... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...
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Portugal: Solução Prá Crise "Revolta Popular Contra A Troika! Respeitar Trabalhadores, Pensionistas, Juventude E Classe Média; Expulsar a Troika; Prender Julgar e Condenar Políticos e Banqueiros"; Conselhos de Timoyhy Bancroft-Hinchey Pravda Russia



Excelente artigo de Timothy Bancroft-Hinchey no Pravda.Ru sobre Portugal, sobre o povo português, sobre a troika, suas políticas nojentas e criminosas  porque devemos expulsar a Troika e o que devemos fazer para sair da crise. Contrariamente ás aldrabices do vigarísta Marcelo Rebelo de Sousa, reputado professor do erro, do engano, Timothy Bancroft-Hinchey faz ma análise completa e integra da actual situação de Portugal e a solução para as contas públicas.


Revolta, Popular, Contra, Troika, Políticos, Banqueiros, Pensionistas, Trabalhadores, Juventude, Banqueiros, Portugal,

Portugal: Solução Prá Crise
"Revolta Popular Contra A Troika!
Traidores Políticos e Banqueiros Criminosos Prá Prisão
Com Direito A Penhora, Ração de Chicote e Trabalhos Forçados
Troika Fora de Portugal, Já!


«Subserviência e servilismo. Este é o legado de um ano de governo PSD

Este é o partido do Presidente português ilustreo Sr. Aníbal Silva, cujo governo PSD estava no poder de 1985 a 1995, a década após a adesão de Portugal ao projecto europeuo partido que obedientemente ronronou como um gato quando foi informado que estava fazendo bem. Fazendo bem? Sim, a vender as pescas de Portugal, vendendo a indústria de Portugal, a vender a agricultura de Portugal, seus principais empregadores, deixando ... serviços.

ServiçosSimos serviçosUm país de garçons. "Oi! Diegome traga outra cerveja, 'porra'!" "Sim, senhorDesculpe senhor". "Oi, vocêPor quê o peixe aqui está diferente do que está lá em casa?Desculpe senhornós vamos tentar fazer que o peixe português tenha o mesmo sabor que tem no resto da EuropaDesculpe que o gosto seja diferente"

PSD É O Partido do Presidente Que Foi O Primeiro-Ministro Vendedor Destruidor das Pescas de Portugal


PSD É O Partido do Presidente Que Foi O Primeiro-Ministro  Vendedor Destruidor da Agricultura de Portugal


PSD É O Partido do Presidente Que Foi O Primeiro-Ministro  Vendedor Destruidor da Industria»

Ver Fórum Portugal GLOBAL Nas Origens da Crise Económica que Afecta Portugal, Lista de Sócios


Ver Quem São As Empresas Que Ganham com A Taxa Socia Única TSU

Ver Razões da Escolha do Banqueiro Catroga Para Neociar Com O FMI, Passos Entrega Portugal Á Goldman Sachs, Agências de Rating Máfi; Donos de Portugal...

veja a Carta de Greg Simth, Ex Goldman Sachs, Um Assassino Económico Arrependido e o documentário Assassino Económico, Como Se destrói um país, Lets Make Money".


«O que eles deveriam fazer é dizer à Troika para sair o mais rápidamente possível. Se querem mandar aqui, dêem salários europeus.»

Veja O Projecto de Privatização da Água Relatório Políticas Ibéricas Para os Aquíferos Ibéricos Português e Espanhol, delineado pelo FPG reunião de 1997, discutido de publicamente (Ambiente selectodiscussão entre os amigos do costume), pela primeira vez no Salão Nobre do Instituto de Investigação Científica Tropical, com Mário Lino e Pedro Serra á Mesa,Privatização da Água na Agenda da TrilateralAssociação Fórum Portugal Global . Quanto á privatização da água que deve ser impedida a todo o custo, convém que se saiba os problemas que daí podem advir, tomando como exemplo casos reais passados na capital do neoliberalismo e capitalismo selvagem, na "democracia" dos Estados Unidos da América, onde os Bancos de Água, a especulação e controle de aquíferos para uso futuro e venda obrigam a que as pessoas dela privada tenham que agir judicialmente contra esta máfia.


Abaixo, publicamos integralmente, o Excelente artigo de Timothy Bancroft-Hinchey, tal como publicado no Pravada. apenas assinalámos  alguns pontos a negrito.

Revolta, Popular, Contra, Troika, Políticos, Banqueiros, Pensionistas, Trabalhadores, Juventude, Banqueiros, Portugal,

Portugal: Solução Prá Crise "Revolta Popular Contra A Troika!
Respeitar Trabalhadores, Pensionistas E Classe Média;
Expulsar a Troika;
Prender Julgar e Condenar Políticos e Banqueiros";
Conselhos de
Timoyhy Bancroft-Hinchey
Pravda Russia


Portugal: Revolta popular contra a "Troika"


Bancroft-Hinchey
Pravda.Ru


17.09.2012

Pacífico, popular, poderoso. Portugal explode em fúria contra o Governo, a Troika e as suas políticas nojentas que tiraram as oportunidades de toda uma geração, que empobreceram todo o povo português, que deixaram os pensionistas destituídos. A fúria fervilhando nas ruas de Lisboa é tangível.

Mas não é apenas em Lisboa, está em cerca de 40 cidades de Portugal, de norte a sul, de leste a oeste, do litoral para o interior e o ambiente é comum a todos: a fúria causada pelas condições deploráveis ​​dos portugueses veio para a rua, uma fúria e um desespero contra e com a situação dos jovens de Portugal, uma fúria perante os pensionistas serem reduzidos abaixo dos níveis de pobreza aos que estavam acostumados, para níveis de miséria absoluta, uma fúria contra as medidas de austeridade anunciadas gota a gota, tornando-se cada vez mais absurdas... a cada dia.

Centenas de milhares de pessoas...há quem diga um milhão (nos EUA seria equivalente a 30 milhões de pessoas, na China, 300 milhões) foram às ruas hoje em Portugal. Em Aveiro, um jovem tentou atear fogo a si mesmo.

O primeiro-ministro, Pedro Coelho, perdeu o país - não surpreende, porque o valor constante na equação de um governo PSD é a ruptura social, que geralmente ocorre após dois anos do mandato. Pedro Coelho conseguiu isso depois de apenas um ano. Parabéns. Nada de surpreendente, realmente, o PSD sempre foi o partido que se rasteja pelas pernas dos seus mestres na Europa, tentando ser um "bom aluno" e recebendo tapinhas nas costas cada vez que ela seguiu as ordens. Lixando os portugueses, é claro.


Este é o partido do Presidente português ilustre, o Sr. Aníbal Silva, cujo governo PSD estava no poder de 1985 a 1995, a década após a adesão de Portugal ao projecto europeu, o partido que obedientemente ronronou como um gato quando foi informado que estava fazendo bem. Fazendo bem? Sim, a vender as pescas de Portugal, vendendo a indústria de Portugal, a vender a agricultura de Portugal, seus principais empregadores, deixando ... serviços.

Serviços? Sim, os serviços. Um país de garçons. "Oi! Diego, me traga outra cerveja, 'porra'!" "Sim, senhor! Desculpe senhor". "Oi, você! Por quê o peixe aqui está diferente do que está lá em casa?" Desculpe senhor, nós vamos tentar fazer que o peixe português tenha o mesmo sabor que tem no resto da Europa. Desculpe que o gosto seja diferente"

Subserviência e servilismo. Este é o legado de um ano de governo PSD


Exatamente. Subserviência e servilismo. Este é o legado de um ano de governo PSD, mais uma vez, lembe-botas dos seus amos lá fora. Desta vez é ainda pior, o FMI está envolvido e quando isso acontece, você está ferrado. As imposições que fizeram em Portugal são desumanas.

Querem lá saber, acho eu, o Primeiro-Ministro, o Governo, nem a maioria dos membros do Parlamento Português, exceto aqueles pertencentes a apenas dois grupos que nunca tiveram a hipótese de governar, ou seja, a CDU (coligação dos Comunistas e Verdes) e Bloco de Esquerda.


Eles não têm idéia sobre como é estar desempregado, porque, em muitos casos, eles nunca fizeram um dia de trabalho nas suas vidas miseráveis, eles não têm idéia de como é conciliar as despesas para pagar os custos absurdos de serviços públicos e de transporte que em qualquer país civilizado seria indexado aos salários, eles não têm idéia de como é fazer compras e colocar comida na mesa, porque nas suas casas, é uma empregada brasileira, uma cabo-verdiana ou uma ucraniana quem cuida disso.

