... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...
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Máfia Financeira Internacional Bancos Cartel; Crime Económico Taxas Libor Euribor: Banco NAZI Deutsche Bank Alemanha Confirma Fraude Económica Manipulação de Mercados eTaxas de Juro; O Banco Confirma o Que os Bandidos dos Bancos, Maçons, Bilderberg, Políticos e Tolos Chamam Teorias de Conspiração



Euribor e Libor

Deutsche Bank confirma envolvimento na manipulação das taxas de juro


Depois de várias semanas de silêncio, o banco alemão Deutsche Bank,  principal financiador da Alemanha NAZI (facto confirmado por documentos de Auschwitz), cujo presidente David Ackerman é membro do Comité Executivo do Clube Bilderberg e da Comissão Trilateral, ligados ao Cartel European Financial Services Round Table EFR e ao Cartel Inter Alpha Group of Banks a que também pertence o BES,  confirmou esta terça-feira que alguns dos seus funcionários estão envolvidos no caso de manipulação das taxas interbancárias Libor e Euribor. Os envolvidos terão atuado por conta própria. Importa também salientar que os bancos controlam as Sociedades Secretas, maçonaria e Opus Dei, e que o Deutsche Bank tem ligações aos Windsor, Warburgs, Lazard, Citigroup, Moody's ( Conheça a extrutura da Moody's máfia), Standard and Poors, Fitch agências de rating máfia, controladas pela Capital Group e restante Cartel Financeiro internacional, ligados á Phi Beta Kappa Society, Asia Society, Rotschild, Rockfeller, JP Morgan que controla o Banco Central Europeu BCE... (Conheça também a História do Banco Espírto Santo BEE, um banco que colaborou intimamente e lucrou com o our roubado pelos NAZIS)


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"Estes empregados não respeitaram as regras do banco e foram tomadas medidas contra eles", afirmou o Deutsche Bank numa carta dirigida aos funcionários, que não especifica as sanções nem explica se houve despedimentos. A resposta do Deutsche Bank, é característica ás respostas dadas pela máfia política e financeira, em que a culpa é sempre do mexilhão. Lembram-se aqui há uns anos em que naquele caso dos Hemófilicos e do aluminio na água, em que um bandido político do PSD, ainda mandou uma piada NAZI: "recicla-se os mortos para aproveitar o aluminio..." Que grande canalha. Mas lembram-se que os bandidos depois de nos gastarem um balurdio investigação de abafamento, foram cravar com as culpas no electricista! Só com uma bola presa á perna, picareta na mão e vergalho no lombo que é o que falta a esta bandidagem que destrói a vida de tanta gente.

Veja As Ligações da Máfia Financeira Internacional Moodys Standard Poors Deutsche Bank JP Morgan Ttrilateral Comission  world bank



As Ligações do Banco Alemão Deutsche Bank, Ligações do Banco Alemão, Deutsche Bank, Citigroup, Aasia, Society, American Financial Services, Roundtable

Como é costume acontecer, a culpa é sempre do mexilhãoe Deutsche Bank diz que "nenhum membro da direção, antigo ou no cargo, está envolvido", esclarece a mesma carta. É sempre a mesma filha de putice. Estes ordinários da banca, só á castanhada.

 

Veja outro organigrama das Ligações da Máfia Financeira Internacional Moodys Standard Poors Deutsche Bank JP Morgan Ttrilateral Comission  world bank

As Ligações do Banco Alemão Deutsche Bank, Ligações do Banco Alemão, Deutsche Bank, Citigroup, Aasia, Society, American Financial Services, Roundtable, Máfia Financeira Internacional, Moodys, Standard Poors

 


O escândalo da manipulação das taxas de juro estourou no dia 27 de junho, quando o banco britânico Barclays revelou que iria pagar 360 milhões de euros para pôr fim às investigações dos reguladores britânicos e norte-americanos no caso de manipulação das taxas interbancárias Libor (britânica) e Euribor (europeia).

O escândalo estendeu-se a outros bancos e já levou à abertura de investigações em vários países.

Os reguladores bancários que investigam o escândalo da taxa Libor analisam possíveis vínculos entre os operadores do Barclays e funcionários de outros quatro bancos europeus, noticiou a imprensa britânica na semana passada. A investigação envolve operadores dos bancos franceses Société Générale e Crédit Agricole, do alemão Deutsche Bank e do britânico HSBC, noticia o Financial Times.

O Libor e o Euribor são taxas interbancárias através das quais uma entidade bancária empresta e que repercutem nos valores das mensalidades dos créditos a particulares e empresas.

Como já demonstrámos acima existem ligações intrinsecas entre toda a máfia da banca, e entre esta e a maçonaria, cujos irmãos dispõem de um passaporte maçonico que lhes dá acesso livre trânsito e chaves de câmaras, tribunais, bancos, e inclusivé, acesso asegredos de Estado. Conheça o Universo Secreto da Maçonaria e a Conspiração Maçónica Illuminati.



Esta crise foi provocada pelos bandidos dos bancos, como diz o analista económico financeiro e comentador político Max Keiser "Portugal, Irlanda, Grécia atacados pelos bandidos dos bancos , estão escravos da máquina de terror do FMI. Lembrem-se que o Sócrates sempre recusou o FMI e que foram os bandidos dos bancos que com recurso a chantagem, o obrigaram a chamar o Fundo Monetário da Máfia Internacional que tem lançado operações de carácter militar ás nações, facto que se comprova e observa nitidamente na conversa entre o funcionário do BCE, Vítor Rabaça Gaspar e o seu mentor e chefe, o ministro das finanças alemão Schauble.

Este domínio da Alemanha sobre sobre a União Europeia, remonta aos primórdios da fundação da UE, primeiramente baptizada como Comunidade do Carvão e do Aço. Alguns pormenores sobre o projecto do IV  REICH alemão e os planos NAZIS, são facilmente constactáveis no relatório US SECRET REPORT  EW-Pa 128, outro factor interessante, é através dos Vault Files do FBI, ficarmos a saber que o Hitler fugiu para a Argentina.

A vontade e desejo de dominio e controle mundial, vem de longe, e ainda há bem poucos dias, foi o próprio primeiro ministro do Luxemburgo e presidente do Euro Grupo Jean Claude Juncker a vir a público denunciar que a Alemanha trata Bruxelas como uma filial e os outros países como colónias.

O Império Invisível move-se com os assassinos económicos se encontram bem instalados dentro dos destinos políticos dos Estados . Veja a Carta de Greg Smith, Um Assassino Económico Arrependido. os homens  da banca  e como a banca é uma familia, ligados á Goldman Sachs encontram-se infiltrados nos governos dos países alvo de ataque económico da máquina de guerra do Fundo Monetário Internacional. Conheça o braço direito de Soares dos Santos, o famoso homem Pingo Doce que por na Holanda serem cobrados menos impostos, paga os impostos na Holanda. É assim,tiram-nos a pele para dar a estes bandidos.

O Homem Pingo Doce do Governo S.A., é António Mendo de Castel Branco Borges Santander Goldman Sachs FMI Pingo Doce, o tipo escolhido por Passos coelho para o roubo das privatizações, um homem membro do Clube dos Euro Boys & Girls da Comissão Trilateral. Convém salientar que a política de privatizações, vêm tentando implantar desde há muito, e que a privatização da água foi sub repticiamente implementada em 1997, em que em reunião no Fórum Portugal Global estabeleceram o plano.

Veja o caso flagrante da promoção da desvalorização do valor do trabalho e da pessoa humana, com médicos, enfermeiros e outros profissionais de saúde, com curso superior, a serem pagos a menos de quatro euros por hora. Isto é gravíssimo, visto que este valor, ainda fica abaixo do que leva uma pessoa sem estudos e que faça limpezas. A realidade que temos de encarar é que o DesGoverno, está criando um legião de escravos. Por este andar, mais algum tempo, para limpar escadas, vão exigir curso superior, sendo que todos os que não tenham curso superior, não terão trabalho, ficando condenados ao extermínio, pela fome.

Toda esta política é levada a cabo pelos especialistas em lavagens financeiras, onde o topo da banca controla e se encontra interligada, como vários ramos de uma mesma familia, onde obviamente se encontram juntos, Santander, BCP, Deutsche Bank, Chemical Bank, Citigroup, BES, Barclays, HSBC, e outros... São estes vampiros os que se estão a se governar de Portugal e a promover a miséria dos portugueses, cujo primeiro ministro, é o homem de confiança do BES. É assim como que uma espécie de Beija-Mão de Ricardo Salgado, Passos o homem da Fomentinvest, que tem como principal conselheiro, o maior ladrão de bancos de todos os tempos, amigo da confiança de Cavaco Silva e professor do angolano Passos Coelho, o criminoso Dias Loureiro, um dos grandes responsáveis da fome, miséria e escravidão de que estamos a ser alvo. Por essas e por outras razões, continuam os cada vez mais ruinosos negócios político familiares, entre os usurpadores do Estado e a banca com enorme prejuizo para o contribuinte, como a recente venda do Pavilhão Atlântico ao sempre permanente parceiro Banco Espiríto Santo e ao genro de Cavaco Silva por um valor de 34 Milhões de euros inferior ao custo de construção do edificio. Repare nesta nova vigarice das PPP, Parcerias Passos Privados, entre o Estado e os Bancos, que coloca o contribuinte português responsável pelo empréstimo e fiador desses mesmos bancos no roubo das Parcerias Público Privadas. Aqui fica o modelo de garantia que torna os portugueses fiadores dos bancos.

