... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...
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Máfia Económica Global! "Wall Street e a Crise Financeira: Anatomia do Colapso Financeiro" Culpa Bancos, Moodys, Standard Poors, Goldman Sachs, Deutsche Bank, Supervisão e Desregulação dos Mercados! Relatório Elaborado Pela Comissão de Investigação do Senado dos EUA Desmonta A Conspiração; Acorda e Levanta-te Portugal, Espanha, Itália, Grécia; Os Banqueiros Que Paguem A Crise Que Criaram!



Uma investigação de dois anos, que culminou no relatório "Wall Street e a Crise Financeira: Anatomia do Colapso Financeiro"  ("WALL STREET AND THE FINANCIAL CRISIS: Anatomy of a Financial Collapse"), levada a cabo pela Senado dos EUA sobre as causas da crise financeira culminou na publicação de um relatório contendo 639 página condenado as grandes instituições financeiras, nomeadamente os bancos, os fundos de Hedge, as Agências de Rating e os órgãos reguladores do sistema financeiro. Citando uma riqueza de documentos internos e comunicações privadas "Wall Street e a crise financeira: Anatomia de um colapso financeiro" mostra ao detalhe uma série de actividades de negócios irresponsáveis e de carácter criminoso ​​que deixaram a economia global em desordem e estão a encaminhar os países pobres para o desastre. O Relatório mostra o criminoso modus operandi das Agências Moody's, S&P, Deutsche Bank e do famoso banco Goldman Sachs, a que pertencem António Borges e Carlos Moedas

Cartel de Bancos Inter-Alpha, BES, Goldman Sachs, RBS, JP Morgan, SANTANDER, RBS, UBS
Cartel de Bancos Inter-Alpha


Versão Inglesa English Version:
Truth About Global Economic Conspiracy Crash For Bailout's! Banks Mafia Scam Involving: Goldman Sachs, Deutsche Bank, Moodys, Standard Poors; Read Report: WALL STREET AND THE FINANCIAL CRISIS: Anatomy of a Financial Collapse, From The US Senate Investigation

  1. Introdução

  2. Sobre o Relatório da Sub-Comissão de Investigações Permanente do Senado dos Estados Unidos

  3. Elaboração do Relatório e Foco do Estudo

  4. Opinião do Senador Carl Levin Presidente do Comité de Segurança Interna e Assuntos Governamentais

  5. Conteúdo do Levin-Coburn Report

  6. Principais Causas da Crise Financeira

  7. Conclusões do relatório

    1. O relatório prova aquilo que muitos chamam Teorias de Conspiração

    2. Empréstimo de Alto Risco: Estudo de Caso do Washington Mutual Bank

      1. Nota Extra relatório

    3. Falhas da Entidade Reguladora: estudo de caso do Office of Thrift Supervision

    4. Ratings Combinados Nos Produtos de Crédito: estudo de caso da Moody e Standard & Poors

    5. Abusos Banco de Investimento: estudo de caso do Goldman Sachs e Deutsche Bank

    6. Goldman Sachs

      1. Nota Extra relatório

      2. 13,9 Biliões de Dólares Americanos Num Fundo de Apostas Contra Os Clientes

      3. Estratégias Goldman Sachs: Fundos de Apostas Contra Os Clientes

      4. Hudson

      5. Timberwolf

      6. Abacus

    7. Deutsche Bank

      1. Crap Pigs CDO Em Esquema de Ponzi

      2. CDO Machine

      3. Deutsche Bank Edge Fund $ 8 biliões Contra 102 Biliões de Dólares RMBS

  8. Recomendações do relatório

    1. Recomendações sobre empréstimos de alto risco

      1. Garantir "Hipotecas qualificadas de Baixo Risco"

      2. Exigir significativa retenção de risco.

      3. Salvaguarda contra produtos de alto risco.

      4. Exigir maiores reservas para empréstimos de amortização negativa.

      5. Salvaguardar carteiras de investimento do Banco

      1. Recomendações sobre falhas de regulação

        1. Desmantelamento Total da OTS

        2. Reforçar a Fiscalização

        3. Fortalecer CAMELS Ratings

        4. Avaliar os impactos dos empréstimos de alto risco

      2. Recomendações sobre ratings de crédito inflacionados

        1. Avaliar as agências de notação de crédito por Precisão na Análise

        2. Ajudar Os Investidores A Responsabilizar As Agências de Rating CRAs

        3. Fortalecer o Controle Sobre a Actuação das Agências de Notação de Crédito CRA

        4. Garantir Que As Agências de Rating Reconhecem o Risco

        5. Fortalecer a Divulgação Informação Compreensível, Consistente e Útil nas Classificações

        6. Reduzir a Dependência do Governo Relativamente aos Ratings

      3. Recomendações Relativas a Abusos dos Bancos de investimento

        1. Revisão das Operações Financeiras Estruturadas

        2. Barrar As Excepções de Negociação Entre Banco e Proprietário

        3. Projectar E Estabelecer Forte Proibição de Conflito de Interesses

        4. Estudo dos Bancos de Structured Finance

    2. Auto-Análise Crítica de Um Director da Moodys

    3. Tabelas

      1. Tabela do Deutsche Bank Contendo Totais Anuais em CDO Issuance Entre 2000-2009

      2. Tabela S&P Avaliação do Gemstone VII do Deutsche Bank Contendo Ratings Por Tranche

    4. A Crise dos EUA Torna-se Global Via Offshore

      1. Deutsche Bank Cayman Offshore

      2. Goldman Sachs OffShore

    5. Relatórios

      1. Relatório WALL STREET AND THE FINANCIAL CRISIS: Anatomy of a Financial Collapse

      2. Relatório Com a Documentação

    6. Autores Responsáveis




    Sobre o Relatório da Sub-Comissão de Investigações Permanente do Senado dos Estados Unidos


    Wall Street  e a crise financeira: Anatomia de um colapso financeiro é um relatório emitido em 13 de abril de 2011 pela Subcomissão Permanente de Investigações do Senado de Estados Unidos. O relatório de 639 página foi emitido sob a presidência do senador Carl Levin, tendo como o senador  Tom Coburn como lugar tenente. O quase-não-falado relatório,  é popularmente conhecido, por quem o conhece, como o Relatório Levin-Coburn (Levin-Coburn Report).

    Elaboração do Relatório e Foco do Estudo


    Após a realização de "mais de 150 entrevistas e depoimentos, tendo sido consultados dezenas de funcionários do governo, académicos e especialistas do sector privado", constatou-se que "a crise não foi um desastre natural, mas o resultado de uma conspiração envolvendo o que os banqueiros chamam de produtos financeiros complexos de alto risco, manifestos conflitos de interesse, o fracasso e laxismo das autoridades reguladoras, a cumplicidade das agências de classificação de crédito, e manipulação do próprio mercado, para alimentar os excessos de Wall Street.


    Opinião do Senador Carl Levin, Presidente do Comité de Segurança Interna e Assuntos Governamentais


    Numa entrevista, o senador Levin observou que:


    "A esmagadora evidência é que estas instituições enganaram os seus clientes e enganaram o público, e eles foram auxiliados e instigados pelos reguladores e pelas agências de classificação de crédito que tinham conflitos de interesse."

    Conteúdo do Levin-Coburn Report


    Até ao final de sua investigação de dois anos, a equipe acumulou 56 milhões de páginas de memorandos, documentos, folhetos e e-mails. O relatório, contém notas de rodapé e referências 2.800 milhares de documentos internos com foco em quatro áreas principais de preocupação com o fracasso do sistema financeiro: empréstimos hipotecários de alto risco, a falta de reguladores para impedir tais práticas, avaliações de crédito favoráveis (de acordo com o valor pago pelo avaliado), e os abusos do sistema controlado pelos bancos de investimento. O relatório também emitiu várias recomendações para a acção futura a respeito de cada uma dessas categorias.