Eles não têm idéia como é viver com uma pensão miserável de algumas centenas de euros e ter que pagar os custos crescentes de medicamentos. Nas farmácias, o trabalho de muitos farmacêuticos é ajudar os aposentados escolherem qual a lista de medicamentos que eles vendem porque não podem pagar o restante.

Eles não têm idéia de como é ver um senhor de idade, que já tinha uma posição digna, e no Estado Português, chorando no meio da rua com dor, dizendo: "Eu tenho uma pensão muito pequena, este Governo está roubando, eu tenho uma dor terrível e eu não posso pagar o tratamento ".

Eles não têm idéia de como é ter que trabalhar de sol a sol no campo, cavando, capina e plantio, coluna curvada, seis dias por semana, para ganhar a vida, porque a pensão desaparece nas contas de eletricidade e de gás.

No entanto, sem saberem porra nenhuma, eles implementam um aumento da contribuição para a segurança social de 11 para 18 por cento. Eles fazem alguma idéia sobre o que isso significa para a família média? Eles têm alguma idéia de quantas famílias estão prestes a cair pelo precipício? A resposta é não, e a resposta é que não se poderiam importar menos.

Qualquer pessoa que já viveu em Portugal sabe disso. A administração pública em Portugal, desde o nível nacional ao nível regional ao nível local, com raras exceções, é composta por um bando de traidores que vêem o serviço público como uma forma de enriquecerem.

Se não fosse, então por quê vender ativos de Portugal em troca de um tapinha nas costas como cães servis, por quê destruir os empregos para os filhos de Portugal a jusante, por quê lhes impõem o Euro em Portugal, sem fazer nada, enquanto os preços dobraram e triplicaram, por quê eles insistem em políticas de baixos salários e preços elevados, por quê eles não indexaram os preços de serviços públicos e transportes, aos ordenados? Para não falarmos de pensões.

Porque coletivamente, eles são um bando de ..... e merecem ... Que os leitores preencham os espaços.

Dito isto, os portugueses estão dignos demais, para fazerem isso. O escritor e poeta Miguel Torga disse: "É um fenômeno estranho, o país ergue-se indignado, o povo moureja o dia inteiro indignado, come, bebe e diverte-se indignado, mas não passa disto. Falta-lhe o romantismo cívico da agressão".

O povo português não vai, e não deve, levantar-se em violência. O que eles deveriam fazer, porém, é tomar nota dos governos no poder nas últimas quatro décadas e garantir que eles nunca, nunca voltem para lá outra vez. O que eles deveriam fazer é criar uma plataforma cívica que tem acesso às finanças públicas e verificá-las los com um pente muito fino, tornando cada passo de governação transparente, publicado diariamente para todos verem.

O que eles deveriam fazer é criar um novo Departamento de Justiça, investigar todos aqueles em todas as posições do governo desde o nivel nacional ao nível local, a partir de 1974, julgar sumariamente os que são suspeitos de atividades criminosas, se forem culpados, retira-los todos os seus bense jogá-los na cadeia - como um prisioneiro comum, não daqueles prisões privilegiados para merdas e advogados - e criar um Ministério da Justiça, de que as pessoas podem se orgulhar. Você quebra a lei, você paga as conseqüências.

O que eles deveriam fazer é limpar os lobbies que bloqueiam o país, limpar a porcaria que infesta o Parlamento e substituí-la por patriotas, implementar políticas que forçam os bancos a fazer o que deveriam fazer (emprestar dinheiro), ou então nacionalizá-los, respeitar os pensionistas , respeitar as pessoas do campo e respeitar a juventude, para não mencionar a classe média, já pobre.

O que eles deveriam fazer é dizer à Troika para sair o mais rápidamente possível. Se querem mandar aqui, dêem salários europeus.



Timothy Bancroft-Hinchey
Pravda.Ru

Nota do autor: Antes que alguém começa a questionar se essa peça foi escrita por um português ou um estrangeiro, o autor viveu em Portugal durante várias décadas, tem três filhos que são portugues, é uma quarta parte português e tem um enorme respeito e amor para o país e pelo seu povo.

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Comemorações Abril, Revolução: Acorda Portugal, Basta de Corrupção; Vem Defender a Familia e Nação; Protesto Nacional; Todos a Lisboa, Revolta dos Escravos Substitui a Revolução dos Cravos



Hoje tem que se divulgar ao maximo este evento todo mundo tem que saber que não brincam com o Povo PORTUGUES. Vamos invcadir os email das Tv, Radios, Jornais a informar que nos vamos manifestar durante esta noite e amanha todo o dia força pessoal....




É Tempo de Mudança em Portugal. A Revolução dos Cravos vai dar lugar à Revolução dos Escravos



REVOLUÇÃO DIA 25 de ABRIL de 2012.
Em Frente a Assembleia da Republica e em Frente Palácio de Belém.
Esta na Hora de todos os Desgovernantes deste Pais virem todos para a Rua comer cenouras e também Cavaco Silva, o Povo tem que dizer chega de Riquezas Avarentas. Vamos fazer no Dia 25 de Abril de 2012 uma revolução que estes sejam tirados do Desgoverno de Portugal. Tem Ordenados e Reformas a Rico e o Povo a passar Fome com Salários Mínimos e Reformas de 270,00 euros. Vamos ajudar esta ideia.

"DECRETO-LEI n.º 406/74 declara no seu artigo 1.º -1:


«A TODOS OS CIDADÃOS É GARANTIDO O LIVRE EXERCICIO DO DIREITO DE SE REUNIREM PACIFICAMENTE EM LUGARES PÚBLICOS, ABERTOS AO PÚBLICO E PARTICULARES, INDEPENDENTEMENTE DE AUTORIZAÇÕES, para fins não contrários à lei, à moral, aos direitos das pessoas singulares ou colectivas e à ordem e à tranquilidade públicas.»


Os promotores das manifestações apenas deverão AVISAR o presidente da câmara municipal (já não há governador civil…)

Uma mentira mil vezes repetida não passa, por esse facto, a ser verdade.


As centrais de comunicação dos sucessivos governos de Guterres, Barroso, Santana, Sócrates e Coelho andam há muito a passar uma mensagem subliminar: os cidadãos portugueses precisam de autorização para se manifestarem.


Há anos que lemos e ouvimos comandos e porta-vozes da GNR, da PSP, de polícias municipais a alinharem pelo mesmo diapasão. Para já não falar em jornalistas e comentadores. O que ou traduz ignorância, ou intenção deliberada.


Será que alguns editores e jornalistas desconhecem a Constituição da República? Os comentadores e especialistas não sabem do que falam? Nas Escolas da PSP e da GNR não se ensina a legislação em vigor? Ou estamos perante um acção concertada, onde até nem falta o regresso ao tristemente célebre «inimigo interno» do tempo do fascismo de Salazar e Caetano?

A que propósito é que este senhor afirma: “Se soubéssemos o que sabemos hoje, esses grupos não teriam sido autorizados a desfilar. É uma das lições que aprendemos”?

Quem deu à PSP competência para autorizar, ou não autorizar manifestações?

Temos que ser fortes meu Povo, vamos come los... A psp não tem que autorizar nada.


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Revolução Contra A Máfia, "Mentira e Roubo Institucionalizados"; "O Povo Tem A Força Toda"; 2Ponha-se Os Ricos e Poderosos A Pagar": General Pires Veloso; Vice Rei Do Norte Militar Actor do 25 Novembro Apela á Revolta Popular e Novo 25 de Abril



Contra "a mentira e o roubo institucionalizados".

General Pires Veloso defende um novo 25 de Abril


por Lusa

O general Pires Veloso, um dos protagonistas do 25 de Novembro de 1975 que naquela década ficou conhecido como "vice-rei do Norte", defende um novo 25 de Abril, de raiz popular, para acabar com "a mentira e o roubo institucionalizados".




 

"Vejo a situação atual com muita apreensão e muita tristeza. Porque sinto que temos uma mentira institucionalizada no país. Não há verdade. Fale-se verdade e o país será diferente. Isto é gravíssimo", disse, em entrevista à Lusa .

Para o general, que enquanto governador militar do Norte foi um dos principais intervenientes no contra-golpe militar de 25 de Novembro que pôs fim ao "Verão Quente" de 1975, "dá a impressão de que seria preciso outro 25 de abril em todos os termos, para corrigir e repor a verdade no sistema e na sociedade".


