado pelos banqueiros da Elite Illuminati, pelo Clube Bilderberg e gerido pelo rapazes e raparigas da Comissão trilateral, uma organização de Rockeffeller. Conheça a Comissão Trilateral Portuguesa.

Comissão trilateral; Instituto Europeu de Patentes; EPO; Trilateral Comission
Instituto Europeu de Patentes é mais uma ferramenta controlada pela Comissão trilateral


A notícia é avançada pela plataforma portuguesa Gaia.org da Campanha pelas Sementes Livres, uma iniciativa europeia com núcleos na maioria dos estados-membros e que visa contrariar a tendência da agricultura atual, onde os modos de produção intensivos se sobrepõem cada vez mais aos processos tradicionais.


De acordo com o movimento, a votação segue as exigências de vários parlamentos nacionais, como o alemão, que ambicionam pôr fim às patentes de melhoramento vegetal e animal.


O Parlamento Europeu aprovou no passad dia 10 de Maio do corrente, uma resolução pedindo ao Instituto Europeu de Patentes para parar a concessão de patentes ao melhoramento genético convencional de plantas e animais. A resolução foi apresentada conjuntamente pelos deputados de vários partidos e foi aprovada com ampla maioria. A votação segue as exigências de alguns parlamentos nacionais, como o Bundestag Alemão, para pôr fim às patentes de melhoramento vegetal e animal.

"Este é um enorme sucesso para todos os agricultores, criadores e consumidores que estão preocupados com a monopolização dos nossos recursos alimentares", diz Ruth Tippe da coligação No Patents on Seeds "Esta votação não pode ser ignorada pelo Instituto Europeu de Patentes - é hora de parar a venda dos recursos necessários para a nossa vida diária.

Mas ainda há um longo caminho a percorrer - se o Instituto Europeu de Patentes não tomar medidas contra estas patentes, será necessária uma mudança na legislação europeia sobre patentes para fortalecer as proibições actuais. A No Patents on Seeds está a pedir aos governos dos Estados-Membros da UE que deem um primeiro passo na futura decisão sobre a chamada nova Patente Unitária.

Este novo sistema de patentes em toda a UE não aborda especificamente as patentes sobre plantas ou animais, mas poderá incluir o chamado “privilégio de criadores" que permite aos criadores o livre acesso ao material de reprodução e a sua utilização independente - incluindo materiais já patenteados. Isso aumenta a competição e a inovação e contraria a monopolização do mercado de sementes na Europa. Criadores e agricultores pedem aos governos que integrem o “privilégio de criadores”.

No entanto, os governos estão a seguir um curso dúbio neste assunto: "Governos como a Alemanha e a França etsão muito mais interessados em deixa a discussão para o novo tribunal europeu de patentes e em troca deixariam de insistir no “privilégio de criadores”. Este é um negócio claramente em desacordo com os interesses da sociedade. Convocamos os governos da UE a enviar um sinal claro de que deixarão de aceitar o abuso do sistema europeu de patentes e a implementação de medidas claras contra a ganância de algumas empresas internacionais ", diz Christoph Then, porta-voz da No Patents on Seeds.

A No Patents on Seeds adverte que as grandes corporações como a Monsanto, a Dupont, a Syngenta e a Bayer estão a abusar das actuais leis de patentes, a fim de ganhar o controlo monopolista sobre as cadeias globais de produção de alimentos. O número de patentes concedidas sobre plantas e animais aumentou significativamente nos últimos anos.


 

No Patents On Seeds apela a um "sinal" dos governos


No caso da adoção desse novo sistema de patentes em toda a UE, não se abordarão especificamente as patentes sobre plantas ou animais mas poderá incluir-se o chamado "privilégio de criadores", que permite a quem cria o livre acesso ao material de reprodução e a sua utilização independente, mesmo quando se trate de material já patenteado.


Porém, a ideia não está, para já, a ser vista com bons olhos pelos grandes governos europeus. "Países como a Alemanha e a França estão muito mais interessados em discutir o local para o novo tribunal europeu e, em troca, deixariam de insistir no privilégio de criadores. Este é um negócio claramente em desacordo com os interesses da sociedade", lamentou Christoph Then, porta-voz da No Patents on Seeds.