A criminosa lista das político negociatas familiares entre os que se Governam do Estado e a banca é muito longa. Uma das últimas negociatas do governo a que o Bispo D. Januário Torgal Ferreira chama de Diabos Negros, foi a garantia em que o contribuinte, os doentes, as crianças e reformados pagam os 550 Milhões de que o BES pediu emprestado ao Banco Central Europeu.

Este mesmo governo altamente corrupto, dito pelo Bispo que diz que a obrigação do Bispo, é defender o povo,  tem ao serviço no Ministério das Finanças, uma ladra, especialista em burlas e falsificação de documentos qu roubou a própria sede do PSD Almada.

Convém referir que uma das áreas de influência e que influencia o actual governo, tem a ver com o Clube Amizade Portugal Brasil e o famoso "Dirceu Rouba Hóstia", o D. Corleone do Mensalão, a bem conhecida privataria brasileira, também conhecida como a versão brasileira do padrinho, com deputados apanhados em escândalos de corrupção.

"Este governo leva-nos ao Apocalipse Now da Grécia", declarações do Major General D. Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas.



Importa salientar que com os banqueiros e a Alemanha aos comandos da União Europeia, controlados pelo Grupo de Frankfurt, o Esquadrão de intervenção da Europa de Merkel, e cujo o objectivo de roubar e escravizar. Sucedem-se os avisos e alertas, um deles surgiu em forma de acusação, em que o Ex - Ministro das Finanças alemão, Oskar La Fontaine, acusa Angela Merkel e os Bancos de fazerem guerra ao povo. "encontra-mo-nos a caminho da idade média se não mudar-mos de politicas", este é mais um grito de aviso vindo de Londres. Convém recordar que o pedido de resgate financeiro foi forçado pelos banqueiro que roubam Portugal, que a negociação do resgate foi liderado pelo banqueiro Eduardo Catroga, da Direcção do Banco Financia. Importa salientar que este Catroga já fazia parte da direcção da EDP, antes da sua compra pelos banqueiros portugueses através da operações na China. Por essa altura o Medina Carreira disse que   os bandidos dos bancos lançaram uma operação militar contra Portugal. E ainda, importa saber que os que se estão a governar, ainda, há cerca de 2 meses atráz contrataram o Banqueiro Rotschild e o Polvo Oliver Wyman da Marsh and Mc Lenan- ligado a JP Morgan - rockefeller Chimical Bank - bank One - mood's - Standard and Poors... para  consultores do Governo na ajuda que o contribuintes estão a ser foçados a dar aos bancos.


Pois é meus amigos, foi este mostro que atacou a Islândia, mas lá, o povo não escondeu a cabeça na areia, não viraram o cú pro ar e trabalha aí!!! Não, contrariamente ao que aconteceu cá,  oo valente povo islandês viu a conspiração da máfia financeira internacional fazer a revolução, uma revolução que foi silenciada pelos meios de comunicação social ao serviço dos bancos, na Ilha Farol da Democracia Moderna, não quiseram saber dos remédios dos bandidos dos bancos, premiaram logo os políticos com cadeia, começou imediatamente a recuperar a economia, a Islândia já saiu da crise e é uma economia em crescimento. Enquanto isso, os portugalecos, estão a caminho de uma penúria programada pela elite, com ataques sucessivos aos direitos fundamentais, tal como acontece noutros países já atacados pelos criminosos do FMI.

Repare que sucedem-se os avisos e alertas de que esta é uma política errada, aparecem de pessoa conscientes de varios quadrantes, como foi o caso do recente aviso qu nos chegou da Áustria dizendo que  «Austeridade a mais pode "repetir" o que se passou na Alemanha pré-nazi», Quem o diz é Ewald Nowotny, governador do Banco da Áustria e membro do Banco Central Europeu. Por outro lado, também surgem de todo o lado, propostas constantes para se relaxar o valor do país, em que até a OCDE diz ser necessário ainda mais austeridade e redução de custos do trabalho. Acontece que contrariamente ao que os manipuladores querem fazer crer, o que está em causa, não é reduzir os custos do trabalho para melhorar a economia portuguesa. Não, meus amigos, o que está em causa é diminuir o poder de compra e desmantelar e privatizar a nação. em que até o regime de Estado de Sítio já foi alterado para facilmente instalarem a ditadura.

ACORDA

HÁ QUE PÔR OS LADRÕES NA LINHA E NACIONALIZAR OS BANCOS COM PENHORA DO PREJUIZO QUE TÊM CAUSADO.


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Máfia Portuguesa Maçonaria: Maçons Elite Illuminati Portugal Cria Operação de Charme, Manipulação Mediática, Palestras, Conferências Museu Bernardino Machado Vila Nova de Famalicão



O chefe da seita maçónica illuminati dos conspiradores do GOL (Grão-Mestre da Maçonaria Grande Oriente Lusitano) é o primeiro convidado do ciclo de conferências da conspiração maçónica, intiulada “A Maçonaria em Portugal: do século XVIII ao século XXI”, que tem início a 17 de Fevereiro.

Numa altura em que o tema dos esquemas mafiosos da loja mozart e outros, envolve a seita satânica da Maçonaria illuminati está na ordem do dia, os maçons, em Vila Nova de Famalicão, através do Museu Bernardino Machado, vão iniciar uma grande campanha de charme e maquilhagem debate (decerto paga com dinheiro do contribuinte), que irá reunir actuais e antigos membros da maçonaria, historiadores e investigadores académicos.
O ciclo de conferências espectáculo teatral dedicado ao tema “A Maçonaria em Portugal: do século XVIII ao século XXI” conta com oito debates para iludir o povo, que decorrerão ao longo de todo o ano.



A primeira conferência é no dia 17 de fevereiro e tem como conferencista Fernando Lima, Grão-Mestre da Maçonaria Grande Oriente Lusitano (GOL), que irá abordar o tema a que deram o nome “A Maçonaria: Instituição de Saber ou de Poder?”. A iniciativa de manipulação, conta ainda com a participação de vários responsáveis da Maçonaria portuguesa, investigadores e historiadores. O objectivo da organização que se situa a oriente de Portugal Como podem verificar na imagem abaixo), e que até tem passaporte para abrir as portas aos irmão e dar as chaves aos mestres,  é o de camuflar a origem da Maçonaria, o seu poder e influência na sociedade.

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Maçonaria Passagem do Malhete a Oriente de Lisboa Portugal

Maçonaria Passagem do Malhete Loja Arestides de Sousa Mendes



Passaporte maçon frente

passaporte maçónico - verso


Para além de Fernando Lima está também confirmada a presença de António Reis, professor universitário, político e franco-mação português, que ocupou o cargo de Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano – Maçonaria Portuguesa. O conferencista irá usar de técnicas de manipulação mediática ao abordar o tema “A Maçonaria Hoje”. O professor na Universidade Nova de Lisboa, Fernando Dias, é o convidado da conferência “Organização e Funcionamento: ritos, símbolos e graus”.



Nesta operação de charme e manipulação, o coordenador científico do Museu Bernardino Machado e professor aposentado da Universidade do Minho, Norberto Cunha (outro maçon), irá falar sobre “Maçonaria nas Luzes, em Portugal”, enquanto o ex-diretor do Museu Maçónico Português, António Lopes, aborda a temática da “Maçonaria em Portugal no século XIX”. O historiador António Ventura que publicou no ano passado “Os Constituintes de 1911 e a Maçonaria” trará o tema ”A Maçonaria na I República e no Estado Novo”.



Seria útil que alguém da zona se munisse de uma câmara e fosse documentar o evento, onde se vái encontrar a nata maçónica e onde fácilmente poderão ser identificados..





A frase do dia, ano, século... dita por Barra da Costa, um respeitável cidadão:  "Portugal é hoje um paraízo criminal onde alguns inocentes imbecis se levantam para ir trabalhar, recebendo por isso dinheiro que depois lhes é roubado pelos criminosos e ajuda a pagar os illuminados que bolsam certas leis."



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Máfia Portuguesa: Investigação Universo Secreto Maçonaria, Maçons, GLLP GLRP GOL Politicos, Ministros, Diplomatas Espiões, Serviços Secretos, PS, PSD, CDS



“INVESTIGAÇÃO” o universo secreto da maçonaria

AS LIGAÇÕES PODEROSAS DA ORGANIZAÇÃO QUE NÃO QUER APARECER

A MAÇONARIA POR DENTRO

São militantes do PS, do PSD e do CDS; são ministros, diplomatas e elementos dos serviços secretos.

