... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...

Illuminati Elite; Sacerdotes do Mal Arquitectos da Crise Financeira Global; Engenheiros do Euro; Criadores da Comunidade Económica Europeia; A Nobreza Negra Veneziana; Império Habsburgo da Áustria: Inter-Alpha Bancos Cartel; As Cabeças de Serpente da Conspiração Financeira Mundial e o European Financial Services RoundTable EFR



Grupo Inter-Alfa: sacerdotes da maldade financeira mundial Inter-Alpha e Roundtable logo abaixo. Alpha, a primeira letra do Alfabeto Grego, Alphaa de Macho Alfa, Alpa de principio, Alpha de Topo


 

Chegou a hora de conhecer-mos os personagens, cujas raízes remontam a muito antes da segunda guerra mundial.

Os Membros do grupo, inicialmente 6, fazendo o BES parte da lista inicial, entretanto cresceram para 11 bancos, representando 15 países europeus


Illuminati; Elite; Sacerdotes; Mal; Arquitectos; Crise Financeira; Global; Engenheiros do Euro; Criadores da Comunidade Económica Europeia; A Nobreza Negra Veneziana; Império Habsburgo da Áustria: Inter-Alpha Bancos; Cartel; Cabeças; Serpente; Conspiração; Financeira; Mundial

Illuminati Elite; Sacerdotes do Mal

Arquitectos da Crise Financeira Global;

Engenheiros do Euro; Criadores da Comunidade Económica Europeia;

A Nobreza Negra Veneziana;

Império Habsburgo da Áustria:

Inter-Alpha Bancos Cartel;

As Cabeças de Serpente da Conspiração Financeira Mundial


AIB Group, Ireland

Banco Espírito Santo, Portugal

Commerzbank, Germany

ING Group, Netherlands

Intesa Sanpaolo, Italy

KBC Bank, Belgium

Nordea, Denmark, Finland and Sweden

National Bank of Greece, Greece

Royal Bank of Scotland Group, UK

Santander, Spain

Société Générale, France


A violação efectiva dos estados da Irlanda, Grécia e Portugal, o assalto á Espanha e Itália são um passo no "colapso financeiro global. Mas além da estupidez e ganância dos políticos-lacaios (mau caráter) irlandeses, gregos, portugueses, espanóis, poucos entendem "quem" e "o que" está realmente por trás da destruição da Irlanda, Grécia, Portugal, e agora por fim a Espanha, e por quê? Os verdadeiros culpados não são apenas David Rockefeller ou Herman van Rompuy (Presidente do Conselho Europeu), nem tão pouco o mega especulador e defensor número um mundial da legalização das drogas, George Soros. Estes últimos são lacaios da elite financeira global centrada no poderoso e desconhecido Grupo Inter-Alpha.
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O Grupo Inter-Alpha, desde a sua fundação em 1971, como um cartel bancário europeu a cargo dos círculos do senhor Jacob Rothschild, tem estado no epicentro das operações da monarquia britânica, todas dirigidas a partir de Londres. Quando falamos da monarquia, não se trata do rei do país com sua coroa prateada e seu trono de palha, mas do sistema de controle financeiro, a City. O Grupo Inter-Alpha inclui o Royal Bank of Scotland, o Banco Espírito Santo de Portugal, Banco Santander da Espanha, o holandês ING, o Société Générale da França, o NBG da Grécia, Itesa Saopaolo na Itália, e o alemão Commerzbank, entre outros entidades de peso.

A operação lançada pelo grupo, na verdade começou nos últimos estágios da Segunda Guerra Mundial. Foi dirigido por Jacob Rothschild, originalmente, a partir de Londres. A rede bancária Rothschild, desde a sua criação, em Frankfurt, em finais de 1700, foi uma operação da Nobreza Negra de Veneza. De fato, Veneza, através da sua própria nobreza negra veneziana, está no centro dessa conspiração financeira mundial que remonta à Quarta Cruzada. Um de seus primeiros patrocinadores foi a família Thurn und Taxis, da Bavaria, os controladores da inteligência de Veneza e uma das principais famílias do império Habsburgo da Áustria. Esta ligação de Veneza é a verdadeira fonte do legendário poder financeiro da família Rothschild.

Voltando ao Grupo Inter-Alfa. Para atingir seu objetivo, em primeiro lugar construíram seu aparato (unidade) bancária na Europa no período pós-guerra da Segunda Guerra Mundial como a base do que parecia ser uma estrutura financeira universal. No entanto, foi na verdade um retorno ao modelo imperial que existia antes da Revolução Americana. O planeamento desta nova Europa começou antes de ter terminado a guerra, e conduziu à criação da Comunidade Européia do Carvão e do Aço em 1951 e da formação da Comunidade Económica Europeia em 1957, os primeiros passos rumo à União Europeia actual e sua moeda supra-nacional, o euro.

Com estas medidas para a eliminação da soberania nacional, o Império começou o processo de construção de um sistema financeiro europeu sem fronteiras. Em rápida sucessão, veio o desenvolvimento dos mercados de eurobonds e de dólares, e os bancos do consórcio. Esses bancos formaram sindicatos ou empresas conjuntas (Joint Ventures), na sua maioria com sede em Londres, que uniram os bancos britânicos com os bancos com sede na Europa, Ásia e Américas.

Foram concebidas para acompanhar a regulamentação bancária nacional e, como tal, representaram o início da "globalização" (ou seja, imperialização) de financiamento e  especulação.

O verdadeiro poder do Grupo Inter-Alfa, no entanto, não se encontra nos bancos individuais em si, mas nas mudanças que as operações do Inter-Alfa têm causado na economia mundial. O projeto Inter-Alfa tornou o sistema financeiro mundial num casino gigantesco. Um parque temático para os bancos de investimento, os “braços especulativos” dos bancos comerciais, e dos fundos de alto risco para que possam brincar com o dinheiro, tanto o seu como do resto do mundo.

Veja: Num sistema bancário saudável e bem regulamentado, os bancos comerciais são os mecanismos que ajudam no crescimento das economias locais e regionais. O banco local cresce à medida que cresce a economia local, mostrando assim um grande interesse em apoiar e promover esse crescimento.

O modelo oligárquico do Grupo Inter-Alfa, que detém o Banco Santander, BES, banco na lista negra dos aliados devido aos negócios NAZI, KBC, AIB, ING, NBGSociété Générale, Intesa Sanpaolo, Royal Bank of Scotland GroupCommerzbank e Nordea, funciona exactamente ao contrário. A sua rede de bancos, o cartel, é usado para transferir a capital da economia local para os mercados mundiais, onde o dinheiro é usado para especular, manipular e subjugar os povos do planeta.

Para terminar, não devemos esquecer que o sistema financeiro global centrado no Grupo Inter-Alpha alimenta-se da faturação do negócio do tráfico de drogas. Nas suas elevações recentes, o Inter-Alfa controlava 70% dos ativos bancários do mundo. Os bilhões de dólares anuais em dinheiro do tráfico de drogas e outros fundos de origem criminosa, que alimentam a actual guerra das drogas contra o mundo, constituem uma parte vital deste mercado financeiro. Esse é o sistema Inter-Alfa, os bilhões de narco-dólares não tem para onde ir!

Grupo Inter-Alpha

Para além do cartel Inter.Alpha, existe também o "The European Financial Services Roundtable (EFSR)", com sede em Bruxelas e composto pelos lideres dos principais bancos e companhias de seguros da Europa.

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Os membros, são os presidentes desses bancos e companhias.:
Assicurazioni Generali
Nordea http://www.nordea.com/
ING Group
Royal Bank of Scotland
ABN AMRO
Crédit Agricole
Deutsche Bank
BNP Paribas
UBS AG
Credit Suisse
Aviva
Allianz
Zurich Financial Services
Munich Re
AXA
Banco Bilbao Vizcaya Argentaria
Fortis
AEGON
UniCredit
European Financial Services Roundtable EFR

A matéria abaixo é info disponibilizada por eles e traduzida via google

Grupo AIB é um banco e organização de serviços financeiros sediado na. Actua principalmente na Irlanda, Grã-Bretanha, Polónia e EUA. Emprega mais de 24.000 pessoas em todo o mundo em mais de 800 escritórios. O grupo opera através de quatro divisões principais.

AIB Bank ROI

O AIB Bank ROI, com ativos totais de € 66.2BILIÕES em 31 de Dezembro de 2006, abrange os Grupos de Operações Bancárias de Varejo e Comerciais na Irlanda, Ilhas do Canal e Ilha de Man. AIB Finance & Leasing, Cartão de aquisição e emissão de cartões empresas e Vida AIB e Pensões joint venture com a AVIVA são elementos-chave.

AIB Bank ROI fornece serviços bancários através de uma rede de distribuição de cerca de 275 balcões(187 agências, 84 lojas e 4 centros de negócios), e em excesso de 750 ATM.

Serviços de filiais bancárias são fornecidos através de uma estrutura abrangente de gestão de relacionamento com uma ampla gama de segmentos de clientes, incluindo pessoas físicas, pequenas e médias empresas ("PME"), agricultores e grandes clientes comerciais e corporativos. Através da rede de agências, a divisão fornece um amplo conjunto de produtos de poupança e de investimento, empréstimos e descobertos, hipotecas residenciais, serviços de pagamento e facilidades de câmbio, e também emite cartões de crédito Visa e Mastercard.

AIB também oferece aos clientes um cartão de débito, que é co-branded e Laser Maestro e garantida pela mais recente tecnologia Chip & PIN. Além disso, a divisão oferece Internet e serviços bancários por telefone para clientes pessoais, por exemplo, exibir informações da conta, pagar contas etc clientes e de negócios que pode dispor de internet banking seguro e uma solução abrangente de gerenciamento de caixa, incluindo a funcionalidade interna e transfronteiriça de pagamento.

Banco Espírito Santo foi criado em 1937 pela fusão de "Banco Comercial de Lisboa" e "Banco Espírito Santo".

Nacionalizado em 1975, foi totalmente privatizado, durante o governo de Cavaco, em 1992 sob o controle do Grupo Espírito Santo.

Através de sua vasta rede internacional, o BES transfere facilmente os capitais

Sua rede é composta por 460 agências domésticas, Escritórios Estrangeiros (Londres e Nova York) e 9 Escritórios Representantes (Caracas, Colônia, Joanesburgo, Lausanne, Milão, Newark, Toronto, São Paulo e Xangai).

Na área de serviços bancários offshore, o BES tem filiais em Cayman, Nassau e da Madeira.


No plano internacional, o BES opera bancos em Espanha (Banco Espírito Santo SA), França (BES Vénétie), Irlanda (Espírito Santo PLC), Angola (BES Angola), Macau (BES Oriente), Brasil (BESI) e EUA (ES Bank Florida).

Como parte de sua estratégia de construir um grupo financeiro integrado, o BES tem tido participações importantes em uma série de bancos e empresas, incluindo: Banco Internacional de Crédito (hipoteca, comercial e banca privada); Companhia de Seguros Tranquilidade (maior companhia de seguros Português ); BES leasing (empresa de leasing de topo em Portugal; Banco Espírito Santo de Investimento (banco líder de investimento); ESAF (mútuo e fundo holding dedicada aos valores mobiliários e imobiliários), e outras empresas que realizam uma ampla gama de atividades empresariais.
http://www.bes.pt/

http://www.aib.ie/

Santander

Capitalização de mercado do banco foi de EUR 88.436 milhões no final de 2006, fazendo com que o Santander o maior grupo mundial de 12 financeira em valor de mercado.