No que deve ser visto como uma viragem histórica, a Associação 25 de Abril (A 25-A) nega-se este ano a participar nas comemorações oficiais dos 38 anos da revolução. A decisão é fundamentada pelo antagonismo que se considera existir entre a actual governação e o espírito de Abril.


Segundo um manifesto intitulado "Abril não desarma", e hoje divulgado em conferência de imprensa, os motivos para a ruptura entre os militares de Abril e a liturgia comemorativa oficial residem na natureza da governação actual: “O poder político que actualmente governa Portugal configura um outro ciclo político que está contra o 25 de Abril, os seus ideais e os seus valores. Em conformidade, a Associação 25 de Abril anuncia que não participará nos actos oficiais nacionais evocativos do 38.º aniversário do 25 de Abril.

Condições sociais "inaceitáveis"A A 25-AO participará, como habitualmente, na manifestação marcada para as 15 horas de quarta feira, do Marquês de Pombal ao Rossio, e noutras comemorações populares. Mas essas, sublinha, continuam animadas do mesmo sentido evocativo, "pela acção libertadora e numa perspectiva de luta pela realização dos seus ideais”.


Continuando a declarar o seu apego às instituições da democracia representativa, os subscritores do manifesto afirmam contudo a sua distância perante “os que são seus titulares e exercem o poder”. Acto contínuo, tecem duras críticas aos dignitários do regime, para quem "a ética é palavra vã" e cujas "medidas e sacrifícios impostos aos cidadãos portugueses ultrapassaram os limites do suportável. Condições inaceitáveis de segurança e bem-estar social atingem a dignidade da pessoa humana”.

Sob a égide da política actual, o país consolida a sua posição de recordista europeu do desequilíbrio social, porque, afirma-se, “o rumo político seguido protege os privilégios, agrava a pobreza e a exclusão social, desvaloriza o trabalho”. Além disso, afirma-se, “o contrato social estabelecido na Constituição da República Portuguesa foi rompido pelo poder”.

O manifesto aponta também vários sinais da subalternização do país no concerto europeu, lembrando que “Portugal não tem sido respeitado entre iguais, na construção institucional comum, a União Europeia. Portugal é tratado com arrogância por poderes externos, o que os nossos governantes aceitam sem protesto e com a autossatisfação dos subservientes. O nosso estatuto real é hoje o de um ‘protectorado’, com dirigentes sem capacidade autónoma de decisão nos nossos destinos”.
Revolta militar não está na ordem do dia Quanto às soluções, a via apontada é menos clara: os signatários do documento apelam, é certo, “ao povo português e a todas as suas expressões organizadas para que se mobilizem e ajam, em unidade patriótica, para salvar Portugal, a liberdade, a democracia” e insistem na "importância da instituição militar, como recurso derradeiro nas encruzilhadas decisivas da História”.

Por outro lado, as explicações emitidas na conferência de imprensa pelo presidente da A 25-A, coronel Vasco Lourenço, descartam inteiramente uma nova revolta militar - um novo 25 de Abril - como forma de a instituição militar assumir esse papel de "recurso derradeiro". Do mesmo modo, "a Associação 25 de Abril e, especificamente, os militares de Abril, proclamam que, hoje como ontem, não pretendem assumir qualquer protagonismo político”.

Pires Veloso fala em "gangue" à frente do país Convergente com as críticas do manifesto é o violento libelo lançado contra o actual poder político pelo general Pires Veloso, uma das mais destacadas figuras do 25 de Novembro. Segundo Veloso, em declarações citadas pela agência Lusa, "temos uma mentira institucionalizada no país. Não há verdade. Fale-se verdade e o país será diferente. Isto é gravíssimo".

Veloso denuncia a existência de "um gangue que tomou conta do país" E acrescenta"Tire-se o gangue, tendo-se juízo, pensando no que pode acontecer. E ponha-se os mais ricos a contribuir para acabar a crise. Porque neste momento não se vai aos mais poderosos"

O general exemplifica referindo-se ao vencimento do administrador executivo da Eletricidade de Portugal (EDP), António Mexia: "Não compreendo como Mexia recebe 600 mil euros e há gente na miséria sem ter que dar de comer aos filhos. Bem pode vir Eduardo Catroga dizer que é legal e que os acionistas é que querem, mas isto não pode ser assim. Há um encobrimento de situação de favores aos mais poderosos que é intolerável".

Novembrista quer novo 25 de Abril Pires Veloso vai ao ponto de afirmar que, "se as leis permitem um caso como o Mexia, então é preciso outro 25 de abril para mudar as leis". Na verdade, explica, "quando se deu o 25 de Abril de 1974, disseram que havia de haver justiça social, mais igualdade e melhor repartição de bens. Estamos a ver uma inversão do que o 25 de Abril exigia".

O general afirma que o primeiro-ministro, "está num sistema do qual está prisioneiro. O Governo mexe nos mais fracos, vai buscar dinheiro onde não há. E, no entanto, na parte rica e nos poderosos ainda não mexeu".

Veloso reitera por isso que "dá a impressão de que seria preciso outro 25 de Abril em todos os termos, para corrigir e repor a verdade no sistema e na sociedade". Não conta, no entanto, com as Forças Armadas para levar a cabo esse novo 25 de Abril: "Não me parece que se queiram meter nisto. Não estão com a força anímica que tinham antigamente, aquela alma que reagia quando a pátria está em perigo".

Pires Veloso, 85 anos, considera que não poderão ser as forças militares a promover um novo 25 de Abril: "Não me parece que se queiram meter nisto. Não estão com a força anímica que tinham antigamente, aquela alma que reagia quando a pátria está em perigo".

"Para mim, o povo é que tem a força toda. Agora é uma questão de congregação, de coordenação, e pode ser que alguém surja" a liderar o processo.


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Revolução Nacional! Oçamento de Estado Revolta Portugal! Povo Indigna-te Ocupa a Assembleia



O povo tem de acordar de vez e unir-se pacificamente para mostra a sua indignação. REVOLTA-TE!

Não se deve chorar sobre o leite derramado! REVOLTA-TE!
É preciso lutar com dignidade e inteligencia no sentido de acabar com os irresponsáveis que se sentam diariamente nas cadeiras almofadadas. REVOLTA-TE!

Os direitos humanos TÊM de ser respeitados ! REVOLTA-TE!

Só há liberdade a séria quando houver, PAZ, PÃO, AMOR,SAÚDE, EDUCAÇÃO,HABITAÇÃO,E, RESPEITO PELO PRÓXIMO
REVOLTA-TE!

Os politicos e banqueiros destruiram a economia, venderam Portugal e escravizam o povo. Isto não pode continuar. REVOLTA-TE!

99% da população a serem explorados e escravizados para que 1% viva à GRANDE NÃO PODE SER!
A CORRUPÇÃO TEM QUE ACABAR.

ISTO ASSIM NÃO VAMOS LÁ
REVOLTA-TE!

Ocupa São Bento
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Dia 15 Junta-te à Revolução Mundial! ocupa!

http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2011/09/15-o-lisboa-portugal-manifestacao.html
também em Angra do Heroisamo, Évora e Braga
http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2011/10/15-o-porto-mobilizacao-popular-por.html

http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2011/10/15-o-coimbra-mobilizacao-popular-por.html

http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2011/10/15-o-faro-algarve-manif-por-portugal.html

http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2011/07/mobilizacao-internacional-15-de-outubro.html

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Orçamento de Estado, Austeridade, Psicologia da Crise: Colapso Económico Emocional Social e Revolta



Austeridade gera revolta - Vejam as reacções incríveis do povo

A reportagem sobre as várias reacções, vistas pelos meios de comunicação árabes e não só, ao anuncio de novas medidas de austeridade em Portugal. Jovem alemão irrita-se, trabalhadores portugueses destroem computador...


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Dia 15 Junta-te à Revolução Mundial! ocupa!

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Revista Militar Defesa Nacional: Revolta dos Generais Contra o Estado a que Portugal Chegou



Nas últimas semanas, os generais Loureiro dos Santos, Espírito Santo, Rocha Vieira, Garcia Leandro e Martins Barrento escreveram artigos ou fizeram intervenções muito duras em que criticaram o sistema político, a perda de soberania, o Governo, a política de defesa, a violação de compromissos do executivo para com os militares. O governo parece ter decidido calar-lhes a boca com uma lei da rolha para os militares reformados, querendo aplicar-lhes o dever de reserva que só abrangia os militares no activo. O SEMANÁRIO contactou vários generais e todos estão contra a proposta do Governo de alterar o artigo 5º do Regulamento de Disciplina Militar.