A SÁBADO teve acesso a informações e documentos internos que mostram onde estão os maçons em Portugal, o que controlam e alguns dos rituais menos secretos que são obrigados a seguir.

Para perceber como vive a organização mais misteriosa da sociedade e quais as suas ligações ao poder.

Por António José Vilela e Fernando Esteves

De venda negra a cobrir os olhos, com a perna esquerda das calças arregaçada e uma parte do peito completamente à mostra, aquele que ainda hoje é um dos homens mais influentes de Portugal conseguia apenas distinguir sons, vozes e instruções dadas pelo venerável mestre da loja maçónica a que estava prestes a aderir como maçon aprendiz. Na derradeira prova antes de poder ser um membro de pleno direito do Grande Oriente Lusitano (GOL), fizeram-no dar três voltas completas, de olhos vendados, ao templo maçónico - todas elas com um significado simbólico (ver infografia). Sempre acompanhado pelo mestre de cerimónias, o homem que se certifica de que o ritual é escrupulosamente cumprido, superou o teste. Pelo caminho, teve de ouvir barulhos de espadas a bater no chão e mulheres a bater nas madeiras  e teve de sentir o calor do fogo e a temperatura fria da água. Já com os percursos feitos sempre da esquerda para a direita da loja; que é como quem diz das trevas para a luz -, mas ainda de olhos vendados, foi conduzido ao altar. Estava na altura de finalmente ser iluminado pela figura do venerável. Ao cair da venda, veria a luz.



Viu mais do que isso: um conjunto de homens com aventais de cores e disposições variadas, alinhados como numa parada militar. À sua frente, o líder da loja levantou uma espada que atravessava o testamento maçónico que escrevera antes de entrar na loja, numa câmara escura e sombria, com caveiras humanas desenhadas nas paredes. Nesse pedaço de papel registara as suas últimas reflexões profanas, que começavam agora a ser despedaçadas pelas chamas. Jorge Coelho - um dos mais influentes militantes da história do Partido Socialista estava a entrar num mundo desconhecido da maior parte dos portugueses: - o universo secreto da maçonaria.



ANTES DELE - QUE CHEGOU ao GOL há pelo menos seis anos, durante o grãomestrado de Eugénio de Oliveira (1996 / 02) -, muitas outras figuras influentes da sociedade portuguesa passaram pelo ritual iniciático. Entre elas, Almeida Santos (ex-presidente da Assembleia da República), António Vitorino (antigo ministro socialista da Defesa e excomissário europeu), João Soares (ex-presidente da Câmara Municipal de Lisboa), João Cravinho (ex-ministro das Obras Públicas e actual administrador do Banco Europeu para a Reconstrução e Desenvolvimento), Ricardo Sá Fernandes (advogado e ex-secretário de Estado dos Assuntos Fiscais), Maldonado Gonelha (administrador da Caixa Geral de Depósitos e exministro da Saúde), Isaltino Morais (presidente da Câmara Municipal de Oeiras) e António de Sousa Lara (ex-subsecretário de Estado da Cultura de um governo de Cavaco Silva e professor, que acabou envolvido no escândalo da Universidade Moderna). Esta é uma curta lista entre milhares de nomes, divididos por várias obediências - as mais representativas são o Grande Oriente Lusitano (GOL), liderado pelo ex-deputado sodalista António Reis, e a Grande Loja Regular de Portugal (GLRP), dirigida pelo escritor Mário Martin Guia - que se movem em todos os sectores de actividade. É a acção conjunta destes homens, que se reúnem entre as paredes discretas dos templos maçónicos, repletos de símbolos e artefactos, que forma o designado "lóbi maçónico".



O último episódio demonstrativo da proximidade entre a maçonaria e o poder surgiu na mais recente remodelação governamental. António Costa saiu para ser candidato à Câmara Municipal de Lisboa e, para seu sucessor na pasta da Administração Interna, foi designado Rui Pereira, que hoje é visto como um dos nomes mais fortes do GOL. Fez parte da Loja Convergência, liderada por Luís Nunes de Almeida, o ex-presidente do Tribunal Constitucional (TC) falecido em 2004 e em cujo funeral maçons de várias lojas e obediências fizeram - sem o conhecimento do prior Horácio Correia, responsável pela Basílica da Estrela – uma cadeia de união (ritual maçónico em que todos dão as mãos e proferem as últimas palavras de homenagem ao morto). O acto decorreu discretamente na casa mortuária, longe dos olhos de elementos não maçons, os "profanos".

Frequentador assíduo destas e de outras reuniões maçónicas, Rui Pereira dividiu ultimamente tarefas entre a visível coordenação da Unidade de Missão para a Reforma Penal e a presidência-sombra do Supremo Tribunal Maçónico, que acabou por abandonar, segundo fontes do GOL, quando foi há poucos meses escolhido pelo PS para integrar o Tribunal Constitucional.

Hoje faz parte da Loja Luís Nunes de Almeida - criada em homenagem ao jurista falecido após a cisão registada na Loja Convergência, que continuou a ter, entre outros membros, Luís Fontoura, social-democrata e ex-secretário de Estado da Cooperação dos governos de Balsemão, e Abel Pinheiro, administrador da Grão-Pará e o ex-homem-forte das finanças do CDS, arguido no processo judicial Portucale. Contactado pela SÁBADO, Abel Pinheiro assume uma ligação de mais de 20 anos à maçonaria, considerando que esta “não tem qualquer espécie de poder”.

SE NÃO TEM PODER oficialmente, pelo menos está "representado" em vários órgãos de poder. Rui Pereira, o actual ministro da Administração Interna, já foi director, entre 1997 e 2000, do Serviço de Informações de Segurança (SIS) e mantém desde então relações próximas com o mundo da espionagem portuguesa. Rui Pereira - que não quis falar com a SÁBADO sobre a sua ligação à maçonaria - é também olhado como uma ponte entre o GOL e a GLRP [Grande Loja Regular de Portugal], através do seu grande amigo José Manuel Anes. Além de ser hoje grão-mestre honorário da GLRP, Anes é director da revista maçónica Aprendiz e da publicação Segurança e Defesa, lançada em Outubro de 2006 pela editora Diário de Bordo, e onde escrevem vários elementos ligados aos serviços secretos.

Os membros da maçonaria têm marcado presença na definição das opções do País, em especial junto de governos socialistas. Há áreas em que os maçons actuaram desde sempre, como a administração interna e os serviços de informações, e outras em que a sua influência é grande. Os governos de António Guterres são um exemplo claro. Jorge Coelho, enquanto ministro da Administração Interna, teve como secretário de Estado Armando Vara - outro maçom, que hoje é administrador da Caixa Geral de Depósitos, nomeado pelo Governo.

No exercício das suas competências, Coelho nomeou em 1997, para dirigir o SIS, Rui Pereira, que acabou por sair três anos depois para ocupar o cargo de secretário de Estado da Administração Interna. Jorge Coelho - que não quis falar à SÁBADO de maçonaria ("Nunca falei disso com ninguém, mas vou ter muito gosto em ler o artigo") - já então tinha trocado a pasta da Administração Interna pela do Equipamento Social e Rui Pereira ficou sob a alçada de Alberto Costa, hoje ministro da Justiça e que desmentiu à SÁBADO qualquer ligação à maçonaria. NESSE MESMO GOVERNO, em 2000, Fausto Correia, outro histórico do Grande Oriente Lusitano, ocupou o cargo de secretário de Estado adjunto do ministro de Estado, o seu amigo e "irmão" Jorge Coelho. Noutra área, a dos Assuntos Fiscais, estava o advogado de Carlos Cruz no processo Casa Pia, Ricardo Sá Fernandes, também ele membro do GOL. Mas a presença dos maçons no executivo de António Guterres não pára aqui.

Na área da Habitação estava Leonor Coutinho, há muito mestre na Grande Loja Feminina de Portugal. O secretário de Estado da Saúde era José Miguel Boquinhas (maçom e amigo de Jorge Coelho, de quem passou a ser sócio numa clínica de exames laboratoriais, a Fisiocontrol), que chegou a candidatar-se, há cerca de três anos, a bastonário da Ordem dos Médicos com fortes apoios de médicos (até sindicalistas) maçons.

Acabou por perder para Pedro Nunes, o actual bastonário, que por sua vez sucedeu a Germano de Sousa, outro elemento do GOL. Também Rui Cunha, um maçom do GOL recentemente nomeado pelo Governo para provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, foi secretário de Estado adjunto do ministro do Trabalho e da Solidariedade. Ainda no mesmo Executivo, Armando Vara, depois de ter desempenhado as funções de secretário de Estado da Administração Interna, foi nomeado ministro da Juventude e do Desporto. Carlos Zorrinho, que era na altura secretário de Estado adjunto do ministro da Administração Interna, entrou há pouco para o GOL.

Segunda-feira, 18h30, Janeiro de 2007. Dois homens de fato escuro e gravata saem do n.º 17 da Rua João Saraiva, em Alvalade, e atravessam apressadamente a estrada neste fim de tarde já escuro. Dirigem-se a uma carrinha cinzenta Citroën C5. Abrem a mala, retiram aquilo que parecem roupas dobradas e uma maleta de cabedal preto, com pequenas rodas, que um deles arrasta pelo chão.

