... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...
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Máfia Internacional Justiça Contra Crimes Lesa Pátria Buenos Aires Acusa REPSOL de Querer Vender YPF á China e Atentados Ambientais Pelo Que a Empresa Espanholha Terá Que Indeminizar a Argentina



Repsol pretendia vender petrolífera argentina aos chineses
Segundo o Financial Times, a Repsol estava em negociações para a venda da petrolífera argentina à companhia chinesa Sinopec, e todas as conversações foram feitas nas costas do governo argentino, que teria uma palavra final sobre a operação. A nacionalização anunciada por Cristina Kirchner abortou o negócio que podia render 7,7 mil milhões de euros

reportagem é do sítio esquerda.net, 18-04-2012.


O presidente da Repsol deu uma coletiva de imprensa em Madrid onde estimou o valor da empresa YPF em torno dos 14 bilhões de euros e confirmou contatos com potenciais compradores. A Repsol agora diz que vai exigir a Buenos Aires cerca de 8 bilhões de euros, depois de ver expropriada a quase totalidade das suas ações na empresa YPF, correspondentes a 51% do capital. A imprensa espanhola, como a edição online do Publico.es, diz que o interesse chinês na YPF não é novo e que empresas como a Petrochina e a CNOOC já tinham tentado adquiri-la em 2009.

Povo Apoia a Recuperação da YPF; REPSOL;


Quanto ao pedido de indemnização, a resposta surgiu pronta por parte do Governo de Buenos Aires, com o vice-ministro da Economia, Alex Kicillof, ao dizer que "iremos determinar ao certo quanto vale a YPF, mas não vamos pagar o que nos estão a pedir". Kicillof sublinhou ainda que a Repsol arrecadou "lucros extraordinariamente grandes" e que "ninguém pode dizer que estamos tirando algo que lhes pertence". Já o ministro que vai ficar responsável pela intervenção na empresa nacionalizada faz outras contas e diz que os governadores das províncias onde a YPF actua "também têm muitas reclamações a fazer".



Segundo o diáro espanhol El País, Julio de Vido mostrou aos jornalistas algumas fotografias enviadas pelo governador de Mendoza de atentados ambientais cometidos pela empresa. "Terá de pagar por isto, porque o meio ambiente e o território dos argentinos não se rifa, tem um preço, tal como o preço que Brufau [presidente da Repsol] calcula que tem a sua empresa", ameaçou o ministro. "Vamos ser absolutamente inflexíveis. Vamos liquidar província a província cada um dos danos ambientais causados pelas fugas nos oleodutos e tanques", para além de calcular a dívida total da YPF à volta de 6,8 bilhões de euros.

Para o Governo argentino, houve uma "quebra permanente da eficácia na produção" e Julio de Vido diz mesmo que "estão-nos a tirar a produção que hoje importamos. São dólares que saem do país e que não se podem investir em hospitais, casas ou redes elétricas".

Tal como as condenações vindas de Madrid, Bruxelas e Londres, também chegou a Buenos Aires a solidariedade com a decisão da presidente Kirchner. Jose Mujica, presidente do Uruguai, disse que a expropriação da Repsol é um ato soberano e que não lhe agrada "a prepotência da Europa rica".

Os vizinhos brasileiros estão preocupados com os investimentos da Petrobras na Argentina, mas o ministro da Energia Edison Lobão já disse aos senadores que a nacionalização foi "um ato de soberania". Segundo o diário argentino Clarin, o ministro Julio de Vido irá esta quinta-feira ao Rio de Janeiro para tranquilizar a presidente da Petrobras e acertar novos investimentos. Em cima da mesa estará também o cancelamento da concessão de gás natural pelo governador de Neuquén, que argumentou que a Petrobras não fez o investimento planeado para aumentar a produção.

Para um analista consultado pelo Financial Times, a Repsol não deverá ter grande sorte no processo que dará entrada nos tribunais. "Neste momento, a Argentina já tem mais litígios pendentes no Centro Internacional do Banco Mundial para Arbitragem de Disputas sobre Investimentos do que qualquer outro país", afirmou Peter Hutton, da RBC Capital Markets, recordando os casos ainda à espera de decisão final desde 2001, quando o país cancelou boa parte da sua dívida.

Desde que foi anunciada a expropriação, as ações da Repsol registaram perdas na bolsa de Madrid: na segunda-feira quase alcançaram os 18 euros por ação e ao meio-dia desta quinta-feira eram transacionadas por 16 euros.