    Principais Causas da Crise Financeira



    Honestidade, Corrupção, Crise, Bancos, Apoio, Pobre, Rico, Trabalho, Portugal, Espanha, Itália, Grécia, Euro, Europa

    O relatório incide sobre o que ele diz serem as quatro principais causas da crise financeira, e começa por se concentrar sobre o impacto provocado pelos credores de hipotecas de alto risco, usando Washington Mutual Bank (WaMu) como um exemplo. A partir de 2004, WaMu embarcou numa estratégia de empréstimos enfatizando empréstimos de alto risco. Ao mesmo tempo, o banco estava envolvido numa série de práticas de empréstimos questionáveis ​​incluindo operações de direccionamento transformando hipotecas convencionais em produtos Tóxicos de alto risco, com recurso a fundos de Edge a apostar contra o mercado. Idêntico papel tiveram o Deutsche e a Goldman Sachs.


    Conclusões do relatório



    O relatório descobriu que os quatro aspectos causadores da crise foram todos interligados para facilitar as práticas de risco que levaram ao colapso do sistema financeiro global. Os banqueiros credores, para maximizar os lucros, securitizaram os empréstimos á habitação habitação, através do que chamam de produtos complexos,  apostando contra esses mesmos produtos através de operações de subscrição subprime, predando os compradores não qualificados para maximizar os lucros. Isto é: só é qualificado quem faz parte do gang.. As agências de classificação de crédito (agências de rating de avaliação combinada), classificaram esses títulos com classificação de investimento seguro (AAA), o que facilitou a sua venda a investidores de todo o mundo. Tal como Vítor Constâncio (falhou na Regulação BPN e BCP, sendo depois promovido para o BCE), também nos EUA, os  Reguladores de valores mobiliários federais falharam na execução do seu dever de garantir os empréstimos sãos e salvos da gestão de risco pelos credores e bancos de investimento. Os bancos de investimento projectaram e promoveram complexos produtos financeiros, sem qualidade e pobres compostos por esses empréstimos à habitação de alto risco.

    O relatório prova aquilo que muitos chamam Teorias de Conspiração 

    Merkel A Ditadora Gorda NAZI, Merkel,Ditadora, Gorda, NAZI, Mafia, Crise

    Os Banqueiros incentivam os investidores utilizando swaps de crédito apostando fortemente apostar no fracasso desses produtos financeiros e que geriram e gerem uma complexa teia de conflitos de interesse, em que são eles os próprios a si apostar contra os produtos comercializados e vendidos, defraudando seus próprios clientes. A conivência destas quatro instituições levou ao surgimento de uma enorme bolha de títulos com base no crédito à habitação de alto risco. Quando os compradores não qualificados entram em incumprimento com as suas hipotecas, o sistema financeiro mundial incorre em perdas maciças. E é aí que se comprova o que estamos cansados de afirmar:, entra o Resgate aos países para salvar os bancos.

    Empréstimo de Alto Risco: Estudo de Caso do Washington Mutual Bank



    Através de um estudo de caso do Washington Mutual Bank (WaMu), o relatório constatou que, em 2006, o WaMu começou a apostar em empréstimos de alto risco para ter lucros mais elevados. Um ano depois, essas hipotecas começaram a falhar, junto com os títulos lastreados em hipotecas do banco oferecidos como garantia. Como acionistas perderam a confiança, os preços das acções caíram e o banco sofreu uma crise de liquidez. The Office of Thrift Supervision, o regulador chefe colocou o banco WaMu sob intervenção do Federal Deposit Insurance Corporation (FDIC), que depois vendeu o banco ao JPMorgan. Se a venda não tivesse sido efectuada, diz que os activos tóxicos detidos pelo WaMu teriam esgotado completamente o fundo de seguro do FDIC.

    Nota Extra relatório

    • Assim, como é de esperar, esses fundos foram transferidos á escala global, como na altura foi referido por cronista, creio que da Blomberg


    O relatório concluiu que WaMu vendeu hipotecas de taxa ajustável de alto risco (ARM opção) a granel, especificamente para o Federal National Mortgage Association (Fannie Mae) e Federal Home Loan Mortgage Corporation (Freddie Mac). WaMu também vendeu frequentemente estes empréstimos a compradores não qualificados e estaria a atrair compradores com curto prazo "teaser" taxas que dispararia mais tarde no prazo. O relatório descobriu que WaMu e outros grandes bancos estavam inclinados a fazer essas vendas arriscadas porque os empréstimos de maior risco e títulos lastreados por hipotecas vendidos por preços mais altos em Wall Street. Esses credores, no entanto, simplesmente passaram o risco para os investidores ao invés de absorvê-los eles mesmos. E advinha prá onde? Ora, via Offshore Global.

    Falhas da Entidade Reguladora: estudo de caso do Office of Thrift Supervision



    A entidade reguladora, Office of Thrift Supervision (OTS), foi citado no relatório como um grande culpado em colapso financeiro, por sua "incapacidade de parar as práticas inseguras e insalubres que levaram à morte do Washington Mutual" Enquanto OTS identificou mais de 500 irregularidades em WaMu, tal como no caso BPN BCP, eles não tomaram qualquer ação regulatória contra o banco. OTS terá, repetidamente solicitado acção corretiva, mas o banco nunca passou cartão. O relatório também cita a cultura reguladoa dentro da OTS como uma questão que exacerbou a falta de fiscalização. OTS consistentemente referia os bancos que supervisionava como seus "eleitores". Eles pediam aos bancos para corrigir os problemas, em vez de impor regulação, apesar de os bancos raramente seguirem conselhos e raramente cumprirem acordos.

    Ratings Combinados Nos Produtos de Crédito: estudo de caso da Moody e Standard & Poors

    Moodys, Crise, Económica, Anonymous, S&P, Standard & Poors, Crise Portugal


    O estudo de caso de Moody Investors Service, Inc. (Moody) e Standard & Poor Financial Services LLC (S & P) expôs uma combinação de leituras imparciais e conflitos de interesse dentro da comunidade de agências de classificação de crédito. Devido à falta de regulamentação, as agências foram capazes de colocar a quantidade recebida sobre a qualidade do rating dos títulos. As Agências de notação de crédito foram pagas pelas empresas de Wall Street para efectuar o seu serviço de avaliação e classificação de risco financeiro, de acordo com o pagamento. Se as agências de notação de crédito efectuassem a emissão de uma classificação abaixo de TripleA (AAA), eram ameaçadas de ficar fora do negócio pelas empresas de Wall Street de que dependiam e dependem. Nos anos que antecederam a crise de 2008, a Moody e S & P avaliaram dezenas de milhares de fundos imobiliários norte-americanos (residencial mortgage-backed securities) (RMBS) e obrigações de dívida garantidas (CDOs). Moody e S & P regularmente manipularam os votos, dando classificações fraudulentas de grau AAA para a maioria dos RMBS e títulos CDO, embora muitos foram baseados nos empréstimos à habitação de alto risco. Em 2006, os empréstimos à habitação de alto risco começou a falhar, ainda assim, Moodys e S & P continuuaram, durante 6 meses, a emitir classificações AAA para os títulos de má qualidade. Após os CDOs e os títulos RMBS que consistiam nestes empréstimos para habitação, começarem a incorrer em perdas elevadas, as agências de rating mudaram de rumo e rapidamente começaram a rebaixar esses títulos de alto risco. O mercado de RMBS e CDO, agora já saturado com ativos tóxicos e não-comercializáveis, levou á queda abrupta dos títulos. Tradicionalmente, os títulos AAA rated tinham menos de um 1% de probabilidade de inadimplência. Em 2007, a maioria dos RMBS e títulos CDO com classificação AAA sofreram perdas. 90% das classificações AAA dadas a títulos subprime RMBS originou em 2006 e 2007 foram mais tarde rebaixadas ao status de lixo por agências de notação de crédito.