Num instante, já estão a regressar ao edifício, mas ainda falta cerca de meia hora para a reunião da Loja Mercúrio, talvez a mais secreta da maçonaria regular portuguesa. À medida que o tempo vai passando, começam a chegar os carros. Um BMW 520i segue devagar, o motorista leva-o algumas dezenas de metros adiante, dobra a esquina e estaciona. Jorge Silva Carvalho, o chefe de gabinete que o secretário-geral do SIRP (Serviço de Informações da República Portuguesa) requisitou ao SIS, sai do banco traseiro, ajeita o fato azul-escuro e põe-se calmamente a caminho, deixando para trás o carro que é propriedade da secreta militar e que, desde 2002, foi cedido ao gabinete do director do SIRP, Júlio Pereira.

Quase no mesmo instante, mas do outro lado da rua, o motorista de um BMW propriedade da Câmara Municipal de Oeiras estaciona e um homem sai apressado em direcção ao edifício degradado. É Isaltino Morais, que se junta a Emanuel Martins, líder do PS de Oeiras e um dos 17 maçons presentes na reunião de irmãos que se vai prolongar por mais de duas horas. Emanuel Martins tem sido o principal responsável pelo facto de Isaltino Morais ainda não ter caído da presidência da câmara: contra todas as expectativas, o líder da oposição tem vindo a manifestar solidariedade para com o autarca e seu "irmão", acusado pelo Ministério Público dos crimes de corrupção, branqueamento de capitais e abuso de poder.

Questionado pela SÁBADO sobre o assunto, Isaltino Morais não quis falar. Por essa altura, já outros carros topo de gama procuram estacionamento. Alguns estão a coberto do anonimato assegurado pelos registos - uns são Mercedes em leasing, outros são Audis registados em nome de empresas. Outros nem tanto, como são o caso de um Citroën C5 azul guiado por Paulo Miranda, o homem que foi vice-presidente do Conselho Nacional do CDS, ou o Opel Vectra que é propriedade do ex-reitor da Universidade Moderna, Britaldo Rodrigues.

Hoje é dia de iniciações de aprendizes, gente que vai entrar nos segredos da maçonaria. Um homem de cerca de 50 anos parece perdido. Olha para os edifícios em redor, agarra no telemóvel e obtém a confirmação do número da porta. Lá dentro, no andar superior ao corredor dos Passos Perdidos (onde são afixados os nomes de quem está em vias de ser iniciado), José Moreno, o social-democrata subdirector do Gabinete de Planeamento do Ministério das Finanças, e Paulo Noguês, especialista em marketing político e institucional, estão a postos para iniciar os rituais secretos da Grande Loja Regular de Portugal, que serão inevitavelmente seguidos de um ágape, uma espécie de convívio de homenagem aos recém-admitidos.

OS NOVOS “IRMÃOS” terão aí a oportunidade de, pela primeira vez, tomar contacto com a linguagem codificada da instituição: obedecendo às instruções dos mestres (o grau máximo que se pode atingir numa loja maçónica), pegam num "canhão" (copo), "carregam-no" (enchem-no) de "pólvora forte branca" (vinho branco) ou, em alternativa, de "pólvora forte vermelha"ite  (vinho tinto) ou de "pólvora explosiva" (champanhe); "alinham" (colocam os copos em linha) e "fazem fogo" (bebem).

A bebida é frequentemente acompanhada de "materiais" (comida). Há quem opte por colocá-los na "telha" (prato), agarrando na "trolha" (colher) ou no "tridente" (garfo), para de seguida "demolir os materiais" (mastigar). Para que o ambiente permaneça descontraído, é possível experimentar "pólvora do Líbano" (tabaco) ou "fazer fogo" com "pólvora fulminante" (licor). Normalmente este ritual tem lugar na sede da própria obediência, mas o edifício degradado em que funciona a maçonaria regular, situado em Alvalade, não é propício a grandes convívios. Resultado: os "irmãos" preferem carregar a simbologia para o restaurante mais próximo, onde discretamente convivem ao jantar. Como aconteceu nessa noite.

A GLRP é uma verdadeira salada de frutas de políticos. Reúne socialistas e monárquicas, sociais-democratas e centristas (CDS-PP). Todos se dizem homens bons à procura do aperfeiçoamento individual e da humanidade, mas poucos se questionam sobre alguns dos episódios polémicos daquela obediência em Portugal, como o da estratégia montada durante largos meses pela direcção da Grande Loja para conseguir uma nova sede - um palacete situado em pleno Príncipe Real, em Lisboa - cedida pelo ex-presidente da Câmara de Lisboa, Carmona Rodrigues.

Para "seduzir" o agora recandidato, a GLRP até lhe atribuiu uma importante condecoração maçónica, a grã-cruz da Ordem Honorífica Gomes Freire de Andrade. A divulgação do caso pela SÁBADO, em Abril, levou o vereador do Bloco de Esquerda, José Sá Fernandes, a fazer um requerimento para saber exactamente o que tinha sido acordado.

Nunca  obteve resposta, mas, ao que tudo indica, o palacete vai mesmo chegar às mãos da GLRP. De resto, o universo da autarquia lisboeta é um autêntico caldeirão maçónico. A SÁBADO sabe que o antigo chefe de gabinete de Carmona Rodrigues, Cal Gonçalves, é maçom.

O mesmo sucede com vários membros da oposição no PS Lisboa, como Rui Paulo Figueiredo, que pertence à Loja Mercúrio, ou Miguel Coelho, líder da distrital do partido, Dias Baptista, líder do PS na autarquia, ou ainda Rosa do Egipto (recém-nomeado administrador da EPUL), Arnaldo João (advogado e ex-EPUL) e Gonçalo Velho (PS de Carnide).

Em declarações à SÁBADO, José Manuel Anes afirma que ainda não acredita que o negócio em causa estivesse em marcha: "Estou profundamente triste pelo que li na vossa revista. Fiquei de boca aberta. A minha sensibilidade maçónica ficou ofendida". Nandim de Carvalho, ex-grão-mestre da GLRP, não percebe Anes: "Isso não tem ponta por onde se lhe pegue. É uma declaração ininteligível." E Nandim de Carvalho não fica incomodado com o secretismo com que toda a operação estava a ser planeada.

SEGUNDO DOCUMENTOS a que a SÁBADO teve acesso, também já houve comendas atribuídas aos presidentes das Câmaras de Setúbal e Palmela, respectivamente, Carlos Sousa e Ana Teresa Vicente. As autarquias são outro dos sectores onde a maçonaria também tenta ter uma presença forte.

Em Maio e Junho de 2001, o GOL organizou a exposição Maçonaria na Figueira, realizada no museu camarário. Em documentos internos da organização que a SÁBADO consultou, é destacado o "empenho e o profissionalismo" de diversas pessoas.

Entre elas, o então vereador social-democrata Miguel Almeida. Melhor, o "irmão" Miguel Almeida, que seria braço-direito de Santana Lopes na Câmara de Lisboa, e que por diversas vezes o aconselhou a visitar o GOL e a subsidiar vários eventos da instituição. À SÁBADO, o actual deputado sublinha que não lhe repugna que os membros da instituição procurem ajudá-la.

"Se for para defender os valores da casa, não acho mal, pelo contrário", afirma.

Será apenas coincidência, mas os maçons estão sempre a encontrar-se nas autarquias. Ainda nas últimas eleições, depois de Manuel Maria Carrilho ter feito uma manobra de antecipação, anunciando a disponibilidade para ser candidato do PS a Lisboa, João Soares, expresidente da Câmara, resignou-se ao facto de ter de se candidatar à liderança de outra cidade. Acabou por conseguir ser a aposta do PS a Sintra.

O coordenador autárquico do partido era o seu "irmão" Jorge Coelho. Uma curiosidade: João Soares é um maçom sui generis. Na sua loja recusa-se terminantemente a usar o tradicional avental, por considerar que é "abichanado". Em declarações à SÁBADO, João Soares confirma: "Uso avental em casa, não sou pessoa de grandes rituais. Estou lá pelo espírito republicano e laico da organização".

Um espírito que é defendido intransigentemente pelo grão-mestre António Reis. "Não telecomandamos pessoas ou grupos. Faço uma distinção total entre a espiritualidade ética e laica e os grupos de pressão que não somos", diz. Vítor Ramalho, deputado do PS e maçom assumido, tem mais dúvidas. "Vejo com grande criticismo a entrada de certas pessoas e houve um período em que a maçonaria abriu as portas de forma menos avisada", refere.

Resumindo: todos terão a consciência de que para manter o espírito puro é necessário muito esforço interno. Se não, veja-se a declaração de princípios da lista encabeçada em 2002 por António Arnaut, na qual se mencionava a corrupção e o compadrio nos partidos políticos, defendendo-se até a existência de um "novo tipo de prática maçónica" que levasse os "irmãos" para longe das disputas partidárias, tanto mais que os partidos, "que deviam ser intérpretes do interesse nacional e escolas de civismo", se transformaram em "máquinas de conquista de poder e agendas de emprego".

