... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...
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Comemorações Revolução 25 de Abril; "O Poder é dos Eleitores; O Povo Não Pode Ser Responsabilizado Pela Crise; Eleitos Não Representam A Sociedade"; Vasco Lourenço Apela Á Mobilização Popular Pra Salvaguardar da Democracia em Portugal



25 de Abril Vasco Lourenço acusa eleitos de já não representarem a sociedade

O presidente da Associação 25 de Abril, Vasco Lourenço, perante milhares de pessoas em Lisboa que o povo não pode ser responsabilizado pela crise e que os eleitos não estão ao lado dos portugueses.

 

"O poder não é do eleito mas sim do eleitor e, por isso, o eleitor não pode vender-se ao poder económico e financeiro" disse Vasco Lourenço considerando que "os eleitos já não representam a sociedade portuguesa"


Democracia, Portugal, Popular, Mobilização, Povo, Sociedade, Poder, Revolução, Comemorações, Abril, Vasco Lourenço, Salvaguardar, Eleitores, Crise, Eleitos


Vasco Lourenço, num discurso de quase meia-hora na Praça do Rossio, justificou a tomada de posição da Associação 25 de Abril que não compareceu às comemorações oficiais no Parlamento mas sublinhou que os militares assinalam a data "no local próprio", em "festa" mas também "em luta" tendo em conta "a atual situação" do país.


O poder não é do eleito mas sim do eleitor e, por isso, o eleitor não pode vender-se ao poder económico e financeiro" disse Vasco Lourenço considerando que "os eleitos já não representam a sociedade portuguesa"


"Não abdicamos da nossa condição militares de Abril e de cidadãos livres e é a mesma ética e moral, não apenas como militares mas também como cidadãos que afirmamos que é 'preciso por termo ao estado a que isto chegou' como diria o Salgueiro Maia", disse Vasco Lourenço.

Para Vasco Lourenço, que falava no Rossio, no final do tradicional desfile pela Avenida da Liberdade, estas “elites” transformaram o cumprimento dos desígnios constitucionais “numa mera formalidade, num pormenor”. E são as mesmas que resolvem os assuntos europeus “à porta fechada, escamoteando a realidade aos portugueses”.

Este distanciamento entre quem governa e quem é governado de que Vasco Lourenço fala fora já uma das principais críticas do seu discurso do ano passado, no mesmo local. Por isso mesmo, o antigo capitão de Abril releu parte desse discurso.

Aquele responsável acusou os responsáveis políticos e a Assembleia da República de “já não representarem a sociedade portuguesa” e de não estarem “à altura das funções para que foram escolhidos” por “desbaratarem” a confiança que os portugueses depositaram neles. “A perda de confiança dos cidadãos nos seus dirigentes é bem mais perniciosa do que a dívida pública!”, exclamou Vasco Lourenço. “O poder não é do eleito, mas sim do eleitor, que apenas lho outorga temporariamente.”

Críticas feitas há um ano e esta tarde relidas para mostrar que “as recentes atitudes” tomadas pelos militares de Abril – de afastamento das comemorações oficiais – “não são conjunturais, não são partidárias, não são assumidas apenas porque temos o Governo que temos”, afirmou. “A situação a que nos levaram é que nos empurrou para esta tomada de posição mais radical”, justificou Vasco Lourenço.

Assim, “em festa” e “em luta pela realização dos ideais e valores” que motivam o 25 de Abril de 74, a comemoração foi hoje feita “no local próprio” – a rua.

Vasco Lourenço disse que Portugal é hoje um país onde “o contrato social estabelecido na Constituição foi rompido pelo poder”, dando como exemplos a suspensão dos 13º e 14º meses e das reformas antecipadas, e a existência de “medidas e sacrifícios impostos aos cidadãos” que ultrapassam “os limites do suportável”. O país é “tratado com arrogância por poderes externos” e está reduzido à natureza de “protectorado, com dirigentes sem capacidade autónoma de decisão”.

Defendendo que “a responsabilidade pela crise, pelo endividamento, pelos défices não cabe aos cidadãos em geral”, Vasco Lourenço apontou o dedo aos governantes “que assumiram as decisões” que levaram o país para a crise. E insistiu nas críticas às decisões do actual Governo: “As medidas em curso nas áreas do trabalho, do emprego, da Segurança Social e da saúde provocam na nossa sociedade pobreza, insegurança e fome, o que leva ao desespero de muitos cidadãos portugueses.”

“Teremos de defender uma economia que reduza a pobreza e promova os cuidados de saúde, a educação, a boa habitação e alimentação condigna para a maioria dos cidadãos”, apontou o presidente da Associação 25 de Abril, para quem “os problemas da democracia se resolvem com mais democracia”. Por isso, o capitão de Abril rematou o seu discurso apelando aos portugueses “que se mobilizem e ajam na salvaguarda da liberdade e da democracia”.


O presidente da Associação 25 de Abril destacou ainda que os portugueses não são os «culpados» pela crise mas sim os políticos e apelou à indignação e ao inconformismo da população.


«Quero apelar ao povo português para que se mobilizem e ajam na salvaguarda da democracia em Portugal», disse Vasco Lourenço que várias vezes afirmou que o «povo» está a ser ameaçado.


Lusa/SIC/TSF/Público

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Manifestação Revolução 25 de Abril, Indignados Portugal Vamos Prás Ruas Lutar Contra a Impunidade; Vem Defender A Democracia e Liberdade Mostra a Tua Indignação



A liberdade e a democracia implantadas em Portugal depois da revolução dos cravos estão indissociavelmente ligadas ao 25 de Abril que, uma vez mais, este ano, todos os democratas estão empenhados em celebrar. Perante a situação do País, importa que o princípio do respeito pelos direitos considerados na Constituição prevalecem e constituem matriz insuperável para a resolução dos problemas que afectam o mesmo. Os signatários deste apelo convocam todos os democratas a participarem no desfile / manifestação



VIVA PORTUGAL! VIVA A LIBERDADE!
VIVA A DEMOCRACIA!
VIVA O 25 DE ABRIL!


estamos zangados, vamos para a rua!

Quer vá ao Marquês de Pombal ou a S. Bento, o que é preciso é que mostre a sua indignação. Não fique calado enquanto o roubam e lhe violam todos os dias os seus direitos, a sua vida. Grite que o povo não quer fascistas no poder. Porque é disso que se trata. Eles estão lá, por mais que o neguem e se mostrem virgens ofendidas com o epíteto. Rua com eles! Mas, antes, vamos nós para a rua. Nem Magina nem Macedo, nenhum nos mete medo.

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Revolução dos Cravos Comemorações do 25 de Abril; Conheça o Património de Cavaco Silva o Presidente; Acorda Povo; Abre os Olhos Portugal!



Patrimônio de Cavaco Silva!


01 - Cavaco Ganha Mais de 10 Mil Euros Brutos Por Mês ( Não Chega Para Pagar As Despesas)
02 - Cavaco tem Mais de 39 Mil Euros Em Depósitos À Ordem
03 - Cavaco tem Mais de 600 Mil Euros Em Depósitos À Prazo
04 - Cavaco tem Um PPR de 53 Mil Euros
05 - Cavaco Tem 1 Casa em Albufeira, 1 Lote de Terreno em Boliqueime, 1 Apartamento em Lisboa, 5 Propriedades No Algarve
06 - CAVACO AINDA TEM LATA PARA INSULTAR MILHÕES DE PORTUGUESES

ABRE OS OLHOS POVO BURRO...


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38 Anos Revolução do 25 de Abril; Comunicado á Nação: "A Associação 25 de Abril Tem Toda A Legitimidade Paa Afirmar Que O Governo Está a Atraiçoar Os Ideais de Abril"; Coronel Luis Alves de Fraga



TRINTA E OITO ANOS


 

Faltam poucas horas para que se perfaçam trinta e oito anos sobre o dia em que o Exército, a Marinha e a Força Aérea, através do Movimento dos Capitães, mais tarde assumido como Movimento das Forças Armadas, criaram as condições para se declarar a democracia em Portugal.


Nas semanas subsequentes a 25 de Abril de 1974 a liberdade foi reassumida integralmente e, um ano depois, realizaram-se as primeiras eleições livres no ortugal de Abril. Os militares cumpriram as promessas que haviam feito um ano antes. Em 1976 estava a ser votada a nova Constituição Política e, funcionando como órgão tutelar da democracia, manteve-se em actividade até 1982 o Conselho da Revolução. Tinha que se garantir aquilo que se passou a designar pelo “espírito de Abril”, ou seja, a liberdade, a democracia e a justiça social.