É um grupo internacional que combina uma sólida presença local com fortes capacidades globais e opera em três grandes áreas geográficas:

Europa continental, onde as principais instituições estão Santander, Banesto, Banif, Santander Consumer Finance e Santander Totta
Reino Unido, incluindo as empresas do Abbey
América Latina, principalmente Brasil, México, Chile, Argentina, Porto Rico, Venezuela e Colômbia
Áreas de negócio do Grupo são: Banco de Varejo, Banco de Atacado e Gestão de Ativos e Seguros.

O Modelo Santander repousa sobre cinco pilares: visão serviço de qualidade, eficiência, qualidade do crédito, o uso disciplinado da capital e global.

Santander tem mais de 129.800 funcionários, 69 milhões de clientes e 2,3 milhões de acionistas.

O Grupo registou em 2006 maior lucro da sua vez, EUR 7.596 milhões, 22% a mais que em 2005.

As acções do Santander subiram 27% em 2006.

Santander está comprometido com o desenvolvimento da sociedade em todos os países onde atua. Ele tem uma aliança única com as universidades através de Universidades do Santander e Universia pois acredita que a educação é a melhor maneira de contribuir para o progresso social.

Société Générale Grupo prossegue uma política de crescimento rentável com base no desenvolvimento seletivo de suas principais atividades através de uma combinação de crescimento orgânico e aquisições, e baseia-se em uma forte capacidade de inovação orientada para a satisfação de seus clientes.

3 prioridades estratégicas: mix de negócios equilibrado e de longo prazo de crescimento e eficiência operacional.

http://www.gruposantander.com/
AA-pela Standard & Poors
AA-pela Fitch
AA2 pela Moodys

CINCO PRINCIPAIS NEGÓCIOS SOCIETE GENERALE:

Redes franceses
Banca de Retalho Internacional
Serviços Financeiros
Global Investment Management & Serviços
Corporate & Investment Banking.
1. Redes franceses no final de dezembro de 2008:

2 complementares redes de distribuição, ou seja, Société Générale e Crédit du Nord, o que representa um total de 3.000 agências
9,6 milhões de clientes individuais em França
+13% Em empréstimos e 6% nos depósitos em 2008
2. Banca de Retalho Internacional (fora da França) no final de Dezembro de 2008:

Presente em 36 países
3.700 agências e alguns funcionários 62.000
12 milhões de clientes individuais fora da França
Mais de 800.000 empresas
3. Serviços Financeiros

As atividades de Serviços Financeiros Especializados ter visto um desenvolvimento substancial nos últimos cinco anos, e tornaram-se rapidamente um grande jogador europeu. Especializados O Grupo Société Générale de Serviços Financeiros atender às necessidades financeiras e de serviços de empresas e indivíduos em França e no estrangeiro.

Serviços financeiros às empresas:
Financiamento das vendas e os bens de capital de profissionais: Europeu n ° 1 sob a marca SG Equipment Finance, e presentes em 22 países
Locação e execução de equipamentos de informática: European n ° 1, sob a marca ECS, e presente em 16 países

Locação e execução de frotas de veículos: Worldwide n º 3, sob a marca ALD Automotive, e presente em 39 países

Serviços domésticos financeiros:
O crédito ao consumidor: o Grupo está presente em 24 países sob várias marcas locais
Seguro e seguro de vida: o Grupo está presente em 14 países sob a SOGECAP e SOGESSUR marcas e Société Générale de Seguros, bem como alguns nomes de marcas locais
4. Gestão global de investimentos e Serviços no final de Dezembro de 2008:

Em 29 de janeiro de 2009, o Crédit Agricole SA e Société Générale assinaram um acordo preliminar a fim de combinar suas operações de gestão de ativos. A entidade combinada será o gestor de activos a 4 ª maior na Europa e dia 9 em uma base global, reforçar a importância de Paris como um centro europeu financeira importante.

11,00 funcionários no mundo todo
Maior banco quinta na zona do euro em termos de activos sob gestão, com 336.000 milhões de euros
3 ª maior em termos de ativos sob custódia, a EUR 2.560 bilhões
O Global Investment Management, divisão de Serviços e incorpora 5 linhas de negócios complementares:
Société Générale Asset Management
SG Private Banking
Société Générale Securities Services
Newedge (corretagem de ativos multi)
Boursorama (bancário Online)
5. 5. Corporate and Investment Banking:

SGCIB ajudar os clientes emissor (empresas, instituições financeiras, setor público, fundos de investimento) com o seu financiamento ou projectos de investimento num espírito de parceria de longo prazo, olhando constantemente para conceber e implementar adequados de alto desempenho, soluções integradas que combinam sua experiência no três áreas de excelência em que o banco desenvolveu uma posição de liderança e de vanguarda know-how nos últimos anos.

Société Générale Corporate & Investment Banking (SGCIB) é o banco de referência para:

Mercados de capitais Euro
Derivativos
Finanças estruturadas
Presente em 45 países, cobrindo a Europa, Américas e Ásia-Pacífico, cerca de 12.000 funcionários no mundo todo com mais de 50%, com base fora da França
NBI: EUR 4,017 bilhões em 2008
PERFIL DO SOCIETE GENERALE:

Um dos principais grupos de serviços financeiros na Europa
163,082 funcionários de 122 nacionalidades em 82 países, 63% fora da França continental
NBI de 7.191 mil milhões de euros e lucro líquido do Grupo de 1,296 mil milhões de euros em 2008
35.814 contratações em todo o mundo no exercício de 2008 (12.048 contratados em contratos a termo e 23.766 com contratos permanentes), incluiu 7.806 na França
Mais de 75.000 funcionários e ex-empregados ao redor do mundo são agora acionistas da Société Générale, respondendo por 7,1% do capital do Grupo partes no final de 2008.
COMPROMISSOS DO SOCIETE GENERALE:

Société Générale está listado nos principais índices internacionais de desenvolvimento sustentável e está incluído na maioria dos fundos éticos.
Gestão dinâmica e responsável dos empregados: a assinatura, em 2004, da Carta da Diversidade e da criação, em 2005, de um Conselho de Diversidade ....
A demanda por qualidade no relacionamento com os clientes
A bem estabelecida política de governança corporativa que visa melhorar a participação dos jogadores e favoreçam a abertura
Cada vez maior controle de riscos e um processo rigoroso controle interno
Um código de ética substancial e intensa luta contra a lavagem de dinheiro
Um procedimento de inovação participativa
Um patrocínio esportivo ativa e política de mecenato: música, arte moderna e contemporânea, cidadania corporativa, e para o esporte patrocinando de rugby, golfe, ponte e deficientes.
Avaliações financeiras SOCIETE GENERALE DE (28 de fevereiro de 2009):


ING Bank é um membro do Grupo ING, que é uma empresa global de serviços financeiros com uma ampla gama de serviços bancários, seguros e serviços de gerenciamento de ativos em mais de 50 países, com cerca de 120.000 empregados em todo o mundo.

http://www.inggroup.com/
ING serve uma ampla base de clientes, que inclui os indivíduos, famílias, empresas pequenas e médias empresas, grandes corporações, instituições e governos.

ING visa proporcionar uma ampla gama de serviços financeiros para clientes privados, corporativos e institucionais através de uma variedade de canais de distribuição, dando-lhes a liberdade de escolher a opção que melhor atende às suas necessidades individuais.

ING compreende um amplo espectro de empresas importantes que cada vez mais optam por servir os seus clientes sob a marca ING. Estratégia do ING, que estabelece objectivos claros, procura oferecer o melhor serviço aos clientes e alcançar um crescimento estável, mantendo a rentabilidade saudável.

A solidez financeira do Grupo, sua ampla gama de produtos e serviços, a grande diversidade de suas fontes de lucro e da propagação bom de riscos formam a base para continuidade do ING e potencial de crescimento.

Em todas as suas operações, ING estabelece um equilíbrio cuidadoso entre os interesses dos seus acionistas, clientes e funcionários. ING está consciente das suas responsabilidades no sentido de uma sociedade em mudança e espera que todos os seus funcionários a agir de acordo com os Princípios do Grupo de Negócios.

Estes princípios são baseados em valores do ING principais: capacidade de resposta às necessidades dos clientes, empreendedorismo, profissionalismo, trabalho em equipe e integridade. Estes valores são fundamentais em todas as atividades da ING.

Baseado no valor de mercado do Grupo ING é classificada como a maior empresa holandesa na Holanda e Instituição Financeira 8 na Europa. ING leva um 15 º lugar no ranking das instituições financeira mundial (Maio 2007).

O Intesa Sanpaolo http://www.intesasanpaolo.com/ Group é o grupo bancário líder em Itália, com cerca de 11,4 milhões de clientes e mais de 6.500 filiais e um dos principais grupos bancários da Europa. Ela foi formada em janeiro de 2007 pela fusão de Intesa Sanpaolo IMI e Banca. Os dois bancos já eram jogadores-chave no mercado italiano e tinha contribuído para o processo de consolidação do setor bancário italiano. Gruppo Intesa foi o resultado de uma série de integrações foram concluídos com êxito: foi formada em 1998 a partir da integração de Cariplo e Ambroveneto, em 1999, uma oferta foi feita em 70% do Banca Commerciale Italiana, que foi posteriormente incorporada em 2001. O Sanpaolo IMI Grupo foi o resultado da fusão entre Instituto Bancario San Paolo di Torino e Istituto Italiano Mobiliare que teve lugar em 1998, e as integrações posteriores do Banco di Napoli em 2000 e Cardine Gruppo em 2002.

O Intesa Sanpaolo Group é a fornecedora líder de produtos e serviços financeiros para ambas as famílias e empresas na Itália. O Grupo tem as seguintes quotas de mercado: os fundos de pensões (29%), transações estrangeiras (uma quota de mercado de aproximadamente 26% em pagamentos de Comércio Exterior), gerenciamento de ativos (25%), factoring (24%) e intermediação bancária (18% em cliente empréstimos e depósitos).

O Grupo também tem operações estratégicas em Central-Leste mercados europeus e da bacia mediterrânica, onde atualmente serve 8,4 milhões de clientes através de mais de 1.900 agências e está entre os melhores jogadores em vários países. Na verdade, através de seus bancos subsidiários locais, o Intesa Sanpaolo Grupo ocupa o primeiro lugar na Sérvia, em segundo lugar na Albânia, Croácia, Hungria e Eslováquia, quinto na Bósnia e Herzegovina e Eslovénia, e sexto no Egito.

Em 30 de Setembro de 2008, o Intesa Sanpaolo grupo tinha ativos totais de 633,848 milhões de euros, empréstimos de clientes de 385.795 milhões e depósitos de clientes diretos de 433,446 milhões.

As atividades do Grupo são organizadas em unidades de negócios.

● A Divisão de Banco Territorial - que inclui os bancos subsidiários italianos - é baseado em um modelo projetado para apoiar e reforçar marcas regionais, locais atualizar posições comerciais e fortalecer as relações com os indivíduos, pequenas empresas, PME e entidades sem fins lucrativos. Private banking, bancassurance e de crédito industrial também fazem parte desta Divisão.