O diagnóstico era, portanto, desanimador. "A corrupção alastra, o compadrio substitui o mérito, o interesse material oblitera o dever de servir a comunidade", dizia o documento, apontando outros potenciais culpados: "São as multinacionais que inspiram certas leis e são os canais de televisão que ditam as regras, criam factos políticos e impõem a obscenidade."

EM 1998, Fernando Negrão, o actual candidato do PSD à Câmara de Lisboa, que era então director da Polícia Judiciária, afirmou ao jornal Expresso que a maçonaria "com certeza democratizará a sua visibilidade". Inquirido pelo mesmo jornal, Jorge Coelho, que era ministro da Administração Interna, disse que não faria sentido uma investigação sobre quem é quem na maçonaria portuguesa porque a época das perseguições já passara. O ponto de vista do exdirigente socialista parece ter vingado: na discussão que decorreu no ano passado no Parlamento, os deputados esclareceram muito bem quais seriam as novas regras do registo público de interesses a vigorar a partir de 2009. De fora ficaram, por proposta do PS e com a abstenção de toda a oposição, as ligações à maçonaria.

O desejo de secretismo sobre os membros da instituição vem de longe e mantém-se até hoje. Até para se reconhecerem em público os maçons utilizam códigos. Um exemplo: dois "irmãos" estão a falar em público sobre um qualquer assunto da loja a que pertencem. Um deles percebe que há um "profano" que se aproxima. Para avisar o interlocutor, diz a seguinte frase: "Está a chover." Outro ainda: um membro desconfia, mas não tem a certeza, de que uma pessoa que se prepara para conhecer é maçom. Para o confirmar, ao cumprimentá-la dá-lhe três toques com o polegar. Se houver resposta igual, é um "irmão". Outra forma de se reconhecerem: num jantar de grupo, um maçom pensa estar frente a outro maçom, embora não esteja certo disso.

Para o saber, olha para ele enquanto coloca a pala da mão aberta sobre o próprio pescoço. Se a resposta for semelhante, o mistério está desfeito. ANTÓNIO ARNAUT - que, em 1978, enquanto ministro dos Assuntos Sociais, protagonizou um dos episódios mais sintomáticos da influência da maçonaria na sociedade civil, ao colocar em discussão o projecto de lei que criaria o Serviço Nacional de Saúde primeiro na sua loja maçónica e só depois no Parlamento - desempenhou um papel importante na relativa abertura da instituição.

Ao contrário do que sucedeu com o seu antecessor - o coronel Eugénio de Oliveira, que usava o nome simbólico de Gandhi na Loja O Futuro, onde Afonso Costa (chefe de alguns Governos durante a I República) também esteve - o grão-mestre defendeu maior divulgação da natureza e dos princípios do GOL. Foi por isso que abriu as portas do palacete situado no Bairro Alto, em Lisboa, a personalidades como Jorge Sampaio, D. Duarte, Pedro Santana Lopes ou Jaime Gama, que na altura declarou que era o primeiro presidente da Assembleia da República não maçom de Portugal. Não era. O seu antecessor, Mota Amaral, pertence, de facto, a uma organização igualmente discreta, mas com outro nome - a católica Opus Dei.

Em diversos documentos do GOL e da GLRP a que a SÁBADO teve acesso são feitas referências a encontros com o poder político e económico, muitos deles secretos: "Há que destacar também a recepção pelo grão-mestre do GOL de dirigentes de partidos políticos, embaixadores creditados em Portugal (...)", pode ler-se numa comunicação interna do GOL, que, ao contrário do que acontece com a GLRP, não revela nomes "profanos" nos seus documentos, optando, por uma questão de segurança, pela utilização de nomes simbólicos (todos os maçons têm um) ou, no caso de se tratar de representantes institucionais exteriores ao GOL, pela inscrição das iniciais dos seus nomes.

A maçonaria está por todo o lado. Para intervir activamente na sociedade civil, cria as chamadas instituições para-maçónicas. Entidades como a Academia das Ciências de Lisboa, a Universidade Livre, os Pupilos do Exército, a Voz do Operário, a editora Hugin ou o Montepio Geral foram pensadas primeiro em lojas maçónicas e só depois lançadas na sociedade civil, normalmente com maçons na sua direcção.

Foi isso que aconteceu também com a Universidade Moderna. Um professor maçom que esteve ligado ao projecto desde o início garante que a ideia foi desenvolvida na maçonaria. "O José Júlio Gonçalves e o Oliveira Marques [historiador que morreu recentemente] estavam em conflito porque os dois queriam ser reitores", afirma. "Nessa altura, a ideia era chamar-lhe Europa, mas um dia o José Júlio, que era quem tinha arranjado forma de viabilizar o projecto, perdeu a paciência e disse ao Oliveira Marques para fazer a sua própria universidade.

Foi quando criou a Moderna." A versão é contestada por Nandim de Carvalho, fundador e primeiro presidente da Assembleia Geral da Universidade, que garante que Oliveira Marques "não teve participação" na ideia.

O projecto acabaria por dar origem a um dos maiores escândalos políticos dos últimos 20 anos, envolvendo a maçonaria, sobretudo da GLRP. E também a de alguns políticos, como Paulo Portas, que foi o primeiro gestor da empresa de sondagens da universidade, a Amostra, e que conduzia um Jaguar da Moderna, ou Santana Lopes, que também geriu a Amostra e que tinha ao serviço um Mercedes Classe A - carros disponibilizados por José Braga Gonçalves, administrador da universidade, filho de José Júlio Gonçalves e membro da maçonaria da Casa do Sino.

“OS PERSONAGENAGENS” AS LIGAÇÕES PODEROSAS DA ORGANIZAÇÃO QUE NÃO QUER APARECER

“A MAÇONARIA POR DENTRO” Estrutura dirigente da GLRP

Mário Martins Guia  - Grão-mestre / Norton de Matos -----    José Moreno  -  Vice-grão-mestre / Mercúrio

Júlio Meirinhos - Vice-grão-mestre / Rigor  -     -   Paulo Noguês - Assistente de grão-mestre / Brasília

Luís Lopes - Assistente de grão-mestre / Marquês de Pombal    -    -    R. LeIé - Assistente vice-grão-mestre moreno I Mestre

Afonso Domingues - A. Rente   -  Assistente vice-grão-mestre meirinhos / Egitânia  -      -    José Coelho Antunes - Grande secretário I

 Norton de Matos -  I. Fonseca Vice-grande secretário / Norton de Matos -      -    Manuel Martins da Costa - Assistente de / grande secretário / Marquês de Pombal

Mário Gil Damião da Silva - Assistente de grande secretário I Norton de Matos  -     -   J. A. Ferreira -  Grande correio-mor / Estrela do Manhã

Alcides Guimarães - Primeiro grande vigilante / Rei Salomão   -    -     L Homem - Segunda grande vigilante / Conímbriga

Augusto Castro - Vice-primeiro grande vigilante / Anderson   -      -    R. Cruz - Vice-segundo grande vigilante / Portus Calle

Francisco Queiroz - Grande capelão / Teixeira de Pascoaes   -                  -   Benito Martinez - Vice-gronde capelão / Quinto Império

Mário Máximo - Grande orador / Nova Avalon  -     -   H. Veiga - Vice-grande orador / Bispo Alves Martins

Vítor Gabão Veiga - Grande hospitaleiro e esmoler / Soliditas   -      -   António Vicente - Grande arquivista e bibliotecário I Harmonia

Arnaldo Matos - Grande porta-estandarte / Miramar    -     -   Manuel Cabido Mota - Grande superintendente e guardião do templo / Harmonia

Luís Honrado Ramos - Grande mestre de cerimónias / Almeida Garrett  -   -   Miguel Cardina - Primeiro grande experto / Mestre Afonso Domingues

Luís Pombo - Segunda grande experto / Miramar     -    -   Esmeraldo Mateus Vivas - Segundo grande experto / Marquês de Pombal

Manuel Pinto - Grande organista / Porto do Graal  -   -    Nuno Jordão - Grande porta-espada I Nova luz  -   -   J. Ruah - Grande inspector I Mestre Afonso Domingues

João Oliveira e Silva - Grande inspector I Fernando Pessoa   -     -   Edgar Gencsi - Grande inspector I Miramar

Manuel Sacavém - Grande inspector / Lusitânia   Nuno Silva - Vice-grande inspector / Fernando Pessoa

José Fernando d’AIte - Vice-grande inspector / Almeida Garrett      -       -   G. Ribeiro - Vice-grande inspector I Aristides Sousa Mendes

Manuel Tavares Oliveira - Vice-grande inspector / Anderson    ----     ----   José Oliveira Costa - Assistente grande inspector / Bispo Alves Martins

Armando Anacleto - Assistente grande inspector / Egitânia   -   -   António Delfim Oliveira Marques - Assistente grande inspector / Egas Moniz