Esses foram os pilares, para além da descolonização, sobre os quais, o Movimento das Forças Armadas queria ver reconstruída a sociedade portuguesa.


Por isso se fizeram as nacionalizações em 11 de Março de 1975 – havia que travar o passo à reacção que se concentrava em redor dos grandes interesses capitalistas que tinham apoiado o regime do Estado Novo. Travar o passo à exploração que havia sido o esteio do fascismo português, porque Abril tinha um ideal; não era socialista, não era comunista, não era social-democrata; era, acima de tudo, o ideal de justiça social. Um ideal de sociedade onde cada um chegasse tão longe quanto as suas honestas possibilidades o pudessem levar. Era um ideal de lhana verdade, de honradez, de verticalidade, de frontalidade.

Era um ideal cívico igual àquele que nas fileiras militares se ensina a quem nelas vive, porque, na tropa imperam valores de coragem e abnegação que são compatíveis com outros praticáveis por toda a sociedade. Esses valores, todos eles, haviam sido vividos pelos Capitães de Abril em campanha, nas frentes de combate em África, quando enquadravam os filhos do Povo que a Nação lhes tinha confiado para cumprirem o dever que lhes era imposto. Foi lá, sob o calor e as chuvas tropicais, que os Capitães se aperceberam mais completamente do Portugal que sangrava em consequência de uma miséria à qual estava sujeito; do Portugal atrasado que o fascismo deixara crescer para melhor o explorar, para melhor lhe arrancar o suor da testa; do Portugal que era pai para muito poucos e padrasto para quase todos. Esse Portugal conheceram-no bem os Capitães de Abril e, por isso, recusaram o «estado a que isto chegou» no dizer de um dos seus mais lídimos representantes. Recusaram quando começaram a conspirar, arriscando como mais ninguém a sua carreira e, talvez, a sua vida; recusaram quando saíram para a noite escura, depois de terem ouvido na rádio a primeira senha – “E Depois do Adeus” – nas primeiras horas de 25 de Abril de 1974.


A Associação 25 de Abril, que reúne no seu seio, a maioria do militares de Abril de 1974, tem toda a legitimidade – legitimidade que lhe vem do facto de aos militares das Forças Armadas se dever, há trinta e oito anos, a democracia e a liberdade – para afirmar que o presente Governo está a atraiçoar os ideais de Abril quando, através de uma “suave revolução” reduz, de novo, o Povo à miséria em nome dos valores da alta finança, em nome dos valores da desigualdade, da servidão e da humilhação.


Não há voto popular que legitime um Governo como aquele que se senta hoje nas cadeiras do Poder em Portugal. O voto popular – o voto de uma minoria dos Portugueses – deu legitimidade às promessas que foram feitas e não foram cumpridas! Não legitimou a mentira!

E essa verdade só tem força legítima para a gritar bem alto aqueles que, em nome do Povo, pelo Povo e com o Povo, deram a Portugal a democracia, a liberdade e a promessa de desenvolvimento.


Fio de Prumo

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Revolução, 25 de Abril Comunicado ANS ao Povo Português: Militares Defendem "Constituição" e "não Governos"; Sargento Lima Coelho da Associação Nacional de Sargentos



O tempo é de revolução, 25 de Abril

Militares defendem "Constituição" e "não Governos"


Forças Armadas Portuguesas; Forças Armadas; Portuguesas; Militares; Marcha Militar; Marcha; Militar; Tropas de Portugal; Tropas; Portugal
Marcha Militar das Tropas de Portugal;
Militares das Forças Armadas Portuguesas em Marcha

Sargento Lima Coelho adverte que o “poder político não está acima dos valores da Constituição”, nem acima “do compromisso que assumiu com o povo português”.


A Associação Nacional de Sargentos (ANS) critica os políticos por ficarem de fora das comemorações populares do 25 de Abril. Segundo a associação, os militares devem estar amanhã nas ruas, ao lado do povo. Lembram ainda que os militares juraram defender a bandeira e a Constituição e não os Governos.


“Há muito que não se via aquilo que se está a ver em termos de atentados aos princípios constitucionais”, lamenta o Sargento Lima Coelho.


Espingarda Automática; HK G3; Espingarda Automática HK G3; Espingarda; Automática; HK; G3



Por isso, sublinha, “mais do que nunca, é importante que o povo português sinta que os seus militares estão atentos, preocupados e disponíveis para cumprir o juramento que fizeram”.


Sargento Lima Coelho; Associação Nacional de Sargentos; ANS
O presidente da ANS refere que, quando os militares juram defender com a vida a Constituição portuguesa, não o fazem de ânimo leve. Por isso, devem exercer as suas obrigações e, no limite, estar presentes quando for preciso, mesmo contra o poder político.



“O poder político não está acima dos valores da Constituição, não está acima do compromisso que assumiu com o povo português”, adverte.



Lima Coelho acrescenta que o “poder político não é nenhuma entidade suprema que, em desrespeito dos valores da Constituição e em desrespeito daqueles com quem assumiu compromissos, possa agir em roda livre”.
Associação Nacional de Sargentos; ANS
Associação Nacional de Sargentos ANS

A Associação Nacional de Sargentos está solidária com a decisão da Associação 25 de Abril de não participar nos actos oficiais das comemorações, mas alerta para o perigo da desvalorização institucional do 25 de Abril.


http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=27&did=59677

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Comemorações 25 de Abril Revolução dos Cravos: "Declarações de Passos São Impróprias de Primeiro-Ministro; As Palavras de Passos Coelho Dão Vontade de Rir"; Coronel Vasco Lourenço in Entrevista; Lusa, TSF



Comemorações do 25 de Abril

Declarações de Passos são impróprias de primeiro-ministro

por Lusa

Coronel Vasco Lourenço: "Declarações de Passos são impróprias de primeiro-ministro"


 

O coronel Vasco Lourenço considerou hoje que as declarações de Passos Coelho sobre protagonismo são impróprias de um primeiro-ministro e que fazer essa "acusação" a Mário Soares e Manuel Alegre "é de quem não conhece a sua história".

O coronel Vasco Lourenço considerou hoje que as declarações de Passos Coelho  são para rir

O primeiro-ministro afirmou hoje, a propósito das ausências do antigo Presidente da República Mário Soares e do ex-deputado socialista Manuel Alegre nas comemorações oficiais do 25 de Abril, que está "habituado a que algumas figuras políticas queiram assumir protagonismo em datas especiais".

"Nós estaremos na História de Portugal por bons motivos, provavelmente há outros que irão ficar lá por maus motivos, naturalmente ele é um deles", criticou o presidente da Associação 25 de Abril, Vasco Lourenço, em declarações à agência Lusa.

Na opinião de Vasco Lourenço, "quem não tem argumentos usa frases feitas".

"Se não formos nós a ter protagonismo, quem é que há-de ter protagonismo no 25 de Abril? É uma anedota que dá para rir, essa acusação, assim como acusar o Mário Soares e o Manuel Alegre de andarem à procura de protagonismo é de quem não conhece a história deles".

Questionado se considera estas declarações impróprias para um chefe de Governo, Vasco Lourenço respondeu: "Acho que se pode retirar essa conclusão daquilo que disse".

O militar na reserva considerou ainda "uma farsa o poder estar a comemorar o 25 de Abril" tendo em conta as políticas que estão a ser seguidas, "totalmente contrárias ao espírito de Abril".

"A nossa atitude não é em relação ao Governo, é em relação à linha política que está no poder. Se repararem no discurso que fiz o ano passado no Rossio, ele era extremamente duro e não era este o primeiro-ministro nem era este o Governo", notou.

O líder da Associação 25 de Abril sublinhou ainda que as políticas em curso, "não só em Portugal", estão "a enterrar o Estado Social por completo".

Já sobre se a Associação 25 de Abril irá continuar ausente das sessões solenes no Parlamento nos próximos anos, Vasco Lourenço disse que não se pode "estar a vaticinar".

"Vamos ver o que acontece, se a situação evolui e se a sociedade, de uma forma democrática, consegue reverter a situação e fazer com que ela fique melhor do que está agora", referiu.

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Portugal Está a Afastar-se dos Ideais da Revolução dos Cravos; AOFA Defende o Povo e a Democracia; Associação dos Oficiais das Forças Armadas Solidária Com Associação 25 de Abril; Declarações do Coronel Pereira á TSF, RTP



Oficiais das Forças Armadas ao lado da Associação 25 de Abril


24 Abr, 2012, 18:20


Os oficiais das FORÇAS ARMADAS garantem que numa situação de encruzilhada, caso a democracia esteja em risco, vão estar ao lado da população. A Associação dos Oficiais das Forças Armadas revê-se na posição assumida pela Associação 25 de Abril.