Nas últimas semanas os generais Loureiro dos Santos, Espírito Santo, Rocha Vieira, Garcia Leandro e Martins Barrento escreveram artigos ou fizeram intervenções muito duras em que criticaram o sistema político, a perda de soberania, o Governo, a política de defesa, a violação de compromissos do executivo para com os militares (v. Acontecimento). É a primeira vez, a esta escala, que vários generais fazem estas declarações e também é a primeira vez que os militares com ideias mais moderadas ou mesmo de direita dão um murro na mesa. Refira-se que, para além dos generais já referidos, também o general Ramalho Eanes não tem escondido nos últimos meses o seu desagrado por algumas situações lesivas das Forças Armadas.

O governo, em resposta, parece ter decidido calar-lhes a boca com uma lei da rolha para os militares reformados, querendo aplicar-lhes o dever de reserva que só abrangia os militares no activo. Segundo a edição de ontem do "Diário de Notícias", o governo vai enviar para aprovação na Assembleia da República uma proposta de lei que altera o artigo 5º do Regulamento de Disciplina Militar. Entre os deveres a que os militares reformados passam a estar sujeitos, no quadro do RDM, caso a proposta seja aprovada, está o sensível e muito abrangente dever de lealdade que refere os militares não podem "manifestar de viva voz, por escritou ou por qualquer outro meio, ideias contrárias à Constituição ou ofensivas dos órgãos de soberania e respectivos titulares, das instituições militares e dos militares em geral ou , por qualquer modo, prejudiciais à boa execução do serviço ou à disciplina das Forças Armadas.". Para além destas limitações, ainda que muitas delas sejam semelhantes às limitações de qualquer cidadão, militar ou não, perante a lei, com a nova proposta os militares reformados ficariam bastante restringidos na opinião sobre as Forças Armadas, o seu funcionamento, os meios ao dipor, e, num âmbito mais vasto sobre a política e os conceitos de defesa nacional. Também opiniões políticas de carácter geral poderiam ficar ameaçadas, dependendo da interpretação e aplicação que viesse a ser dada à lei pelos órgãos disciplinares e jurisdicionais.

O SEMANÁRIO contactou vários generais e todos estão contra a proposta do Governo de alterar o RDM estender os deveres respectivos aos militares reformados.

O general Garcia Leandro diz: "Não vou deixar de me pronunciar mesmo que a alteração seja aprovada porque antes de ser um oficial militar sou um cidadão." Garcia Leandro coloca, porém, a hipótese de a proposta não ir para a frente e, no mesmo tom crítico levanta a possibilidade de se tratar de um sinal condicionador que o governo quer dar, "uma operação de dissuasão", ao bom estilo militar, o que faria deste governo um às em estratégia de guerra. Recorde-se que não é a primeira vez que o governo apresenta propostas de lei que parecem visar um "efeito choque", como aconteceu com a proposta de lei dos vínculos à função pública e a equiparação dos juízes aos funcionários públicos.

Já o general Loureiro dos Santos considera que esta alteração, nos moldes em que está feita "é inconstitucional porque a Constituição só permite restrições ao exercício de direitos em relação a militares no activo.". Em causa está o artigo 270º da Constituição que diz que "A lei pode estabelecer na estrita medida das exigências próprias das respectivas funções, restrições ao exercício dos direitos de expressão, reunião, manifestação, associação e petição colectiva e à capacidade eleitoral passiva dos militares e agentes militarizados dos quadros permanentes em serviço efectivo". Esta redacção do artigo tem origem, refira-se, na revisão constitucional de 2001. O general Loureiro dos Santos diz ainda que "os militares reformados são cidadãos iguais aos outros, com os mesmos direitos e os mesmos deveres". "Se os militares reformados, por exemplo, insultarem a bandeira, há os tribunais civis para se pronunciarem", não fazendo sentido aplicar-lhes o mesmo regime dos militares no activo. Loureiro dos Santos confessa a sua estranheza pela proposta do Governo, até porque não conhece nenhum país onde vigore aquilo que o governo quer agora aprovar. O general refere que nos EUA e nos países europeus, a liberdade de expressão dos militares reformados é bem vista pelo Estado e pelos governos já que pode funcionar como alerta para situações que não estão a funcionar bem nas Forças Armadas e no país. "É uma espécie de válvula de escape", diz Loureiro dos Santos. A rematar, o militar quer admitir que a proposta agora apresentada pelo governo se trate de um "mero trabalho técnico", onde não houve o cuidado de fazer uma conformidade plena com o texto constitucional. Se não for esse o caso e a lei vier a ser mesmo aprovada na Assembleia da República, Loureiro dos Santos é, então, muito duro para com o executivo: "Estaríamos perante uma situação de um Estado policial".

O general Martins Barrento também acha estranha a proposta do governo e, questiona, com alguma ironia, "se agora vai passar a estar vigiado". Por sua vez, o general Lemos Ferreira referiu ao SEMANÁRIO que "um militar reformado está mantém os direitos e deveres de cidadania".|
 
Generais insurgem-se contra o estado a que isto chegou

Vários generais que desempenharam funções de chefia nas Forças Armadas não têm calado a sua revolta pelo estado a que o país chegou, criticando o não cumprimento das promessas feitas pelo governo aos militares, a falta de equipamento das Forças Armadas, o fim do voluntariado, a falta de um conceito estratégico de Defesa Nacional e, num plano mais vasto, os vícíos do sistema político, a promiscuidade entre o poder político e económico, a crise económica e social, as asssimetrias na distribuição do rendimento, o imediatismo, o populismo e a desinformação da comunicação social, a perda da liberdade e da independência nacional. No passado domingo, no dia do Combatente, o general Rocha Vieira referiu que poderemos estar perante um "futuro sem liberdade". Entretanto, o último número da "Revista Militar" foi inteiramente preenchido com artigos de vários generais a contra a situação vigente. Em editorial, o general Espírito Santo diz que "a Lei da Programação Militar constitui um embuste". Na mesma revista, o general Loureiro dos Santos escreve que os "Os militares sentem-se maltratados pelo poder político". Por sua vez, o general Martins Barrento considera que hoje as Forças Armadas estão submetidas não só aos interesses de Estado mas também, por via da promiscuidade existente, ao poder económico e mediático. Há dois meses, o general Garcia Leandro foi o primeiro a manifestar-se, referindo que "a explosão social está a chegar" a Portugal.

Vários generais que desempenharam funções de chefia nas Forças Armadas não têm calado a sua revolta pelo estado a que o país chegou, criticando o não cumprimento das promessas feitas pelo governo aos militares, a falta de equipamento das Forças Armadas, o fim do voluntariado, a falta de um conceito estratégico de Defesa Nacional e, num plano mais vasto, os vícios do sistema político, a promiscuidade entre o poder político e económico, a crise económica e social, as asssimetrias na distribuição do rendimento, o imediatismo, o populismo e a desinformação da comunicação social, a perda da liberdade e da independência nacional. No passado domingo, no dia do Combatente, também assinalando o 90.º aniversário da Batalha de La Lys, o general Rocha Vieira, actual chanceler das Antigas Ordens Militares, nomeado por Cavaco Silva considerou que "vivemos tempos de crise em que se esquece o valor do serviço e o respeito pela realidade, tempos que ignoram o passado da independência e anunciam um futuro sem liberdade". Entretanto, o último número da "Revista Militar" foi inteiramente preenchido com artigos de vários generais a contra a situação vigente. Em editorial, o ex-CEMGFA general Espírito Santo, considerou que "a Lei da Programação Militar constitui um embuste". Na mesma revista, o general Loureiro dos Santos escreveu que os "Os militares sentem-se maltratados pelo poder político". Por sua vez, o general Martins Barrento referiu que hoje as Forças Armadas estão submetidas não só aos interesses de Estado mas também, por via da promiscuidade existente, ao poder económico e mediático. Num extenso artigo, o ex-CEME, Martins Barrento também refere que há o risco de"as Forças Armadas se poderem sentir como um corpo estranho na nação". Recorde-se que o general Garcia Leandro foi o primeiro a manifestar-se, em Fevereiro passado, contra o estado de coisas no país, num artigo publicado no "Expresso". Com palavras que nunca se tinham ouvido na boca de um general, ainda para mais com funções actuais de presidente do Observatório de Segurança, Garcia Leandro escreveu, entre muitas outras frases polémicas que "a explosão social está a chegar" e que "vão ocorrer movimentos de cidadãos que já não podem aguentar mais o que se passa" em Portugal. O SEMANÁRIO publica extractos das intervenções e dos artigos publicados pelos generais.