Jorge Vilela Carvalho - Assistente grande inspector I Astrolábio    -      -  Paulo Albuquerque - Assistente grande inspector / Lusitânia

Membros do governo e deputados

Nomes que são da maçonaria ou, em algum momento, foram membros:

Rui Pereira (actual ministro da Administração Interna e ex-director dos serviços secretos)

António Castro Guerra (actual secretário de Estado adjunto, da Indústria e Inovação)

António Arnaut (ex-ministro socialista) Jorge Coelho (ex-ministro socialista)

António Vitorino (ex-rninistro socialista, entretanto expulso do GOL)

Isaltino Morais (ex-ministro social-democrata e actual presidente da Câmara de Oeiras)

Almeida Santos (ex-ministro e ex-presidente do Parlamento)

João Cravinho (ex-ministro socialista)

Armando Vara (ex-ministro PS e actual administrador da CGD)

Rui Gomes da Silva (deputado e ex-ministro do PSD)

Carlos Zorrinho (ex-secretário de Estado PS e coordenador do Plano Tecnológico)

Fausto Correia (eurodeputado e ex-secretário de Estado socialista)

Juristas, diplomatas e espiões

António Lamego (advogado)

António Pinto Pereira (advogado)

José António Barreiras (advogado)

Diamantino Lopes (ex-vice-bastonário da Ordem dos Advogados)

Rodrigo Santiago (advogado)

Nuno Godinho Matos (advogado)

Guerra da Mata (advogado)

Miguel Cardina (advogado)

Manuel Pinto (advogado)

Luís Moitinho de Oliveira (advogado)

Ricardo Sá Fernandes (advogado e ex-secretário de Estado dos Assuntos Fiscais do PS)

Ricardo da Velha (desembargador jubilado e exparticipante no programa televisivo O Juiz Decide)

Jorge Silva Carvalho (chefe de gabinete de Júlio Pereira, director do Serviço de Informações da República Portuguesa)

José Manuel Anes (director da revista Segurança e Defesa)

José Fernandes Fafe (diplomata)

Fernando Reino (diplomata jubilado)

Gestores, médicos e militares

Abel Pinheiro (administrador da Grão-Pará)

Maldonado Gonelha (administrador da Caixa Geral de Depósitos e ex-ministro da Saúde socialista)

Fernando Lima Valadas (gestor da construtora Abrantina)

Amadeu Paiva (administrador da Unicre)

Carlos Monjardino (presidente da Fundação Oriente)

José Miguel Boquinhas (médico, presidente do conselho de administração do Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental e ex-secretário de Estado socialista)

Germano de Sousa (ex-bastonárioda Ordem dos Médicos)

Cipriano Justo (médico e sindicalista)

Jacinto Simões (médico e ex-director do Hospital de Santa Cruz)

Santinho Cunha (médico legista)

Vasco Lourenço (militar de Abril)

Palma lnácio (ex-resistente antifascista)

Professores, arquitectos, escritores, músicos e outros

José Júlio Gonçalves (ex-reitor da Universidade Moderna)

António de Sousa Lara (professor e exsubsecretário de Estado da Cultura socialdemocrata)

Lemos de Sousa (professor catedrático)

Jorge de Sá (professor e director da empresa de sondagens Aximage)

Fernando Condesso (professor)

José Manuel Fava (arquitecto e ex-sogro de José Sócrates)

Troufa Real (arquitecto)

José Jorge Letria (escritor)

Mário Zambujal (escritor)

José Fanha (escritor)

Fausto (cantor)

Carlos Alberto Moniz (cantor)

José Nuno Martins (apresentador)

Nicolau Breyner (actor)

Moita Flores (argumentista e presidente da Câmara Municipal de Santarém)

Henrique Monteiro (director do jornal Expresso)

João Proença (secretário-geral da UGT)

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Máfia Internacionnal: Maçons Membros Loja Mozart e Latinas Devem Obdiência á Maçonaria Romena



Os Maçons portugueses aterrorizados, até Vasco Lourenço já veio muito aflito dizer que não é da loja Mozart, como querendo passar a ideia que nesta Loja é que estsão os maus maçons. A verdade é que todas as lojas maçónicas, obedecem ao mesmo rito, o rito escocês antigo, dentro da trama da conspiração Ordo templis Orientis, Ordem do Templo do Oriente, O.T.O., da seita dos Illuminati.

Maçons em fuga da Loja Mozart

Grande parte dos maçons que integravam a loja Mozart 49, e que têm sido referidos na imprensa, saíram nos últimos tempos para outras lojas da mesma obediência, a Grande Loja Legal de Portugal. Obviamente que as saídas se devem-se ao escândalo gerado na Mozart e aos casos de repercussão pública em que esta surgiu envolvida.
Segundo o SOL, neste momento, a loja resume-se aos 'irmãos' da Ongoing (liderados por Nuno Vasconcelos) e a alguns elementos ligados às 'secretas' – como Jorge Silva Carvalho, ex-director do Serviço de Informações Estratégicas de Defesa (SIED), e João Paulo Alfaro, ex-agente dos serviços secretos. Ambos passaram, entretanto, a trabalhar também na Ongoing.

A Mozart 49 conta ainda com o Coronel Francisco Rodrigues (director do departamento das secretas e ex-venerável da loja), Luís Montenegro (líder parlamentar do PSD), Francisco Martins (chefe de gabinete do secretário de Estado da Presidência, Marques Guedes) e Nuno Manalvo (ex-chefe de gabinete de Isaltino Morais na Câmara de Oeiras).



As saídas da Mozart – que caiu em desgraça por se ter descoberto a trama, por ser um local de tráfico de influências – têm sido muitas. Sebastião Herédia, por exemplo, cunhado de D. Duarte e que iniciou Nuno Vasconcelos na maçonaria, está agora na loja Abade Correia da Serra. Trata-se de uma loja mais recente para onde saiu também Luís Carrilho (comandante da Polícia em Timor), Armindo Monteiro (vice-presidente da CIP), o general Francisco José Cordeiro (da Indústria de Desmilitarização e Defesa) e Paulo Noguês, que a fundou.

A Manuela Moura Guedes escreve hoje na crónica do Correio da Manhã

Quarto Poder

A Irmandade

Até podem ser pessoas que nunca brincaram em pequeninos, só que a brincadeira é levada muito a sério

Em miúda, tive alguns clubes secretos. Os ‘Camisolas Grenat’ (facilmente identificáveis) reuniam-se com palavra-passe de entrada, juramentos de sangue e tesouros escondidos, defendidos a espada, fisga ou a punho e pontapé. Foi muito divertido e salutar, mas este gosto pelo secreto e rituais tem uma fase própria na vida, de crescimento, infantil, e deve ficar por aí.

A menos que não se viva numa Democracia e que a Liberdade de expressão, associação ou reunião seja proibida. Em Democracia, não faz sentido haver sociedades secretas como a Maçonaria. Os maçons até podem ser pessoas que não brincaram em pequeninos, só que a brincadeira é levada muito a sério e mistura-se com o mundo real. Dão-se muito bem na vida, de uma forma geral. Não sei se é apenas coincidência ou se tem a ver com a fraternidade que os une e os faz ajudarem--se mutuamente nas áreas a que cada um se dedica cá fora – na Sociedade que a Maçonaria quer "mais livre, mais justa e igualitária", mas com hierarquias, graus e com dever de obediência, tal como a Irmandade funciona em secretismo. Imagine que um juiz maçon tem para julgar um arguido maçon de um grau superior.

Pede escusa? Alguma vez aconteceu? Sabe-se quem são os juízes maçons? E é compatível a independência da magistratura com esta lógica de obediência maçónica? Isto estende-se a toda a área da Justiça e a quem ocupa lugares públicos ou relevantes. Imagine um ministro maçon decidir sobre uma Parceria PP com um empresário maçon de grau superior... É estranho que quem quer o "desenvolvimento espiritual do homem" faça disso um segredo, porque é enternecedor saber que isso junta Miguel Relvas, Jorge Coelho, Abel Pinheiro, Isaltino Morais, Emídio Rangel, Rui Gomes da Silva, Almeida Ribeiro (ex-espião e assessor de Sócrates), Heitor Roma (ex-espião), António Vitorino, Henrique Monteiro (‘Expresso’), Armando Vara... alguns são maçons dessa grande loja Universalis que reúne empresários, políticos e, como na Mozart, ex-Secretas. Com tão altos desígnios, vamos dar-lhes a Luz que procuram e fazê-los declarar, como interesse, a sua dedicação maçónica. Talvez assim se livrem da fama de que a Maçonaria serve para ter poder, muito poder e dinheiro... e dar-se bem na vida!

in Correio da Manhã, Quarto Poder,
Manuela Moura Guedes




Esta corja maçónica desta maldita Loja Mozart deve obdiência á maçonaria Romena, á qual devem obdiência as lojas Lusas dos países latinos identificaveis nas imagens abaixo.
visto que:


O QUE É QUE ESTES GAJOS ESTÃO A PREPARAR PARA A LUSOFONIA?