Os oficiais das FORÇAS ARMADAS garantem que numa situação de encruzilhada, caso a democracia esteja em risco, vão estar ao lado da população. A Associação dos Oficiais das Forças Armadas revê-se na posição assumida pela Associação 25 de Abril. Ficámos de um forma geral, solidários com aquilo que é declarado no manifesto da Associação 25 de abril porque de facto o sonho acalentado pelo 25 de Abril, para uma democracia efectiva em que a justiça e o bem estar seriam objectivos a alcançar, neste momento e cada vez mais nos estamos a afastar desse designio.


Manuel Crácel, presidente da AOFA, diz que os militares estão a ser maltratados e atingidos na susa dignidade.

Oficiais das Forças Armadas lamentam afastamento dos ideais de abril


24 Abr, 2012, 10:02


No âmbito das várias renuncias às comemorações oficiais do 25 de abril, o presidente da Associação dos Oficiais das Forças Armadas considera que Portugal está a afastar-se dos ideais da revolução dos cravos.


com aquilo que é declarado,

Ficámos de um forma geral, solidários com aquilo que é declarado no manifesto da Associação 25 de abril porque de facto o sonho acalentado pelo 25 de Abril, para uma democracia efectiva em que a justiça e o bem estar seriam objectivos a alcançar, neste momento e cada vez mais nos estamos a afastar desse designio.


Pensamos que está na altura do governo porvir e atalhar caminho, para de alguma forma, irem ao encontro das espectativas de um povo que desgraçadamente etá a ser espezinhado


Portugal Está a Afastar-se dos Ideais da Revolução dos Cravos; AOFA Defende o Povo e a Democracia; Associação dos Oficiais das Forças Armadas Solidária Com Associação 25 de Abril; Declarações do Coronel Pereira á TSF, RTP


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Comemorações Revolução dos Cravos: "O Governo Merece"; Comunicado Associação Nacional de Sargentos Apoia Decisão da Associação 25 de Abril; Declarações de António Lima Coelho á TSF, RTP



Comunicado: Associação Nacional de Sargentos apoia decisão da Associação 25 de abril; Declarações de António Lima Coelho á TSF, RTP

24 Abr, 2012, 09:13

Associação Nacional de Sargentos; ANS; 25 de Abril; Declarações de António Lima Coelho; TSF; Revolução dos Cravos;O Governo Merece; RTP; Revolução; Portugueses; Portugal
A Associação Nacional de Sargentos considera que a posição da associação 25 de abril,
que decidiu não comparecer nas comemorações oficiais da data,
é "compreensível" e é a resposta que o Governo merece.

 

A Associação Nacional de Sargentos considera que a posição da Asociação 25 de Abil, que decidiu não comparecer nas comemorações oficiais da data, é "compreensível" e é a resposta que o Governo merece.

Associação Nacional de Sargentos; ANS; 25 de Abril; Governo; Povo; Portugal; Forças Armadas; Portugueses; RTP; Revolução; Declarações de António Lima Coelho; TSF
Entendemos que, pela responsabilidade que têm no passado histórico,
no envolvimento de tudo aquilo a que assistimos há 38 anos,
é perfeitamente compreensível da parte da maioria dos seus membros este tipo de atitude.
Sem dúvida. Porque não estamos apenas a falar da retirada de direitos,
nalguns casos de uma forma absolutamente sem respeito pelos cidadãos.
Nós estamos sobretudo a falar na prática reiterada de mentir aos portugueses.

Entendemos que, pela responsabilidade que têm no passado histórico, no envolvimento de tudo aquilo a que assistimos há 38 anos, é perfeitamente compreensível da parte da maioria dos seus membros este tipo de atitude.


Sem dúvida. Porque não estamos apenas a falar da retirada de direitos, nalguns casos de uma forma absolutamente sem respeito pelos cidadãos.


Nós estamos sobretudo a falar na prática reiterada de mentir aos portugueses.


Comunicado: Associação Nacional de Sargentos apoia decisão da Associação 25 de abril; Declarações de António Lima Coelho á TSF, RTP


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Indignados Coimbra Portugal Revolução dos Cravos Contra a Ditadura: 25 de Abril, O Povo Na Rua Em Defesa da Liberdade; Democracia, Saúde Contra A Pobreza, Precariedadee Injustiça; Caçarolada de Protesto



25 de Abril em Coimbra - Caçarolada pela Liberdade

É com a recordação ainda viva de um 25 de Abril que representa a liberdade e o fim da ditadura, que a Assembleia Popular de Coimbra apela a um protesto no dia 25 de Abril de 2012. Ao fim de 38 anos, o que resta da "revolução dos cravos" é o desemprego, a precariedade, a pobreza, a fome, a injustiça social e um Estado que não serve os interesses do Povo, que lhe virou as costas. Voltamos à era da opressão e do povo sem razão. Querem-nos acríticos, não participativos, calados, obedientes e sem sopa na panela.



O despejo do projecto Es.Col.A. da Escola da Fontinha, levado a cabo por uma polícia também ela obediente a mando da Câmara Municipal do Porto, foi mais um golpe avassalador nesta democracia que se encontra já demasiado moribunda. A destruição arbitrária de um ano inteiro de trabalho conjunto, de livros, computadores, brinquedos, móveis, frigorífico, fogão e mil e uma outras coisas – tudo conseguido pelos activistas ou oferecido pelos populares –, põe a descoberto os tiques cada vez mais autoritários desta democracia doente. O projecto Es.Col.A. sempre funcionou para a população da Fontinha: pelas palavras de uma activista envolvida no projecto, “se a população não nos quisesse aqui, nós já não aqui estávamos”. Desde apoio educativo, aulas de yoga e música, até capoeira, oficinas de estudos artísticos e teatro, tudo estava ao acesso de todxs, das crianças mais pequeninas aos mais idosos. Mas nem a vontade da população de que o projecto ficasse na antiga escola da fontinha demoveu aqueles que teoricamente representam a população de avançar com um despejo selvagem e violento.

Se antes falávamos e íamos presos, agora falamos e ninguém nos ouve. Pode ser que nos ouçam se aumentarmos o volume do protesto.
Traz a tua panela e anda fazer barulho para a rua!


Partilha, divulga, aparece

16h - Praça 8 de Maio
Música, Pintura, Poesia... CRIATIVIDADE! - traz a tua!
Caçarolada
Jantar Comunitário - traz algo para partilhar

http://www.facebook.com/events/364688456900174/


Acampada Coimbra Assembleia Popular


A Assembleia Popular de Coimbra (APC) é uma estrutura de deliberação colectiva aberta à participação de toda a comunidade cujos participantes mais activos são na sua maioria activistas inspirados pelos movimentos sociais que sucederam a primavera árabe, sobretudo o 15M espanhol mais conhecido como movimento dos indignados. Em torno da APC têm-se organizado acções diversas com cariz apartidário, laico e pacífico, visando a recuperação do sentido de comunidade através da ocupação dos espaços públicos. Acreditamos que da luta pelo "público" e pelo "comum" poderão ser lançadas as sementes para uma nova democracia. Uma democracia inclusiva, onde os valores da autodeterminação (ou autonomia), da igualdade e da liberdade sejam as linhas condutoras da construção duma sociedade para todas e para todos. O processo de decisão usado na APC é o consenso e não o voto porque não se pretende que a APC tenha unicamente uma função legitimadora de projectos individuais ou de grupos com interesses específicos mas sobretudo que proporcione condições para o desenvolvimento de trabalho colectivo assente nos valores da solidariedade e do respeito.

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Revolução dos Cravos Desde os Antecedentes Fascistas do Estado Novo Até ao Pós 25 de Abril de 1974; Recordação, Memórias Documentário Âmbito Área Projecto Pelo 5ºB da EB 2,3 Escola D.Fernando II



25 de Abril de 1974 - A revolução dos cravos



 

A Revolução dos cravos desde os seus antecedentes até ao pós-25 de Abril, num trabalho realizado no âmbito de Área Projecto pelo 5ºB da EB 2,3 D.Fernando II.




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Comemoração Revolução dos Cravos Marcha da Desobediência Civil Apela á Mobilização e Luta do Povo Português; União de Civis e Militares Para Restaurar e Salvar Portugal! 25 de Abril Sempre, Fascismo Nunca Mais!



Marcha da Desobediência Civil apela a todo o povo: Aos Patriotas, Civis e os Militares para que se juntem ao protesto nacional pela alteração do sistema


 

‎25 de Abril Sempre! Agora mais que nunca.... A falta de vontade em Reivindicar a Dignidade e os direitos que estão a ser destruidos, ao povo português é de extrema gravidade!