    Abusos dos Banco de Investimento: estudo de caso do Goldman Sachs e Deutsche Bank

    Pedro Passos Coelho, BES, Máfia, crime, Bancos, Governo, Portugal, Austeridade, BCP
    Passos Coelho dos Bancos de Investimento,
    a menos de um mês antes das eleições,
    em que enganou os portugueses que votaram nele,
    fez uma visita relâmpago á City de Londres,
    onde foi falar com os responsáveis da Goldman Sachs
    Isto consta no Programa Eleitoral do PSD


    O relatório cita os bancos de investimento como um jogador importante na preparação da crise, e usa um estudo de caso de dois principais participantes no mercado hipotecário dos EUA, Goldman Sachs e Deutsche Bank. O estudo de caso revelou que, entre 2004 e 2008, os bancos concentraram seus esforços fortemente em RMBS e títulos CDO, complexos e em produtos financeiros de alto risco que poderam empacotar e vender a investidores que desconhecem a composição do produto. As instituições financeiras emitiu US $ 2,5 trilhões em RMBS e US $ 1,4 trilhão em títulos CDO. Eles criaram mesas de operações de grande porte que tratam estritamente de RMBS e títulos CDO. Mais alarmante, suas mesas de negociação começou a tomar apólices de seguro contra a RMBS e títulos CDO, permitindo que aposta na queda do valor de seus activos próprios. Eles agiram em muitos casos, como um intermediário entre duas partes opostas apostando em ambos os lados do valor futuro. Essa prática levou a um conflito flagrante de interesse no mercado de valores mobiliários, como os bancos usaram "líquidos" posições curtas, em que eles apostaram na queda de um segurança, para lucrar com a falha de um segurança que havia vendido para seu próprio cliente .

    Indignati Italia, Indignati, Italia, Rivoluzzioni, Revolution, mse
    Indigna-te

    Goldman Sachs


    O estudo de caso do Goldman Sachs exemplifica este conflito de interesses. Eles subscreveu cerca de US $ 100 bilhões em títulos RMBS e CDOs em 2006 e 2007. Quando viram os seus títulos a desvalorizar, em vez de alertarem os investidores para ficarem longe desses produtos, eles começaram a desenvolver uma posição curta que lhes permitir lucrar apostando contra esses produtos com o inevitável colapso do mercado de hipotecas, colapso por eles desencadeado.

    Nota Extra relatório


    • Este tipo de operação, em que a Goldman tem experiência de longa data, com uma longa série de crises e falências de empresas, ao longo dos seus aproximados 150 anos de existência, Inclusive com participação na crise de 1920. Mas isso é uma longa história.
    • Também importa lembrar que fora estas atitudes que Greg Smith a apresentar a carta de demissão.
    • Para quem não sabe, esta operação criminosa, passa por constituir um ou vários Fundos de Edge e apostar fortemente nas oscilações diárias em Bolsa, como fazem diariamente na União dos rabos pró ar a que chamam de Europeia, com o objectivo de obrigarem a população a arriar as calças. A este respeito, é importante salientar o que o Gang do Salgado fez com a Portugal Telecom.

    Continuando as Operações da Goldman Sachs

    13,9 Biliões de Dólares Americanos Num Fundo de Apostas Contra Os Clientes


    Eles amassaram 13,9 bilhões dólares americanos em curto, e fizeram US $ 3,7 bilhões em lucro em 2007 com o declínio do mercado de hipotecas, declinio por eles também impulsionado. Eles venderam RMBS e títulos CDO aos seus próprios clientes, sem notificá-los do seu conflito de interesses, em que eles tinham um fundo multi-bilionária em apostas de curta duração contra o mesmo produto.

    Estratégias Goldman Sachs: Fundos de Apostas Contra Os Clientes


    O estudo de caso analisa ainda quatro CDOs vendidos pelo Goldman conhecido como Hudson 1, Anderson, Timberwolf, e Abacus 2007-AC1. O estudo descobriu que o Goldman, às vezes, assumiu activos de risco que tinham em seu inventário e despejou-os nesses CDOs. Eles conscientemente incluíram ativos de má qualidade e baixo valor e pobres nesses fundos, e em três dos CDOs, que haviam tomado uma posição curta contra o CDO.

    Goldman Sachs vendeu seus próprios ativos tóxicos aos seus clientes, passando depois a apostar contra eles, sem qualquer notificação a ninguém sobre seu conflito de interesse.

    Hudson


    No caso de um Hudson, Goldman levou uma curta 100% contra o CDO de US $ 2 biliões, e, em seguida, vendeu o CDO aos seus clientes. A segurança logo perdeu valor, e enquanto os seus clientes perderam seus investimentos, Goldman fez US $ 1,7 bilões de lucro.

    Timberwolf

    No CDO Timberwolf, Goldman vendeu os títulos acima do valor real aos seus clientes, logo em seguida, baixou o preço após a venda, fazendo com que os seus clientes acabassem incorrendo em consideráveis perdas rápidas. A Garantia Timberwolf perdeu 80% de seu valor no espaço de 5 meses e é inútil hoje.


    Abacus

    No caso do CDO Abacus, Goldman não tomar uma posição curta, mas permitiu Paulson & Co. Inc., um fundo de hedge com relações com o ex-secretário do Tesouro e executivo do Goldman, Henry Paulson, para selecionar os activos incluídos no CDO. Goldman comercializou-os e vendeeu essa insegurança aos seus clientes, sem nunca revelar o papel do Paulson & Co. Inc. no processo de selecção de activos ou o facto de que o CDO foi projectado para perder valor em primeiro lugar. Hoje, os títulos Abacus são inúteis, enquanto o fundo de hedge Paulson fez cerca de US $ 3 bilhões.

    Deutsche Bank

    Crap Pigs CDO Em Esquema de Ponzi


    No estudo de caso o Deutsche Bank, o relatório concentra a atenção em volta do trader chefe do banco, Greg Lippmann. Ele alertou os colegas de que os títulos RMBS e CDO eram "porcaria" e "porcos" (crap and pig) e poderia ganhar dinheiro tendo calções contra eles. Ele previu que os títulos perderiam valor e chamou a operação CDO da indústria financeira como um "esquema de Ponzi".

    CDO Machine


    Deutsche Bank tomou uma posição 5.000.000.000 $ curto contra o mercado de RMBS 2005-2007, ganhando um lucro de US $ 1,5 biliões. Os estudos de caso dessas duas empresas de investimento também mostram que, mesmo que a inadimplência de hipotecas aumentou em 2008, os bancos continuaram a comercializar fortemente CDOs e títulos RMBS aos seus clientes. Os bancos sabiam que se fossem parar a sua "máquina de CDO" que estavam produzindo lucros recordes e bônus executivos recordes, as empresas teriam de cortar seus excessos e fechar suas mesas CDO. Os estudos mostram como as credit default swaps que os investidores e os próprios bancos permitidos de fazer apostas em ambos os lados do desempenho de uma garantia de segurança intensificaram o risco de mercado.


    Deutsche Bank Edge Fund de $ 8 biliões Contra 102 Biliões de Dólares RMBS


    Grupo Deutsche Bank RMBS, em Nova York, por exemplo, construiu uma carteira de 102 bilião dólares em títulos RMBS, e ao mesmotempo, construiu um fundo de hedge afiliado em CDO de US $ 8 biliões de dolares,  usado para apostar contra o produto, gerido pela Winchester Capital.

    Conclusão Sobre o Papel dos Bancos Na Crise


    Finalmente, eles mostram que as técnicas de negociação sem escrúpulos nos bancos levou a "perdas dramáticas no caso do Deutsche Bank e os conflitos de interesse revelado, no caso do Goldman Sachs." O Relatório concluiu que os bancos de investimento eram a "força motriz" por trás do risco-laden expansão do mercado CDO e RMBS no sistema financeiro dos EUA, e que os bancos foram a principal causa da própria crise.