● A Divisão de Corporate & Investment Banking apoia o desenvolvimento equilibrado e sustentável das empresas e instituições financeiras, com uma visão de médio-longo prazo, tanto a nível nacional e internacional, servindo como um "parceiro global" com um conhecimento aprofundado das estratégias corporativas e um completo gama de serviços. Suas principais atividades incluem fusões e aquisições, finanças estruturadas e mercados de capitais realizadas através Banca IMI, banca comercial e de custódia global. A Divisão está presente em 34 países através de uma rede especializada composta de filiais, escritórios de representação e bancos subsidiários focadas na banca de empresas para facilitar as actividades transfronteiriças dos seus clientes.

● A Divisão Internacional Subsidiária Bancos inclui as filiais comerciais e de varejo no exterior, que oferecem aos seus clientes cada vez mais competitivo, liderado pelos serviços bancários e de inovar. São eles: Banco Intesa Sanpaolo Albânia, Intesa Sanpaolo Banka Bosna i Hercegovina na Bósnia e Herzegovina, Privredna Banka Zagreb, na Croácia, o ramo de Praga VUB Banka na República Checa, do Banco de Alexandria, no Egito, a Atenas e Salónica ramos da Intesa Sanpaolo Banco da Albânia na Grécia, o Banco CIB na Hungria, Intesa Sanpaolo Banco Roménia, Banco KMB (um banco líder no segmento de pequenas empresas) na Federação Russa, Intesa Banca Beograd da Sérvia, Banka VUB na Eslováquia, Koper Banka na Eslovénia e Pravex -Bank na Ucrânia.

● No sector das Finanças Públicas subsidiária do Grupo Banca Infrastrutture Innovazione e Sviluppo finanças infra-estruturas e serviços de utilidade pública, com especialistas de produto e de uma rede dedicada. Aproveitando-se das suas competências distintivas e da massa crítica alcançado em Itália neste sector, o Grupo pretende buscar oportunidades de desenvolvimento no estrangeiro, nomeadamente através do financiamento de obras públicas em países estratégicos para o Grupo.

● Eurizon Financial Group é a empresa líder em gestão de ativos na Itália, com cerca de 145 milhões de euros de activos sob gestão.

● Banca Fideuram é o líder na Itália no setor de consultores financeiros com 4.255 banqueiros privados e 97 filiais nacionais.

KBC http://www.kbc.be/ Group foi criada em 2005 como resultado da fusão da KBC Bank e Companhia de Seguros Holding e sua empresa-mãe, Almanij.

KBC Bank & sociedade gestora de participações em si foi criada em 1998 após a fusão de três belgas instituições financeiras, Kredietbank, CERA Banco e Seguros ABB. História corporativa do Grupo, é uma prova para a expansão bem-sucedida em países de crescimento da Europa Central e Oriental que aderiram à União Europeia em 2004, viz. Hungria, Polónia, República Checa e Eslováquia.

KBC é um dos principais grupos financeiros da Europa, que operam nos domínios da banca, seguros e gestão de fortunas. Um dos principais bancassurers e gestores de activos na Bélgica, o KBC Grupo também tem uma posição chave na Europa Central e Oriental, e possui uma rede pan-europeia de private banking.

O grupo KBC tem uma estrutura accionista estável: um sindicato de acionistas núcleo controla 52% do capital. O free float das ações do KBC nos mercados de ações representa cerca de 45,5%.

Em termos de capitalização de mercado (€ 35 bilhões), o Grupo KBC é a maior instituição financeira segundo na Bélgica e em número 11 na Eurolândia, com ativos totais de cerca de 325.000.000.000 € e as receitas totais de € 12,5 bilhões em 2006.

KBC emprega cerca de 50 000 pessoas e atende a doze milhões de clientes.

Estratégia

KBC Group pretende ser um independente, médias bancassurer, para pessoas singulares e pequenas e médias empresas em determinados países europeus, com experiência em gestão de activos e os mercados financeiros. Ela se esforça para alcançar metas de lucratividade alta eficiência, através de foco no cliente, empregado políticas favoráveis ​​e gestão de risco de som.

Sua estratégia gira em torno das atividades básicas:

Bancassurance Retail

KBC se engaja em multi-canal de distribuição de varejo através de seus ramos bancários, agentes de seguros / corretores e da Internet. Cross-selling de produtos de gerenciamento bancário, segurador e de ativos é um driver de lucro núcleo. A maior parte deste negócio é gerado na Bélgica e em uma série de Central e Oriental países europeus. Com sua fórmula exclusiva para a cooperação entre agências bancárias e seus agentes de seguros ligados, KBC consegue uma relação cruzada banco / venda de seguros na Bélgica, de mais de 40%.

Private banking

KBC construiu uma rede de instituições financeiras especializadas em atividades de gestão de fortunas privadas, distribuídos por 8 países da Europa Ocidental.

Serviços para as PME e empresas

KBC oferece uma ampla gama de conhecimentos em corporate banking, leasing, factoring, re-seguro, corretagem de seguros e de projetos e financiamento ao comércio exterior, na Bélgica, Europa Central e Oriental e em outros países (principalmente na Europa). A ênfase estratégica é na prestação de serviços às pequenas e médias empresas (PME).

Mercados do Tesouro e Capital

Além de uma ampla gama de taxas de juro e produtos cambiais negociados em diversas salas que tratam, o KBC é muito ativa nos mercados de capitais europeus da dívida, particularmente em produtos estruturados. Goza de uma sólida posição nos mercados à vista domésticos de capital, com Securities KBC segurando o primeiro lugar entre as empresas de corretagem na Bélgica. KBC é também um nicho de destaque em alguns mercados globais de derivativos. Produtos financeiros KBC detém posições de liderança nos mercados mundiais de derivativos de ações e de negociação de obrigações convertíveis.

A expansão internacional

KBC criou um mercado de segunda residência em basicamente quatro Central e Oriental os países de crescimento europeus que aderiram à União Europeia em 2004 (República Checa, Hungria, Polónia e Eslováquia), tornando-se um líder, tanto no setor bancário e de seguros, em cada um dos respectivos países. O conceito de bancassurance mesmo, assim que implementado com sucesso na Bélgica, está sendo introduzido nesta região. Expansão está sendo perseguido na Roménia, Bulgária, Sérvia, Rússia.

Além disso, a expansão internacional KBC centrou-se sobre a criação de conceito 'europeus dos banqueiros privados, com base em uma rede bancária privada valioso abrangendo 8 países europeus e operados por KB Luxemburgo. Além de Luxemburgo, as subsidiárias da KBL está localizada na França e Mônaco, Alemanha, Bélgica, Holanda, Suíça e Reino Unido.


Nordea é o principal grupo de serviços financeiros na região do Mar nórdicos e bálticos e opera através de três áreas de negócio: banca de retalho, Banca de Empresas e Institucionais e Gestão de Ativos e Vida. O Grupo Nordea tem quase 11 milhões de clientes e 1.240 filiais. O Grupo Nordea é líder mundial em serviços bancários via Internet, com 3,5 milhões de e-consumidores. A participação Nordea está listado em Estocolmo, Helsínquia e Copenhaga.

Consideramos toda a região ao redor do Mar Báltico uma extensão natural de nossos mercados nórdicos em casa, e nós oferecemos uma gama crescente de produtos e serviços financeiros para clientes locais e nórdicos na região. As operações bancárias de varejo na Estónia, Letónia, Lituânia e Polónia estão se expandindo tanto em termos de novas agências e serviços bancários novos. Nossos clientes podem contar com apenas um parceiro na região do Mar todo nórdicos e bálticos e ter acesso a toda a oferta de serviços utilizando um único ponto de entrada - o "conceito de um banco comercial".

Além do nosso forte representação nos países bálticos e da Polónia, os clientes Nordea são internacionalmente servido através de filiais em Frankfurt, Londres, Nova York, Xangai, Cingapura e Luxemburgo nossa subsidiária, mas também através de nossos acordos de cooperação com os bancos.

Banco Nacional da Grécia, o mais antigo eo maior entre bancos gregos, lidera o maior grupo financeiro do país. Ele possui um perfil dinâmico internacionalmente, em particular no Sul da Europa e do Mediterrâneo Oriental.
http://www.nbg.gr/ http://www.nyse.com/
Fundada em 1841, como um banco comercial, NBG apreciado o direito de emitir notas até a criação do Banco da Grécia em 1928. Foi listada na Bolsa de Atenas http://www.ase.gr/ desde a fundação deste último em 1880. Desde Outubro de 1999, o Banco foi listada na New York Stock Exchange.

NBG é uma instituição financeira legalmente que operam sob a grega ea legislação bancária da UE, nomeadamente as disposições, como actualmente aplicável, da Lei 2076/92 através do qual a Segunda Directiva Bancária 89/646/CEE foi transposta para o direito grego.

O Grupo NBG fornece uma gama completa de produtos e serviços financeiros que atendam às necessidades em constante mudança de clientes corporativos e particulares, incluindo os serviços de banca de investimento, corretagem, seguros, gestão de activos, leasing e factoring.

Ramo do Banco Mundial e da rede ATM, o maior da Grécia (579 unidades bancárias domésticas e 1.414 caixas eletrônicos), efetivamente cobre todo o país. Ele está se desenvolvendo e ampliando os canais de distribuição alternativos para os seus produtos, como mobile banking e Internet. Hoje, depois de recentes aquisições na Europa SE rede do Grupo no exterior inclui 1.129 unidades.


Desde que assumiu o Eurohypo, a maior instituição da Europa especializada no financiamento de projectos imobiliários e do setor público, em 31 de março de 2006, Commerzbank

Sustentabilidade - responsabilidade corporativa

Commerzbank reconhece a sua responsabilidade corporativa ea sustentabilidade do seu negócio. Isso significa que o banco leva em conta as consequências económicas, ecológicas e sociais de suas ações. Como um "bom cidadão", é comprometer-se para a sociedade em um nível local, regional e nacional. Liderança transparente e governança são elementos centrais de uma boa gestão do Commerzbank. Estes valores corporativos estão contribuindo consideravelmente para a criação de valor e para um futuro seguro. É por isso que a responsabilidade corporativa é uma parte essencial da cultura corporativa do Commerzbank, o seu negócio bancário operacional e de suas rotinas internas de trabalho, bem como seus processos decisórios. Alta prioridade é dada ao acesso fácil, especialmente através da commerzbanking ramo virtual. Aqui e na banca online através comdirect banco, Commerzbank tem participação acima da média do mercado. O banco fornece às empresas Mittelstand, empresas grandes e multinacionais com acesso a todos os seus aplicativos baseados na Internet corporativos através www.companyworld.de. Commerzbank é diretamente representado na chave do negócio internacional e os centros financeiros por meio de filiais, sucursais e escritórios de representação. Além disso, Commerzbank tem uma rede de mais de 5.000 ligações bancárias em todo o mundo. O capital do banco partes encontram-se dispersas entre os acionistas cerca de 290.000, mais de 50% do seu capital é detido por investidores não-residentes. Seu maior acionista é a italiana baseada em seguro de grupo Generali, com 8,6%.

Fundada há 137 anos

Commerzbank foi fundada como Commerz-und Disconto-Banco em Hamburgo em 1870. Em 1958, o Commerzbank AG reorganizada estabelecida a sua sede em Düsseldorf. Durante os anos setenta, ele transferiu a sua sede em Frankfurt am Main, também transferir a sua sede lá em 1990.