 

25 de Abril: Marcha de desobediência civil


 

A alteração do sistema político vigente em Portugal é o objectivo da marcha de desobediência civil, que saiu de Coimbra no dia 20 e que na noite desta terça-feira se vai concentrar frente à Assembleia da República, em Lisboa.

"O roubo que está a haver é concertado pelas elites, o FMI e a troika não passam de assassinos políticos e seus lacaios são actualmente os governantes; os anteriores fizeram o acordo e estes também", disse à Lusa António Borges, mentor da marcha de desobediência civil.

Por isso, os organizadores desta marcha apelam aos militares para que saiam para a rua, se juntem a eles e se "oponham a esta invasão pelo poder económico estrangeiro a quem todos os bens nacionais estão a ser vendidos ao desbarato".

"Obedecer ao sistema actual acho que é péssimo, temos que desobedecer perante leis injustas que sofremos na pele todos os dias", acrescentou António Borges.

Segundo o mentor da iniciativa, o povo português delega sempre nos políticos o problema e a solução deste. Mas "o povo também tem de ser responsabilizado pelo que se está a passar" já que "os políticos são o espelho do povo", referiu.

"É muito grave o que está a acontecer, as pessoas têm de ter consciência que se não sairem para a rua, reivindicar os seus direitos e exigir a demissão de toda esta classe política que existe, partidos políticos que não fizeram nada até hoje... é gravíssimo o que está acontecer, muito grave", sublinhou.

Entre as reivindicações da marcha de desobediência civil conta-se o afastamento da classe política que tem governado Portugal nas últimas décadas e a existência de apenas um banco nacional e estatal.

A marcha saiu de Coimbra na sexta-feira e, entre outros locais, passa esta terça-feira de manhã por Santarém, onde presta uma homenagem simbólica ao capitão de Abril Salgueiro Maia.

À noite, os participantes na marcha desfilarão até à Assembleia da República onde, às 00h20, já dia 25 de Abril, contam juntar-se a outros movimentos, disse Ivo Margarido.

O Estado do País

“Portugal é hoje um paraíso criminal onde alguns inocentes imbecis se levantam para ir trabalhar, recebendo por isso dinheiro que depois lhes é roubado pelos criminosos e ajuda a pagar ordenados aos iluminados que bolçam certas leis.” (Barra da Costa, criminologista

A pobreza envergonhada

Ontem, uma mãe lavada em lágrimas veio ter comigo à porta da escola. Que não tinha um tostão em casa, ela e o marido estão desempregados e, até ao fim do mês, tem 2 litros de leite e meia dúzia de batatas para dar aos dois filhos. Acontece que o mais velho é meu aluno.

Anda no 7.º ano, tem 12 anos mas, pela estrutura física, dir-se-ia que não tem mais de 10. Como é óbvio,
fiquei chocado. Ainda lhe disse que não sou o Director de Turma do miúdo e que não podia fazer nada, a não ser alertar quem de direito, mas ela também não queria nada a não ser desabafar.

De vez em quando, dão-lhe dois ou três pães na padaria lá da beira, que ela distribui conforme pode para que os miúdos não vão de estômago vazio para a escola. Quando está completamente desesperada, como nos últimos dias, ganha coragem e recorre à instituição daqui da vila - oferecem refeições quentes aos mais necessitados. De resto, não conta a ninguém a situação em que vive, nem mesmo aos vizinhos, porque tem vergonha. Se existe pobreza envergonhada, aqui está ela em toda a sua plenitude.

Sabe que pode contar com a escola. Os miúdos têm ambos Escalão A, porque o desemprego já se prolonga há mais de um ano (quem quer duas pessoas com 45 anos de idade e habilitações ao nível da 4ª classe?). Dão-lhes o pequeno-almoço na escola e dão-lhes o almoço e o lanche. O pior é à noite e sobretudo ao fim-de-semana. Quantas vezes aquelas duas crianças foram para a cama com meio copo de leite no estômago, misturado com o sal das suas lágrimas...

Sem saber o que dizer, segureia-a pela mão e meti-lhe 10 euros no bolso. Começou por recusar, mas aceitou emocionada. Despediu-se a chorar, dizendo que tinha vindo ter comigo apenas por causa da mensagem que eu enviara na caderneta. Onde eu dizia, de forma dura, que «o seu educando não está
minimamente concentrado nas aulas e, não raras vezes, deita a cabeça no tampo da mesma como se estivesse a dormir».

Aí, já não respondi. Senti-me culpado. Muito culpado por nunca ter reparado nesta situação dramática. Mas com 8 turmas e quase 200 alunos, como podia ter reparado? É este o Portugal de sucesso dos nossos governantes. É este o Portugal dos nossos filhos.

Por Anonymousin Facebook 09.04.2012







Há 38 anos, os Militares de Abril pegaram em armas para libertar o Povo da ditadura e da opressão e criar condições para a superação da crise que então se vivia.
Fizeram-no na convicta certeza de que assumiam o papel que os Portugueses esperavam de si.
Cumpridos os compromissos assumidos e finda a sua intervenção directa nos assuntos políticos da nação, a esmagadora maioria integrou-se na Associação 25 de Abril, dela fazendo depositária primeira do seu espírito libertador.
Hoje, não abdicando da nossa condição de cidadãos livres, conscientes das obrigações patrióticas que a nossa condição de Militares de Abril nos impõe, sentimos o dever de tomar uma posição cívica e política no quadro da Constituição da República Portuguesa, face à actual crise nacional.
A nossa ética e a moral que muito prezamos, assim no-lo impõem!
Fazemo-lo como cidadãos de corpo inteiro, integrados na associação cívica e cultural que fundámos e que, felizmente, seguiu o seu caminho de integração plena na sociedade portuguesa.
Porque consideramos que:
Portugal não tem sido respeitado entre iguais, na construção institucional comum, a União Europeia.
Portugal é tratado com arrogância por poderes externos, o que os nossos governantes aceitam sem protesto e com a auto-satisfação dos subservientes.
O nosso estatuto real é hoje o de um “protectorado”, com dirigentes sem capacidade autónoma de decisão nos nossos destinos.
O contrato social estabelecido na Constituição da República Portuguesa foi rompido pelo poder. As medidas e sacrifícios impostos aos cidadãos portugueses ultrapassaram os limites do suportável. Condições inaceitáveis de segurança e bem-estar social atingem a dignidade da pessoa humana.
Sem uma justiça capaz, com dirigentes políticos para quem a ética é palavra vã, Portugal é já o país da União Europeia com maiores desigualdades sociais.
O rumo político seguido protege os privilégios, agrava a pobreza e a exclusão social, desvaloriza o trabalho.

Entendemos ser oportuno tomar uma posição clara contra a iniquidade, o medo e o conformismo que se estão a instalar na nossa sociedade e proclamar bem alto, perante os Portugueses, que:

- A linha política seguida pelo actual poder político deixou de reflectir o regime democrático herdeiro do 25 de Abril configurado na Constituição da República Portuguesa;
- O poder político que actualmente governa Portugal, configura um outro ciclo político que está contra o 25 de Abril, os seus ideais e os seus valores;

Em conformidade, a A25A anuncia que:
- Não participará nos actos oficiais nacionais evocativos do 38.º aniversário do 25 de Abril;
- Participará nas Comemorações Populares e outros actos locais de celebração do 25 de Abril;
- Continuará a evocar e a comemorar o 25 de Abril numa perspectiva de festa pela acção libertadora e numa perspectiva de luta pela realização dos seus ideais, tendo em consideração a autonomia de decisão e escolha dos cidadãos, nas suas múltiplas expressões.

Porque continuamos a acreditar na democracia, porque continuamos a considerar que os problemas da democracia se resolvem com mais democracia, esclarecemos que a nossa atitude não visa as Instituições de soberania democráticas, não pretendendo confundi-las com os que são seus titulares e exercem o poder.

Também por isso, a Associação 25 de Abril e, especificamente, os Militares de Abril, proclamam que, hoje como ontem, não pretendem assumir qualquer protagonismo político, que só cabe ao Povo português na sua diversidade e múltiplas formas de expressão.
Nesse mesmo sentido, declaramos ter plena consciência da importância da instituição militar, como recurso derradeiro nas encruzilhadas decisivas da História do nosso Portugal. Por isso, declaramos a nossa confiança em que a mesma saberá manter-se firme, em defesa do seu País e do seu Povo. Por isso, aqui manifestamos também o nosso respeito pela instituição militar e o nosso empenhamento pela sua dignificação e prestígio público da sua missão patriótica.

