... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...
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Revolução 15 O OWS Do Algarve, Portugal a Wall-Street, Europa, África, América, Asia: Lisboa, Porto, Coimbra, Madrid, Paris, Dublin, Itália, Grecia, Londres, Brasil, Marrocos, Australia, Japão, Chile, Mexico, Islamabad



Projecto audiovisual que mostra a evolução do movimento dos indignados iniciado en España e que se espalhou e multiplicou pelos vários países do mundo até se cristalizar na manifestação mundial de 15 de Outubro de 2011 que ocorre em mais de 1000 cidades mundiais.

Começamos a viagem de protesto indignado em >Faro. Revoltados, saímos do Algarve e passamos por Évora, onde manifestamos o descontentamento, em indignação seguimos para >Lisboa, seguimos para o >Porto, passamos por >Coimbra e damos um salto a Braga.

Do Porto seguimos para Londres, fazemos escala nos Açores, onde apoiamos o protesto de Angra do Heroismo. De Angra do Heroismo damos um salto ao Canada e protestamos, seguimos para Londres, fazemos escala na Irlanda e protestamos em Dublin ocupamos a bolsa de valores de Londres, o London Stock Exchange. Fazemos a marcha de protesto de Londres e descemos até Madrid.


De Madrid seguimos para Bruxelas. Ao atravessar a França passamos por Paris ocupada, subimos para a Suiça.
Da Suiça, descemos à Itália, passamos pela Turquia, Alemanha, Russia, Belarus, seguimos para os protestos na Grécia.

Saímos da Grécia para protestar em Israel, de Israel seguimos pela Siria, Islamabad, India, Japão, Indonesia, Australia,

De Melbourne ocupada, seguimos para a África Unida em protesto. Passamos pela África do Sul e protestamos, subimos em protesto até Marrocos. Apoiamos a Arab Spring, o protesto dos nossos irmãos Árabes, é o nosso protesto.

 Protestamos com os nossos irmãos de Rabat... de Rabat seguimos para o Chile em protesto indignado, protestamos no Brasil [Brasil, África, Europa, Ásia, Estados, Autralia Unidos, América do Sul (on site)], mostramos a nossa indignação na Colômbia, manifestamo-nos no México, protestamos na California, Ocupamos Los Angeles (#OccupyLA LiveStream video TV Chanel). Seguimos para Nova York e acampamos em Zucoti Park para protestar em Wall Street, o coração do sistema financiero especulativo e origen da crise económica global.
#OccupyWallStreet LiveStream TV Chanel


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Revolução OWS Acampada Wall-Street: Protestos Indignados dos EUA Ignorados pela Comunicação Social! LiveStream TV



A população americana acampa nas cidades e a comunicação social esconde protestos que começaram em Wall Stree e alastram nos EUA.

Nos Estados Unidos da América as acampadas e os protestos espalham-se por todas as cidades como fogo em rastilho de polvora e a imprensa enterra a cabeça na areia. Nem RTP, nem SIC, nem TVI, nem Jornal de Notícias, nem Expresso, nem Diário de Noticias, nem I online, nem CNN, nem FOX, nem NBC, nem Globo... ninguém fala no assunto. Será que não têm jornalistas? Ou são pasquins com jonalistas de pacotilha?



Desde 17 de setembro, milhares de pessoas estão acampadas em Zucoti Park, uma praça próxima de Wall Street o principal centro financeiro do mundo capitalista, em Nova York. Os milhares de americanos indignados protestam contra o “1% de capitalistas ricaços especuladores dos EUA que exploram 99% da sociedade” e que são culpados pela grave crise econômica que abala o país desde 2008, gerando desemprego, despejos e miséria.

Revolução Americana Occupy Wall Street, Occupy Wall Street Facebook, Occupy, Wall, Street, Facebook, New York

O movimento batizado de Occupy Wall Street foi organizado pelo site Abdusters, convocado pelas redes sociais (twitter, Facebook, Tumblr, Blogger, Redit...) e teve como referência as revoltas na Islândia, em Espanha e no mundo árabe. Eles exigem que o governo de Barack Obama, tão covarde diante das elites, adote medidas mais duras de combate à especulação financeira, eleve os impostos da minoria abastada e invista em políticas de geração de emprego e renda. O significado da ocupação Diariamente, ocorrem assembléias, debates e atividades culturais. Artistas famosos, como o diretor de cinema Michael Moore e a atriz Susan Sarandon, já estiveram no local prestando solidariedade aos manifestantes. Várias lideranças políticas, religiosas e dos movimentos sociais também se revezam no local para dar apoio ao protesto, formado principalmente por jovens.