General Garcia Leandro

(...) Se sinto a revolta crescente daqueles que comigo contactam, eu próprio começo a sentir que a minha capacidade de resistência psicológica a tanta desvergonha, mantendo sempre uma posição institucional e de confiança no sistema que a III República instaurou, vai enfraquecendo todos os dias. Já fui convidado para encabeçar um movimento de indignação contra este estado de coisas e tenho resistido. Mas a explosão social está a chegar. Vão ocorrer movimentos de cidadãos que já não podem aguentar mais o que se passa. É óbvio que não será pela acção militar que tal acontecerá, não só porque não resolveria o problema mas também porque o enquadramento da UE não o aceitaria; não haverá mais cardeais e generais para resolver este tipo de questões. Isso é um passado enterrado. Tem de ser o próprio sistema político e social a tomar as medidas correctivas para diminuir os crescentes focos de indignação e revolta. Os sintomas são iguais aos que aconteceram no final da Monarquia e da I República, sendo bom que os responsáveis não olhem para o lado, já que, quando as grandes explosões sociais acontecem, ninguém sabe como acabam. E as más experiências de Portugal devem ser uma vacina para evitar erros semelhantes na actualidade (...).

Nota: artigo publicado no jornal "Expresso" de 11-2-2008



General Loureiro dos Santos

(...) "O Estado português não age no quadro de um conceito estratégico nacional que tenha formulado. Verdadeiramente, não se sabe bem qual o motor da sua acção, o cimento que articula as várias políticas sectoriais (...). Se as políticas de defesa fossem eficientes, elas assegurariam a possibilidade das Forças Armadas disporem permanentemente dos recursos humanos necessários, através de um sistema de serviço militar misto - com quadros permanentes vinculados ao serviço das armas como opção perene, militares com vínculo profissional de curta duração e militares provenientes da conscrição. Com a capacidade de manter o nível adequado de efectivos em todas as circunstâncias, sem custos exorbitantes, e de transmitir a uma parte significativa dos portugueses e portuguesas um contacto útil com a prática rigorosa dos valores nacionais. Como o patriotismo e o sentimento de pertença a um país com identidade própria, o culto dos mais elevados valores humanos e do sentido do cumprimento da missão, assim como a importância das virtudes militares - a lealdade, a honra, a coragem moral e física, o culto da disciplina e o espírito de sacrifício." (...) "os militares sentem-(se) maltratados pelo poder político, que teima em não cumprir algumas leis por ele próprio elaboradas que beneficiam os cidadãos militares. Ao mesmo tempo que toma decisões que os prejudicam, material e moralmente, no campo dos seus direitos sociais, esquecendo a importância da concretização do conceito "apoio à família militar", na sua devida extensão. (...) "Convém alertar que, sem políticas de defesa eficientes, o Estado não estará em condições de cumprir o essencial das funções que justificam a sua existência. Não é apenas a Segurança Nacional que se pode encontrar em perigo; será também prejudicada a possibilidade de atingir os níveis de bem-estar a que todos os portugueses se sentem com direito."

Nota: artigo publicado na "Revista Militar"


General Martins Barrento

"Na actualidade, a importância, pujança e apetência dos agentes económicos pelo poder, e a descoberta do poder que possuem aqueles que dirigem e veiculam a comunicação social levam estes poderes a emergir ao lado do poder político, em concorrência com ele ou a influenciá lo em âmbitos como os da segurança e do bem estar, que até aqui só ao Estado pertenciam. Desta situação resulta que a constituição, acção ou inacção da Instituição Militar possa hoje não ser determinada apenas pelos superiores interesses do Estado, os quais compete ao poder político assegurar, mas também por outros interesses." (...) A comunicação social, importante pilar da cidadania pela informação que transmite, não se limita infelizmente a esta nobre tarefa, porque, estando sujeita a critérios económicos e ideológicos, não se coíbe de, na defesa dos seus interesses, procurar o sensacionalismo, a polémica pela polémica, a venda fácil, mesmo que isso seja feito em prejuízo da verdade. Isto é, além de informar, também deforma e desinforma, tendo como efeito o de, quem a vê, lê ou ouve, apesar de saber frequentemente daquela situação, poder ainda pensar que aquilo que ela transmite é a verdade. A segurança, a defesa e as FA, sendo temas sobre os quais os cidadãos deveriam estar verdadeiramente informados, ao serem tratados por aqueles critérios, são de difícil leitura ou predispõem para a aceitação de ideias como as do elevado custo da organização militar, da sua resistência à mudança, da sua desnecessidade, etc., que obviamente não promovem o espírito de defesa que deveria existir, deformam a imagem da Instituição e afectam o moral daqueles que nela servem (...) A profissionalização da política, a apetência pelo poder, o desejo de cargos políticos, a importância dos votos que mais facilmente são obtidos através de promessas de um maior bem estar futuro e o calendário político que absorve as atenções e dirige a acção da política partidária secundarizam assuntos realmente de Estado, mas que não dão votos, como a segurança, a defesa, as FA (...) O espírito de defesa é uma forma de sentir dos cidadãos que os leva a constatar que há valores que devem ser defendidos, mesmo que para tal haja que fazer sacrifícios. Se este espírito de defesa for generalizado, as FA, que existem para, pelo combate, defenderem o nosso território, a nossa população e os nossos interesses, serão apoiadas física e moralmente; se tal não acontecer, começarão a sentir se como um corpo estranho na nação (...) Se for atingido o ponto de se aceitar que a defesa é desnecessária, teremos que concluir que um povo que pensa deste modo não merece ser defendido, ainda que isso signifique o ocaso de Portugal como Estado soberano. E este perigo pode vir a existir, se não houver por parte da Política medidas de carácter pedagógico sobre a cidadania e os valores a preservar."


Nota: artigo publicado na "Revista Militar"


General Espírito Santo

A Lei do Serviço Militar representa o compromisso da Nação e dos seus cidadãos para a defesa da Pátria, estabelecendo a Constituição da República que "A defesa da Pátria é direito e dever fundamental de todos os portugueses" (Art 276º). A actual Lei do Serviço Militar (Lei n.º 174/99, de 21 de Set.), estabelece que "em tempo de paz, o serviço militar baseia se no voluntariado" e que esta disposição "não prejudica as obrigações dos cidadãos portugueses inerentes ao recrutamento militar e ao serviço efectivo decorrente da convocação ou de mobilização". Acontece que este compromisso contratual não está a ser cumprido. Porque o voluntariado ainda não atingiu os níveis de efectivos necessários ao Sistema de Forças aprovado e porque quer o recenseamento, recentemente abolido, quer as normas reguladoras para a mobilização e convocação nunca foram definidas. Mais um compromisso quebrado (...) A Lei da Programação Militar constitui, em Portugal, um embuste. Primeiro porque o modelo de onde se foi copiar era uma Nação com uma sólida indústria de defesa, o que não é o caso português. A lei constituía um contrato, em tempo dilatado, para Estado, Forças Armadas e indústria de defesa assumirem compromissos entre necessidades operacionais e capacidade de produzir, garantindo postos de trabalho. Era essa a filosofia das leis de programação militar. Em Portugal, reconhecendo as necessidades de investimento numas Forças Armadas desajustadas ao ambiente estratégico e missões a desempenhar, mascarou se esse investimento - que podia ser inscrito anualmente no Orçamento - com promessas dilatadas no tempo, ultrapassando mesmo tempos de vida útil de armamentos e equipamentos, e que ou não são cumpridas ou são congeladas. E não vale a pena denunciar o não cumprimento do contrato, já que é o Estado o primeiro a colocar se ao lado das vozes que reclamam manteiga em vez de canhões, esquecendo as suas funções e razão de ser (...).