Neste momento difícil para Portugal, queremos, pois:
1. Reafirmar a nossa convicção quanto à vitória futura, mesmo que sofrida, dos valores de Abril no quadro de uma alternativa política, económica, social e cultural que corresponda aos anseios profundos do Povo português e à consolidação e perenidade da Pátria portuguesa.
2. Apelar ao Povo português e a todas as suas expressões organizadas para que se mobilizem e ajam, em unidade patriótica, para salvar Portugal, a liberdade, a democracia.


 

Viva Portugal!


 

ASSOCIAÇÃO 25 de ABRIL


———————————————

PS:

1. Deste modo, o actual “governo” economico-fascista fica a saber a quem pertence, a que época pertence, a que caixote do lixo da história pertence.

2. Seria talvez pertinente ou fundamental que a esquerda (ausente do palácio) deixasse a actual maioria parlamentar com o seu pobre presidente a falar sozinha no Parlamento.

‎25 de Abril: PSP prepara «tolerância zero» nas manifestações:
http://diariodigital.sapo.pt/​news.asp?id_news=569397

"Decreto-Lei n.º 406/74 declara no seu artigo 1.º -1:
«A todos os cidadãos é garantido o livre exercício do direito de se reunirem pacificamente em lugares públicos, abertos ao público e particulares, INDEPENDENTEMENTE DE AUTORIZAÇÕES, para fins não contrários à lei, à moral, aos direitos das pessoas singulares ou colectivas e à ordem e à tranquilidade públicas.»

Os promotores das manifestações apenas deverão AVISAR o presidente da câmara municipal (já não há governador civil…)
Uma mentira mil vezes repetida não passa, por esse facto, a ser verdade.
As centrais de comunicação dos sucessivos governos de Guterres, Barroso, Santana, Sócrates e Coelho andam há muito a passar uma mensagem subliminar: os cidadãos portugueses precisam de autorização para se manifestarem.
Há anos que lemos e ouvimos comandos e porta-vozes da GNR, da PSP, de polícias municipais a alinharem pelo mesmo diapasão. Para já não falar em jornalistas e comentadores. O que ou traduz ignorância, ou intenção deliberada.

Será que alguns editores e jornalistas desconhecem a Constituição da República? Os comentadores e especialistas não sabem do que falam? Nas Escolas da PSP e da GNR não se ensina a legislação em vigor? Ou estamos perante um acção concertada, onde até nem falta o regresso ao tristemente célebre «inimigo interno» do tempo do fascismo de Salazar e Caetano?
A que propósito é que este senhor afirma: “Se soubéssemos o que sabemos hoje, esses grupos não teriam sido autorizados a desfilar. É uma das lições que aprendemos”?

Quem deu à PSP competência para autorizar, ou não autorizar manifestações?
O ministro da tutela vai ficar mudo e quedo?
E o Presidente da República?"


Recorde-se que os militares já fizeram saber que este ano não se vão juntar às comemorações oficiais do 25 de Abril, e apelam á mobilização e revolução Popular..

Depois do Natal vem as janeiras, onde o povo aproveita para cantar a porta dos Ricos... e estes lhes dão um copo e umas broinhas!
Se esperam da data simbólica que é o 25 de Abril uma mudança, aí podem sempre continuar o Cantar de Janeiras!

25 DE ABRIL É SEMPRE! E AGORA MAIS QUE NUNCA! Sinto que as forças policiais, nunca MAIS DEFENDERÃO O POCO PORTUGUÊS! MAS SIM´E SEMPRE OS POLÍTICOS!

Lanço mais uma vez o apelo aos Militares que Juraram defender a Bandeira e o Povo Portugues, que façam o que deve e tem de ser feito, quando a Soberania Nacional está em causa!

TODO O POVO QUE SOFRE ESTÁ A CONTAR CONVOSCO!


 

E QUE VIVA A REVOLUÇÃO


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Comemorações Abril, Revolução: Acorda Portugal, Basta de Corrupção; Vem Defender a Familia e Nação; Protesto Nacional; Todos a Lisboa, Revolta dos Escravos Substitui a Revolução dos Cravos



Hoje tem que se divulgar ao maximo este evento todo mundo tem que saber que não brincam com o Povo PORTUGUES. Vamos invcadir os email das Tv, Radios, Jornais a informar que nos vamos manifestar durante esta noite e amanha todo o dia força pessoal....




É Tempo de Mudança em Portugal. A Revolução dos Cravos vai dar lugar à Revolução dos Escravos



REVOLUÇÃO DIA 25 de ABRIL de 2012.
Em Frente a Assembleia da Republica e em Frente Palácio de Belém.
Esta na Hora de todos os Desgovernantes deste Pais virem todos para a Rua comer cenouras e também Cavaco Silva, o Povo tem que dizer chega de Riquezas Avarentas. Vamos fazer no Dia 25 de Abril de 2012 uma revolução que estes sejam tirados do Desgoverno de Portugal. Tem Ordenados e Reformas a Rico e o Povo a passar Fome com Salários Mínimos e Reformas de 270,00 euros. Vamos ajudar esta ideia.

"DECRETO-LEI n.º 406/74 declara no seu artigo 1.º -1:


«A TODOS OS CIDADÃOS É GARANTIDO O LIVRE EXERCICIO DO DIREITO DE SE REUNIREM PACIFICAMENTE EM LUGARES PÚBLICOS, ABERTOS AO PÚBLICO E PARTICULARES, INDEPENDENTEMENTE DE AUTORIZAÇÕES, para fins não contrários à lei, à moral, aos direitos das pessoas singulares ou colectivas e à ordem e à tranquilidade públicas.»


Os promotores das manifestações apenas deverão AVISAR o presidente da câmara municipal (já não há governador civil…)

Uma mentira mil vezes repetida não passa, por esse facto, a ser verdade.


As centrais de comunicação dos sucessivos governos de Guterres, Barroso, Santana, Sócrates e Coelho andam há muito a passar uma mensagem subliminar: os cidadãos portugueses precisam de autorização para se manifestarem.


Há anos que lemos e ouvimos comandos e porta-vozes da GNR, da PSP, de polícias municipais a alinharem pelo mesmo diapasão. Para já não falar em jornalistas e comentadores. O que ou traduz ignorância, ou intenção deliberada.


Será que alguns editores e jornalistas desconhecem a Constituição da República? Os comentadores e especialistas não sabem do que falam? Nas Escolas da PSP e da GNR não se ensina a legislação em vigor? Ou estamos perante um acção concertada, onde até nem falta o regresso ao tristemente célebre «inimigo interno» do tempo do fascismo de Salazar e Caetano?

A que propósito é que este senhor afirma: “Se soubéssemos o que sabemos hoje, esses grupos não teriam sido autorizados a desfilar. É uma das lições que aprendemos”?

Quem deu à PSP competência para autorizar, ou não autorizar manifestações?

Temos que ser fortes meu Povo, vamos come los... A psp não tem que autorizar nada.


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Revolução Contra A Máfia, "Mentira e Roubo Institucionalizados"; "O Povo Tem A Força Toda"; 2Ponha-se Os Ricos e Poderosos A Pagar": General Pires Veloso; Vice Rei Do Norte Militar Actor do 25 Novembro Apela á Revolta Popular e Novo 25 de Abril



Contra "a mentira e o roubo institucionalizados".

General Pires Veloso defende um novo 25 de Abril


por Lusa

O general Pires Veloso, um dos protagonistas do 25 de Novembro de 1975 que naquela década ficou conhecido como "vice-rei do Norte", defende um novo 25 de Abril, de raiz popular, para acabar com "a mentira e o roubo institucionalizados".




 

"Vejo a situação atual com muita apreensão e muita tristeza. Porque sinto que temos uma mentira institucionalizada no país. Não há verdade. Fale-se verdade e o país será diferente. Isto é gravíssimo", disse, em entrevista à Lusa .

Para o general, que enquanto governador militar do Norte foi um dos principais intervenientes no contra-golpe militar de 25 de Novembro que pôs fim ao "Verão Quente" de 1975, "dá a impressão de que seria preciso outro 25 de abril em todos os termos, para corrigir e repor a verdade no sistema e na sociedade".


No que deve ser visto como uma viragem histórica, a Associação 25 de Abril (A 25-A) nega-se este ano a participar nas comemorações oficiais dos 38 anos da revolução. A decisão é fundamentada pelo antagonismo que se considera existir entre a actual governação e o espírito de Abril.