Ampla gama de serviços financeiros

Commerzbank atividades são focadas no cliente. Seu negócio operacional está organizado em três divisões, que os efeitos de sinergia mútua:

Banca de Retalho e Asset Management
Corporate and Investment Banking
Commercial Real Estate, Finanças Públicas e do Tesouro
Banca de Retalho e Asset Management

A Banca de Retalho e divisão de Asset Management consiste dos segmentos privados e clientes empresariais e gestão de activos. Cerca de 5 milhões de clientes de varejo Commerzbank beneficiar de uma rede de agências em todo o país e uma ampla gama de produtos. Os serviços oferecidos estão focados em investir, com uma seleção oficialmente certificadas de fundos, bem como empréstimos para habitação e de velhice prestação. Estes são complementados por livre de gerenciamento de carga da conta, incluindo pagamentos, e Eurocard e cartões de crédito Visa, permitindo que os clientes Commerzbank usar uma gama completa de serviços bancários que satisfaçam as exigências dos modernos e sofisticados clientes privados. No www.commerzbanking.de, um ramo virtual está disponível, oferecendo praticamente toda a gama de uma sucursal tradicional online. Filial do Commerzbank AG comdirect banco, um banco fullservice para clientes privados, concentrados principalmente em operações com valores mobiliários. comdirect banco é o número da Alemanha, um corretor online. Em private banking, o Commerzbank tem uma estrutura descentralizada: 37 pontos representam a maior presença nacional e, conseqüentemente, a maior densidade de serviços de consultoria para abastados clientes particulares na Alemanha. Com praticamente 22.500 clientes e ativos sob gestão de mais de € 25 bilhões, o Commerzbank é uma das três principais instituições da Alemanha no setor bancário privado. Cinco escritórios na Suíça, Luxemburgo, Áustria e Cingapura completam os serviços internacionais que ele proporciona. No âmbito da sua estratégia de bancassurance, Commerzbank oferece aos clientes serviços bancários modernos, seguros e produtos de fundos. A fim de responder ainda melhor à crescente demanda de produtos para oferecer para o futuro, Commerzbank reformulou seu modelo de negócios para aconselhar os clientes nas áreas de bancassurance e disposição. Para problemas complexos, especialistas do banco subsidiária Parceiro Commerz estão disponíveis. O Grupo concentra-se em cominvest gerenciados ativamente títulos baseados em fundos para investidores de varejo e institucional, com foco na Alemanha, e através de sua subsidiária Ebase em manutenção e gerenciamento de contas de custódia.

Corporate and Investment Banking

Na sua Mittelstand dois segmentos e Corporates & Mercados, a divisão de Corporate and Investment Banking cuida de relações comerciais com pequenas, médias e grandes clientes corporativos em todo o mundo, assumindo também a responsabilidade pelas atividades dos clientes baseados em mercado. Commerzbank é o único banco principal na Alemanha, para ter um segmento separado operacional dedicado ao negócio Mittelstand. Em 150 dos seus ramos, pouco mais de 50.000 empresas pequenas e médias empresas com um volume de negócios anual de € 2,5 milhões e mais são cuidadas. Em toda a Alemanha, para apoiar cerca de 800 corporações maiores está concentrada em cinco centros especializados maiores corporações. Altamente qualificados gerentes de relacionamento corporativos fornecem acesso para os muitos serviços oferecidos pelo Commerzbank. Hoje, o gerenciamento de transações envolve muito mais do que os pagamentos de manipulação. Dinheiro, informação e gestão de liquidez são tanto uma parte como L documentário estrangeiro / C negócios e operações de câmbio. Commerzbank é também líder de mercado na banca electrónica. As assinaturas digitais, bem como certificados de aplicações baseadas na Internet estão disponíveis. Além disso, o Commerzbank oferece sistemas de pagamento para o mundo virtual e sistemas de gestão de tesouraria. Em bancos de investimento do Commerzbank atividades estão concentradas nas Corporates & Markets segmento e, além de Corporate Finance, Mercados e Vendas, incluem os serviços prestados pela Relationship Management para as multinacionais e selecionados corporações maiores. O agrupamento dessas áreas sob um único teto garante que nossos clientes recebam apoio a toda a volta ideal. Um fator chave para nosso sucesso é a nossa grande experiência na estruturação e comercialização de produtos inovadores, bem como na oferta de produtos e serviços especialmente adaptados para os segmentos de clientes individuais.

Commercial Real Estate, Finanças Públicas e do Tesouro

Através da aquisição da Eurohypo, Commerzbank se tornou um da Alemanha número no financiamento privado e imóveis comerciais. A base mais ampla de clientes, a melhor gama de produtos e potenciais crossselling todos os grandes fortalecer a posição do Grupo.

Rede de lojas no exterior

Atividades internacionais do Commerzbank são voltadas para clientes institucionais e empresas. Em alguns locais - sobretudo no Luxemburgo e Suíça - Centro Internacional private banking também existem instalações para ricos clientes privados. O banco está envolvido no financiamento de 16% do comércio externo da Alemanha e tem, portanto, uma muito maior do que quota de mercado média. Ele tem uma presença directa em mais de 40 países. Na década de noventa, o banco expandiu sua presença principalmente na Europa Central e Oriental. A fim de complementar seus pontos operacionais, em Moscou, Bratislava, Budapeste, Praga e Brno, mantém escritórios de representação em Almaty, Belgrado, Bucareste, Kiev, Minsk, Moscovo, Novosibirsk, Tashkent e Zagreb. Na Polónia, é ativo através BRE Bank, em que detém uma participação de cerca de 70%. No Sudeste da Europa, o Commerzbank reforçou a sua posição através da participação em bancos locais ProCredit. Além de conhecimentos e contribuindo experiência, Commerzbank, como o parceiro comercial dessas instituições, também lida com pagamentos internacionais e as empresas comerciais estrangeiras. Na América do Norte, os ramos do Commerzbank em Nova York, Atlanta, Chicago e Los Angeles lidar comercial bancário negócio. Na América Latina, Norte da África e do Oriente Próximo e Médio, principalmente Commerzbank mantém escritórios de representação. Atividades asiáticos são empacotados na forma de Commerzbank Ásia-Pacífico em Cingapura. http://www.commerzbank.com/

O Royal Bank of Scotland foi fundada em 1727.

Em 1900 ele teve mais de 130 agências na Escócia e abriu sua primeira filial em Londres. Durante os anos 1920 e 30, ele estabeleceu uma presença significativa na Inglaterra, através da aquisição de Glyn, Mills e Deacon Williams. Em 1970, depois de ter se fundiu com o Banco Comercial Nacional da Escócia, foi o banco líder na Escócia, com mais de 700 filiais.

Durante a década de 1980 RBS diversificado seus negócios, pioneira na distribuição direta de seguro automóvel através do estabelecimento de Linha Direta, em 1985, e entrando bancário dos EUA em 1988 com a aquisição de Citizens Bank of Rhode Island.

Na década de 1990 RBS re-engenharia de negócios bancários de varejo a sua, a remoção de atividades de processamento de ramos, e segmentação de clientes do Banco e proposições de serviços associados. No mesmo período RBS desenvolveu e implementou o seu multi-marca, a estratégia de múltiplos canais, lançando Banca Directa em 1994, e serviço do Reino Unido bancário primeira abrangente internet em 1997, juntamente com as operações de serviços financeiros em parceria com a Virgin e Tesco no mesmo ano.

Em 2000 RBS completou com sucesso a aquisição £ 21000000000 de NatWest, a maior aquisição na história bancário britânico, criando um grupo com mais de 20 milhões de clientes, R $ 400 bilhões de ativos e 110.000 funcionários em todo o mundo. A integração NatWest foi concluída com êxito em Fevereiro de 2003, com as metas originais para redução de custos e benefícios de receitas ultrapassado.

Desde a aquisição da NatWest, RBS tem continuado a crescer o negócio através da combinação de um forte crescimento orgânico e aquisições. Em os EUA, a pegada dos cidadãos foi ampliada a partir da Nova Inglaterra nos estados Mid-Atlantic, através da aquisição da franquia Banco Mellon regional, e em Midwest o através da aquisição de Carta One, concluída em 2004. Os cidadãos é hoje um dos dez maiores instituições bancárias norte-americanas comerciais por depósitos. No seguro, a aquisição de Churchill ampliou o produto e capacidades de canal de distribuição da Direct Line e criou a maior seguradora segundo geral no Reino Unido. Na banca de empresas, RBS entrou os EUA, a Continental Europeia e os mercados da Ásia-Pacífico.

Em agosto de 2005, assinado RBS investimento estratégico e acordos de cooperação com o Bank of China, o segundo maior banco da China. http://www.rbs.com/

Aconselhamento E Análise
http://seekingalpha.com/

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Máfia Financeira Internacional! Donos do Mundo; Negócios NAZI da Banca Global: O Grupo Espírito Santo; História do BES de Ricardo Salgado; Antigo Banco Espírito Santo e Comercial de Lisboa na Lista Negra dos Aliados



Grupo Espírito Santo esteve na lista negra dos aliados, dvido a envolvimento com os NAZIS, já está em mais de 400 empresas Interesses da família liderada por Ricardo Salgado abrangem mais de 20 países e em sectores que vão muito para além da área financeira

 

Ricardo Salgado é o rosto actual de uma família que sempre teve influência junto do poder político

GES; Grupo Espírito Santo; Organograma; Controle; Influência Política; Ligacoes Politicas; Ricardo Salgado
Ricado Salgado; GES Grupo Espírito Santo Organograma de Controle;
Influência Política e Ligacões Politicas; Área de controle


 

É presidente da Comissão Executiva e vice-presidente do Conselho de Administração do Banco Espírito Santo. Acumula essas funções com as de presidente do Conselho de Administração do Espírito Santo Financial Group (sedeado em Luxemburgo) e das holdings Bespar e Partran. É ainda administrador do Espírito Santo Bank of Florida (EUA), da E. S. International Holding (Luxemburgo), da Espírito Santo Resources (Bahamas), do Banque Privée Espírito Santo (Suiça) e do Banque Espírito Santo et de la Vénétie (França).


 

A família Salgado lucrou em negócios com os NAZIS durante a II guerra Mundial, como demonstramos abaixo.  O avô encontrava-se com Salazar

Os caminhos do GES e da política estão no ADN do grupo. O avô de Salgado, Ricardo Espírito Santo, encontrava-se aos domingos à noite com Salazar para conversar sobre temas económicos e empresariais. Fora de Lisboa, enviava cartas e telegramas a evidenciar a saudade das conversas com o ex-chefe do Governo. Durante a II Guerra, são conhecidas as ligações da família aos alemães. O historiador norteamericano Antony Beevor fala num agente nazi a trabalhar no BESCL. E o escritor Tom Gabbay escreveu uma história de espionagem que tem como personagem Ricardo Espírito Santo. Gabbay relembra o seu relacionamento com o duque de Windsor, que viveu na casa da família em Cascais, para daí elaborar sobre a aliança entre os dois e os nazis para ocuparem a Inglaterra.

Os amigos e ex-colaboradores do GES

Ricardo Salgado tem amigos de peso na política e no meio empresarial. o bes foi o único banco que ~ganhou com o 25 de Abril. Com o 25 de Abril a concorrência do BE colapsou, o BES não. O ex-primeiro-ministro e actual presidente da Comissão Europeia é um deles, Pedro Passos CoelhO, outro. Alguns ex-ministros chegaram a trabalhar em empresas do Grupo Espírito Santo, mas as ligações empresariais não se restringem a António Mexia e Manuel Pinho.

grupo espirito santo ges; grupo espirito santo; ges; Banco; Bancos
grupo espirito santo ges


História do BES - BESCL

O deflagrar das hostilidades no continente europeu, tragédia de que a invasão da Polónia no dia 1 de Setembro de 1939 foi dos primeiros actos, veio determinar substanciais mudanças na vida económica e social do país, alterando as condições em que se exerciam as actividades bancárias.