APMR expande suas atividades em países da Comunidade Lusófona
"A importância da Comunidade Lusófona é muito grande para nós", disse hoje o Secretário-Geral da APMR. Em 20 de novembro de 2011 a Secretaria-Geral da Agência de Imprensa Maçônica da Romênia decidiu relançar o Jornal Maçônico (primeiro membro, com APMR, que levou à fundação do Grupo de Imprensa Maçônica da Roménia, em agosto de 2009).

"Para a APMR é uma alegria para poder chegar aos nossos Irmãos que falam português". O espaço lusófono é tão grande que inclui a Europa, América do Sul, África e Ásia. Em breve, você (os Maçons de Portugal, Brasil, Cabo Verde, Angola, Moçambique, Macau, São Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau e Timor Leste) poderá ler as notícias da APMR em português.



É provavel que deva deve obdiência à Loja Mozart do Brasil e à Loja Mozart da`´Austria, a origem do Mozart, e também devido a que, os maçons portugueses são descendentes da nobreza nega autriaca. É o caso do marquês den pombal, conhecido pelo maçon áustriaco.

Reconhecimento da GLLRP

http://gllp.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=35&Itemid=54


A Maçonaria Regular pauta-se pelo estrito cumprimento das 12 Regras da Regularidade. A criação, organização e funcionamento de Lojas e Grandes Lojas ou Grandes Orientes regulares devem também obedecer a estritos princípios, que preservem o acervo adquirido pelo ontínuo cumprimento de regras, tradições e práticas, que mergulham as suas raízes na Maçonaria Operativa dos construtores em pedra e que constituem os fundamentos do trabalho de aperfeiçoamento moral e espiritual buscado pela Maçonaria Especulativa dos tempos atuais.


Só maçons regulares são admitidos em reuniões formais de Lojas regulares. Só Lojas constituídas, consagradas e funcionando no total respeito das regras da Regularidade podem enquadrar maçons regulares. Só Grandes Lojas ou Grandes Orientes que cumpram cabalmente essas regras e se enquadrem nos princípios definidos para estabelecer os critérios de reconhecimento são admitidas no concerto universal da Maçonaria Regular.

O Reconhecimento é o acto pelo qual uma Potência Maçónica declara que uma outra respeita todos os princípios e todas as regras da Maçonaria Regular. As Lojas da Potência reconhecida como regular são também reconhecidas como tal. E os obreiros dessas Lojas são admitidos ao franco e total convívio com seus Irmãos maçons regulares.


O Reconhecimento é efectuado em face da verificação de cumprimento dos princípios definidos para tal. São os Princípios para o Reconhecimento.


A Grande Loja Legal de Portugal/GLRP reconhece e é reconhecida por perto de duzentos Grandes Orientes e Grandes Lojas em todo o Mundo.

Lista das mais conhecidas Lojas Maçónicas Portuguesas

Loja Maçónica


Rito (obediência)

R:. L:. Fernando Pessoa, nº 1 Rito Escocês Retificado
R:. L:. Porto do Graal, nº 2 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Europa, nº 3 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. General Gomes Freire de Andrade, nº 4 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Mestre Affonso Domingues, nº 5 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Jean Mons, nº 6 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Estrela da Manhã, nº 7 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Quinto Império, nº 8 Rito Escocês Retificado
R:. L:. Fraternidade, nº 9 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Bocage, nº 10 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Brasília, nº 11 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. André Roux, nº 12 Rito Escocês Antigo e Aceite - Loja de
Demonstração

R:. L:. Lusitânia, nº 14 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Luís de Camões, nº 15 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Anderson, nº 16 Rito de Emulação
R:. L:. São Miguel, nº 17 Rito Escocês Retificado
R:. L:. Egas Moniz, nº 18 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Marquês de Pombal, nº 19 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. França, nº 20 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Luz do Norte, nº 21 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Egitânia, nº 22 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Alengarbe, nº 24 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Rei Salomão, nº 25 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Portus Calle, nº 26 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:.Nova Luz, nº 27 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Gualdim Pais, nº 28 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Jerusalém, nº 30 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Aristides de Sousa Mendes, nº 32 Rito de York
R:. L:. Santiago, nº 33 Rito de York
R:. L:. Acácia, nº 34 Rito de York
R:. L:. Mercúrio, nº 35 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Miramar, nº 36 Rito de York
R:. L:. Norton de Matos, nº 37 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Bispo Alves Martins, nº 38 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Encontro, nº 39 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Mestre Lima de Freitas, nº 40 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Harmonia, nº 41 Rito de York
R:. L:. Mestre Hiram, nº 42 Rito Adonhiramita
R:. L:. Vasco da Gama, nº 43 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Pedro Álvares Cabral, nº 44 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. King Edward, nº 45 Rito de Emulação
R:. L:. Excalibur, nº 46 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Conímbriga, nº 47 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Pisani Burnay, nº 48 Loja Nacional de Investigação
R:. L:. Wolfgang Amadeus Mozart, nº 49 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Camelot, nº 50 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Astrolábio, nº 51 Rito de York
R:. L:. Teixeira de Pascoaes, nº 52 Rito Escocês Retificado
R:. L:. Infante D. Henrique, nº 53 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Tenacidade, n.º 54 Loja de Demonstração de todos os Ritos
R:. L:. Castrum Libertas, nº 55 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Soliditas, nº 56 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Rigor, nº 57 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Estrela Real, nº 58 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Nova Avalon, nº 59 Rito Escocês Antigo e Aceite
R.·. L.·. Amor e Justiça, nº 60 Rito Escocês Antigo e Aceite
R.·. L.·. Cónego Manuel das Neves, nº 61 Rito Escocês Antigo e Aceite

R.·. L.·. Ervedal, nº 63 Rito Escocês Antigo e Aceite
R.·. L.·. Almeida Garrett, nº 64 Rito Escocês Antigo e Aceite
R.·. L.·. Pitágoras, nº 65 Rito Escocês Antigo e Aceite
R.·. L.·. Regina, nº 66 Rito Escocês Retificado
R.·. L.·. Abade Correia da Serra, nº 69 Rito Escocês Antigo e Aceite
R.·. L.·. Camilo Castelo Branco, nº 70 Rito Escocês Antigo e Aceite
R.·. L.·. João Gonçalves Zarco,
n.º 71
Rito Escocês
Antigo e Aceite
R.·. L.·. José Estêvão, n.º 72 Rito Adonhiramita
R.·. L.·. Amor da Pátria, n.º 73 Rito Escocês Antigo e Aceite
R.·. L.·. Prometeu, n.º 74 Riro Escocês Antigo e Aceite


O Rito Escocês Antigo e Aceite, chamado de  Rito Escocês Antigo e Aceito ou R.·.E.·.A.·.A.·. é um Rito dentro da Maçonaria, que deriva do Rito de Heredom e da época da fuga dos Cavaleiros Templários para a Escócia. Ligados ao Antigo Testamento e à lenda de Hiram (lenda base da Maçonaria simbólica), julga-se que alguns dos ritos descritos eram praticados por outras ordens secretas existentes na França, como os Martinistas, na Alemanha, como os Illuminati ou os Rosa-Cruz, e na Escócia, como os Templários (estes refugiados nesse país depois da sua perseguição nos Grêmios ou Lojas da classe profissional dos Pedreiros Livres aí existentes).

O rito é composto de três graus simbólicos e trinta filosóficos (OCULTISTAS).

Existe muita controvérsia sobre a influência templária no R.·.E.·.A.·.A.·., mas os mais atuais estudos, feitos por Nicola Aslan e José Castellani em seus diversos livros, nos dão conta de que o templarismo não influenciou o R.·.E.·.A.·.A.·. propriamente dito mas sim ao Rito de Perfeição ou de Heredom, sob a pena de Andrew Ramsay, cavaleiro escocês que protagonizou a criação deste rito em solo francês, ocasião em que proferiu dois discursos de grande repercussão a respeito do assunto. O Rito de Perfeição ou de Heredom foi por esse motivo o ponto de partida para o R.·.E.·.A.·.A.·. mas este sofreu vastas modificações até se ter tornado no que é hoje.

Geridos pelas Obediências Maçônicas, cada um dos três primeiros graus apresenta de forma paulatina ensinamentos básicos simbólicos aos iniciados maçons no almejado aprimoramento moral e espiritual. Quando os maçons atingem o 3.º Grau, diz-se que estão em pleno gozo de suas prerrogativas maçônicas, uma vez que originalmente a Grande Loja Unida da Inglaterra trabalhou sucessivamente com dois (Aprendiz e Mestre) e depois com três graus que ensinavam a parte da filosofia base da simbólica maçônica.

Os graus referidos como Filosóficos, são graus elevados e em número de trinta, onde a filosofia e a moral são estudadas simbolicamente, em cada grau, com lendas ou mitos a estes associados.

Os graus elevados Filosóficos são geridos por vários Supremos Conselhos, que têm como objectivo manter a uniformidade mundial dos rituais e dos métodos utilizados.