    Recomendações do relatório



    Recomendações sobre os empréstimos de alto risco



    Garantir "Hipotecas Qualificadas de Baixo Risco"

    As Autoridades Reguladoras reguladores devem usar sua autoridade reguladora para garantir que todas as hipotecas são consideradas de baixo risco "qualificados hipotecas residenciais" têm um baixo risco de inadimplência ou padrão.

    Exigir significativa retenção de risco.

    Os reguladores federais devem emitir um requisito de retenção forte risco nos termos do Artigo 941, exigindo a retenção não inferior a um risco de crédito de 5% em cada um, ou uma amostra representativa de, parcelas de uma securitização de ativos apoiado, e por restrição de cobertura deslocamento de um razoável, mas período limitado de tempo.

    Salvaguarda contra produtos de alto risco.

    Reguladores bancários federais devem proteger o dinheiro do contribuinte, exigindo que bancos com alto risco de produtos financeiros estruturados, incluindo produtos complexos, com pouco ou nenhum dados de desempenho confiáveis, para atender reserva perda conservador, liquidez e necessidades de capital.

    Exigir maiores reservas para empréstimos de amortização negativa.

    Reguladores bancários federais devem usar sua autoridade reguladora para exigir dos bancos emissores negativamente amortizar empréstimos que permitem aos tomadores de adiar os pagamentos de juros e principal, para manter a perda de mais conservador, liquidez e reservas de capital.

    Salvaguardar carteiras de investimento do Banco.

    Reguladores bancários federais devem usar a seção 620 bancário estudo para identificar atividades de alto risco produtos financeiros estruturados e impor um limite razoável sobre o valor de tais produtos de alto risco que pode ser incluído na carteira de um banco de investimento.

    Recomendações sobre falhas de regulação



    Desmantelamento Total da OTS

    O Escritório do Controlador de Moeda (OCC) deve concluir o desmantelamento do Escritório de Supervisão Económica (OTS), apesar das tentativas de alguns funcionários OTS para preservar a identidade da agência e influência dentro da OCC.

    Reforçar a Fiscalização.

    Reguladores bancários federais devem realizar um exame de suas principais instituições financeiras para identificar aqueles com graves deficiências em curso, e rever sua abordagem de execução a estas instituições para eliminar qualquer política de deferência à gestão bancária, classificação inflacionados camelos, ou a utilização de lucros de curto prazo para desculpar actividades de alto risco.

    Fortalecer CAMELS Ratings.

    Reguladores bancários federais deve empreender uma revisão completa do sistema de classificação CAMELS para produzir classificações que sinalizem se uma instituição deve operar de forma segura e ao longo de um determinado período de tempo, os ratings de activos de qualidade que reflitam os riscos embutidos em vez de lucros a curto prazo, avaliações de gestão que refletem qualquer falha em curso para corrigir deficiências identificadas, e as avaliações de composição que desencorajam os riscos sistêmicos.

    Avaliar os impactos dos empréstimos de alto risco.

    O Financial Stability Oversight Council deve realizar um estudo para identificar as práticas de alto risco de crédito em instituições financeiras, e avaliar a natureza ea importância dos impactos que estas práticas podem ter sobre os sistemas financeiros dos Estados Unidos como um todo.

    Recomendações sobre ratings de crédito inflacionados


    Avaliar as agências de notação de crédito por Precisão na Análise.


    A SEC deve usar a sua autoridade reguladora para classificar as Nacionalmente Reconhecidas organizações de classificações estatísticas em termos de desempenho, em particular na precisão de suas avaliações.

    Ajudar Os Investidores A Responsabilizar As Agências de Rating CRAs.

    A SEC deve usar a sua autoridade reguladora para facilitar a capacidade dos investidores para processar  as agências de notação responsáveis ​​em acções cíveis para as classificações de crédito inflados, quando uma agência de classificação de crédito consciente ou inconscientemente falhar para conduzir uma investigação razoável do nominal security.14

    Fortalecer o Controle da Actuação Sobre as Agências de Notação de Crédito CRA

    A SEC deve usar sua inspecção, exame, e a autoridade reguladora para assegurar que as agências de notação de crédito instituem controles internos, metodologias de rating de crédito, e os conflitos empregado de garantias de juros que precisão classificação antecipadamente.

    Garantir Que As CRAs Reconhecem o Risco.

    A SEC deve usar sua inspecção  exame, e autoridade reguladora para assegurar que as agências de notação de crédito atribuem maior risco de instrumentos financeiros cujo desempenho não pode ser confiavelmente previsto devido à sua novidade ou complexidade, ou que dependem de ativos de terceiros com um registo para a emissão de má qualidade ativos.

    Fortalecer a Divulgação Informação Compreensível, Consistente e Útil nas Classificações

    A SEC deve exercer a sua autoridade no âmbito da secção nova 78o-7 (s) do título 15 para garantir que as agências de notação de crédito completam as necessárias novas formas avaliações até o final do ano e que as novas formas fornecem informação compreensível, consistente e útil nas classificações e informações aos investidores, incluindo testar as formas propostas com investidores reais.

    Reduzir a Dependência do Governo Relativamente aos Ratings

    Os reguladores federais devem reduzir a dependência do governo federal nas classificações de crédito de emissão privada.

    Recomendações Relativas a Abusos dos Bancos de investimento



    Revisão das Operações Financeiras Estruturadas

    Os reguladores federais devem rever os RMBS, CDO, CDS e atividades ABX descritos neste relatório para identificar eventuais violações da lei e para estudar formas de reforçar as proibições reguladoras existentes contra práticas abusivas envolvendo produtos financeiros estruturados.

    Barrar As Excepções de Negociação Entre Banco e Proprietário

    Para garantir uma proibição significativa sobre o comércio de propriedade nos termos do Artigo 619, qualquer excepção a essa proibição, como por marketmaking ou actividades de redução dos riscos de cobertura, deve ser estritamente limitado nos regulamentos de aplicação para natividades que servem os clientes e reduzir o risco.

    Projectar E Estabelecer Forte Proibição de Conflito de Interesses

    As Entidades Reguladores devem estabelecer forte proibição de conflito de interesses-juros nas Seções 619 e 621 deve considerar os tipos de conflitos de interesse no estudo de caso do Goldman Sachs, como identificado no Capítulo VI (C) (6) do presente relatório.

    Estudo dos Bancos de Structured Finance

    Os Reguladores devem conduzir o estudo das natividades bancárias sob a Seção 620 e devem considerar o papel dos bancos federais segurados em projecto  comercialização e os de investimento em produtos financeiros estruturados com riscos que não podem ser confiavelmente medidos e swaps de crédito nuas padrão ou sintéticos instrumentos financeiros.

    Auto-Análise Crítica Director da Moodys


    Olhando para trás, após o primeiro choque da crise, um director de Moody ofereceu esta auto-análise crítica:

    "Por que não imaginar que o crédito iria apertar depois de ser solto, e os preços da habitação cairiam depois de subir, depois de saber que todos os acontecimentos econômicas são cíclicas e bolhas inevitavelmente estouram. Combinados, esses erros nos fazem olhar ou incompetente em análise de crédito, ou como vendemos nossa alma ao diabo para obter receita, ou um pouco de ambos. "

    Tabela do Deutsche Bank Contendo Totais Anuais em CDO Issuance Entre 2000-2009


    Deutsche Bank Total Annual CDO Issuance 2000-2009

    Year
    Total CDO Issuance ($ in
    billions)
    2000
    67.99
    2001
    78.45
    2002
    83.07
    2003
    86.63
    2004
    157.82
    2005 
    251.27
    2006
    520.64
    2007
    481.60
    2008
    61.89
    2009
    4.34

    Tabela S&P Avaliação do Gemstone VII do Deutsche Bank Contendo Ratings Por Tranche


    Gemstone VII Ratings by Tranche

    Tranche Initial Rating: Date 1st Downgrade:
    Date
    2nd Downgrade:
    Date
    3rd Downgrade:
    Date
    Class A-1a AAA: March 15, 2007 A+: Feb. 5, 2008 BB+: July 11, 2008 CC: August 19, 2009
    Class A-1b AAA:
    March 15, 2007
    B-: Feb. 5, 2008 CC: July 11, 2008 n/a
    Class A-2 AAA: March 15, 2007 AA-: Nov. 21, 2007 CCC-: Feb. 5, 2008 CC: July 11, 2008
    Class B AA: March 15, 2007 BBB: Nov. 21, 2007 CC: Feb. 5, 2008 n/a
    Class C A: March 15, 2007 B-: Nov. 21, 2007 CC: Feb. 5, 2008 n/a
    Class D  BBB: March 15,
    2007
    CCC+:
    Nov. 21,
    2007
    CC: Feb. 5, 2008 n/a
    Class E  BB+: March 15, 2007 CCC: Nov. 21, 2007 CC: Feb. 5, 2008 n/a
    Preference
    Shares
    Not rated
    Source:  S&P

    A Crise dos EUA Torna-se Global Via Offshore


    O Relatório mostra-nos que quando as investigações começaram, os banqueiros, começaram a intensificar as operações via Offshore.