"Convocamos os governos da UE a enviar um sinal claro de que deixarão de aceitar o abuso do sistema europeu de patentes e implementarão medidas claras contra a ganância de algumas empresas internacionais", apelou o responsável.


A No Patents on Seeds, que é impulsionada por várias organizações da sociedade civil com o objetivo de proteger o meio ambiente, os países em desenvolvimento e a agricultura, recolheu nos últimos meses cerca de 70 000 assinaturas contra as patentes. Além disso, várias centenas de organizações assinaram a carta aberta que pode ser assinada aqui e, numa audiência recente no Parlamento Europeu, as associações de criadores de plantas, os agricultores e os produtores de alimentos também expressaram as suas preocupações sobre estes desenvolvimentos.

Clique AQUI para aceder ao texto da resolução do Parlamento Europeu.

http://pt.scribd.com/doc/11928942/Daniel-Estulin-A-Verdadeira-Historia-Do-Clube-BILDERBERG-rev

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Ajuda Financeira Portugal Programa Troika Passos Gaspar No Bom Caminho Prós Bancos; Arrasador para Familias e Empresas Falências Tecido Empresarial Dados ICC Instituto Instituto Informador Comercial



Já há mais pessoas a falir do que empresas: mais 140% num ano. Norte do país é a região mais crítica

 

Há cada vez mais pessoas sufocadas em dívidas em Portugal. Todos os dias, 30 pessoas são declaradas falidas pelos tribunais portugueses. Há, neste momento, mais pessoas a falir do que empresas.

Só no primeiro trimestre deste ano, foram declaradas insolventes 2.700 pessoas singulares, segundo o jornal «Público». É, nada mais, nada menos do que um aumento de 140% face aos três primeiros meses do ano passado.



Os dados do Instituto Informador Comercial mostram que o Norte do país é o mais afetado pelas falências judiciais. Contabilizou 794 entre janeiro e março. Em segundo lugar, surge Lisboa, com 491 casos.
17 falências por dia em Portugal
Mais de 1.600 empresas já fecharam as portas este ano



Só desde o início deste ano foram já à falência 1.650 empresas em Portugal. Uma média de 17 por dia.

Os dados, do Instituto Informador Comercial, e compilados nós revelam uma subida de brutal face ao mesmo período do ano passado.

Entre as razões de tanta falência destacam-se as dificuldades de financiamento e a queda de consumo em Portugal.

A região mais afetada é o Norte. Só no distrito do Porto, fecharam mais de 400 empresas e no de Braga mais de 220.

Por setores, a construção e o comercio são os mais afetados, e juntos representam metade das falências.


A crise que o país atravessa é uma das principais razões para o disparar destes processos nos tribunais. Instabilidade no emprego, consumo e poder de compra são algumas das razões apontadas.
Os pedidos de ajuda à Deco são reflexo desta realidade. Este ano, e até Março, perto de 8 mil famílias contactaram a associação para exporem a sua situação de sobreendividamento.
O mecanismo de falências judiciais de pessoas singulares foi criado em 2004.
Já vai fartando....

E vem a sra ministra da agricultura dizer que a nossa água ainda está barata,e bem pode ser aumentada.E o nosso ordenado minimo não estará também barato? Então como conseguimos pagar a água e as outras coisas?Algo vai muito mal neste pais, ou existe no governo gente doente ou ainda não aprenderam a fazer contas.Que alguém nos saiba livrar de gente incompetente. 2012-04-11 12:22

Insolvências de Empresas – Dinâmica Diária
O Centro de Estudo do IIC – Instituto Informador Comercial, disponibiliza-lhe a evolução diária do número de Insolvências registadas em território nacional até ao dia 15-04-2012, com segmentação Geográfica e por Sector de Actividade, e as respectivas comparações com o exacto período homólogo. Os dados são actualizados diariamente e permitem-lhe de forma prática e eficaz aceder a toda a informação estatística sobre a dinâmica diária das acções de Insolvência registadas em Portugal.