Intelectuais de renome, Noam Chomsky e Amy Goodman, produziram artigos sobre o significado deste inédito movimento Occupy Wall Street [Twitter hastags: #OccupyWallStreet (traduzido, ocupem Wall Street), #USDOR, #USDayOfRage (dia de Raiva dos EUA), #TakeWallStreet (tomem Wall Street), #Ows, #OurWallStreet (Wall Street é Nossa)].

“Wall Street e as instituições financeiras iniciaram o ciclo vicioso que levou a imensa concentração de riqueza e, com ela, também do poder político, em um pequeníssimo setor da população, uma fração de 1%. Ao mesmo tempo, o restante da população foi transformado no que às vezes é chamado de ‘precariado’ – lutando para sobreviver numa existência precária. Wall Street e as instituições financeiras também praticam com impunidade quase completa suas atividades nefastas: não só são ‘grandes demais para quebrar’; também são ‘grandes demais para ir pra cadeia’. Os corajosos e honrados protestos em curso em Wall Street devem chamar a atenção pública para essa calamidade”, escreveu Noam Chomsky.“Não queremos distúrbios” Apesar do significado do protesto, o prefeito de Nova York, o “republicano” Michael Bloomberg, oitavo homem mais rico dos EUA (fortuna calculada em US$ 20 bilhões), esbanja truculência. “Não queremos esse tipo de distúrbio aqui”, disse na semana passada. No sábado (24), acatando as suas ordens, a polícia investiu com violência contra os acampados, prendendo mais de 80 jovens e ferindo várias pessoas. Além da energia dos manifestantes e da truculência da polícia, chama atenção a atitude pusilânime da mídia. Como denuncia Amy Goodman, a maior parte da imprensa estadunidense simplesmente omite o protesto.
Violência policial Occupy Wall Street, Occupy Wall Street Facebook, Occupy, Wall, Street, Facebook, New York



 “Se 2 mil ativistas do grupo conservador Tea Party se manifestassem em Wall Street, provavelmente haveria a mesma quantidade de jornalistas cobrindo o acontecimento”.

Isto é a seletividade da imprensa corporativa colonizada pelo capital

Em portugal, Angola, Brasil,... a mídia colonizada segue o mesmo padrão “jornalístico” de pacotilha da ttreta. Não falando nada sobre a ocupação de Wall Street.

Se fosse um protesto em Caracas contra Hugo Chávez, a mídia burguesa faria o maior escarcéu. Seria manchete todos os dias.

A seletividade da mídia é algo realmente impressionante: omite o que não interessa ao capitalismo esclavagista e realça o que serve aos seus interesses políticos e econômicos, à sua visão de classe. E ainda há gente que acredita na imparcialidade e na neutralidade da chamada “grande imprensa”. GRANDE BOSTA

Occupy Wall Street Live Stream

Watch live streaming video from globalrevolution at livestream.com Occupy Wall Street TV Chanel

Dia de Raiva dos EUA Occupy Wall Street American Revolution Occupy Wall Street Los Angeles Global Revolution LIVE STREAM TV

Adbusters Facebook

Occupy Wall Street Facebook

Occupy Chicago Facebook

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OccupyWallStreet USDR Revolution RTP, SIC, TVI: A Revolução Atingiu Wall-Street Coração do Capital da Especulação da Crise Financeiro



OccupyWallStreet, Depois da Praça Tahir Egipto, Porta do Sol Espanha e Rossio Lisboa, Portugal, a Revolução Islandesa, Primavera Árabe chega aos Estados Unidos, A Revolução não vista na televisão (RTP, SIC, TVI, CNN, FOX, BBC, TVE atingiu Wall Street, Nova York, EUA, coração do capital financeiro. A Revolução das acampadas, estilo Iceland Revolution, Árabe Spring, antingiu o coração da besta do monstro do capital financeiro especulativo e não passa nos meios de comunicação de DesInformação nacional: RTP, SIC, TVI
#OccupyWallStreet #USDR – Depois da Praça Tahir (Egipto), Porta do Sol (Espanha) e Rossio (Lisboa - Portugal), a Revolução Islandesa, “Primavera Árabe” chega aos Estados Unidos.