    Como sabemos, em 2008 começa a crise na Islândia, logo rejeitada pelo povo... depois passou para a Irlanda, Grécia, Portugal, Espanha, Itália - tudo isto acontece graças aos fundos de Hedge, cuja função é apostar contra o mercado -

    Deutsche Bank Cayman Offshore


    Para emitir os títulos CDO, Deutsche Bank estabeleceu uma empresa offshore nas Ilhas Cayman chamada Gemstone CDO VII, Ltd.1357 Para administrar a corporação, o Deutsche Bank nomeou o seu afiliado nas Cayman Island, Deutsche Bank Cayman, que é uma confiança licenciado company.1358 Como administrador, o Deutsche Bank Cayman desde Gemstone 7 com os serviços administrativos necessários para operar a securitização CDO, incluindo, mas não limitado a, fornecimento de instalações de escritórios e pessoal de secretariado, manter os livros e registos exigidos por lei Cayman, nomeando pelo menos dois directores Cayman, e agindo como o secretário de Acções para partes Gemstone.

    Investimento de longo prazo HBK em Gemstone. HBK rotineiramente comprou a parcela de equivalência patrimonial, também conhecido como o interesse residual, em todas as suas ofertas de Pedras Preciosas, incluindo Gemstone7.1361 HBK disse a investidores em sua apresentação de vendas que "HBK manteve 100% do capital das operações de CDO, resultando em forte alinhamento de interesses entre HBK e investidores. " De acordo com Kevin Jenks, gerente de garantia de HBK, HBK tinha um" buy and hold "abordagem a todo o seu Gemstone CDOs. HBK também disse à Subcomissão que participou em Gemstone 7 com" o objectivo de obtenção de longa exposição à garantia do CDO, numa base alavancada, através de propriedade do interesse residual ".

    HBK ofertas eram conhecidos por conter concentrações médias acima de BB ou mais baixas activos classificado, mas HBK se orgulhava de sua capacidade de executar uma análise aprofundada e testes de estresse precisos sobre os activos que selecionou para seu HBK CDOs.1365 espera receber um retorno de 15% do seu investimento no capital tranche. Na sua apresentação aos investidores, HBK declarou: "A empresa se esforça para fornecer superiores ajustados ao risco taxas de retorno com volatilidade relativamente baixa e correlação relativamente baixa com índices de mercado mais importantes." Apresentação  HBK também afirmou que, a partir de janeiro de 2007, ele tinha apenas três rebaixamentos em seu portfólio de segurança garantidos por activos, e que sua actualização para o rácio de rebaixamento foi 23-3, Investidores M & T Bank, que comprou mais tarde Gemstone sete títulos, disse à Subcomissão que contava com o HBK afirmações ao escolher o que achava que era um investimento com "risco mínimo".

     Goldman Sachs OffShore

    Além disso, o Goldman normalmente estabelecido uma doméstica e uma empresa offshore para actuar como os proprietários nominais de dinheiro de entrada a securitização de, activos e títulos de garantia, para servir os emissores reais dos valores mobiliários, e para executar determinados serviços administrativos. Goldman também estabeleceu mecanismos para a manutenção de qualquer hipotecas subjacentes. Em alguns CDOs, Goldman ou sua afiliada, desde serviços adicionais, bem como, atuando em papéis como o agente de selecção de títulos dados em garantia, a garantia colocar provedor, ou o agente de liquidação acusado de vender activos depreciados. Goldman também usou suas vendas globais forçar para comercializar seus títulos a investidores de todo o mundo, normalmente venda de valores mobiliários de emissão da Goldman CDO através de uma colocação privada e títulos RMBS através de uma oferta pública.

    No final de 2006, quando subprime de hipotecas residenciais começaram a sofrer maior do que as taxas esperadas de inadimplência, fraude e padrão, e seu estoque de hipotecários activos relacionados começaram a perder valor, Goldman tomou uma série de ações. Ele vendeu os ativos hipotecários relacionados em seu inventário; voltou empréstimos de má qualidade para os credores de que foram comprados e exigiu o reembolso; limitados novas securitizações RMBS; vendido ou os ativos securitizados em suas contas de depósito RMBS; limitados novas securitizações CDO para as operações já em o gasoduto, e os activos vendidos a partir de CDOs descontinuadas.

    Durante todo este processo, o Goldman fez um esforço de venda de títulos de securitização dos CDO e RMBS tinha origem, mesmo quando esses títulos incluídos ou referenciados os ativos de má qualidade e começou a perder valor. Muitos dos títulos CDO e RMBS que o Goldman vendidos aos seus clientes sofreram prejuízos substanciais. As perdas generalizadas causadas por CDO e RMBS títulos originados por bancos de investimento são uma das principais causas da crise financeira que afetou o sistema financeiro global em 2007 e 2008.

    Relatório WALL STREET AND THE FINANCIAL CRISIS: Anatomy of a Financial Collapse




    Relatório Com a Documentação



    Autores Responsáveis


    United States Senate PERMANENT SUBCOMMITTEE ON INVESTIGATIONS
    Committee on Homeland Security and Governmental Affairs
    Carl Levin, Chairman
    Tom Coburn, Ranking Minority Member
    WALL STREET AND THE FINANCIAL CRISIS: Anatomy of a Financial Collapse
    MAJORITY AND MINORITY STAFF REPORT
    PERMANENT SUBCOMMITTEE ON INVESTIGATIONS
    April 13, 2011
    SENATOR TOM COBURN, M.D.
    Ranking Minority Member
    PERMANENT SUBCOMMITTEE ON INVESTIGATIONS
    ELISE J. BEAN
    Staff Director and Chief Counsel
    ROBERT L. ROACH
    Counsel and Chief Investigator
    LAURA E. STUBER
    Counsel
    ZACHARY I. SCHRAM
    Counsel
    DANIEL J. GOSHORN
    Counsel
    DAVID H. KATZ
    Counsel
    ALLISON F. MURPHY
    Counsel
    ADAM C. HENDERSON
    Professional Staff Member
    PAULINE E. CALANDE
    SEC Detailee
    MICHAEL J. MARTINEAU
    DOJ Detailee
    CHRISTOPHER J. BARKLEY
    Staff Director to the Minority
    ANTHONY G. COTTO
    Counsel to the Minority
    KEITH B. ASHDOWN
    Chief Investigator to the Minority
    JUSTIN J. ROOD
    Senior Investigator to the Minority
    VANESSA CAREIRO
    Law Clerk
    BRITTANY CLEMENT
    Law Clerk
    DAVID DeBARROS
    Law Clerk
    ERIN HELLING
    Law Clerk
    HELENA MAN
    Law Clerk
    JOSHUA NIMMO
    Intern
    ROBERT PECKERMAN
    Intern
    TANVI ZAVERI
    Law Clerk
    MARY D. ROBERTSON
    Chief Clerk


    http://hsgac.senate.gov/public/_files/Financial_Crisis/FN1462-1576.pdf
    http://www.hsgac.senate.gov//imo/media/doc/Financial_Crisis/FinancialCrisisReport.pdf?attempt=2

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    Política Governo FMI: Redução Custos do Trabalho, ou Criando Uma Nação de Escravos? Ajustamento Financeiro, ou Destruição do País? Macro e Micro Economia? Qual Delas Mais Importa a Portugal? Quais as Implicações da Devaloriiização do Valor do Trabalhor?