Nota: artigo publicado na "Revista Militar"


General Rocha Vieira

"Vivemos tempos de crise. São tempos de máscaras e aparências, em que se esquece o valor do serviço e o respeito pela realidade. São tempos que ignoram o passado da independência e anunciam um futuro sem liberdade" (...) É preciso reagir e saber escolher para ultrapassar o momento actual." É tempo "para voltarmos aos valores essenciais, para defendermos a memória dos que construíram Portugal independente, para honrarmos a responsabilidade de deixar aos sucessores mais do que aquilo que herdámos dos que nos antecederam". É preciso que os políticos assegurem a responsabilidade de "fazerem corresponder as missões que atribuem aos militares com os meios que põem à disposição dos que colocam em risco as vidas para as cumprir".|

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Economia Sexy Striptease Capital Financeiro: BCE FMI Federal Reserve Bancos Esquema Desmontado



LEIAM E PARTILHEM E TRADUZAM PARA QUE TODA A GENTE TENHA CONHECIMENTO
É IMPORTANTE PARA SE COMPREENDER O QUE SE ESTÁ PASSANDO NO MUNDO

-: FW: A quem pertence o tão badalado BCE - banco central europeu?

Segundo disse Dr. Júlio Machado Vaz no seu programa na Antena 1 "O Amor é" :

- Quem vê muita TV anda mal informado -

Aí vai informação que não passa nas TVs.

A quem pertence o tão badalado BCE - Banco Central Europeu?

ASSIM, FICAMOS A SABER PORQUE É QUE O BCE EMPRESTA O DINHEIRO A 1% AOS
BANCOS, PARA ESTES O EMPRESTAREM AO NOSSO PAÍS A 8% !...

A quem pertence o Banco Central Europeu?*

O Banco Central Europeu, ou BCE, pouco o nada tem a ver com a União Europeia.

Ao juntar os termos "Central" e "Europeu", a ideia era transmitir a sensação de que este fosse o banco da União.
E a ideia passou, pois muitos confundem as duas coisas.
Mas a verdade é bem diferente.

Se ainda existirem dúvidas acerca da total independência do BCE, é bom ler o Artigo 130 (ex-artigo 108 do TCE):
No exercício dos poderes e no cumprimento das tarefas e deveres que lhes são conferidos pelos Tratados e pelos Estatutos do SEBC e do BCE, nem o Banco Central Europeu, nem os bancos centrais nacionais, nem qualquer membro dos respectivos órgãos de decisão podem solicitar ou receber instruções das instituições, órgãos ou agências da União, dos governos dos Estados-Membros ou de qualquer outra entidade.

Instituições, órgãos e agências da União e os governos dos Estados-membros se comprometem a respeitar este princípio e a não tentar influenciar os órgãos de decisão do Banco Central Europeu ou dos bancos centrais nacionais no exercício das suas funções.

No documento de 18 de Dezembro de 2003, "Das percentagens detidas pelos bancos centrais europeus no esquema de subscrição dos capitais
do Banco Central Europeu", assinado pelo Presidente Jean-Claude Trichet e publicado na Gazeta Oficial da União Europeia (15.1.2004 L 9/28), é possível observar a quem pertença, de facto, o mesmo BCE.

Eis as percentagens detidas pelas várias instituições financeiras:

Deutsche Bundesbank 23,4040 %
Banque de France 16,5175 %
Bank of England 15,9764 %
Banca d'Italia 14,5726 %
Banco de España 8,7801 %
De Nederlandsche Bank 4,4323 %
Nationale Bank van België/Banque Nationale de Belgique 2,8297 %
Sveriges Riksbank 2,6636 %
Oesterreichische Nationalbank 2,3019 %
Bank of Greece 2,1614 %
Banco de Portugal 2,0129 %
Danmarks Nationalbank 1,7216 %
Suomen Pankki 1,4298 %
Banque centrale du Luxembourg 0,1708 %
Central Bank and Financial Services Authority of Ireland 1,0254 %

Duas coisas bastantes interessantes: a presença do Bank of England,
isto é, do banco central dum País que ainda não adoptou o Euro como
moeda oficial, e o facto de o documento falar de forma explicita de
senhoriagem:

O mesmo princípio se aplica à repartição dos proveitos monetários dos BCN [bancos centrais nacionais] em conformidade com o artigo 32.1 do Estatuto, à distribuição da receita de senhoriagem, à remuneração dos créditos dos BCN iguais aos activos de reserva transferidos para o BCE
[...]

Um assunto particularmente complexo este último, mas que cedo ou tarde terá de ser enfrentado, dada a importância.

A quem pertencem os bancos nacionais?

Mas agora vamos em frente na nossa viagem.
Estabelecido o facto do BCE pertencer aos vários bancos centrais, a próxima pergunta que segue é: a quem pertencem os bancos centrais dos vários Países?

Também neste caso a resposta pode parecer óbvia: tal como o Banco Central Europeu deveria pertencer à União Europeia, assim os bancos centrais nacionais deveriam pertencer aos vários Estados nacionais.
Deveria, mas não é.

Descobrir os verdadeiros donos é muito difícil: os bancos centrais não
gostam de divulgar este tipo de noticia. Mas temos sorte. O banco central italiano, a Banca d'Italia, publica na internet a lista das instituições que detêm as quotas de participação e que têm direito de voto.
Em breve, esta informação será definitivamente retirada, podem crer !
Aguardemos, e não será preciso ficar sentado/a !

Eis a lista completa:

Participante / Quota participação / número de votos:

Intesa Sanpaolo S.p.A. 91.035/50
UniCredit S.p.A. 66.342/50
Assicurazioni Generali S.p.A. 19.000/42
Cassa di Risparmio in Bologna S.p.A. 18.602/41
INPS 15.000/34
Banca Carige S.p.A. - Cassa di Risparmio di Genova e Imperia 11.869/27
Banca Nazionale del Lavoro S.p.A. 8.500/21
Banca Monte dei Paschi di Siena S.p.A. 7.500/19
Cassa di Risparmio di Biella e Vercelli S.p.A. 6.300/16
Cassa di Risparmio di Parma e Piacenza S.p.A. 6.094/16
Cassa di Risparmio di Firenze S.p.A. 5.656/15
Fondiaria - SAI S.p.A. 4.000/12
Allianz Società per Azioni 4.000/12
Cassa di Risparmio di Lucca Pisa Livorno S.p.A. 3.668/11
Cassa di Risparmio del Veneto S.p.A. 3.610/11
Cassa di Risparmio di Asti S.p.A. 2.800/9
Cassa di Risparmio di Venezia S.p.A. 2.626/9
Banca delle Marche S.p.A. 2.459/8
INAIL 2.000/8
Milano Assicurazioni 2.000/8
Cassa di Risparmio del Friuli Venezia Giulia S.p.A. (CARIFVG S.P.A.) 1.869/7
Cassa di Risparmio di Pistoia e Pescia S.p.A. 1.126/6
Cassa di Risparmio di Ferrara S.p.A. 949/5
Cassa di Risparmio di Alessandria S.p.A. 873/5
Cassa di Risparmio di Ravenna S.p.A. 769/5
Banca Regionale Europea S.p.A. 759/5
Cassa di Risparmio di Fossano S.p.A. 750/5
Cassa di Risparmio di Prato S.p.A. 687/5
Unibanca S.p.A. 675/5
Cassa di Risparmio di Ascoli Piceno S.p.A. 653/5
Cassa di Risparmio di S. Miniato S.p.A. 652/5
Cassa dei Risparmi di Forlì e della Romagna S.p.A. 605/5
Banca Carime S.p.A. 500/5
Società Reale Mutua Assicurazioni 500/5
Cassa di Risparmio di Fabriano e Cupramontana S.p.A. 480/4
Cassa di Risparmio di Terni e Narni S.p.A. 463/4
Cassa di Risparmio di Rimini S.p.A. - CARIM 393/3
Cassa di Risparmio di Bolzano S.p.A. 377/3
Cassa di Risparmio di Bra S.p.A. 329/3
Cassa di Risparmio di Foligno S.p.A. 315/3
Cassa di Risparmio di Cento S.p.A. 311/3
CARISPAQ - Cassa di Risparmio della Provincia dell'Aquila S.p.A. 300/3
Cassa di Risparmio della Spezia S.p.A. 266/2
Cassa di Risparmio della Provincia di Viterbo S.p.A. 251/2
Cassa di Risparmio di Orvieto S.p.A. 237/2
Cassa di Risparmio di Città di Castello S.p.A. 228/2
Banca Cassa di Risparmio di Savigliano S.p.A. 200/2
Cassa di Risparmio di Volterra S.p.A. 194/1
Cassa di Risparmio della Provincia di Chieti S.p.A. 151/1
Banca CRV Cassa di Risparmio di Vignola S.p.A. 130/1
Cassa di Risparmio di Fermo S.p.A. 130/1
Cassa di Risparmio di Savona S.p.A. 23/1
TERCAS - Cassa di Risparmio della Provincia di Teramo S.p.A. 115/1
Cassa di Risparmio di Civitavecchia S.p.A. 111/1
CARIFANO - Cassa di Risparmio di Fano S.p.A. 101/1
Cassa di Risparmio di Carrara S.p.A. 101/1
CARILO - Cassa di Risparmio di Loreto S.p.A. 100/1
Cassa di Risparmio di Spoleto S.p.A. 100/1
Cassa di Risparmio della Repubblica di S. Marino S.p.A. 36/ -
Banca CARIPE S.p.A. 8/ -
Banca Monte Parma S.p.A. 8/ -
Cassa di Risparmio di Rieti S.p.A. 8/ -
Cassa di Risparmio di Saluzzo S.p.A. 4/ -
Banca del Monte di Lucca S.p.A. 2/ -