A Revolução não vista na televisão (RTP, SIC, TVI, CNN, FOX, BBC, TVE...) atingiu Wall Street, Nova York, EUA, coração do capital financeiro.
A Revolução das acampadas, estilo Iceland Revolution, Árabe Spring, antingiu o coração da besta do monstro do capital financeiro especulativo e não passa nos meios de comunicação de DesInformação nacional  (RTP, SIC, TVI)



"Não acho que a revolução seja fácil e nem acho que ela aconteça da noite para o dia, mas é muito bom saber que também na seara do império a cidadania se levanta para protestar. Assim como a Revolução do Jasmim levantou o povo árabe, este movimento no seio do império começa a sinalizar movimentos maiores. É saudável a mobilização popular, em especial quando ela acontece para exigir democracia. Saúdo este movimento. É tempo de rebeldia. É tempo de mobilização. E é tempo de elaborar o caminho necessário para que o mundo saia do atoleiro em que foi jogado pelo neoliberalismo capitalista.

A Revolução não vista na televisão (RTP, SIC, TVI, CNN, FOX, BBC, TVE, não aparece nos jornais DN, JN, Ionline atingiu Wall Street, Nova York, EUA, coração do capital financeiro. A Revolução das acampadas, estilo Iceland Revolution, Árabe Spring, antingiu o coração da besta do monstro do capital financeiro especulativo e não passa nos meios de comunicação de DesInformação nacional  (RTP, SIC, TVI









Como os nossos irmãos e irmãs no Egipto, Grécia, Espanha e Islândia, que planeja usar a tática revolucionária Primavera árabe de ocupação em massa para restaurar a democracia na América. Nós também encorajamos o uso de não-violência para alcançar nossos objetivos e maximizar a segurança de todos os participantes.
Convocado inicialmente pela Adbusters em julho, o chamado para a ocupação pacífica de Wall Street ganhou força em outros coletivos como o Anonymous, the NYC General Assembly e a US Day of Rage, desde então centenas de pessoas somaram-se a convocação pelo início das manifestações que atendem por “Ocupe Wall Street”. Usa-se basicamente as redes sociais digitais para a mobilização, no Twitter usa-se a tag #OccupyWallStreet para agregar e espalhar a informação pelas redes de contato.
Ocupam Wall Street é movimento de resistência sem líder com pessoas de muitas cores, sexos e orientações políticas. A única coisa que todos nós temosem comum é que somos os 99% que não vai mais tolerar a ganância eacorrupção do 1%.
A motivação no chamado é pela recuperação da “democracia”, combate a corrupção”, e defesa do trabalho autogestionário como forma de enfrentamento a “crise econômica” que passa o planeta, em especial os Estados Unidos, país que vem mês a mês batendo recordes de desemprego e crescimento de taxas de pobreza absoluta. A seguir itens da “avaliação” que está na chamada do site principal https://occupywallst.org/:
2. Se você concorda que uma pessoa tem direito ao suor dos seus rostos, que ser talentoso em gestão não deve autorizar outros a agir como bispos e senhores, que todos os trabalhadores devem ter o direito de se envolver nas decisões, democraticamente, então você pode ser um um de nós.
5. Se você concorda que o Estado ea corporação são apenas dois lados da mesma estrutura de poder opressivo, se você perceber como a mídia distorce as coisas para preservá-lo, como ele coloca o povo contra o povo para permanecer no poder, então você pode ser um de nós.
A chamada segue com a convocação e sua linha principal:
1. Fazemos um apelo para protestos para permanecer ativo nas cidades. Aqueles que já estão lá, para crescer, para organizar, para levantar consciências, para aqueles municípios onde não há protestos, por protestos de organizar e perturbar o sistema.
2. Nós chamamos para que os trabalhadores não só atacar, mas aproveitar seus locais de trabalho em conjunto, e organizá-los democraticamente. Fazemos um apelo para alunos e professores para atuar em conjunto, para ensinar democracia, não apenas os professores para os alunos, mas os alunos para os professores. Para aproveitar as salas de aula e mentes livres juntos.
3. Apelamos para os desempregados, para voluntários, para aprender, para ensinar, para usar o que eles têm habilidades para se sustentar, como parte do povo revoltante como uma comunidade.
4. Chamamos para a organização das assembléias das pessoas em cada cidade, cada praça pública, a cada município.
5. Apelamos para a apreensão e uso de prédios abandonados, das terras abandonadas, de todos os bens apreendidos e abandonados por especuladores, para o povo, para cada grupo que vai organizá-los.
Como no seus pares Tahir e Porta do sol, a ocupação de Wall Street usufruiu da tecnologia, em especial da internet, diferencial que deverá ser potencializado no caso americano. A atitude vai além da tag da manifestação, o coletivo criou um email 9.17occupywallstreet @ gmail.com para contato, e um fone (877) 881-3020 - sem registro da ligação para dúvidas, informes e orientações rápidas. Compõem também o arsenal pacífico um grande número de cartazes e até um manual que orienta o ato, a cobertura de fotos também está excelente via FlickR (AQUI) mas o ponto alto é a transmissão ao vivo, assim como na Porta do Sol do M15 da Espanha, a ocupação está sendo transmitida em vídeo pela internet via canais Movimento 15M, Global Revolution, World Revolution.