    O Jornal de Notícias da conta que já há 147 mil trabalhadores a ganhar menos de 310 euros por mês


    Os portugueses ganham cada vez menos. Dois em cada três trabalhadores do privado ganham até 900 euros. Mas há 147 mil que levam menos de 310 euros por mês para casa. Mais sete mil do que em 2011.


    Estes são os números que atestam os resultados do aumento dos impostos, mas também o corte dos salários decorrente do crescimento do desemprego. É que, com tanta procura e tão pouca oferta, os patrões pagam menos: 10,7% dos novos contratados recebiam, em 2011, o salário mínimo. Este ano, são 11,4%.

    Actualmente, fala-se continuamente em MACRO ECONOMIA (Grande Economia, Economia global), mas e o que acontece á micro-economia? O Que é a micro economia?

    vigaríce das PPP não se toca... os portugueses têm que cumprir todos os compromissos assumidos por 37 anos de ladroagem. Com é ossível que ainda haja tanto otário em Portugal
    Redução Custos do Trabalho, ou Criando um País de Escravos?

    Ajustamento Financeiro, ou Destruição do País?
    Actualmente, fala-se continuamente em MACRO ECONOMIA (Grande Economia, Economia global), mas e o que acontece á micro-economia?
    O Que é a micro economia?
    Qual delas mai importa para o País?

     


    Entretanto, através de Técnicas de Manipulação Mediática, a ideia da "inevitabilidade", repetida à exaustão por diversos corifeus do regime, letrados e iletrados, é falaciosa. Escuso de citar Paul Bowles, Baudelaire, Schopenhauer, Nietzsche, Leopardi, Céline ou Cioran. A única inevitabilidade é a morte.

    A mentira da inevitabilidade é a inevitabilidade da mentira. A mentira mente tanto sobre a mentira que acaba por se tornar verdade até na cabeça de quem inevitavelmente somente mente constantemente. Portugal é governado pela mentira com "s" grande.

    Posto esta situação de desastrosa política de um ano de ajustamentos PSD-CDS-FMI e cumplicidade do PS, a somar a enfermeiros, nutricionistas, médicos a ganhar 4 euros por hora de trabalho, depois dos resultados de com o brutal aumento de impostos, de ter havido diminuição de receita e consequente aumento de défice.. situação que estamos cansados de alertar que iria acontecer, e que o pior ainda está para vir... Isto é apenas o lá vão inicio dos resultados da criminosa política FMI contra a humanidade que não cobra juros aos bancos, mas cobra juros aos países em dificuldades. É verdade meus amigos e amigas, do empréstimo de 100 Milhões, 34 Milhões são pra pagar juros a este mesmo FMI. É como o BCE, o Banco Central Europeu que contratou Vítor Constâncio devido a Bons Serviços de Supervisão e ajuda no roubo BPN. BCE de quem interessa conhecer o dono para que se possa entender as razões porque o Banco Central Europeu financiado pelos impostos dos contribuintes europeus, não empresta aos Estados, para emprestar aos bancos  que com garantias bancária passadas em nome do contribuinte desses mesmo países (exemplar de garantia dada ao BES, modelo de Garantia dado por Portugal aos Bancos), vão buscar dinheiro ao BCE a 1% para continuarem o plano de destruição das nações e de transferência de toda a propriedade, pública e privada para a mão dos banqueiros. A verdade é que através de uma verdadeira Operação Militar Contra Portugal e de um Pacto de Traição Á Pátria, estes mesmos banqueiros e a Troika UE BCE FMI deram um Golpe de Estado em Portugal.

    Importa saber que quem controla a União Europeia, é a Supra-Nacional Corporação de nome Comissão Trilateral fundada e controlada por Rockefeller, importa conhecer o braço português deste polvo, e como estes tentáculos desenharam a privatização da água, ainda durante os anos 90, discutida mais ou menos publicamente em 1997, em reunião o Fórum Portugal Global, no Salão Nobre do Instituto de Investigação Científica Tropical, com Pedro Serra e Mário Lino á mesa. Importa conhecer quem é António Borges Mendo de Castell-Branco Santander Goldman Sachs, o homem escolhido pelos tipos que se estão a governar de Portugal para coordenar as privatiações é um Goldman Sachs.

    Na vigaríce das PPP não se toca... os portugueses têm que cumprir todos os compromissos assumidos por 37 anos de vigaríce e ladroagem. Com é possível que ainda haja tanto otário em Portugal?

    posto isto, importa perguntar que caminho é este?


    Que ajustamento é este? Ajustar, estamos a ajustar o quê?


    ´Será que estamos a assistir ao relaxo do valor do trabalho e do trabalhador, ou será que é algo mais complexo?


    Será o valor do trabalho que está a ser relaxado, ou estamos a caminhar para a destruição do país?


    Como pode Portugal subsistir como país, com a continuação desta política destruidora?


    As Pessoas são a base da economia real, e o comércio, o motor da comunidade. Se as pessoas não recebem ordenados condignos, como pode o pequeno comércio subsistir? Sem Pequeno comércio morre a economia

    Veja este aviso que nos chega da Alemanha.

    Actualmente, fala-se continuamente em MACRO ECONOMIA (Grande Economia, Economia global), mas e o que acontece á micro-economia? O Que é a micro economia?


    A micro economia, é a pequena economia. Micro economia, é a economia em que assenta a família, é na micro economia que o bairro assenta. A micro economia, é aquela que faz funcionar a Aldeia, aldeia, a que até podemos chamar de tribo. Chamamos tribo porque tem que existir um conceito familiar tribal de Portugal como nação.

    A micro economia é a que faz com que o padeiro passe a noite acordado e por volta das 5, 6 horas da manhã comece a distribuição, também chamada de volta. É a micro economia que obriga o pescador a passar a noite no mar e a enfrentar as vagas,

    Também é a micro economia que obriga o Zé, o Manel, o Toino... a ordenhar as vacas. é a pequena economia que obriga a dona Maria a abrir a mercearia.É a pequena economia que faz com que Maria, a Patricia e a Sofia vendam umas revistas e uns jornais, é a pequena economia que leva o António a plantar umas batatas para ir vender á praça, é a micro economia que obriga o Chico da oficina a meter um aprendiz e a ensinar-lhe o que é uma cambota de motor (na gíria mecânica: "um ferro torcido e retocido que anda nas horas do... e quem meter lá um dedo...)

    É a micro economia que obriga a Carla a levantar-se cedo para ir abrir a pastelaria....

    Mas a micro-economia, a pequena economia, o comércio local depende das pessoas. Isto é: Riqueza gera riqueza, e na proporção inversa, pobreza gera mais pobreza.

    Coloca-se uma outra questão pertinente, que é o facto da política global de exportações e ajustamentos com vista á competitividade.

    Vejamos: a Itália - Exportar, Espanha - Exportar, França - Exportar, Alemanha - Exportar, Grécia - Exportar, China - Exportar, Coreia - Exportar, India - Exportar....


    Nesta "Highway To Hell",nesta infernal auto-estrada do e pro inferno, depois da traição e total destruição programada da economia nacional (destruição iniciada com o maçom Mário Soares, continuada a todo o vapôr com cavaco, com o maçom Guterres, o maçom Sampaio, o maçom Durão Barroso da Ordem de Malta e o Portas da universidade maçonica da casa o sino, com o maçom Socrates, e actualmente 90% da assembleia da república está nas mãos da irmamndade com o "Todo Poderoso" Irmão Miguel Relvas assumidissimo... são estes gajos que nos têm destruido e roubado, atravéz de esquemas e manigâncias em beneficio da irmandade do avental.