No mesmo dia em que a Luftwaffe bombardeava território polaco, e dois dias antes da declaração de guerra à Alemanha, anunciada pela Grã-Bretanha e França, o governo português definiu a sua posição política que, no essencial, manteria até 1945.

Salazar instruíra a comunidade empresarial para o “(...) dever de cada um continuar a negociar como habitualmente, sem olhar a sentimentos políticos pessoais, fossem eles quais fossem”1. Se outras motivações não existissem, esta orientação pesou na atitude da comunidade financeira do país, que negociou e manteve relações comerciais com todos os países envolvidos. Desse facto seria a economia portuguesa directa beneficiária, como aliás, a dos demais países neutrais.

Em Janeiro de 1940, na apresentação do Relatório e Contas do exercício de 1939, e quando não eram ainda previsíveis os desenvolvimentos que, tempos depois sobreviriam no cenário europeu, a situação mereceria dos responsáveis do Banco uma tranquila referência: “Durante os últimos meses a guerra veio enlutar a Europa.

Estamos felizmente fora do conflito, e Portugal, com a sua excepcional condição geográfica, política e económica, aparece como lugar seguro de refúgio e centro privilegiado de comunicações e comércio internacionais” 2.

Este era, provavelmente, o estado de espírito da generalidade da população portuguesa, assemelhando-se ao descrito a um cliente por Rogério Cândido Silva, Director do Banco em carta de 1 de Fevereiro de 1940: “A guerra vai continuar ou talvez começar! Nós todos, portugueses, embora lealmente neutros, enquanto a nossa Aliada não pedir o nosso concurso, desejamos a vitória dos Ingleses – não por ressentimento contra os Alemães - mas com a vitória deles seria o fim das liberdades de que gozamos e da vida organizada como a temos. Ao passo que a continuação e mesmo o aumento da hegemonia britânica, traduz-se numa maneira de ser que já conhecemos, que todos suportamos bem e que muitos de nós até estimamos. Vamos a ver o que a Primavera nos vai trazer – e que tristeza é esperar assim a Primavera!”.

Infelizmente essa Primavera de 40 nada trouxe de bom.

II

De harmonia com o princípio de neutralidade enunciado pelo governo, a banca portuguesa, se quisesse negociava indistintamente com todas as partes implicadas no triângulo Aliados – Eixo - Neutrais.

Salazar entendia a obrigação como uma condição inquestionável para a manutenção da chamada neutralidade geométrica ou, activa: a de que, sendo Portugal um país neutro, tanto a Alemanha, quanto a Grã-Bretanha, deveriam receber tratamento igual, por aí residir a própria essência do conceito de neutralidade.

Aponta Fernando Rosas, que Portugal bater-se-ia “até ao fim, no plano dos princípios e quando possível no da prática comercial, pelo reconhecimento do direito que a neutralidade lhe conferiria de manter relações comerciais normais com qualquer beligerante” 3.

Situação que inicialmente os países envolvidos no conflito, e no seu próprio interesse, aceitaram. O Reino Unido, já no decorrer da guerra, reconhecia mesmo que “um Banco de um território neutral não podia ser impedido de manter acordos financeiros normais com os beligerantes” 4.

Por detrás desta aparente concordância no plano dos princípios, e porque não era apenas no campo de batalha que o confronto se dirimia, os Aliados criaram mecanismos destinados a dificultar por todos os meios possíveis o poder do inimigo, e que foram largamente utilizados para impedir as suas importações e, numa fase ulterior, as proibir.

No Reino Unido foi criado o Ministry of Economic Warfare (MEW)5, cujo objectivo era o de fazer cumprir o bloqueio económico decretado contra as potências do Eixo. A actuação deste Departamento viria a colidir com os interesses dos países neutrais que, invocando o seu estatuto e pouco dispostos a perder os benefícios do comércio em tempo de guerra, se manifestavam contrários a quaisquer considerações ou actos que limitassem as trocas comerciais.

Para vencer as resistências, cada um dos beligerantes tratou de criar “argumentos” que forçassem os Governos e empresas dos países neutrais, a agir em harmonia com as suas políticas: os britânicos através da concessão, ou não, de licenças para o transporte marítimo e à ameaça de colocar na lista negra as empresas que comerciassem com o inimigo; os alemães, utilizavam o seu poder naval, o que fizeram, afundando vários navios mercantes portugueses.

***

No contexto deste choque de inconciliáveis interesses, desde muito cedo surgiram, entre o MEW e o Governo português, posições divergentes que originaram um crescendo de tensões, inevitavelmente repercutidas no quotidiano de muitas empresas.

Durante o conflito, a acção dos bancos portugueses, em geral, e do BESCL, em particular, desenvolveu-se na busca permanente de equilíbrios entre o respeito pelo princípio da neutralidade – tão claramente afirmado pelo Governo que afrontá-lo seria verdadeiro suicídio empresarial - e as pressões por diversas vias exercidas pelos beligerantes, em especial pelos Aliados.

Neste enredo a situação tenderia para um inevitável agudizar da conflitualidade com a banca portuguesa, sob permanente vigilância aliada, na busca de indícios da prática das denominadas “objectionable transactions”.

Sendo o banco português com maior movimento internacional - superior mesmo ao que no conjunto tinham as outras instituições privadas - grande parte das operações interbancárias transitavam pelo Espírito Santo, banqueiro de numerosas empresas que mantinham relações de negócio com esse país.

Com a Inglaterra, pelo contrário, o movimento era escasso, uma vez que os ingleses quase nada importavam de Portugal - excepto volfrâmio e pouco mais – pois eram abastecidos pelos americanos.

Ricardo Espírito Santo, Presidente do Conselho de Administração do BESCL, se bem que consciente das rupturas causadas pelo conflito, afirmou sempre que o Banco não podia fazer distinções de natureza política no plano dos negócios. Desta posição não fazia segredo, como notava o embaixador inglês Ronald Campbell, para quem o banqueiro português era “antes de mais nada um homem de negócios (...) frequentador assíduo da embaixada britânica, tanto quanto das legações inimigas (...) e eu não penso que ele seja ou pró-inglês ou pró-germânico mas simplesmente “pro-making money” ”6, acrescentando com um humor muito britânico: “I’ll eat my hat if this man is pro-German” 7.

Com efeito o BESCL tinha, desde há muito, relações privilegiadas com a banca inglesa, em especial com o poderoso Midland Bank. Ainda em 1940 o banco de investimento Kleinwort, Sons & Co., se propunha, em parceria com o Banco Espírito Santo e Comercial de Lisboa, fundar um banco de investimento no Brasil, facto que - em 1941, assinale-se - os britânicos consideravam positivo 8.

Embora submetido a crescentes pressões, o BESCL entendia não aceitar muitas das exigências britânicas que colidiam não só com o objecto do negócio legal, mas também com a política económica portuguesa.

Entre outras razões, esta era suficiente para que o MEW, ao longo dos anos, tentasse incluir o Espírito Santo na lista negra. Muito embora a deliberação fosse tomada, e ao contrário do que alguns autores escreveram 9, a mesma nunca seria implementada.

Segundo uma carta da legação americana em Lisboa, datada de 1 de Setembro de 1944, o Comité da Lista Negra deliberou em 1 de Maio de 194410 colocar o BESCL na Statutory list. Contudo, face ao compromisso assumido por Ricardo Espírito Santo três meses depois, a deliberação não seria accionada.

As atitudes do MEW levaram Ronald Campbell, já no decorrer de 1941, a alertar para as inconveniências que poderiam advir para os interesses britânicos de uma ostensiva hostilização do BESCL, argumentando com as “poderosas ligações” que o Banco tinha através do país.

Por outro lado, o embaixador dizia não haver provas de que as presumidas actividades “reprováveis” fossem deliberadas e persistentes, mesmo à luz dos critériosnda guerra económica. E assinalava que a solidez e dimensão do BESCL o tornava praticamente invulnerável a acções punitivas.

Acrescentava que qualquer acção contra o Banco “irritaria Salazar, que já se manifestou violentamente contra a utilização que vimos fazendo da lista negra”11, por a considerar uma inadmissível interferência nos assuntos internos de um país neutral.

Nem tudo era transparente nas intenções que suportavam a informação veiculada para os serviços britânicos. Por exemplo, em Setembro de 1943, o responsável máximo do Banco deu a conhecer ao adido financeiro americano as objecções que tinha, por a embaixada britânica acolher pessoas, antigos negociantes em Portugal, “algumas das quais trataram duramente os portugueses, ameaçando-os de os colocar na lista negra se não fizessem isto ou aquilo” 12.

Muito do que então sucedia era parte de um cenário onde se misturavam interesses internos e externos de vária natureza, em situações quantas vezes obscuras e mal definidas, que Telo descreve como um jogo de sombras, onde raramente as aparências correspondiam à realidade 13.

Num outro relatório do Adido Financeiro norte-americano, dizia-se que os critérios e padrões pessoais de Ricardo Espírito Santo tal como os do Banco, eram aqueles que em qualquer parte do mundo seriam aceites por gente honesta, e que eram seguidos pela maioria dos bancos portugueses. Dizia ainda que a instituição bancária e o seu presidente procuravam proceder tão rigidamente quanto possível, de acordo com padrões análogos aos que norteavam o modelo ético da banca inglesa.

O certo é que, nos inícios de 1942, a intensificação do bloqueio económico aliado - a que Portugal com maior ou menor energia e oportunidade ia resistindo 14 - tornava cada vez mais difícil o comércio internacional do país, situação que se reflectiria nos indicadores económicos globais.

Ricardo Espírito Santo, na mesma altura, não deixou de dar conta dessas circunstâncias aos accionistas do Banco, prometendo-lhes contribuir para “dentro do largo sector da nossa actividade bancária, atenuar as consequências da situação presente”15.

Reafirmava-se que o BESCL se manteria fiel aos princípios que qualquer instituição de crédito observaria: facilitar as trocas económicas, financiar as actividades dos clientes, participar activamente nas transacções do comércio de importação e exportação.

IV

A evolução do conflito obrigaria a neutralidade portuguesa a adaptar-se às mudanças políticas e militares que iam ocorrendo 16.

Em Novembro de 1942, depois da fase mais crítica das relações com os Aliados, Portugal abandonaria a chamada posição de ”neutralidade geométrica”, para abraçar um modelo mais próximo de uma neutralidade dita colaborante. As mudanças na posição portuguesa foram mais rapidamente visíveis em termos políticos e menos no que respeita à parte económica, matéria na qual a mudança seria bem mais lenta 17.

De qualquer forma, em Setembro de 1943 Ricardo Espírito Santo coloca a Salazar, a questão da oportunidade de o Banco suspender os negócios com os alemães, liquidando as operações correntes a seu favor. O chefe do Governo, embora considerasse que o resultado do conflito era já claro e quase certa a vitória dos aliados, entendia não ser sensato suspender todos os negócios com os alemães, até por, como dizia, ser já pequeno o seu volume em Portugal 18.

