... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...
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America NAZI: Político Candidato ao Senado Norte Americano Diz que em Caso de Violação, Corpo da Mulher Violada Tem Mecanismos de Defesa para Travar Gravidez; Video Entrevista Canal KTVI TV a Todd Akin; Mais Foto "Prince Harry The NAZI"; É Esta Inglaterra e Estes Estados Unidos Que Querem Prender Assange! FREE JULIAN ASSANGE : PETITION



Candidato ao senado diz que em caso de violação, corpo tem mecanismos para travar gravidez

Um candidato republicano ao senado norte-americano está a provocar uma onda de indignação ao sugerir que quando se trata "mesmo" de uma violação, raramente há gravidez porque o corpo da mulher tem mecanismos para a evitar. VEJA O VÍDEO com as declarações polémicas

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Todd Akin, candidato ao Senado dos Estados Unidos, em representação do Estado do Missouri, expressou a sua controversa opinião numa entrevista ao canal KTVI-TV.

O político é um opositor da interrupção voluntária da gravidez e causou uma enorme polémica ao afirmar perante as câmaras que as mulheres vítimas de violação têm mecanismos físicos que lhes permitem evitar a gravidez.

A entrevista sobre as regras de interrupção da gravidez, nos Estados Unidos, e as diferentes questões relacionadas com o aborto, gerou uma forte reação da sociedade norte-americana nos diferentes órgãos de comunicação social e nas redes sociais.

O candidato republicano ao senado afirmou ainda na entrevista: "As informações médicas mais recentes dizem que engravidar em caso de violação é muito raro".

Os estudos médicos mais recentes nos Estados Unidos indicam que 5% dos casos de violação no país resultam em gravidez, com cerca de 32.000 mulheres grávidas após violação e abuso sexual na América.



Em comunicado, Akin afirmou mais tarde em comunicado que as suas observações não refletem qualquer sentimento de antipatia perante as mulheres violadas.O cão, gosta mesmo é de violar.

::: FREE JULIAN ASSANGE : PETITION :::




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Crise Económica Portuguesa, Previsões Relatório Máfia Financeira Internacional Banco de investimento Norte Americano Morgan Stanley: Portugal Pede Segundo Resgate em Setembro; Portugueses a Caminho da Escravatura da Dívida; Receita da Grécia



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Relatório do banco de investimento norte-americano Morgan Stanley vê Portugal a pedir segundo resgate em Setembro


Portugal deve precisar de pedir um segundo resgate em Setembro, segundo o banco de investimento norte-americano Morgan Stanley, que prevê uma recessão mais acentuada do que tem sido admitido pelos cenários oficiais.

“Esperamos uma recessão mais profunda do que as estimativas das projecções oficiais e dos analistas”, disseram vários analistas num relatório citado pela agência norte-americana Bloomberg.

“O nosso cenário de base é de um segundo pacote de resgate em Setembro de 2012; no entanto, vemos riscos de um possível descarrilamento a médio prazo”, lê-se no mesmo documento.

Portugal acordou há pouco mais de um ano um empréstimo externo de 78 mil milhões de euros com três instituições internacionais – a troika Comissão Europeia-BCE-FMI – e as taxas de juro a dez anos nos mercados secundários continuam em níveis insustentáveis, que sugerem ser improvável o país regressar aos mercados de crédito no próximo ano, conforme está previsto no Memorando de Entendimento com a troika.

Depois de uma recessão de 1,6% no ano passado, a mais recente previsão do Banco de Portugal aponta para uma queda de 3,4% do PIB este ano e para uma estagnação em 2013, mas dizendo que o risco de o cenário ser pior do que este é superior a 50%.

“A actual determinação na Europa para evitar outra reestruturação de dívida pode ser posta em causa mais adiante, se os [indicadores] fundamentais se deteriorarem”, escreve também o Morgan Stanley.

O Gaspar espera queda das taxas nos mercados. QUER ENGANAR QUEM?

O banco de investimento recomenda ainda aos investidores que troquem as Obrigações do Tesouro de curto prazo, com vencimento em 2017, pelos títulos de longo prazo, com maturidade em 2037.

VAMOS A CAMINHO DA GRÉCIA E DA ESCRAVIDÃO DA DÍVIDA... A SOLUÇÃO É REVOLUÇÃO


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Colômbia: Advogado Americano Activista dos Direitos Humanos Denuncia Massacre Colombiano Estilo NAZI, Genocídio de Populações Cumplicidade e Colaboração Activa dos EUA Livro “Cocaïne, Death Squads, War on Terror”, Cita Testemunho de Jornalista independente



O massacre colombiano

Julgava-se que a Guatemala detinha o primeiro lugar no continente americano no que diz respeito a massacres de massas. Mas o regime colombiano pulverizou este record e os EUA estão perfeitamente informados sobre a situação. Mais, são colaboradores, apoiantes e cúmplices activos dos fascistas colombianos que estão a levar a cabo o genocídio de populações indígenas.

Há muito que se julgava que a Guatemala detinha o primeiro lugar no continente americano no que diz respeito a massacres de massas na nossa época moderna – 200 000 vítimas nos anos 1980, em 94% dos casos assassinadas pelo Estado com o apoio de Washington e em aliança com os esquadrões da morte. Mas, infelizmente, constata-se agora que a Colômbia pulverizou este record e, conforme Wikileaks revela, os EUA estão perfeitamente informados sobre a situação.