Segundo um manifesto intitulado "Abril não desarma", e hoje divulgado em conferência de imprensa, os motivos para a ruptura entre os militares de Abril e a liturgia comemorativa oficial residem na natureza da governação actual: “O poder político que actualmente governa Portugal configura um outro ciclo político que está contra o 25 de Abril, os seus ideais e os seus valores. Em conformidade, a Associação 25 de Abril anuncia que não participará nos actos oficiais nacionais evocativos do 38.º aniversário do 25 de Abril.

Condições sociais "inaceitáveis"A A 25-AO participará, como habitualmente, na manifestação marcada para as 15 horas de quarta feira, do Marquês de Pombal ao Rossio, e noutras comemorações populares. Mas essas, sublinha, continuam animadas do mesmo sentido evocativo, "pela acção libertadora e numa perspectiva de luta pela realização dos seus ideais”.


Continuando a declarar o seu apego às instituições da democracia representativa, os subscritores do manifesto afirmam contudo a sua distância perante “os que são seus titulares e exercem o poder”. Acto contínuo, tecem duras críticas aos dignitários do regime, para quem "a ética é palavra vã" e cujas "medidas e sacrifícios impostos aos cidadãos portugueses ultrapassaram os limites do suportável. Condições inaceitáveis de segurança e bem-estar social atingem a dignidade da pessoa humana”.

Sob a égide da política actual, o país consolida a sua posição de recordista europeu do desequilíbrio social, porque, afirma-se, “o rumo político seguido protege os privilégios, agrava a pobreza e a exclusão social, desvaloriza o trabalho”. Além disso, afirma-se, “o contrato social estabelecido na Constituição da República Portuguesa foi rompido pelo poder”.

O manifesto aponta também vários sinais da subalternização do país no concerto europeu, lembrando que “Portugal não tem sido respeitado entre iguais, na construção institucional comum, a União Europeia. Portugal é tratado com arrogância por poderes externos, o que os nossos governantes aceitam sem protesto e com a autossatisfação dos subservientes. O nosso estatuto real é hoje o de um ‘protectorado’, com dirigentes sem capacidade autónoma de decisão nos nossos destinos”.
Revolta militar não está na ordem do dia Quanto às soluções, a via apontada é menos clara: os signatários do documento apelam, é certo, “ao povo português e a todas as suas expressões organizadas para que se mobilizem e ajam, em unidade patriótica, para salvar Portugal, a liberdade, a democracia” e insistem na "importância da instituição militar, como recurso derradeiro nas encruzilhadas decisivas da História”.

Por outro lado, as explicações emitidas na conferência de imprensa pelo presidente da A 25-A, coronel Vasco Lourenço, descartam inteiramente uma nova revolta militar - um novo 25 de Abril - como forma de a instituição militar assumir esse papel de "recurso derradeiro". Do mesmo modo, "a Associação 25 de Abril e, especificamente, os militares de Abril, proclamam que, hoje como ontem, não pretendem assumir qualquer protagonismo político”.

Pires Veloso fala em "gangue" à frente do país Convergente com as críticas do manifesto é o violento libelo lançado contra o actual poder político pelo general Pires Veloso, uma das mais destacadas figuras do 25 de Novembro. Segundo Veloso, em declarações citadas pela agência Lusa, "temos uma mentira institucionalizada no país. Não há verdade. Fale-se verdade e o país será diferente. Isto é gravíssimo".

Veloso denuncia a existência de "um gangue que tomou conta do país" E acrescenta"Tire-se o gangue, tendo-se juízo, pensando no que pode acontecer. E ponha-se os mais ricos a contribuir para acabar a crise. Porque neste momento não se vai aos mais poderosos"

O general exemplifica referindo-se ao vencimento do administrador executivo da Eletricidade de Portugal (EDP), António Mexia: "Não compreendo como Mexia recebe 600 mil euros e há gente na miséria sem ter que dar de comer aos filhos. Bem pode vir Eduardo Catroga dizer que é legal e que os acionistas é que querem, mas isto não pode ser assim. Há um encobrimento de situação de favores aos mais poderosos que é intolerável".

Novembrista quer novo 25 de Abril Pires Veloso vai ao ponto de afirmar que, "se as leis permitem um caso como o Mexia, então é preciso outro 25 de abril para mudar as leis". Na verdade, explica, "quando se deu o 25 de Abril de 1974, disseram que havia de haver justiça social, mais igualdade e melhor repartição de bens. Estamos a ver uma inversão do que o 25 de Abril exigia".

O general afirma que o primeiro-ministro, "está num sistema do qual está prisioneiro. O Governo mexe nos mais fracos, vai buscar dinheiro onde não há. E, no entanto, na parte rica e nos poderosos ainda não mexeu".

Veloso reitera por isso que "dá a impressão de que seria preciso outro 25 de Abril em todos os termos, para corrigir e repor a verdade no sistema e na sociedade". Não conta, no entanto, com as Forças Armadas para levar a cabo esse novo 25 de Abril: "Não me parece que se queiram meter nisto. Não estão com a força anímica que tinham antigamente, aquela alma que reagia quando a pátria está em perigo".

Pires Veloso, 85 anos, considera que não poderão ser as forças militares a promover um novo 25 de Abril: "Não me parece que se queiram meter nisto. Não estão com a força anímica que tinham antigamente, aquela alma que reagia quando a pátria está em perigo".

"Para mim, o povo é que tem a força toda. Agora é uma questão de congregação, de coordenação, e pode ser que alguém surja" a liderar o processo.


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Movimento Indignados Norte Assembleia Popular do Porto Panelada de Protesto Comemorações do 25 de Abril; Praça da Batalha; Avenida dos Aliados e Escola da Fontinha



25 de Abril - Panelada de protesto


Praça da Batalha-Po​rto


Panelada - 25 de Abril
Praça da Batalha, Porto, às 15horas – desfile com passagem pelos Aliados e término na Escola da Fontinha.

É com a recordação ainda viva de um 25 de Abril que representa a liberdade e o fim da ditadura, que a Assembleia Popular do Porto apela a um protesto no dia 25 de Abril de 2012. Ao fim de 38 anos o que resta da "revolução dos cravos" é o desemprego, a precariedade, a pobreza, a fome, a injustiça social e um Estado que não serve os interesses do Povo, que lhe virou as costas. Voltamos à era da opressão e do povo sem razão. Querem-nos acríticos, não participativos, calados, obedientes e sem sopa na panela.

Se antes falávamos e íamos presos, agora falamos e ninguém nos ouve. Pode ser que nos ouçam se aumentarmos o volume do protesto.
Traz a tua panela e anda fazer barulho para a rua!

Partilha, divulga, aparece.

Por volta das 00h do dia 25 de abril, iremos cantar o "Grândola Vila Morena", na Praça da Liberdade.
O grupo 25 de Abril Anti-fascista juntar-se-à a nós na Batalha e na panelada ás 15:00.

25 de Abril - Panelada de protesto

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"Manifesto Abril Não Desarma": Medidas e Sacrifícios Impostos aos Cidadãos Portugueses Ultrapassaram Limites InSuportáveis: Conferência de Imprensa Associação 25 de Abril Video Oficial dos Militares da Revolução dos Cravos



Associação 25 de Abril não participa nas comemorações oficiais, PSP ameaça manifestações

Pela primeira vez, a Associação 25 de Abril não participará nas comemorações oficiais do 25 de Abril, considerando que “a linha política seguida pelo atual poder político deixou de refletir o regime democrático herdeiro do 25 de Abril” e que “as medidas e sacrifícios impostos” à população “ultrapassaram os limites do suportável”. Entretanto, a PSP ameaça manifestações.

Conferência de imprensa da Associação 25 de Abril
Conferência de imprensa da Associação 25 de Abril

O Presidente da Direcção da Associação 25 de Abril, Vasco Lourenço, divulga, perante uma plateia de militares de Abril, o manifesto "Abril não Desarma", anunciado que a Associação 25 de Abril não vai participar nos actos oficiais nacionais evocativos do 38º aniversário do 25 de Abril, mas participará na manifestação popular e em comemorações locais.

Nesta segunda feira em conferência de imprensa e perante uma plateia de militares de Abril, Vasco Lourenço, presidente da Associação 25 de Abril, leu o manifesto “Abril não desarma”, anunciando: “O poder político que atualmente governa Portugal configura um outro ciclo político que está contra o 25 de Abril, os seus ideais e os seus valores. Em conformidade, a Associação 25 de Abril anuncia que não participará nos atos oficiais nacionais evocativos do 38.º aniversário do 25 de Abril”.