Em 1944 os Aliados endureceram as exigências face à banca portuguesa, seguindo um modelo já utilizado junto dos bancos suíços para, com rigor e sem mais ambiguidades, imporem em definitivo a proibição total de transacções comerciais com firmas alemãs.

Começaram pelo Espírito Santo, dando indicações precisas sobre as operações que exigiam ver descontinuadas.

A nova orientação proposta pelos Aliados foi aceite, comprometendo-se o Banco a cessar o processamento de serviços bancários dos clientes que tivessem como origem ou destino a Alemanha ou territórios por ela controlados. Ressalvavam-se, porém, as situações em que as restrições tivessem consequências contrárias à política geral do país, caso em que o Espírito Santo não as adoptaria sem consulta prévia ao Governo 19.

Para os Aliados, o compromisso firmado em 15 de Agosto de 1944 era considerado da maior importância, sendo mesmo apresentado como tendo “valor exemplar” .

Ainda antes de assinado foi radiodifundido na B.B.C. porque a propaganda britânica entendia ser necessário que os meios bancários portugueses soubessem que o Banco Espírito Santo “fora forçado a um compromisso com os aliados (...) ”. 20 Preparava-se o caminho para outros bancos. Tudo indica que sem sucesso a crer no facto de, ainda em Dezembro, os americanos procurarem obrigar outras instituições de crédito ao ajuste.

Reagindo às limitações impostas, e depois de o embaixador alemão apresentar um protesto formal junto do governo português, o Reichsbank transferiu as operações - que, por conveniência, como diziam, ainda eram processadas através do BESCL - para o Banco Lisboa & Açores, o seu banqueiro principal,21 entidade que sempre recusou firmar qualquer compromisso com os Aliados.

V

A época de 1939 a 1945 constitui, provavelmente, um dos períodos mais significativos da recente história empresarial portuguesa.

As operações geradas pela situação de guerra e os negócios que as necessidades dos beligerantes alimentaram, deram ao país condições únicas para o acumular de disponibilidades monetárias e poupanças, recebidas pelo sistema bancário, através dos depósitos.

O afluxo de capitais estrangeiros aos bancos portugueses, em crescendo desde o começo da guerra civil em Espanha, acelerou com o irromper do conflito europeu.

Procuravam a segurança oferecida pela neutralidade do país, sendo factor principal no crescimento “anómalo” dos depósitos bancários.

Mas outras razões houve que contribuíram para esse aumento. A principal das quais foi a circunstância de as necessidades dos beligerantes terem feito aumentar o volume de certas exportações tradicionais (cortiça, conservas de peixe, frutos secos e minérios, entre outros), a partir de então muito valorizadas. E foi também este crescimento do comércio externo que esteve na base de uma acumulação de recursos, na titularidade dos agentes económicos ligados à exportação.

Diz Fernando Rosas que “a excepcional “explosão” dos depósitos bancários foi um dos elementos positivos que a conjuntura trouxe à economia portuguesa, e de que os bancos foram os beneficiários directos.


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Esse grande aumento, pelas implicações que tinha ao nível dos encargos (juros a pagar) motivou sérias apreensões em todas as instituições de crédito 22 que logo tiveram de encontrar alternativas para a aplicação do excesso de liquidez 23.

Fizeram-no através da compra de títulos do Estado. De entre todas as instituições bancárias o BESCL foi o principal investidor em títulos da dívida pública (obrigações do Tesouro de 2 ½ e 3½%), não só porque estes correspondiam a bens de capital cujo valor tinha aumentado muito - tendência que tudo indicava se manteria - mas também porque ofereciam elevada segurança.

Com uma carteira de títulos avaliada em 27 mil contos no final de 1939, quatro anos depois, a sua contabilização ascendia a 200 mil contos representando 10% dos activos financeiros da empresa. E no final de 1945, o valor dos títulos estatais era já superior a 381 mil contos. No conjunto dos títulos que o BESCL tinha em carteira, o aumento percentual entre 1939 e 1945 foi de 1 413 %.

Não obstante esta ter sido a estratégia possível, Standley Wyatt conselheiro financeiro da
embaixada britânica, ao dissertar sobre a estratégia de aplicações da banca nacional entre 1938 e 1943, concluiu da “inabilidade dos bancos portugueses em utilizarem todos os seus fundos em normais operações bancárias na presente data”24, amarrados que estavam, segundo ele, às atitudes conservadoras dos seus banqueiros. Nas condições particulares da época era evidente para a generalidade dos banqueiros portugueses que a nova situação económica trouxera consigo imprevisíveis mudanças, para as quais foi necessário encontrar opções alternativas, de que a compra de obrigações foi a mais viável, a par da aquisição de terrenos e prédios, no caso do BESCL, para as suas Filiais e Agências.

Outras das acções empreendidas pelos responsáveis do Banco neste período, foram os dois sucessivos aumentos de capital (de 14 400 para 80 000 contos), operações que têm relação directa com a evolução do volume dos Depósitos à Ordem.

Estes, não obstante o baixo juro de 1% pago aos depositantes, no final de 1941 registaram um acréscimo de 99% em relação a 1940 (de 524 para 1 043 mil contos).

Nos exercícios seguintes, esta percentagem continuaria em crescimento, embora a uma média anual mais modesta, na ordem dos 14%.

A percentagem de crescimento do total dos Depósitos (à Ordem e a Prazo) no BESCL, entre 1939 e 1945 foi de 661% sendo, depois do Fonsecas (871%), a maior da banca nacional. Atrás do Espírito Santo ficaram o Sotto Mayor (356%), o Angola (328%) e o Lisboa & Açores (321%).

Em termos de Quota de Mercado (Q.M.) no conjunto da banca nacional, o BESCL, no final de 1945, no total dos Depósitos situava-se na segunda posição, com uma Q.M. de 21%, atrás do Banco Nacional Ultramarino que tinha 23%. Após o Espírito Santo estavam o Lisboa & Açores (13%) e o Fonsecas & Burnay (12%); comparadas estas percentagens com as de 1939, verifica-se que o BESCL subiu 8 pontos percentuais e o Fonsecas 6; quanto aos restantes bancos, o Açores subiu 1%, ao passo que o Ultramarino perdeu 9% de Q.M., tal como o Angola (- 2%), e o Borges & Irmão (-1%). O Sotto Mayor, por sua vez, manteve-se nos 4%, enquanto o conjunto dos restantes bancos registaram uma perda de 1%.

No que concerne à carteira de efeitos descontados, os números apontam uma realidade significativamente diferente.

O excepcional aumento dos depósitos no BESCL não se reflectiu no aumento, em igual proporção, do crédito concedido. Isso mesmo se depreende da % de crescimento da rubrica Carteira Comercial na ordem dos 188% (de 294 000 mil contos para 722 mil contos), correspondente a uma Q.M. de 14% em 1939 e de 17% em 1945 25. E essa foi a razão pela qual a taxa de rendibilidade das operações activas caiu aproximadamente 30% (de 8,4% em 1939 para 6% em 1945) acompanhando a descida da média da taxa de cobertura Depósitos à Ordem/ Carteira Comercial, entre a década de 30 (72%) e a seguinte (32%).

O crédito bancário era dominado pelo Banco Nacional Ultramarino, com uma Q.M. de 34% em 1945 (quebra de dois pontos percentuais em relação a 1939). Todos os demais Bancos ou mantiveram ou diminuíram a sua quota de mercado, no decurso do período em estudo.

Nos sete anos de guerra o Espírito Santo foi a instituição que, depois do Fonsecas, Santos & Vianna e do Banco Nacional Ultramarino menos cresceu em matéria de crédito concedido, não obstante, em valores absolutos, deter a 2ª maior carteira comercial das instituições bancárias.

A subida das cotações das acções do BESCL na Bolsa de Lisboa reflecte igualmente a evolução favorável da conjuntura: cotadas a 700$00 em Janeiro de 1940, cinco anos depois, seriam transaccionadas por 2 695$00, com o salto mais significativo a verificar-se de 1942 para 1943, de 1 096$00 para 2 945$00, sendo este o valor mais alto atingido nos anos da guerra.

Em síntese: o Banco Espírito Santo e Comercial de Lisboa – que era já o maior banco privado português desde princípios dos anos 30 - no decorrer do período da II Guerra Mundial consolidou a sua posição de liderança em relação aos seus mais directos concorrentes, alguns dos quais iniciaram nessa época uma tendência deslizante, como foram os casos do Banco Nacional Ultramarino, do Fonsecas, Santos & Vianna e do Lisboa & Açores. Em contrapartida os ainda pequenos Bancos Pinto & Sotto Mayor e Português do Atlântico iniciavam um crescimento que, nas décadas seguintes, os colocariam no topo da banca privada nacional. Mas não por muito tempo.

NAZI; quadro comparativo; rubicas; lucros do bescl; actual; bes; bancos; holocausto
quadro comparativo rubicas lucros do bescl actual bes outros bancos urante o holocausto NAZI


FONTES E BIBLIOGRAFIA
FONTES
FONTES MANUSCRITAS
ARQUIVO HISTÓRICO DO BANCO ESPIRITO SANTO
Banco Espírito Santo e Comercial de Lisboa
Actas do Conselho de Administração, 1937-1967
Actas do Conselho Geral, 1937-1967
Actas das Assembleias Gerais, 1937-1973
Relatórios e Contas, 1937-1945
PUBLIC RECORD OFFICE

Foreign Office, 371
NATIONAL ARCHIVES AND RECORDS ADMINISTRATION (NARA II)
RG 56, Box 23
RG 84, Entry 3139, Box 1
RG 131, Box 246
FONTES IMPRESSAS

SITUAÇÃO BANCÁRIA. Lisboa : Instituto Nacional de Estatística. (De 1938 a 1945).
BIBLIOGRAFIA 26
ROSAS, Fernando - Portugal entre a paz e a guerra, 1939-1945. Lisboa : Editorial Estampa, s/d.
______, Sob os ventos da guerra: a primeira crise séria do regime (1940-1949). In MATTOSO, José (dir.) História de Portugal. Lisboa : Círculo de Leitores, 1992 - 1994. Vol. VII. p. 301-415.
______, Portuguese neutrality in the Second World War. In WYLIE, Neville (ed.) European neutrals and non-belligerents during the Second World War.
Cambridge: Cambridge University Press, 2002.
______, Salazarismo e fomento económico. Lisboa : Editorial Notícias, 2000.

TELO, António José - A neutralidade portuguesa e o ouro nazi. Lisboa : Quetzal, 2000.

VALÉRIO, Nuno (Coord.). - Estatísticas históricas portuguesas. Lisboa : Instituto Nacional de Estatística, 2001. 2 vols.

1 PRO, FO 371/26804, 9 de Junho de 1941
2 BESCL, Relatório e Contas, 1939.

3 Fernando Rosas, Portugal entre a paz e a guerra, 1939-1945, p, 46.
4 PRO, FO 371/26804, 4 de Junho de 1941.
5 Sobre a organização da guerra económica aliada em Portugal ver António Telo, A neutralidade portuguesa e o ouro nazi , p. 100 e seguintes.

6 PRO, FO 371/26802, 19 de Abril de 1941.
7 PRO, FO 371/26804, 09 de Junho de 1941.
8 PRO, FO 371/26801, 11 Abril 1941.
9 António José Telo, A neutralidade portuguesa e o ouro nazi , p. 102.
10 Por erro (que tem passado despercebido aos investigadores) o documento está datado de 1942.