Quadro 2 –
Insolvências – Comparação
Geográfica (voltar
ao topo)

Distrito2010
2011
2012
Var.
AVEIRO
1049514148,42%
BRAGA
17719124226,70%
BRAGANCA
781025,00%
CASTELO
BRANCO
1223230,00%
COIMBRA
50334845,45%
EVORA
20122066,67%
FARO
283266106,25%
GUARDA
9921133,33%
LEIRIA
537978-1,27%
LISBOA
23927437135,40%
PORTALEGRE
1248100,00%
PORTO
28930544144,59%
SANTARÉM
37406050,00%
SETUBAL
44547233,33%
VIANA
DO CASTELO
23203575,00%
VILA
REAL
5131946,15%
VISEU
3134340,00%
AÇORES
381025,00%
MADEIRA
232461154,17%
BEJA
6512140,00%

Quadro 3 –
Insolvências – Comparação
Sector Actividade (voltar
ao topo)

Sector de Actividade 2010
2011
2012
Var.
Agricultura,produção animal, caça e actividades dos serviços relacionados
8 12 14 16,67%
Silvicultura e exploração florestal
0 0 5 500,00%
Pesca e aquicultura
1 3 0 -100,00%
Extracção de hulha e lenhite
0 0 0 0,00%
Extracção de petróleo bruto e gás natural
0 0 0 0,00%
Extracção e preparação de minérios metálicos
0 0 0 0,00%
Outras indústrias extractivas
5 4 4 0,00%
Actividades dos serviços relacionados com as indústrias extractivas
0 0 0 0,00%
Indústrias alimentares
16 20 38 90,00%
Indústria das bebidas
0 3 2 -33,33%
Indústria do tabaco
0 0 0 0,00%
Fabricação de têxteis
26 18 29 61,11%
Indústria do vestuário
110 87 92 5,75%
Indústria do couro e dos produtos do couro
18 16 18 12,50%
Indústrias da madeira e da cortiça e suas obras, excepto mobiliário; Fabricação de obras de cestaria e de espartaria
25 17 18 5,88%
Fabricação de pasta, de papel, de cartão e seus artigos
2 3 2 -33,33%
Impressão e reprodução de suportes gravados
15 17 19 11,76%
Fabricação de coque, produtos petrolíferos refinados e de aglomerados de combustíveis
0 0 0 0,00%
Fabricação de produtos químicos e de fibras sintéticas ou artificiais, excepto produtos farmacêuticos
4 3 3 0,00%
Fabricação de produtos farmacêuticos de base e de preparações farmacêuticas
0 0 1 100,00%
Fabricação de artigos de borracha e de matérias plásticas
5 5 9 80,00%
Fabrico de outros produtos minerais não metálicos
17 18 23 27,78%
Indústrias metalúrgicas de base
2 2 0 -100,00%
Fabricação de produtos metálicos, excepto máquinas e equipamentos
36 27 46 70,37%
Fabricação de equipamentos informáticos, equipamento para comunicações e produtos electrónicos e ópticos
0 0 0 0,00%
Fabricação de equipamento eléctrico
1 4 2 -50,00%
Fabricação de máquinas e de equipamentos, n.e.
12 9 5 -44,44%
Fabricação de veículos automóveis, reboques, semi-reboques e componentes para veículos automóveis
2 4 7 75,00%
Fabricação de outro equipamento de transporte
2 1 2 100,00%
Fabrico de mobiliário e de colchões
21 35 34 -2,86%
Outras indústrias transformadoras
8 4 2 -50,00%
Reparação, manutenção e instalação de máquinas e equipamentos
6 1 5 400,00%
Electricidade, gás, vapor, água quente e fria e ar frio
0 1 1 0,00%
Captação, tratamento e distribuição de água
1 1 0 -100,00%
Recolha, drenagem e tratamento de águas residuais
0 0 1 100,00%
Recolha, tratamento e eliminação de resíduos; valorização de materiais
1 4 2 -50,00%
Descontaminação e actividades similares
0 0 0 0,00%
Promoção imobiliária (desenvolvimento de projectos de edifícios); construção de edifícios
154 179 248 38,55%
Engenharia civil
29 35 40 14,29%
Actividades especializadas de construção
76 65 126 93,85%
Comércio, manutenção e reparação, de veículos automóveis e motociclos 35 51 44 -13,73%
Comércio por grosso (inclui agentes), excepto de veículos automóveis e motociclos
160 160 232 45,00%
Comércio a retalho, excepto de veículos automóveis e motociclos
131 164 249 51,83%
Transportes terrestres e transportes por oledutos ou gasodutos