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Economia, Justiça Contra Crimes Lesa Pátria e Recuperação de Soberania Nacional Argentina: Especulação e Escalada de Preços dos Combustíveis Leva Presidenta Cristina Kirchner a Expropriação Total de YPF Companhia Petrolífera na Posse da Repsol; Discuso e Projecto Video



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Discuso e Projecto

Economia e Justiça Contra Crimes de Lesa Pátria: Escalada de preços de combustiveis leva Presidente da Argentina a anunciar expropriação total de YPF, companhia petrolífera na posse da Repsol


A Presidente da Argentina, Cristina Kirchner, decidiu expropriar a companhia petrolífera YPF, controlada pela criminosa espanhola Repsol, e que vai passar a ser controlada totalmente pelo Estado e províncias, anunciou ontem num comunicado oficial.

O património da YPF Sociedade Anónima é declarado sujeito à expropriação", de acordo com o comunicado oficial divulgado durante uma cerimónia e na presença de Kirchner e dos ministros e governadores das províncias do país.

"51 por cento vão pertencer ao Estado e os restantes 49 por cento serão distribuídas entre as províncias produtoras", especificou o anúncio oficial, que mereceu o aplauso dos participantes.

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Presidenta Cristina Fernandez de Kirchner
Expropriação Total de YPF Companhia Petrolífera na Posse da Repsol
Gráficos Explicativos


"Não vamos efetuar uma nacionalização", acrescentou de seguida a chefe de Estado. "Vamos fazer uma recuperação e a companhia continuará a funcionar como uma sociedade anónima, com diretores profissionais", precisou.

"Esta Presidente não responderá a qualquer ameaça", disse ainda. "Sou um chefe de Estado, não uma vendedora de legumes", frisou. "Todas as empresas presentes no país, e mesmo que o acionista seja estrangeiro, são empresas argentinas", acrescentou.

Numa primeira reação, o governo espanhol, através da porta-voz do Partido Popular (PP, direita, no poder), Maria Dolores de Cospedal, anunciou uma "resposta apropriada" ao projeto de expropriação da YPF.

Na sexta-feira, a Espanha advertiu a Argentina contra uma "agressão" que violaria o "princípio de segurança jurídica", mas apelou ao diálogo para resolver o contencioso motivado pela eventual nacionalização da filial argentina do grupo petrolífero Repsol YPF.


O controlo desta companhia será processado através da votação do anunciado projeto-lei e o preço a pagar aos acionistas será fixado pelo Tribunal argentino de avaliações.

No domingo, o presidente da Repsol YPF, Antoni Brufau, solicitou um diálogo com o governo argentino, mas não obteve resposta. "É necessário falar, falar, e não impor nada nem fazer apelo à retórica", disse na ocasião. "É a falar que as pessoas se entendem", sublinhou.

Acusada de escassos investimentos, a YPF, controlada pela Repsol, perdeu nas últimas semanas 16 concessões petrolíferas em seis províncias argentinas.

O governo de Cristina Kirchner está a pressionar as companhias petrolíferas para aumentarem a produção, após a fatura petrolífera do país ter ultrapassado os 110 por cento em 2011 e atingir os 7,18 mil milhões de euros.

A Repsol YPF lidera o mercado de combustíveis na Argentina. A filial no país, privatizada na década de 1990, controla 52 por cento das capacidades de refinação do país e possui 1.600 estações de serviço.

Visión Siete: Cristina: "El modelo no es de estatización, sino de recuperación de la soberanía"


La presidenta Cristina Fernández anunció el envío al Congreso de un proyecto de ley que establece la expropiación del 51 por ciento de las acciones de YPF, estableciendo que de ese número, el 51% le corresponderá a la Nación y el 49% a las provincias. Además, decretó la intervención de la compañía petrolera y designó al ministro de Planificación, Julio De Vido, como interventor. "Somos el único país de Latinoamérica y casi del mundo que no maneja sus recursos naturales", dijo la Presidenta. Emitido por Visión Siete, noticiero de la TV Pública argentina, lunes 16 de abril de 2012.

el otro principio es el poder derivado de la soberania el cual constituye un pilar fundamental en la libre disposicion que tiene un Estado sobre el uso de sus bienes incluso aun cuando ya se ha celebrado un contrato se puede dar la declaracion de lesividad y se ordena su inmediata rescición.


 

Televisão Púbblica Argentina

Temos que fazer o mesmo á EDP, GOLPE digo GALP, Bancos.......

 

Acorda Portugal, 25 de Abril, Revolução Geral Contra o Sistema


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