Total quotas: 300.000 Total votos: 539

No meio desta floresta de bancos privados é possível encontrar duas participações do Estado Italiano: INPS, com 15.000 quotas e 34 votos, e INAIL, 2.000 quotas e 8 votos. Assim, no total. o Estado é representado no Banco Central Italiano com 42 votos, menos de 10%.

Para perceber a importância destes factos, é possível observar a "evolução" das antigas moedas italianas, hoje substituídas pelo Euro.

Neste caso, a comparação é entre uma nota de 500 Lire (1974 - 1979) e uma de 1.000 Lire (1990 - 1998):

No primeiro caso, 500 Lire, temos uma nota do Estado Italiano.

No segundo caso, uma nota dum banco privado.
É exactamente o que se passa com as notas dos Euros: sendo o Euro da União Europeia, não seria lógico encontrar aposto a sigla "UE"?
Mas em lado nenhum irão encontrar "União Europeia", mas sim e apenas "BCE".

Uma ligeira diferença...

A quem pertencem os bancos privados? (um caos intencional)

Este esquema repete-se na maior parte dos bancos centrais nacionais que, de facto, são privados.
Mas a quem pertencem os bancos privados?

Aqui entramos no sancta sanctorum, uma espécie de caixa de Pandora na qual é difícil orientar-se.
Os bancos não pertencem a uma pessoa mas a conjuntos de accionistas
que, por suas vezes, pertencem a outros accionistas.

O Banco Unicredit, por exemplo, conta entre os próprios accionistas um banco líbio, o grupo Allianz (Alemanha), um banco inglês com um
cadastro assustador (Barclays: ajuda ao governo do Zimbabwe, acusações de reciclagem de dinheiro, envolvimento no comércio de armas...), uma sociedade americana (BlackRock) com participação inglesa (Merlin Entertainments), a Autoridade de Investimentos da Líbia.

O Monte dei Paschi di Siena vê a participação do grupo francês Axa e
da JP Morgan (!!!).

Resumo: o BCE é privado

Uma super-Matryoshka que constitui a melhor forma de protecção: uma maneira para afastar os curiosos e para tornar o esquema incompreensível, pois tudo se perde num jogo de percentagens de empresas espalhadas pelo globo.

O que pode ser afirmado com certeza, é que os bancos centrais nacionais não pertencem aos Estados (há muitas poucas excepções neste sentido) mas sim aos privados !
Agora, se o BCE é independente da União Europeia e de propriedade dos bancos nacionais, que são privados, o mesmo BCE não passa de um banco
privado.
RESUMO: a economia da União Europeia está nas mãos dos interesses privados.
O que não é uma novidade: também a Federal Reserve (EUA) é um banco privado...

Com o FMI passa-se exactamente o mesmo. Oportunamente será desmontado.

ESTAMOS OU NÃO, A SER TOTALMENTE TRAMADOS?

E, como se disse MUUUITAS vezes, é GLOBAL.

TRATA-SE da NOVA ORDEM MUNDIAL a DITADURA dos BANCOS

The NEW WORLD ORDER

NOVOS ORDO SECLORUM

DITADURA DO CAPITAL FINANCEIRO...

Nota Final: Juntando as letras marcadas na nota: M - A - S - O . N. Obtém Mason ou maçom de maçonaria...

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Wayseer Manifesto Portugal Rebels: Visionarios do Caminho Video



~ All you rule breakers, you misfits & troublemakers, all you free spirits...
~ THE WAYSEER MANIFESTO ~
Tradução (por Graziella Davanso):

Atenção, todos vocês, quebradores de regras, vocês inadaptados e causadores de problemas, todos vocês espíritos livres e pioneiros, todos vocês visionários e não conformistas. Tudo o que o sistema diz que está errado contigo, é realmente o que está certo em ti.
Você vê coisas que os outros não vêem. Você está conectado para mudar o mundo. Ao contrário do 9 em cada 10 pessoas, a sua mente é irrepreensível, e isto ameaça a autoridade. Você nasceu para ser revolucionário.
Você não pode suportar as regras porque em seu coração você sabe que há uma maneira melhor. Você tem forças perigosas para o sistema, e ele quer eliminá-las, assim, em toda a sua vida já lhe foi dito que as suas forças eram fraquezas, e agora estou te dizendo o contrário.
Sua impulsividade é um presente - impulsos são suas chaves para o milagre, sua distração é um artefato de sua criatividade inspirada.
Suas alterações de humor refletem o impulso natural da vida, eles te dão energia incontrolável quando você está elevado, e profundo insights quando você está em baixa.