O manifesto esclarece que a associação “participará nas comemorações populares e outro atos locais de celebração” da revolução de 1974, assim como “continuará a evocar e a comemorar o 25 de Abril numa perspetiva de festa pela ação libertadora e numa perspetiva de luta pela realização dos seus ideais, tendo em consideração a autonomia de decisão e escolha dos cidadãos, nas suas múltiplas expressões.”

O manifesto refere também que “as medidas e sacrifícios impostos aos cidadãos portugueses ultrapassaram os limites do suportável”, frisa “ser oportuno tomar uma posição clara contra a iniquidade, o medo e o conformismo que se estão a instalar” no País e salienta que “Portugal é tratado com arrogância por poderes externos”, algo que os atuais governantes “aceitam sem protesto e com a auto-satisfação dos subservientes”. No manifesto declara-se ainda que “Portugal não tem sido respeitado entre iguais, na construção institucional comum, a União Europeia”, pelo que o seu “estatuto real é hoje o de um 'protetorado', com dirigentes sem capacidade autónoma de decisão” sobre os destinos do País.

Também nesta segunda feira, o jornal “Diário de Notícias” titula que a “PSP prepara tolerância zero nas 'manifs' do 25 de abril”. Segundo o jornal, “a PSP deverá impedir manifestações, desfiles, ações de rua que não tenham seguido todos os procedimentos legais para a sua realização”. O jornal refere que o inspetor nacional da PSP Magina da Silva, que comandou a Unidade Especial de Polícia e o Grupo de Operações Especiais, diz que a PSP “não será tão tolerante” das próximas vezes, em comparação com o que se passou no dia da última Greve Geral, em que a PSP carregou violentamente no Chiado, ferindo até dois fotojornalistas.


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Manifestação Contra o Sistema: Barreiro, Coimbra, Faro, Funchal, Lisboa, Porto, Viseu, Póvoa de Varzim; o Povo Sái á Rua; REVOLUÇÃO PSICOLÓGICA DIA 25 de ABRIL de 2012



REVOLUÇÃO PSICOLÓGICA DIA 25 de ABRIL de 2012

15h – Em frente à Assembleia da República, Palácio de Belém e mais 6 cidades

Queres juntar o pessoal na tua cidade? Cria um evento onde o titulo é “REVOLUÇÃO PSICOLÓGICA DIA 25 de ABRIL de 2012 – (nome da tua cidade) e depois contacta-nos para pormos o link aqui….


Esta na Hora de todos os Desgovernantes deste Pais virem todos para a Rua comer cenouras e também Cavaco Silva, o Povo tem que dizer chega de Riquezas Avarentas. Vamos fazer no Dia 25 de Abril de 2012 uma revolução psicológica que estes sejam tirados do Desgoverno de Portugal. Tem Ordenados e Reformas a Rico e o Povo a passar Fome com Salários Mínimos e Reformas de 270,00 euros. Todo o Povo para a Rua fazer novamente o 25 de Abril e tirar todos de lá e colocar lá uma Comissão a Governar Portugal.

8 – CIDADES que já aderiram.

Mas queremos muitas mais e queremos o Pessoal todo nas Ruas a mostras a nossa Revolta por os Despoliticos deixar chegar o Pais a estes pontos.

- CIDADE do PORTO.
Já aderiu um Grupo, local: Batalha com destino á Avenida dos Aliados.

CIDADE de COIMBRA.
Já aderiu a esta iniciativa, local: Praça da Republica em Coimbra.

- CIDADE de VISEU.
Já Aderiu também a esta iniciativa, Local: Praça da República, em frente à CMV, mais conhecida por Rossio.
- CIDADE de FARO.
Já Aderiu a esta iniciativa, Local: Jardim Manuel Bivar
- CIDADE da POVOA do VARZIM
Já aderiu um Grupo, Local: Praça do Almada.

- CIDADE do BARREIRO
Já aderiu outro Grupo, local: Jardim Alfredo da Silva

- CIDADE do TROFA
Já aderiu mais outro Grupo, local: Largo da Estação dos Comboios da TROFA
Madeira
- FUNCHAL.
Já aderiu mais um Grupo, local: Praça da Autonomia.
~

REVOLUÇÃO PSICOLÓGICA DIA 25 de ABRIL de 2012

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Revolução Portuguesa: Associação 25 de Abril Não Vai Participar nas Comemorações Oficiais; Declarações do Capitão de Abril Tenente-Coronel Vasco Lourenço á SIC



Associação 25 de Abril não vai participar nas comemorações oficiais da revolução dos cravos: Declarações do Capitão de Abril Tenente-Coronel Vasco Lourenço


Pela primeira vez desde 1974, a Associação 25 de Abril não vai participar nas comemorações da revolução, em protesto contra a linha política que tem sido seguida. No manifesto apresentado hoje pelo tenente-coronel Vasco Lourenço, a associação considera que o poder político está contra os ideais e os valores do 25 de Abril e já não exerce o regime democrático herdeiro da revolução e configurado na Constuição.


Comunicado Oficial da Associação 25 de Abril


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Revolução dos Indignados! Manifesto Oficial "Abril não Desarma" Associação 25 de Abril: Apelo Á Mobilização do Povo Português Unidade Patriótica, para Salvar Portugal, a Liberdade e a Democracia




Revolução dos Indignados!
Manifesto Oficial "Abril não Desarma"
Associação 25 de Abril:
Apelo Á Mobilização do Povo Portuguê
Apelo Unidade Patriótica, para Salvar Portugal,
a Liberdade e a Democracia

A Associação 25 de Abril fez saber que não comemorará este ano a efeméride da "Revolução dos Cravos". Esta tomada de posição, saída da boca de Vasco Lourenço apanhou todos de surpresa, ou talvez não...

Há muito tempo que Vasco Lourenço vinha manifestando descontentamento pelo rumo dos acontecimentos.

Várias vezes terá feito saber que não tinha sido para "isto" que arriscou a vida juntamente com todos os seus companheiros.

 

Era de prever que, mais tarde ou mais cedo, todo o mal-estar, todo o descontentamento, toda a perplexidade dos homens de Abril se manifestasse, não deixando qualquer espécie de dúvidas. O repúdio veemente pela atual situação do nosso país e pelas dificuldades sentidas pelos mais desfavorecidos, a par de incríveis atropelos às conquistas dos trabalhadores, à falta de valores e de saídas para encarreirar a juventude num futuro que se desejaria pleno de esperança e conquistas são motivos que terão pesado nesta tomada de posição.


 

Muitos vão compreender, mas, mais do que nunca, é preciso festejar Abril denunciando os atropelos a que assistimos diariamente.


 

Esta a transcrição das palavras de Vasco Lourenço:

Pela primeira vez, a Associação 25 de Abril não vai participar nas celebrações oficiais da Revolução de 1974.


A direção da Associação comunicou hoje que não marcará presença porque «a linha política seguida pelo atual poder político deixou de refletir o regime democrático herdeiro do 25 de Abril configurado na Constituição da República Portuguesa».

«O poder político que atualmente governa Portugal configura um outro ciclo político que está contra o 25 de Abril, os seus ideais e os seus valores. Em conformidade, a Associação 25 de Abril anuncia que não participará nos atos oficiais nacionais evocativos do 38.º aniversário do 25 de Abril», lê-se num manifesto, lido pelo Capitão de Abril Vasco Lourenço.

No entanto, a Associação «participará nas comemorações populares e outros actos locais de celebração» e «continuará a evocar e a comemorar o 25 de Abril numa perspetiva de festa pela acção libertadora e numa perspetiva de luta pela realização dos seus ideais, tendo em consideração a autonomia de decisão e escolha dos cidadãos, nas suas múltiplas expressões», acrescenta.
'Capitães de Abril' não estarão pela primeira vez nas celebrações oficiais da revolução

A Associação 25 de Abril não participará este ano, pela primeira vez, nas celebrações oficiais da Revolução dos Cravos por considerar que «a linha política seguida pelo actual poder político deixou de reflectir o regime democrático herdeiro do 25 de Abril».
O anúncio foi feito hoje em Lisboa pela direcção da associação, de que fazem parte alguns dos chamados «Capitães de Abril».

«A linha política seguida pelo actual poder político deixou de reflectir o regime democrático herdeiro do 25 de Abril configurado na Constituição da República Portuguesa», lê-se no texto do manifesto «Abril não desarma», lido hoje, em Lisboa, aos jornalistas e a uma assembleia de associados pelo coronel Vasco Lourenço.

«O poder político que actualmente governa Portugal configura um outro ciclo político que está contra o 25 de Abril, os seus ideais e os seus valores. Em conformidade, a Associação 25 de Baril anuncia que não participará nos actos oficiais nacionais evocativos do 38.º aniversário do 25 de Abril», lê-se no texto.