Num telegrama de 19 de Novembro de 2009 intitulado “2009-2010 International Narcotics Control Strategy Report” (Relatório estratégico sobre o controlo internacional de narcóticos 2009-2010), a embaixada dos EUA em Bogotá reconhece, como dado acessório, a horrível verdade: foram registadas 257 089 vítimas dos paramilitares de extrema-direita. E, tal como Human Rights Watch assinalou no seu relatório anual de 2012 sobre a Colômbia, esses paramilitares continuam a actuar de braço dado com os militares apoiados pelos EUA.

Mesmo para aquele que conhecem a Colômbia este número é arrasador. A primeira vez que deparei com este número foi no livro “Cocaïne, Death Squads, and the War on Terror” (Cocaína, esquadrões da morte e a guerra contra o terrorismo), do qual falei neste sítio há algum tempo, e que cita um jornalista independente que afirma que cerca de 250 000 vítimas foram mortas pelo para-Estado colombiano. Nesse sublinha-se que este número foi ocultado porque as vítimas foram enviadas para salgadeiras ou para fornos crematórios de tipo nazi.

Fica agora a saber-se que há pelo menos dois anos os EUA têm conhecimento de tudo acerca destes crimes. O que não provocou qualquer mudança na política estado-unidense relativamente à Colômbia – o país receberá durante os próximos dois anos 500 milhões de dólares de ajuda destinada ao seu exército e à sua polícia – e não impediu Obama de defender, e de concretizar no ano passado, o Tratado de comércio livre com a Colômbia.

Tal como sucedeu na Guatemala nos anos 1980, a violência atingiu em particular as populações indígenas – facto reconhecido igualmente pela embaixada dos EUA nos telegramas revelados por Wikileaks. Esta violência dirigida contra indígenas continua aliás a aumentar. A embaixada estado-unidense reconhece-o num telegrama de 26 de Fevereiro de 2010 intitulado “Violence Against Indigenous Shows Upward Trend” (A violência contra indígenas manifesta tendência a crescer). Por causa desta violência há 34 grupos indígenas que se encontram á beira da extinção; portanto, esta violência pode ser classificada como genocida.

Este telegrama de 2010 explica que “os assassínios de indígenas aumentam pelo segundo ano consecutivo”, um aumento de 50% em 2009 relativamente a 2008. O telegrama explica ainda que “os indicadores de violência contra os indígenas agravaram-se novamente em 2009. Segundo a Organização nacional indígena de Colômbia (ONIC) as deslocalizações aumentaram 20% (de 3 212 para 3 649), os desaparecimentos forçados aumentaram mais de 100% (de 7 para 18), e as ameaças aumentaram mais de 3 000% (de 10 para 314). A ONIC regista igualmente um aumento no recrutamento forçado de menores por parte de todos os grupos armados ilegais, mas não fornece dados numéricos sobre este ponto.

A embaixada, baseando-se num estudo publicado pela antropóloga Esther Sánchez – estudo que o governo estado-unidense financiou -, assinala que os militares e paramilitares tomam os indígenas por alvo porque eles são “frequentemente vistos como colaboradores das FARC uma vez que coabitam nos mesmos territórios”; e é precisamente a presença de militares colombianos nos territórios indígenas que “transfere o conflito para o jardim dos indígenas”, o que constitui uma ameaça para a sua existência. Ora a embaixada recusa a ideia de uma retirada dos territórios indígenas por parte do exército colombiano, sublinhando que uma reivindicação nesse sentido apresentada pela tribo awa é “inaplicável”.

“Inaplicável”, explica a embaixada, porque este território necessita de estar sob controlo uma vez que contém numerosas riquezas. A embaixada estado-unidense reconhece explicitamente que “os investimentos de capital nos hidrocarbonetos”, bem como na borracha e na palmeira produtora de óleo – o que quer dizer exactamente os investimentos que explicam as decisões militares de Washington e o Tratado de comércio livre – conduzem directamente à violência contra os indígenas. E isto sucede, explica a embaixada, porque os povos indígenas “provavelmente não abandonariam terras tidas como sagradas nas suas identidades culturais”. Ou seja, que não franqueariam voluntariamente a porta à exploração capitalista.

Tudo isto mostra que os EUA e a Colômbia continuam a defender opções militares e a conduzir políticas económicas que, segundo a própria opinião dos EUA, conduzem a um genocídio. Na realidade é a própria embaixada estado-unidense que reconhece que o genocídio é absolutamente necessário para alcançar os seus objectivos.
Isto significa que os EUA mentem quando fingem interessar-se pelos direitos humanos. Os EUA têm o atrevimento de excluir Cuba da Cimeira das Américas por causa do direitos humanos; mas é o país que acolhe esta Cimeira – a Colômbia – que por todas as razões deveria ser apontado a dedo pelo seus resultados excepcionalmente maus no que diz respeito a direitos humanos. Na verdade, são os próprios EUA quem deveria ser denunciado, porque apoiam o brutal regime colombiano. Mas como são os EUA que domina o mundo, isso também pareceria “inaplicável”.

* Advogado norte-americano e activista dos Direitos Humanos

Publicado em: www.legrandsoir.info/le-massacre-colombien.html

http://www.odiario.info/?p=2404

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