11 PRO, FO 371/26802, 19 de Abril de 1941.
12 NARA, RG 56, Box 23, U.S. Financial Attaché.
13 A. Telo, A neutralidade portuguesa e o ouro nazi , p. 103.
14 Sobre a política de bloqueio entre 1940 e 1942 vd. Fernando Rosas, “A economia de guerra: principais condicionantes exógenas da economia portuguesa durante a II guerra mundial”, in Portugal entre a paz e a guerra.

15 BES, Relatório e Contas, 1941.
16 Fernando Rosas divide-a em três fases temporais, e, dentro destas, em áreas política e económica. In “Portuguese neutrality in the Second World War”, p. 268-282.
17 Vd. Fernando ROSAS: “Sob os ventos da guerra: a primeira crise séria do regime”, p. 301 e seguintes.
18 NARA, RG 56, Box 23, U.S. Financial Attaché James Wood, Setembro de 1943.

19 PRO, FO 371/39535, 09 de Maio de 1944.
20 NARA, RG 84, Entry 3139, Box 1, 14 de Junho de 1944
21 NARA, RG 131, Box 346 , 22 de Dezembro de 1944.

22 A rendibilidade das operações passivas (juros e comissões a pagar) de 1939 a 1945, decresceu na ordem dos 59% (1,9% para 0,7%).
23 Sobre este e outros temas relacionados com a política económica do Estado Novo vd. Fernando Rosas, Salazarismo e fomento económico.

24 NARA, RG 84, Entry 3139, Box 1 Records of the Foreign Service Posts of the Department of State, Subject Files of the Fi nancial Attaché James E. Wood, 1942-1945. 13 de Março de 1944.

25 No cálculo das percentagens de Quota de Mercado, de toda a banca nacional, o crédito concedido abrange os valores da carteira comercial e dos empréstimos e contas correntes caucionadas.

26 Referências bibliográficas segundo a Norma Portuguesa 405-1, Informação e Documentação, 1994, com adaptações.

Departamento de Economia e Gestão de Engenharia Industrial Universidade de Aeiro

Ricardo Espírito Santo, íntimo de Salazar e homem de confiança dos nazis, fervoroso e activo apoiante da causa fascista em Espanha, «abre com aval do governo uma conta ilimitada a favor de Franco para este fazer face às despesas de guerra».
(28) Varela Gomes, ob. cit., p. 75, citando Tamanes in «História de Espanha».

debatido em - XXII Encontro da Associação Portuguesa de História Económica e Social Aveiro, 15/16 Novembro, 2002

O Banco Espírito Santo e Comercial de Lisboa no período da II Guerra Mundial (1939-1945)
Carlos Alberto Damas - Centro de Investigação e Documentação da História do Banco Espírito Santo
http://www2.egi.ua.pt/xxiiaphes/Artigos/a%20Damas.PDF

http://www.opway.pt/documentos/080310_Publico_OPWAY.pdf
~
http://www.esinvestment.com/arq/fich/CadernoInstitucional2008.pdf

http://web3.cmvm.pt/sdi2004/fundos/docs/879RG01032010.pdf


www.fomentinvest.com/pdf/relatorioecontas.pdf

BESCL; actual; bes; banco; nazi; envolvido; holocausto; busca; google
BESCL actual bes banco-nazi envolvido holocausto busca google

bes; banco; bescl; black listed; lista negra; aliados; arquivos militares; eua; Banco Espírito Santo; Comercial; Lisbhoa
Banco Espírito Santo e Comercial de Lisbhoa,
Actual bes
Antigo banco bescl black listed lista negra aliados arquivos militares eua

bes; banco; bescl; black listed lista negra; aliados; arquivos; militares; eua; USA; military; archives; records; Banco Espírito Santo; Comercial de Lisbhoa
Banco Espírito Santo e Comercial de Lisbhoa
Actual bes
banco bescl black listed lista negra aliados arquivos militares eua USA military archives records

bes; banco; bescl; black listed lista negra; aliados; arquivos; militares; eua; USA; military; archives; records


bes; banco; bescl; black listed lista negra; aliados; arquivos; militares; eua; USA; military; archives; records
Banco Espírito Santo e Comercial de Lisbhoa
Actual bes
banco bescl black listed lista negra aliados arquivos militares eua USA military archives records


Registros militares Agência
Interaliado e Inter Militares Registros Agências
Registros do Escritório de Serviços Estratégicos (RG 226)
Registros do Poder Pesquisa e Análise
"Regulares" Relatórios de Inteligência (Entrada 16)
[Página 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8]
Anteriormente Security-classificados Relatórios de Inteligência ("L" Series) 1942-45 (Entrada 21)
Esta série está intimamente relacionado com a série de inteligência duas anterior. Ele é organizado numericamente (L1-58, 678). As informações foram obtidas diretamente pelo Poder da OSS "Secreto de Inteligência, e só poderia ser usado em uma sala de leitura especial por pessoal aprovados OSS. O conteúdo da série "refletir mais sensíveis assuntos de inteligência política. caixas 1-457
Os seguintes arquivos são baseados em uma revisão do índice de cartões Suíça; banca e seguros, tanto para a Alemanha ea Itália, e "econoic." isto é, a informação económica, bem como a parte do nome primeiro AZ do índice.
L # File Title or Subject
39842 Lista dos créditos abertos em 12 de junho de 1944, por P. Franz Niemeyer, Bremen, Alemanha, no Banco Espírito Santo e Comerical de Lisboa, Portugal, em favor de Carlos Beerstecher, Lisboa, Portugal. 1 p. junho 1944
43513 Lista dos créditos pagos recentemente alemão no Banco Espírito Santo e Comercial de Lisboa, Portugal, nomeando empresas alemãs e Português. 2 pp julho 1944
44398 Lista dos créditos alemães, incluindo P. Franz Nehmeyer eo Banco Bremer, abriu no Banco Espírito Santo e Comercial de Lisboa. Quatro dos créditos foram abertos por ordem da Sociedade Central de Cervejas de Lisboa, Portugal. 1 p. julho 1944
47032 Lista de operações financeiras do Banco Espírito Santo e Comercial de Lisboa, Portugal com o alemão, suíços, suecos, os bancos iranianos, e espanhol e as empresas, seguido por notas sobre Adão Poloma e contrabando de estanho. 5 pp setembro 1944
58561 Situação financeira da conta da Sociedade de Anilinos Lda, no Porto, Banco de Portugal Espirito Santo e Comercial de Lisboa. 1 p. agosto 1945
Military Agency Records
Interallied and Interservice Military Agencies Records
Records of the Office of Strategic Services (RG 226)
Records of the Research and Analysis Branch
"Regular" Intelligence Reports (Entry 16)
[ Page 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 ]
Formerly
Security-Classified Intelligence Reports ("L" Series) 1942-45
(Entry 21) This series is closely related to the two preceding
intelligence series. It is arranged numerically (L1-58,678). The
information was obtained directly by the OSS' Secret Intelligence
Branch, and it could only be used in a special reading room by approved
OSS personnel. The series' contents reflect more sensitive political
intelligence matters. Boxes 1-457 The following files are based on a
review of the index cards Switzerland; banking and insurance for both
Germany and Italy; and "econoic." i.e., economic intelligence, as well
as the first A-Z name portion of the index.
39842 List of credits opened
on June 12, 1944, by P. Franz Niemeyer, Bremen, Germany, at the Banco
Espirito Santo e Comerical de Lisboa, Portugal, in favor of Carlos
Beerstecher, Lisbon, Portugal. 1 p. June 1944
43513 List of recently paid
German credits at the Banco Espirito Santo e Comercial de Lisboa,
Portugal, naming German and Portuguese firms. 2 pp. July 1944
44398 List of German credits,
including P. Franz Nehmeyer and the Bremer Bank, opened at the Banco
Espirito Santo e Comercial de Lisboa. Four of the credits were opened
by order of the Sociedade Central de Cervejas of Lisbon, Portugal. 1 p.
July 1944
47032 List of financial
transactions of the Banco Espirito Santo e Comercial de Lisbon,
Portugal with German, Swiss, Swedish, Iranian, and Spanish banks and
firms, followed by notes on Adao Poloma and tin smuggling. 5 pp.
September 1944
58561 Financial statement of
the account of Sociedade de Anilinos Lda in Porto, Portugal's Banco
Espirito Santo e Comercial de Lisboa. 1 p. August 1945

64599 - Report on various financial transactions which took place at Lisbon, Portugal. The Banco Nacional Ultramarino deposited sums at the Banco Lisboa e Azores and at the Banco Espirito e Comercial de Lisboa to the credit of Swiss and German banks. 1 p. March 1944; see also 74422 Report on transactions between the Banco National Ultramarino, the Banco Fonsecas Sentos & Viana, the Banco Espirito Santo e Comercial de Lisboa, the Banco Borges e Irmao, and various Swiss banks (named), and Dr. Wolfgang Krehl and the Allgemeine Financierung Gesellschaft. These deposits and transfers took place in Portugal. 2 pp. April 1944

68607 - Notes about transfer of German funds to Minero Silvicola through the Banco Espirito Santo and the Bank of Portugal probably for wolfram purchases. Swiss intermediaries are involved. 2 pp. March 1944

38814 - Bank of Portugal has a monopoly of gold import, export, and re-export. it sometimes sells to individuals. There is smuggling along the Spanish border. Gold prices by the Bank of Portugal and the banco Espirito Santo. 2 pp. June 1943; see also 48105 Details on the Italian Legation's financial position in Lisbon. Their gold was privately sold. 4 pp. November 1943; Notes on prices and other aspects of the gold, silver, and platinum markets and commerce in Portugal. 3 pp. March 1944; 75739 Scheelite and wolfram transfers in Portugal by individuals (named) are listed. Ore and gold bars are smuggled to Spain. Arnaldo, a banco Borges and Irmao employee, formerly arrested in Spain was seen at San Gergorio. 1 p. April 1944; 93585 Antonio Joaquim Esteves, merchant at Melgaco, Portugal, sent gold bars to Spain. 1 p. August 1944
http://www.archives.gov/research/holocaust/finding-aid/military/rg-226-3b.html