    Actualmente, sob dissimulada ocupação estrangeira, lembrando tempos nada saudosos de outras eras, fazendo lembrar a administração de Miguel de Vasconcelos e Conde Andeiro, em que o povo era explorado, roubado e escravizado... hoje, uma era de alta tecnologia, em que já superámos a velocidade da luz, descobrimos a particula de Deus, numa era em que a maior parte do trabalho é efectuado por máquinas, em que existem máquinas que fabricam outras máquinas, depois do desmantelamento total do nosso sector primário e sua transferência para os países de leste, Ásia, África, e América do Sul, a tal ponto que até os impostos são pagos na Holanda (caso Jerónimo Martins,Belmiros) ... somos forçados, por estes mesmos bandidos que nos destruíram a economia, a competir com a China, India, Coreia e afins... melhor dizendo, somos forçados a competir com as empresas que abriram cá falência fraudulenta, e que entretanto eles mesmos transferiram para lá, atravéz da Grande Irmandade Maçonica. Esta é a dura realidade que é preciso encarar.

    Mas se mesmo assim, recusarmos encarar os factos acima mencionados, então devemos perguntar a nós próprios, quem lucra com as exportações?

    Qual o desta Europa?


    Abaixo, avisos que nos chegam de sábios de  outras eras


    "Aqueles capazes de abdicar da liberdade para obter um pouco de segurança temporária não merecem nem a segurança, nem a liberdade."


    (Benjamin Franklin)


    A Teoria do Caos, Primeiro Começa Sempre Com os outros



    Maiakovski
    Poeta Russo "suicidado" após a revolução de Lenin…escreveu, ainda no início do século XX

    Na primeira noite, eles se aproximam e colhem uma flor de nosso jardim.
    E não dizemos nada.
    Na segunda noite, já não se escondem, pisam as flores, matam nosso cão.
    E não dizemos nada.
    Até que um dia, o mais frágil deles, entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a lua, e,conhecendo nosso medo, arranca-nos a voz da garganta. E porque não dissemos nada, já não podemos dizer nada

    Depois de Maiakovski…


    Primeiro levaram os negros
    Mas não me importei com isso
    Eu não era negro
    Em seguida levaram alguns operários
    Mas não me importei com isso
    Eu também não era operário
    Depois prenderam os miseráveis
    Mas não me importei com isso
    Porque eu não sou miserável
    Depois agarraram uns desempregados
    Mas como tenho meu emprego
    Também não me importei
    Agora estão me levando
    Mas já é tarde.
    Como eu não me importei com ninguém
    Ninguém se importa comigo.
    Bertold Brecht (1898-1956

    Um outro olhar do século XX


    Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu.
    Como não sou judeu, não me incomodei.
    No dia seguinte, vieram e levaram meu outro vizinho que era comunista.
    Como não sou comunista, não me incomodei.
    No terceiro dia vieram e levaram meu vizinho católico.
    Como não sou católico, não me incomodei.
    No quarto dia, vieram e me levaram; já não havia mais ninguém para reclamar...

    Martin Niemöller, 1933- pastor luterano alemão - símbolo da resistência aos nazista


    Do Brasil, chega-nos um Outro Exemplo mais recente


    Primeiro eles roubaram nos sinais, mas não fui eu a vítima,
    Depois incendiaram os ônibus, mas eu não estava neles;
    Depois fecharam ruas, onde não moro;
    Fecharam então o portão da favela, que não habito;
    Em seguida arrastaram até a morte uma criança, que não era meu filho...

    Cláudio Humberto, em 09 FEV 200

    De volta á Pátria, Um Exemplo Bem Português Sacado Na Net


    -
    Sócrates logo no dia da posse atacou os farmacêuticos.
    Eu não disse nada porque não sou farmacêutico.
    - A seguir atacou os magistrados, também nada disse porque não sou magistrado.
    - Depois foi aos médicos e enfermeiros. Também nada disso era comigo.
    - A seguir congelou as carreiras dos funcionários públicos. Quero lá saber, eu nem sou manga de alpaca!
    - Maltratou os polícias, os militares, os professores... Os padres também não escaparam.
    - Aumentou os impostos.
    - Aumentou a idade da reforma, a insegurança nas ruas, nas escolas e até nas nossas casas.
    - Hoje bateu à minha porta com a Lei da mobilidade e atirou-me para o desemprego. Já gritei e ninguém me ouviu. Até parece que a coisa só me afecta a mim

    Enquanto o dinheiro segue em mala VIP, correio Expresso prá Suiça, Cayman, Delaware,... Luxembourg, Man Island, Asia e outros "MONEY PARADISE"

    Conheça o Irmão António José Seguro, o novo tratante do PS

    o dinheiro segue em mala VIP, correio Expresso prá Suiça, Cayman, Delaware,... Luxembourg, Man Island, Asia e outros "MONEY PARADISE"

     

    Historia Pedro Passos Coelho


    Entretanto, Pedro Passos Coelho, que sempre se pronunciou violentamente contra mais cortes e austeridade. Dizia que o país não aguentava mais austeridade, que era preciso acabar com as MORDOMIAS POLÍTICAS, que era preciso pôr termo ás Fundações, ás Parcerias Público Privadas,...

    Mal toma posse como Primeiro-Ministro, procede como o bom exemplo do perfeito escroque político. O Exemplo perfeito do pulhas traidores que nos têm roubado. Dá logo o dito por não dito. O costume de cada vez que se tem mudado de governo, ao longo dos últimos 37 anos de domínio dos partidos nascidos na Alemanha e de ideologia alemã, do Clube Rosa-Laranja-Rosa controlados pela maçonaria. Os escândalos e roubos cada vez mais, e maiores...

    Helana Roseta fala sobre os negócios de Relvas e Passos

    ...

    o discurso do costume: "Eles roubaram...",

    Roubarem, essa é a única verdade, mas ninguém vái preso e a seguir ainda se paga o roubo do Duarte Lima ao BPN, e os roubos, dívidas e outros cambalachos de outros sócios do BPN,... eles roubam e pagamos nós. FsDP


    Ainda Dizem: "Isto está pior com que estávamos á espera..." - ETC, ETC, ETC... e aumenta o golpe.


    É de tal ordem que o actual escroque de serviço, chegou ao descalabro de dizer: "tempos tempo para ir ao pote..." FDP, não é governar o país, não, o gajo fala verdade, e a verdade é ir ao pote. Gamar, Roubar, Desviar, essas são as únicas verdades.


    Mas, a bem da verdade, importa dizer que o grande problema de Portugal, aquele que tem aumentado cada vez mai, ao longo dos últimos 110 anos aprox, é a promiscuidade existente entre políticos e Bancos. Este é o verdadeiro problema de Portugal e que só vái aumentar exponencialmente com estes gajos que actualmente se governam de Portugal.

    Veja o melhor de Passos Coelho, O Best Off 2010 - 2011


    Durante 2010 e 2011, Pedro Passos Coelho disse que sim, disse que não e disse o contrário. Durante várias semanas recolhi, compilei e compus as melhores declarações



    Ouçamos agora a opinião sobre a corrupção, na voz e palavras de Nuno Magalhães, reputado membro do CDS-PP, um dos partidos do governo






    ~


    Tudo isto, relatado acima, veio depois de Maiakovski


    .Incrível é que, após mais de cem anos, ainda nos encontremos tão desamparados, inertes, e submetidos aos caprichos da ruína moral dos poderes governantes, que vampirizam o erário, aniquilam as instituições, e deixam aos cidadãos os ossos roídos e o direito ao silêncio : porque a palavra, há muito se tornou inútil…

    - até quando?.