LiveStream 1

LiveStream 2
Sigamos acompanhando e comentando em posts futuros, por certo a mídia dará pouca repercussão, os blogs levarão a notícia OccupyWallStreet. Segue abaixo mais cartazes, o movimento prossegue.
Leia também: “Ocupar Wall Street: Protestos de massa chegam aos EUA” Por Idelber Avelar na Revista Fórum.

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Inside-Job A Verdade da Crise Financeira: Promiscuidade Entre Agências de Ratig e Governos e Crimes Económicos de Wall-Street



Documentário “Inside Job” escancara os podres de Wall Street
Filme revela como os agentes econômicos permitiram que nações quebrassem e gerassem um rombo de US$ 20 trilhões

Inside Job - A verdade da crise de 2008
Pra quem gosta de economia, financas e obviamente de dinheiro, esse é um filme que vcs nao podem deixar de ver.

Inside Job - A verdade da crise, é um filme que desmonta a engenharia do golpe e a supremacia do sistema financeiro perante tudo que nos cerca. O eterno Governo de Wall Street.

O filme conta tudo !! Toda a estutura que foi montada, o que poderia ter sido feito pra evitar e onde estamos atualmente na crise. SENSACIONAL !!!!



Inside Job - A verdade da crise, é um filme documentário que desmonta o modus operandi dos responsáveis pela quebradeira que ocasionou o tsunami da crise financeira de 2008, quando milhares de pessoas perderam seus empregos e suas moradias.

Indicado ao Oscar como melhor documentário e conduzido pelo diretor Charles Ferguson, "Inside Job" (Trabalho Interno) é mais um filme que retrata os lados obscuros de Wall Street. Narrado por Matt Damon, o documentário revela verdades incômodas da pior crise já vista desde 1929.

Baseado numa extensa pesquisa e séries de entrevistas com políticos, economistas e jornalistas, o filme revela as corrosivas relações de governantes, agentes reguladores e a Academia. “Inside Job” expõe também uma teia de mentiras e condutas criminosas que prejudicaram seriamente a vida de milhões de pessoas, principalmente por conta de cobiça, cinismo e mentiras.

“Se você não ficar revoltado ao final do filme, então é porque não prestou atenção”, diz uma das frases promocionais do documentário. A revolta é clara: a principal economia do mundo mergulhou numa forte crise, levando consigo diversas nações.

Os causadores de tudo isso já voltaram a dar “conselhos” para governos e sociedades. Ou seja, permanecem dando as cartas na mesa. Algumas das mais novas vítimas são gregos, irlandeses, espanhóis, portugueses e outros povos europeus que estão sendo “convidados” a “aceitar a ajuda do FMI”. E quem será o próximo?

Do total de entrevistados que participaram do filme, 18 negaram a conceder entrevista para o diretor Charles Ferguso, incluindo Alan Greenspan (ex-presidente do Federal Reserve), Ben Bernanke (atual presidente do Federal Reserve) e Timothy Geithner, atual secretário do Tesouro dos Estados Unidos.




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