O manifesto, lido pelo presidente da associação, esclarece que, porém, a Associação «participará nas comemorações populares e outros actos locais de celebração» da revolução de 1974, assim como «continuará a evocar e a comemorar o 25 de Abril numa perspectiva de festa pela acção libertadora e numa perspectiva de luta pela realização dos seus ideais, tendo em consideração a autonomia de decisão e escolha dos cidadãos, nas suas múltiplas expressões."



Manifesto "Abril não Desarma" da Associação 25 de Abril.



por Associação 25 de Abril, segunda, 23 de Abril de 2012 às 03:42 ·

Abril não desarma

Há 38 anos, os Militares de Abril pegaram em armas para libertar o Povo da ditadura e da opressão e criar condições para a superação da crise que então se vivia.


Fizeram-no na convicta certeza de que assumiam o papel que os Portugueses esperavam de si.


Cumpridos os compromissos assumidos e finda a sua intervenção directa nos assuntos políticos da nação, a esmagadora maioria integrou-se na Associação 25 de Abril, dela fazendo depositária primeira do seu espírito libertador.



Hoje, não abdicando da nossa condição de cidadãos livres, conscientes das obrigações patrióticas que a nossa condição de Militares de Abril nos impõe, sentimos o dever de tomar uma posição cívica e política no quadro da Constituição da República Portuguesa, face à actual crise nacional.



A nossa ética e a moral que muito prezamos, assim no-lo impõem!


Fazemo-lo como cidadãos de corpo inteiro, integrados na associação cívica e cultural que fundámos e que, felizmente, seguiu o seu caminho de integração plena na sociedade portuguesa.


Porque consideramos que:


  • Portugal não tem sido respeitado entre iguais, na construção institucional comum, a União Europeia.

  • Portugal é tratado com arrogância por poderes externos, o que os nossos governantes aceitam sem protesto e com a auto-satisfação dos subservientes.


  • O nosso estatuto real é hoje o de um “protectorado”, com dirigentes sem capacidade autónoma de decisão nos nossos destinos.

  • O contrato social estabelecido na Constituição da República Portuguesa foi rompido pelo poder. As medidas e sacrifícios impostos aos cidadãos portugueses ultrapassaram os limites do suportável. Condições inaceitáveis de segurança e bem-estar social atingem a dignidade da pessoa humana.

  • Sem uma justiça capaz, com dirigentes políticos para quem a ética é palavra vã, Portugal é já o país da União Europeia com maiores desigualdades sociais.

  • O rumo político seguido protege os privilégios, agrava a pobreza e a exclusão social, desvaloriza o trabalho.


Entendemos ser oportuno tomar uma posição clara contra a iniquidade, o medo e o conformismo que se estão a instalar na nossa sociedade e proclamar bem alto, perante os Portugueses, que:

- A linha política seguida pelo actual poder político deixou de reflectir o regime democrático herdeiro do 25 de Abril configurado na Constituição da República Portuguesa;


- O poder político que actualmente governa Portugal, configura um outro ciclo político que está contra o 25 de Abril, os seus ideais e os seus valores;

Em conformidade, a A25A anuncia que:


- Não participará nos actos oficiais nacionais evocativos do 38.º aniversário do 25 de Abril;


- Participará nas Comemorações Populares e outros actos locais de celebração do 25 de Abril;


- Continuará a evocar e a comemorar o 25 de Abril numa perspectiva de festa pela acção libertadora e numa perspectiva de luta pela realização dos seus ideais, tendo em consideração a autonomia de decisão e escolha dos cidadãos, nas suas múltiplas expressões.

Porque continuamos a acreditar na democracia, porque continuamos a considerar que os problemas da democracia se resolvem com mais democracia, esclarecemos que a nossa atitude não visa as Instituições de soberania democráticas, não pretendendo confundi-las com os que são seus titulares e exercem o poder.



Também por isso, a Associação 25 de Abril e, especificamente, os Militares de Abril, proclamam que, hoje como ontem, não pretendem assumir qualquer protagonismo político, que só cabe ao Povo português na sua diversidade e múltiplas formas de expressão.


Nesse mesmo sentido, declaramos ter plena consciência da importância da instituição militar, como recurso derradeiro nas encruzilhadas decisivas da História do nosso Portugal. Por isso, declaramos a nossa confiança em que a mesma saberá manter-se firme, em defesa do seu País e do seu Povo. Por isso, aqui manifestamos também o nosso respeito pela instituição militar e o nosso empenhamento pela sua dignificação e prestígio público da sua missão patriótica.


 

Neste momento difícil para Portugal, queremos, pois:



1. Reafirmar a nossa convicção quanto à vitória futura, mesmo que sofrida, dos valores de Abril no quadro de uma alternativa política, económica, social e cultural que corresponda aos anseios profundos do Povo português e à consolidação e perenidade da Pátria portuguesa.


2. Apelar ao Povo português e a todas as suas expressões organizadas para que se mobilizem e ajam, em unidade patriótica, para salvar Portugal, a liberdade, a democracia.

Manifesto "Abril não Desarma" da Associação 25 de Abril


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Revolução Portuguesa Porto; Multidão Enfrenta o Comboio; o Povo do Norte Luta Contra REFER: Dois Milhares de Pessoas Cortaram Linha do Douro Ligação à Régua; 25 de Abril Julgamento da Troika



O Povovo Começa A Acordar Revolução é Urgente e Está Iminente:

Linha do Douro cortada em protesto: Duas mil pessoas cortam linha do Douro

Protesto por causa da suspensão da Refer da ligação Marco de Canaveses-Caíde-Lousada-Caíde-Lousada

Cerca de duas de pessoas cortaram a linha do Douro, em Marco de Canavezes, durante duas horas.




A multidão está contra a intenção de suspender as ligações ferroviárias entre o Marco de Canaveses e Caíde de Rei.



Dois milhares de pessoas cortaram, a linha do Douro, na estação ferroviária do Marco de Canaveses.

A manifestação, que juntou cerca de 2000 pessoas, está relacionada com a decisão da REFER em suspender a ligação entre Marco de Canaveses-Caíde-Lousada, num total de 15 viagens diárias.


Três composições que faziam a ligação à Régua foram forçadas a parar pelos manifestantes. Vivem-se momentos de alguma tensão, que levaram, já, ao apedrejamento de uma das composições.

No local foi reunido um considerável dispositivo policial.

Uma das composições avançou contra a população e inclusivé ía atropelando os GNRs.

Quarta, 25 de Abril todos em Lisboa e Porto pra julgar a TROIKA


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"Os Portugueses Devem Preocupar-se Com os Tecnocratas da Finança; Os Movimentos Sociais Vão Ganhar Maior Protagonismo e Promover a Mudança Necessária ao País" Major Máro Tomé Militar de Abril em Palmela, Portugal



Palmela: Mário Tomé diz que vão ser os movimentos sociais a promover a mudança no País, os portugueses devem preocupar-se com os democratas, tecnocratas" que conduziram o País à atual situação de dependência externa.

Palmela, Pinhal Novo, 21 abr (Lusa) - O militar de abril e ex-candidato à Presidência da República, Mário Tomé, afirmou hoje que serão os movimentos sociais a protagonizar a mudança que considera necessária no País, ao mesmo tempo que recusava a ideia de uma nova revolução armada.

"O que nós temos de perceber é que aquilo que derivou do 25 de abril, que foi decaindo, foi perdendo a força que tinha, está hoje esmagado pelos chamados 'democratas, tecnocratas, da finança'", disse.

A poucos dias das comemorações dos 38 anos da revolução de abril, Mário Tomé, defendeu também que não faz sentido os portugueses preocuparem-se com um eventual regresso a um passado fascista, mas antes com os referidos "democratas, tecnocratas" que conduziram o País à atual situação de dependência externa.

Para o antigo major do exército, que falava à agência Lusa após um encontro promovido sexta-feira pelo Bloco de Esquerda na Junta de Freguesia do Pinhal Novo, os movimentos sociais vão ganhar maior protagonismo e promover a mudança, a exemplo do que aconteceu a partir de abril de 1974.

"Foi o 25 de abril, enquanto movimento social, que construiu o PREC (Período Revolucionário em Curso) e que definiu os contornos da Constituição que temos hoje", lembrou, convicto de que os movimentos sociais serão, uma vez mais, os grandes protagonistas da contestação às políticas de austeridade.

"Quando falo no 25 de abril tenho de falar na luta cidadã, transformadora, contra estes chamados democratas, tecnocratas, da finança, através dos movimentos sociais e através da proposta política que os partidos políticos farão, cada um à sua maneira", acrescentou.

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