Existe também o Rito Escocês Retificado, também chamado de Rito de Willermoz em alusão ao seu idealizador, Jean Baptiste Willemoz, que tencionava trazer de volta o rito às suas origens templárias com fortes ecos no Rito de Perfeição ou de Heredom, do qual deriva o Rito Escocês Antigo e Aceito.

Graus do Rito Escocês Antigo e Aceito

Simbólicos ou Tradicionais
1) Aprendiz
2) Companheiro
3) Mestre

Lojas da Perfeição ou Filosóficos
4) Mestre Secreto
5) Mestre Perfeito
6) Secretário Íntimo ou Mestre por Curiosidade
7) Preboste e Juiz ou Mestre Irlandês
8) Intendente dos Edifícios ou Mestre em Israel
9) Cavaleiro Eleito dos Nove ou Mestre Eleito dos Nove
10) Cavaleiro Eleito dos Quinze ou Ilustre Eleito dos Quinze
11) Sublime Cavaleiro dos Doze ou Sublime Cavaleiro Eleito
12) Grão-Mestre Arquitecto
13) Cavaleiro do Real Arco (de Enoch)
14) Grande Eleito da Abóboda Sagrada de Jaime VI ou Grande Escocês da Perfeição ou Grande Eleito ou Antigo Mestre Perfeito ou Sublime Maçom
Capítulos 15) Cavaleiro do Oriente ou da Espada
16) Príncipe de Jerusalém (Grande Conselheiro)
17) Cavaleiro do Oriente e do Ocidente
18) Cavaleiro ou Soberano Príncipe Rosa-Cruz
Areópagos 19) Grande Pontífice ou Sublime Escocês de Jerusalém Celeste
20) Soberano Príncipe da Maçonaria ou Mestre "ad Vitam" ou Venerável Grão-Mestre de todas as lojas
21) Cavaleiro Prussiano ou Noaquita
22) Cavaleiro Real Machado ou Príncipe do Líbano
23) Chefe do Tabernáculo
24) Príncipe do Tabernáculo
25) Cavaleiro da Serpente De Bronze
26) Príncipe da Mercê ou Escocês Trinitário
27) Grande Comendador do Templo ou Soberano Comendador do Templo de Salomão
28) Cavaleiro do Sol ou Príncipe Adepto
29) Grande Cavaleiro Escocês de Santo André da Escócia ou Patriarca dos Cruzados ou Grão-Mestre da Luz
30) Grande Inquisidor, Grande Eleito Cavaleiro Kadosh ou Cavaleiro da Águia Branca e Negra
Administrativos 31) Grande Juiz Comendador ou Grande Inspector Inquisidor Comendador
32) Sublime Cavaleiro do Real Segredo ou Soberano Príncipe da Maçonaria
33) Soberano Grande Inspector-Geral, ou Gande Princepe Illuminati Rosa-Cruz.

Rito de Emulação

Ritual de Emulação é uma coleção de cerimônias e procedimentos da Maçonaria de origem inglesa. As cerimônias que os Franco-Maçons praticam nas suas lojas são chamadas de rituais[1]. Ao se espalhar pelo mundo, essas cerimônias naturalmente foram adquirindo grandes variações regionais. O Ritual de Emulação refere-se ao conjunto de cerimônias maçônicas patrocinadas na sua exatidão por uma loja em especial, a Emulation Lodge of Improvement for Master Masons [2]. Essa loja inglesa de instrução tem como maior propósito a demonstração práticas das cerimônias nos 3 graus fundamentais da Maçonaria para mestres maçons do mundo inteiro, tal como foi concebido aprovado pela Grande Loja Unida da Inglaterra na sua formação.

Rito Escocês Retificado

O Rito Escocês Retificado é um ritual usado por alguns maçons em suas atividades. É também conhecido como Rito Templário ou Rito de Willermoz, em alusão ao seu criador, Jean Baptiste de Willermoz (Lyon,1730- Lyon,1824), que foi iniciado na maçonaria aos 20 anos de idade em uma loja que funcionava sob os auspícios da Estrita Observância Templária.

A intenção de ter um Rito Escocês Retificado seria trazer de volta antigas influências dos Cavaleiros Templários, como um rito de cavalaria, também de um antigo rito chamado Rito de Heredom. Segundo Willermoz, o Rito havia se descaracterizado com o tempo, perdendo assim sua identidade original como um Rito de Cavaleiros.

Jean Baptiste de Willermoz era de origem francesa, estudioso da maçonaria e se tornou Venerável Mestre da sua Loja em Lyon dois anos após ter sido iniciado.

Ao contrário do Rito Escocês Antigo e Aceito, que é deísta e foi criado nos E.U.A. no final do século XIX, o Rito Escocês Retificado (RER) é teísta e originou-se na França entre 1773 e 1774 e foi desenvolvido em base no Rito da Estrita Observância Templária. Este rito é diferenciado em relação ao R.·.E.·.A.·A.·. e conta com uma forte bagagem cultural templária, e uma menor ligação com a ordem Rosacruz

Rito de York

O Rito de York é o rito predominante da Maçonaria Norte Americana. Sob sua égide se desenvolveram líderes da sociedade estadunidense, faz parte da O.T.O., tal como todas as outras. Estudiosos ex-maçons de topo afirmam que este rito tal como os outros, tem origens iluministas.

O Rito de York, por ser teísta, está mais ligado aos países onde os cultos evangélicos predominam, pois o clero desses cultos tem dado à Maçonaria o apoio e o suporte necessário para a sua evolução e crescimento.

Rosa-Cruz

Segundo a lenda, exposta no documento "Fama Fraternitatis" (1614), essa fraternidade teria suas origens em Christian Rosenkreuz (de início apenas designado por "Irmão C.R.C."), nascido em 1378 na Alemanha, junto ao rio Reno. Os seus pais teriam sido pessoas ilustres, mas sem grandes posses materiais. Sua educação começou aos quatro anos numa abadia onde aprendeu grego, latim, hebraico e magia. Em 1393, acompanhado de um monge, visitou Damasco, Egito e Marrocos, onde estudou com mestres das artes ocultas...

Ordo Templi Orientis

Ordo Templi Orientis (ou O.T.O.) é uma organização ocultista[1], que remonta a 1895 e possivelmente fundada em 1906 por Franz Hartmann[1] e Theodor Reuss logo após a morte de karl Kellner[1], que teria sido um dos percursores do estudo da ordem.

A O.T.O. também é conhecida genericamente como integrante do circulo de sociedades secretas germânicas, Austriacas, Bavaria... origem da MOZART, SKULL AND BONES.

Em 1912, Reuss no periódico Oriflamme teria dito que a Ordem tinha posse do grande segredo Hermético , sendo que após a morte do próprio em 1924 , Heirich Tränker teria feito de tudo para ter esse segredo.

Em 1925, o satanista Aleister Crowley, tempos depois de ser expulso da Golden Dawn reformulou a Ordo Templi Orientis, tornando ela uma das principais representantes do movimento telêmico. Aleister Crowley descreveu o grupo em seu livro The Book of the Law, inclusive a Lei de Thelema. De acordo com Crowley, o motto da Ordem era Faça o que você quiser, este será toda a Lei.

Jahbulon

Jahbulon ou Jabulon é uma palavra que foi utilizado para representar o nome inefável de Deus, em algumas sociedades como a Maçonaria e a Ordo Templi Orientis.

A palavra Jahbulon também é representada em outras formações como Yahbulon ou Jao-Bul-On ou Jah-Buh-Lun ou Jah-Bul-Lun ou Jah-Bel-On.

Foi utilizado historicamente, em alguns rituais do grau de Arco Real, no Rito de York, segundo Duncan; e de acordo com Francis X. King, também é utilizada nos rituais do Ordo Templi Orientis, visto que Aleister Crowley teria contato com vários grupos clandestinos maçônico. [1]

Tem havido muita discussão sobre a origem e o significado desta palavra. Não há consenso mesmo entre os pesquisadores maçônicos quanto ao referido nome. Há estudiosos maçônicos que apresentam palavra pela primeira vez no século XVIII no ritual do Arco Real, do Rito de York, como o nome de um explorador alegórico pesquisando as ruínas do Templo do Rei Salomão; há enciclopedista maçônico que afirma que a formação trissílaba é apenas para expor e esclarecer sobre o tetragrama, e defende que Bel seria um nome descritivo para Deus em hebraico; já autores ex-maçons têm alegado que seria um maçônico nome de Deus, outros autores não maçons defendem que seria o secreto e não revelado nome de quem seria um único "Deus maçônico".

A revelação desse nome fez surgir muita oposição para o que seria ou não o caráter religioso da maçonaria. Os críticos afirmam que isso seria a indicação de um Deus maçônico e que ainda que negassem os maçons haveria uma inclinação religiosa da Sociedade.


Aleister crowley diz que o deus dos maçons é lucifer. ESTES GAJOS SÃO SATANISTAS.


Se é para fazer "coisas transparentes" qual é a necessidade de sociedades secretas?

Estes maçons illuminati, devem achar que os outros são TODOS estúpidos, só eles são espertos: uns "wise guys" como em Americano se chama aos MAFIOSOS.

ACORDA!

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