Subject
Listing of
Numbered Documents in M1934, OSS WASHINGTON SECRET INTELLIGENCE/SPECIAL
FUNDS RECORDS, 1942-46
http://www.archives.gov/research/holocaust/microfilm-publications/m1934-subject-list.pdf
Roll
#
Doc
#
Subject Date To From
2 0000955 Orders of Payments
Recieved by the Banco Espirito Santo e Comercial de Lisboa
4/14/1945 State Dept.; MID; DNI;
FEA
Washington, OSS
2 0000961 Banco Espirito Santo e
Comerical de Lisboa
3/27/1945 State Dept.; MID; DNI;
FEA
Washington, OSS
2 0000967 Banco Espirito Santo e
Comercial, Lisbon
3/12/1945 State Dept.; MID; DNI;
FEA
Washington, OSS
3 0001261 Banco Espirito Santo e
Commercial de Lisboa, Financial Transactions of
6/25/1945 State Dept.; DNI; FEA Washington, OSS
3 0001268 Banco Espirito Santo,
Lisbon, German Accounts in
6/18/1945 State Dept.; MID; DNI;
FEA
Washington, OSS
3 0001292 Banco Espirito Santo e
Comercial de Lisboa
4/17/1945 State Dept.; MID; DNI;
FEA
Washington, OSS
3 0001351 Banco Espirito Santo e
Comercial de Lisboa, Lisbon
6/15/1945 State Dept.; FEA Washington, OSS
3 0001354 Banco Espirito Santo e
Comercial de Lisboa, Lisbon
6/12/1945 State Dept.; DNI; FEA Washington, OSS
3 0001370 Banco Espirito Santo e
Comercial de Lisboa, Lisbon
7/17/1945 State Dept.; DNI; FEA Washington, OSS
3 0001373 Banco Espirito Santo e
Comercial de Lisboa, Lisbon, dealings in gold, March 1945
4/23/1945 State Dept.; DNI; FEA Washington, OSS
3 0001384 Banco Espirito Santo e
Comercials de Lisboa, Lisbon
5/22/1945 State Dept.; DNI; FEA Washington, OSS
3 0001434 Banco Espirito Santo e
Comercial de Lisboa, Porto
5/22/1945 State Dept.; DNI; FEA Washington, OSS
3 0001444 Banco Espirito Santo e
Comercial de Lisboa, Lisbon
6/9/1945 State Dept.; DNI; FEA Washington, OSS
3 0001479 Banco Espirito Santo e
Comercial de Lisboa, Porto
6/12/1945 State Dept.; DNI; FEA Washington, OSS
3 001480 Banco Espirito Santo e
Comercial de Lisboa, Lisbon
6/16/1945 State Dept.; DNI; FEA Washington, OSS
3 0001484 Ricardo Espirito Santo,
Report on
6/20/1945 State Dept.; MID; DNI;
FEA
Washington, OSS
3 0001487 Banco Espirito Santo e
Comercial de Lisboa
6/12/1945 State Dept.; DNI; FEA Washington, OSS
4 0001504 Banco Espirito Santo e
Comercial de Lisboa, Porto
6/18/1945 State Dept.; DNI; FEA Washington, OSS
4 0001505 Banco Espirito Santo e
Comercial de Lisboa, Porto
6/22/1945 State Dept.; DNI; FEA Washington, OSS
4 0001524 Banco Espirito Santo e
Comercial de Lisboa
4/25/1945 State Dept.; DNI; FEA Washington, OSS
4 0001531 Banco Espirito Santo e
Comercial de Lisboa, Porto
5/4/1945 State Dept.; DNI; FEA Washington, OSS
4 0001590 Banco Espirito Santo e
Comercial de Lisboa, Lisbon, Safe Deposit Box List
6/27/1945 State Dept.; MID; DNI;
FEA
Washington, OSS
4 0001597 Banco Espirito Santo e
Comercial, Lisbon, Safe Deposit Boxes
7/17/1945 State Dept.; MID; DNI;
FEA
Washington, OSS
4 0001611 Banco Espirito Santo e
Comercial de Lisboa, Lisbon
7/17/1945 State Dept.; DNI; FEA Washington, OSS
4 0001613 Banco Espirito Santo e Comercial de Lisboa, Lisbon 7/17/1945 State Dept.; DNI; FEA Washington, OSS
5 0001928 Banco Sousa Cruz and Banco Espirito Santo, both of Porto 6/29/1945 State Dept.; DNI; FEA Washington, OSS
5 0002113 Banco Espirito Santo e
Comercial, Porto - Credit Transactions
8/23/1945 State Dept.; DNI; FEA Washington, OSS
5 0002130 Banco Espirito Santo e
Comercial, Lisbon, Transactions Effected thru
9/7/1945 State Dept. et al Washington, OSS
(Reporting Board)
5 0002157 Banco Espirito Santo e
Comercial, Lisbon, Orders for payment
8/12/1945 State Dept.; DNI; FEA Washington, OSS
5 0002158 Banco Espirito Santo e
Comercial, Lisbon, Account Activity
8/7/1945 State Dept.; DNI; FEA Washington, OSS
5 0002159 Banco Espirito Santo e Commercial, Lisbon, Activity of PL Firms 8/14/1945 State Dept.; DNI; FEA Washington, OSS
5 0002179 Sociedade de Anilinas,
Lda., Accounts in Banco Espirito Santo, Lisbon
7/6/1945 State Dept.; DNI; FEA Washington, OSS
5 0002186 Banco Espirito Santo e
Comercial de Lisboa
8/6/1945 State Dept.; DNI; FEA Washington, OSS
6 0002343 Activity in Certain Accounts, Banco Espirito Santo e Comercial de Lisboa, Lisbon Report No.
A-61298
9/4/1945 State Dept.; DNI; FEA Washington, OSS
7 0002536 Banco Espirito Santo e Comercial de Lisboa, Lisbo 9/14/1945 State Dept.; DNI; FEA Washington, SSU, War
Dept.

http://worldbankmafia.weebly.com/ Um Novo projecto, dispondo já de Bastante Informação
European Association Banking History - Hanbook of The History of European Banks pdf

A titulo de curiosidade, existe também uma divindade Egipcia de nom bes



ÓRGÃOS SOCIAIS e COMISSÃO EXECUTIVA

ÓRGÃOS SOCIAIS

MESA DE ASSEMBLEIA GERAL

Presidente
Daniel Proença de Carvalho

Secretário
José Miguel Alecrim Duarte

CONSELHO DE ADMINSTRAÇÃO

Presidente
Ricardo Espírito Santo Silva Salgado

Vice-Presidentes
José Maria Espírito Santo Silva Ricciardi
Francisco Ravara Cary
Rafael Caldeira de Castel-Branco Valverde
Miguel António Igrejas Horta e Costa
Ricardo Abecassis Espírito Santo Silva

Vogais
Amílcar Carlos Ferreira de Morais Pires
Bernard Marcel Fernand Basecqz
Bernardo Ernesto Simões Moniz da Maia
Christian Georges Jacques Minzolini
Diogo Luís Ramos de Abreu
Duarte José Borges Coutinho Espírito Santo Silva
Félix Aguirre Cabanyes
Frederico dos Reis Arrochela Alegria
João Filipe Espírito Santo de Brito e Cunha
José Manuel Pinheiro Espírito Santo Silva
Luís Miguel Pina Alves Luna Vaz
Moses Dodo
Nicholas Mark Finegold
Paulo José Lameiras Martins
Philippe Gilles Fernand Guiral
Tiago Vaz Pinto Cyrne de Castro

COMISSÃO EXECUTIVA

Presidente
José Maria Espírito Santo Silva Ricciardi

Francisco Ravara Cary
Rafael Caldeira de Castel-Branco Valverde
Miguel António Igrejas Horta e Costa
Ricardo Abecassis Espírito Santo Silva
Christian Georges Jacques Minzolini
Diogo Luís Ramos de Abreu
Félix Aguirre Cabanyes
Frederico dos Reis Arrochela Alegria
Luís Miguel Pina Alves Luna Vaz
Moses Dodo
Paulo José Lameiras Martins
Tiago Vaz Pinto Cyrne de Castro

Directores Centrais com Assento na Comissão Executiva
Alan do Amaral Fernandes
José Luís de Saldanha Ferreira Pinto Basto
Pedro Miguel Cordovil Toscano Rico

Secretária da Comissão Executiva
Patrícia Salgado Goldschmidt Catanho Menezes
----
OUTRAS FONTES E BIBLIOGRAFIA
FONTES
Arquivo Histórico do BES, Fundo documental de José Maria do Espírito Santo e Silva
Arquivo Histórico do Ministério das Finanças, Reservados
Arquivo Histórico da Universidade de Coimbra, Livros de matrículas
Arquivo da Sociedade de Instrução e Beneficência José Estevão
Conservatória do Registo Comercial, Livros de matrículas das sociedades
Instituto dos Arquivos Nacionais/Torre do Tombo, Registos paroquiais

BIBLIOGRAFIA de Interesse

BURK, Kathleen (1989), Morgan Grenfell 1838-1988: The Biography of a Merchant Bank, Oxford, Oxford University Press.
CASTRO, Armando (1979), A Economia Portuguesa do Século XX (1900-1925), Lisboa, Edições 70.
COTRELL, Philip (1994), «The historical development of modern banking within the United Kingdom», in Handbook on the History ofEuropean Banks, Hants, European Association for Banking History.
CASSIS, Yousef (1994), City Bankers, 1890-1914, Cambridge, Cambridge University Press.
CAMARA, João Sousa (1989), História do Banco Pinto & Sotto Mayor, 1914-1989, Lisboa, BPSM.
CAMARA, João Sousa (1985), História do Banco Fonsecas & Burnay, Lisboa.
DIAS, Fátima Sequeira (1996), Uma Estratégia de Sucesso Numa Economia P eriférica: a Casa Bensaúde e os Açores, 1800-1873, Ponta Delgada, Jornal de Cultura.
Do Passeio à Avenida. Os Originais do Arquivo Municipal de Lisboa, Lisboa, Câmara Municipal de Lisboa, Divisão de Arquivos, 1998.
FONSECA, Hélder, e REIS, Jaime (1987), «José Maria Eugénio de Almeida, um capitalista da Regeneração», in Análise Social, 99, Lisboa, Instituto de Ciências Sociais.
MARTINS, Oliveira (1955), A Circulação Fiduciária, Lisboa, Guimarães & C.a, Editores.
MATA, Maria Eugenia (1987), Câmbios e Política Cambial na Economia Portuguesa 1891-1931, Lisboa, Sá da Costa Editora, 1987, «Cadernos da Revista de História Económica e Social», 8.
MATA, Maria Eugenia (1998), Indústria e Emprego em Lisboa na Segunda Metade do Século XIX, Lisboa, Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa.
MATA, Maria Eugenia (1985), As Finanças Públicas Portuguesas da Regeneração à Primeira Guerra Mundial, Lisboa.
REIS, Jaime (1995), «Portuguese banking», in Charles H. Feinstein (ed.), Banking, Currency & Finance in Europe between the Wars, Oxford, Clarendon Press, pp. 472-501.
REIS, Jaime (1990), A Evolução da Oferta Monetária Portuguesa: 1854-1912, Lisboa, Banco de Portugal, D. L.
SILVA, José Ferreira da (1998), Crescimento Urbano, Regulação e Oportunidades Empresariais: a Construção Residencial em Lisboa, 1860-1930, Lisboa
http://analisesocial.ics.ul.pt/documentos/1223312713W5oVZ8ze9Zs04AU8.pdf

José Maria do Espírito Santo e Silva, de cambista a banqueiro, 1869-1915** História do Banco Espírito Santo,
rioforte.pt/o-grupo/historia Grupo do Bes
O assunto abaixo, ainda tem que ser investigado. Agradecem-se informações!
No República uma investigação jornalistica de Rocha Martins no República demonstrou que as patroas das casas de meninas eram apenas testas de ferro do banqueiro. Ficou a dúvida por esclarecer mas ninguém foi acusado de difamação. Seria verdade? Obviamente, porque o texto não tinha ido à Comissão de Censura, o jornal foi apreendido. E a história do branqueamento do ouro nazi e do financiamento ao governo para ajudar o amigo Francisco Franco foram actividades humanitárias em favor da Pátria e só os mal intencionados duvidam da benignidade havida?
É do senso comum ter cuidado de nunca meter uma cobra na algibeira. Agora provavelmente é muito tarde para arripiar caminho e fortalecer o Estado. Além do mais aparecem por aí uns rapozitos a dizser que isso é neo-salazarismo, coisa feita e politicamente incorrecta.

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