32 45 57 26,67%
Transportes por água
0 0 0 0,00%
Transportes aéreos
0 0 0 0,00%
Armazenagem e actividades auxiliares dos transportes(inclui manuseamento)
5 4 7 75,00%
Actividades postais e de courier
0 0 0 0,00%
Alojamento
7 6 14 133,33%
Restauração e similares
30 53 99 86,79%
Actividades de edição
8 8 9 12,50%
Actividades cinematográficas, de vídeo, de produção de programas de televisão, de gravação de som e de edição de música
3 4 2 -50,00%
Actividades de rádio e de televisão
0 0 0 0,00%
Telecomunicações
0 0 0 0,00%
Consultoria e programação informática e actividades relacionadas
6 2 9 350,00%
Actividades dos serviços de informação
1 1 1 0,00%
Actividades de serviços financeiros, excepto seguros e fundos de pensões 3 6 9 50,00%
Seguros, resseguros e fundos de pensões, excepto segurança social obrigatória
0 0 0 0,00%
Actividades auxiliares de serviços financeiros e dos seguros
0 3 2 -33,33%
Actividades imobiliárias
43 30 65 116,67%
Actividades jurídicas e de contabilidade
4 7 8 14,29%
Actividades das sedes sociais e de consultoria para a gestão
12 4 20 400,00%
Actividades de arquitectura, de engenharia e técnicas afins; actividades de ensaios e de análises técnicas
11 9 18 100,00%
Actividades de investigação científica e de desenvolvimento
1 0 0 0,00%
Publicidade, estudos de mercado e sondagens de opinião
11 12 15 25,00%
Outras actividades de consultoria, científicas, técnicas e similares
0 5 10 100,00%
Actividades veterinárias
0 0 0 0,00%
Actividades de aluguer
7 5 6 20,00%
Actividades de emprego
7 2 4 100,00%
Agências de viagem, operadores turísticos, outros serviços de reservas e actividades relacionadas
8 10 6 -40,00%
Actividades de investigação e segurança
0 0 5 500,00%
Actividades relacionadas com edifícios, plantação e manutenção de jardins
3 10 4 -60,00%
Actividades de serviços administrativos e de apoio prestados às empresas
15 21 22 4,76%
Administração Pública e Defesa; Segurança Social Obrigatória
0 0 0 0,00%
Educação
5 6 13 116,67%
Actividades de saúde humana
4 14 13 -7,14%
Actividades de apoio social com alojamento
0 0 3 300,00%
Actividades de apoio social sem alojamento
2 6 2 -66,67%
Actividades de teatro, de música, de dança e outras actividades artísticas e literárias
0 2 3 50,00%
Actividades
das bibliotecas, arquivos, museus e outras actividades culturais
0 1 0 -100,00%
Lotarias e outros jogos de aposta
1 1 0 -100,00%
Actividades desportivas, de diversão e recreativas
5 3 5 66,67%
Actividades das organizações associativas
1 2 3 50,00%
Reparação de computadores e de bens de uso pessoal e doméstico
0 0 6 600,00%
Outras actividades de serviços pessoais
14 13 16 23,08%
Actividades das famílias empregadoras de pessoal doméstico
0 0 0 0,00%
Actividades de produção de bens e serviços pelas famílias para uso próprio
0 0 0 0,00%
Actividades dos organismos internacionais e outras instituições extra-territoriais
0 0 0 0,00%
aloso desemprego jovem.

A informação utilizada no Observatório de Empresas resulta do processamento diário de todos os anúncios de Acção de Insolvência publicados em Diário de República no âmbito do Serviço de Informação das Empresas em Processo de Insolvência disponibilizado pelo IIC.

O Serviço de Insolvências do IIC consiste na disponibilização diária da informação das entidades que entraram em Processo de Insolvência, possibilitando-lhe recuperar ou minimizar os prejuízos inerentes aos valores em dívida. Se desejar obter o nome das entidades que entraram em insolvência e para saber mais sobre este e outros Serviços e Soluções

Instituto Iformador Comercial

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