Sendo diagnosticados como uma "desordem"? Esta é a mais nova forma da sociedade negar a sua própria doença, apontando o dedo para você. Sua personalidade viciante é apenas um sintoma de sua grande capacidade subutilizada para a expressão heróica, criativa e conexão espiritual, sua total falta de repressão, o seu idealismo com os olhos arregalados, sua absoluta mente aberta - Nunca ninguém te disse isso? Estas são as características compartilhadas pelos grandes pioneiros, visionários e inovadores, revolucionários, procrastinadores e rainhas do drama, ativistas no cenário social, cadetes espaciais e rebeldes, filósofos e desamparados, ternos de negócio voando em aviões de combate, estrelas de futebol e viciados em sexo, celebridades com transtornos de déficit de atenção, alcóolicos que procuram novidades, socorristas, profetas e santos, místicos e agentes de mudanças.
Somos todos iguais, você sabe, porque todos nós somos atraídos para a chama. Somos todos iguais, você sabe, porque todos nós somos atraídos para a chama. Você sabe em seu coração que há uma ordem natural na vida, algo mais soberano do que qualquer regra artificial ou leis poderiam expressar. Essa ordem natural é chamado "O Caminho".
O Caminho é o eterno substrato do Cosmos. Ele orienta o muito atual do tempo e do espaço. O Caminho é conhecido por alguns como a Vontade de Deus, a Divina Providência, o Espírito Santo, a Ordem Implicada, o Tao, a Entropia Reversa, Força de Vida, mas por agora nós vamos simplesmente chamá-lo de "O Caminho".
O Caminho é refletido em você como a fonte de sua inspiração, a fonte de suas paixões, a sua sabedoria, seu entusiamo, sua intuição, o fogo espiritual, o amor. O Caminho leva ao caos fora do universo e respira vida nele, refletindo a ordem divina. O Caminho, quando experienciado pela mente é gênio, quando percebido através dos olhos é beleza, quando sentido com os sentidos é graça, quando permitido no coração é amor. A maioria das pessoas não podem sentir o Caminho diretamente.
Mas, então, há os Videntes do Caminho. Os guardiões da chama. Os Videntes do Caminho tem um dom inexplicável para apenas conhecer o caminho. Eles apenas sabem em sua essência. Eles não podem mostrar seus trabalhos. Então, não perguntem. Suas mentes simplesmente ressoam com o Caminho. Quando o Caminho está presente, eles também estão. Enquanto outros estão cegos para isto, e a sociedade implora para que você ignore isto, "o Caminho" desperta você por dentro. A repressão neurológica bloqueia a consciência da maioria das pessoas em relação ao Caminho. A censura de todos os pensamentos e impulsos do inconsciente está no seu córtex pré-frontal - a gestapo do cérebro - nada que viole a sua programação socializada, mesmo que obtenha através de; mas a sua mente é diferente.
Mas sua mente é diferente, sua mente foi decodificada aberta para o Caminho, por algumas características genéticas milagrosas, alguns psicotrópicos químicos ou até mesmo pela vontade de sua própria alma, os percursos de recompensa do seu cérebro tem sido sequestrados, a dopamina empregada para derrubar a ditadura fascista de seu córtex pré-frontal - agora seu cérebro está livre da repressão, sua mente livre de censura, sua consciência exposta aos mares turbulentos do inconsciente - através desta porta aberta, a sua luz divina brilha em sua consciência mostrando a você o Caminho. Isto é o que faz de você um Vidente do Caminho, 90% da civilização humana é povoada com aqueles cujos cérebros estão bloqueados para o Caminho. Seus cérebros estão conectados para fazer cumprir a programação social doutrinada desde o nascimento. Ao contrário de você, não podem sair desta programação, porque eles ainda não experimentara a revolução social da mente. Essas pessoas programadas levam as instituições sociais e as regras muito a sério.
A sociedade está cheia de jogos programados para manter a mente das pessoas ocupadas, de modo que eles não irão se revoltar. Estes jogos frequentemente causam fixações doentes em protocolos peculiares, em estruturas de poder, tabus e dominação - todos formas sutis de escravidão humana. Esta forma distinta de loucura não é apenas tolerada pelas massas, mas insistente. Os programados acreditam em regras com tanta força que eles se tornam dispostos a destruir qualquer um que as viole. Os Videntes do Caminho, são os que pegam o blefe. Uma vez que os Videntes do Caminho são livres para rejeitas a programação social, eles facilmente veem para que são as instituições sociais: jogos imaginários. Os Videntes do Caminho confortam os perturbados e perturbam o confortável. Ajudando aqueles que estão perdidos nestes jogos e que recusam a ajudar-se, é uma vocação de muitos Videntes do Caminho. Uma vez que os Videntes do Caminho são aqueles que mantém contato com a fonte original da realidade, eles são capazes de romper as convenções sociais e mesmo governos para realinhar a humanidade com o Caminho. Os Videntes do Caminho são uma linhagem antiga. Uma espécie de sacerdócio, portadores da chama, aqueles "no saber". Deve haver sempre Videntes do Caminho para reformar a vertiginosa engrenagem psicótica da sociedade, a roda gigante do hamster estúpido, obscurecendo o céu azul puro, mantendo a humanidade algemada numa cela escura.
Alguns Videntes do Caminho são chamados para lançar luz sobre a loucura da sociedade, para melhorar, ressuscitar continuamente o transcendente Espírito da Verdade. Videntes do Caminho revelam esta verdade divina, dedicando-se ao nascimento de algum ato criativo ou perturbador, expresso através da arte ou da filosofia, das inovações para sacudir a indústria, as revoluções para a democracia, os golpes para derrubar a hipocrisia, os movimentos da solidariedade, mudanças que deixam um legado, rebeliões contra a política, o espírito de tecnologia infundido, momentos de clareza, coisas que desafiam a barbárie, vertentes de sinceridade, momentos de grande importância para a caridade. Nós somos todos iguais, vocês sabem, porque todos nós estamos afetados pelo Caminho. Nós somos iguais, vocês sabem, nós somos todos atraídos para a chama. Esta é a sua vocação, Vidente do Caminho. Você encontrou sua tribo. Bem vindo ao lar.



Talk Radio com Garret John LoPorto, o fundador do Manifesto Wayseers, no dia 19/03/2011 (Em inglês):

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EuroMilhões Portugal DESPESAS PÚBLICAS ESTADO: DÚVIDAS TRIBUNAL DE CONTAS



É SÓ GAMANÇO!!!!!!!!!!!...

Agora com o FMI é que vamos ver os “podres” a aparecer e cheirar mal…

Isto foi tirado do Tribunal de Contas..........
Será por isso que nos estão a obrigar a apertar o cinto?????????
Estou sem palavras !!!!!!!!

AQUI VOS DEIXO ALGUNS EXEMPLOS DE DÚVIDAS QUE O TRIBUNAL DE CONTAS ENCONTROU
NAS DESPESAS PÚBLICAS...

1. ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DE SAÚDE DO ALENTEJO, I. P.

Aquisição de 1 armário persiana; 2 mesas de computador; 3 cadeiras
c/rodízios, braços e costas altas: 97.560,00€

Eu não sei a quanto está o metro cúbico de material de escritório mas ou
estes armários/mesas/cadeiras são de ouro sólido ou então não estou a ver
onde é que 6 peças de mobiliário de escritório custam quase 100 000€.

Alguém me elucida sobre esta questão?

2. MATOSINHOS HABIT - MH

Reparação de porta de entrada do edifício: 142.320,00 €

Alguém sabe de que é feita esta porta que custa mais do que uma casa?

3. UNIVERSIDADE DO ALGARVE - ESC. SUP. TECNOLOGIA - PROJECTO TEMPUS

Viagem aérea Faro/Zagreb e regresso a Faro, para 1 pessoa no período de 3 a
6 de Dezembro de 2008: 33.745,00 €

Segundo o site da TAP a viagem mais cara que se encontra entre
Faro-Zagreb-Faro em classe executiva é de cerca de 1700€. Dá uma pequena
diferença de 32 000 €. Como é que é possível???

4. MUNICÍPIO DE LAGOA

6 Kit de mala Piaggio Fly para as motorizadas do sector de águas:
106.596,00 €

Pelo vistos fazer um "Pimp My Ride" nas motorizadas do Município de Lagoa
fica carote!!!

5. MUNICÍPIO DE ÍLHAVO

Fornecimento de 3 Computadores, 1 impressora de talões, 9 fones, 2 leitores
ópticos: 380.666,00 €

Estes computadores devem ser mesmo especiais para terem custado cerca de 100
000€ cada....Já para não falar nos restantes acessórios.

6. MUNICÍPIO DE LAGOA

Aquisição de fardamento para a fiscalização municipal: 391.970,00€

Eu não sei o que a Polícia Municipal de Lagoa veste, mas pelos vistos deve
ser Haute-Couture.

7. CÂMARA MUNICIPAL DE LOURES

VINHO TINTO E BRANCO: 652.300,00 €

Alguém me explica porque é que a Câmara Municipal de Loures precisa de mais
de meio milhão de Euros em Vinho Tinto e Branco????

8. MUNICIPIO DE VALE DE CAMBRA

AQUISIÇÃO DE VIATURA LIGEIRO DE MERCADORIAS: 1.236.000,00 €

Neste contrato ficamos a saber que uma viatura ligeira de mercadorias da
Renault custa cerca de 1 milhão de Euros. Impressionante...

9. CÂMARA MUNICIPAL DE SINES

Aluguer de tenda para inauguração do Museu do Castelo de Sines: 1.236.500,00


É interessante perceber que uma tenda custa mais ou menos o mesmo que um
ligeiro de mercadorias da Renault e muito mais que uma boa casa... E eu que
estava a ser tão injusto com o município de Vale de Cambra...

10. MUNICIPIO DE VALE DE CAMBRA

AQUISIÇÃO DE VIATURA DE 16 LUGARES PARA TRANSPORTE DE CRIANÇAS: 2.922.000,00


E mais uma pérola do Município de Vale de Cambra: uma viatura de 16 lugares
para transportar crianças custa cerca de 3 milhões de Euros. Upsss, outra
vez o município de Vale de Cambra...

11. MUNICÍPIO DE BEJA

Fornecimento de 1 fotocopiadora, "Multifuncional do tipo IRC3080I", para a
Divisão de Obras Municipais: 6.572.983,00 €

Este contrato público é um dos mais vergonhosos que se encontra neste site.
Uma fotocopiadora que custa normalmente 7,698.42€ foi comprada por mais de
6,5 milhões de Euros. E ninguém vai preso por porcarias como esta?

COMO É POSSÍVEL NÃO ESTARMOS EM CRISE?

COMO DIZ SÓCRATES, É DIFÍCIL CORTAR NAS DESPESAS PÚBLICAS...

NOTA-SE...

Se alguém acredita que o FMI se vai preocupar com isto está muito enganado.
A única coisa que eles querem é baixar a despesa, e não vai ser nas
aquisições que os políticos fazem aos amigos. Muito pelo contrario.

ACABÁMOS DE VER ALGUNS EXEMPLOS...

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