    Abaixo, mais um poema de Malakovski, e sobre Martin Niemölle.
    ----------

    NO CAMINHO COM MAIAKÓVSKI

    Assim como a criança
    humildemente afaga
    a imagem do herói,
    assim me aproximo de ti, Maiakóvski.
    Não importa o que me possa acontecer
    por andar ombro a ombro
    com um poeta soviético.
    Lendo teus versos,
    aprendi a ter coragem.

    Tu sabes,
    conheces melhor do que eu
    a velha história.
    Na primeira noite eles se aproximam
    e roubam uma flor
    do nosso jardim.
    E não dizemos nada.
    Na Segunda noite, já não se escondem:
    pisam as flores,
    matam nosso cão,
    e não dizemos nada.
    Até que um dia,
    o mais frágil deles
    entra sozinho em nossa casa,
    rouba-nos a luz, e,
    conhecendo nosso medo,
    arranca-nos a voz da garganta.
    E já não podemos dizer nada.

    Nos dias que correm
    a ninguém é dado
    repousar a cabeça
    alheia ao terror.
    Os humildes baixam a cerviz;
    e nós, que não temos pacto algum
    com os senhores do mundo,
    por temor nos calamos.
    No silêncio de meu quarto
    a ousadia me afogueia as faces
    e eu fantasio um levante;
    mas amanhã,
    diante do juiz,
    talvez meus lábios
    calem a verdade
    como um foco de germes
    capaz de me destruir.

    Olho ao redor
    e o que vejo
    e acabo por repetir
    são mentiras.
    Mal sabe a criança dizer mãe
    e a propaganda lhe destrói a consciência.
    A mim, quase me arrastam
    pela gola do paletó
    à porta do templo
    e me pedem que aguarde
    até que a Democracia
    se digne a aparecer no balcão.
    Mas eu sei,
    porque não estou amedrontado
    a ponto de cegar, que ela tem uma espada
    a lhe espetar as costelas
    e o riso que nos mostra
    é uma tênue cortina
    lançada sobre os arsenais.

    Vamos ao campo
    e não os vemos ao nosso lado,
    no plantio.
    Mas ao tempo da colheita
    lá estão
    e acabam por nos roubar
    até o último grão de trigo.
    Dizem-nos que de nós emana o poder
    mas sempre o temos contra nós.
    Dizem-nos que é preciso
    defender nossos lares
    mas se nos rebelamos contra a opressão
    é sobre nós que marcham os soldados.

    E por temor eu me calo,
    por temor aceito a condição
    de falso democrata
    e rotulo meus gestos
    com a palavra liberdade,
    procurando, num sorriso,
    esconder minha dor
    diante de meus superiores.
    Mas dentro de mim,
    com a potência de um milhão de vozes,
    o coração grita - MENTIRA!


    Martin Niemöller

    Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

    Martin Niemöller (Lippstadt, 14 de janeiro de 1892 — Wiesbaden, 6 de março de 1984) foi um pastor luterano alemão. Em 1966 foi-lhe atribuído o Prêmio Lênin da Paz. Desde a década de 1980 tornou-se conhecido pelo poema "Quando os nazistas vieram atrás dos comunistas".

    Biografia

    Filho de um pastor luterano, foi educado para a fidelidade ao imperador e com sentimento patriótico alemão. Depois de concluir o curso colegial, ele ingressou na Marinha como soldado de carreira. Durante a Primeira Guerra Mundial, serviu como comandante de submarino, vindo a ser condecorado com a Cruz de Ferro. Após a guerra, viveu durante algum tempo em Freikorps e estudou Teologia. Em 1931, foi ordenado pastor da Igreja de Santa Ana em Dahlen, subúrbio de Berlim.
    Mesmo depois de formar-se em Teologia, ele permaneceu fiel à sua ideologia patriótica e conservadora. Porém, após a subida dos nazistas ao poder, em 1933, Niemöller – então pároco em Berlim-Dahlem – entrou num conflito crescente com o novo governo. Inicialmente, ele concordava com o antagonismo dos Nazistas ao Comunismo e à República de Weimar, mas ficou alarmado com a tentativa de Hitler em dominar a Igreja Evangélica (Luterana ou Reformada) impondo-lhe o movimento neopagão dos "Cristãos Germânicos" da Igreja do Reich e de seu bispo Ludwig Müller [1]. Sendo ele nacionalista e não estando inteiramente livre de preconceitos anti-semitas [2], Niemöller protesta decididamente contra a aplicação do "parágrafo ariano" na Igreja e a falsificação da doutrina bíblica pelos cristãos alemães de ideologia nazista. Para impedir a segregação de cristãos de origem judaica, ele criou no outono de 1933, com Dietrich Bonhöffer, a Pfarrernotbund ("Liga Pastoral de Emergência") para apoiar os pastores não-arianos ou casados com não-arianas, que foi transformada na Bekennende Kirche (Igreja Engajada) em 1934. A Igreja Engajada recusou obediência à direção oficial da Igreja Evangélica, tornando-se um importante centro de resistência Protestante ao regime Nazista.
    Em 1934, Niemöller acreditava ainda que poderia discutir com os novos donos do poder. Numa recepção na Chancelaria em Berlim, ele contestou Hitler, que queria eximir a Igreja de toda responsabilidade pelas questões "terrenas" do povo alemão:
    "Ele me estendeu a mão e eu aproveitei a oportunidade. Segurei a sua mão fortemente e disse: 'Sr. Chanceler, o senhor disse que devemos deixar em suas mãos o povo alemão, mas a responsabilidade pelo nosso povo foi posta na nossa consciência por alguém inteiramente diferente'. Então, ele puxou a sua mão, dirigindo-se ao próximo e não disse mais nenhuma palavra."

    Perseguição nazista

    A partir deste incidente, Niemöller fica cada vez mais na mira do regime. É observado pela Gestapo e proibido de fazer pregações, o que ele não aceita. Em 1935, é preso pela primeira vez e logo libertado. Martin Niemöller já era tido nessa época como o mais importante porta-voz da resistência protestante. No verão de 1937, ele pregava: "E quem como eu, que não viu nada a seu lado no ofício religioso vespertino de anteontem, a não ser três jovens policiais da Gestapo – três jovens que certamente foram batizados um dia em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo e que certamente juraram fidelidade ao seu Salvador na cerimônia de crisma, e agora são enviados para armar ciladas à comunidade de Jesus Cristo –, não esquece facilmente o ultraje à Igreja e deseja clamar 'Senhor, tende piedade' de forma bem profunda."
    Em julho de 1937, Niemöller foi preso novamente. Passados cerca de sete meses, no dia 7 de fevereiro de 1938, começou então o seu processo diante do Tribunal Especial II em Berlim-Moabit. Segundo a acusação, Martin Niemöller teria criticado as medidas do governo nas suas pregações "de maneira ameaçadora para a paz pública", teria feito "declarações hostis e provocadores" sobre alguns ministros do Reich e, com isto, transgredido o "parágrafo do Chanceler" e a "lei da perfídia". A sentença: sete meses de prisão, bem como dois mil marcos de multa.
    Os juízes consideraram a pena como cumprida, em função do longo tempo de prisão preventiva. Niemöller deveria assim ter deixado a sala do tribunal como homem livre. Para Hitler, no entanto, a sentença pareceu muito suave. Ele enviou o pastor como seu "prisioneiro pessoal" para um campo de concentração. Até o fim da guerra, durante mais de sete anos, Martin Niemöller permaneceu preso – inicialmente, no campo de concentração de Sachsenhausen, depois no de Dachau.

    Frases célebres

    Niemöller é o autor de uma das mais célebres poemas “E Não Sobrou Ninguém” tratando sobre o significado do Nazismo na Alemanha:
    "Quando os nazistas levaram os comunistas, eu calei-me, porque, afinal, eu não era comunista. Quando eles prenderam os sociais-democratas, eu calei-me, porque, afinal, eu não era social-democrata. Quando eles levaram os sindicalistas, eu não protestei, porque, afinal, eu não era sindicalista. Quando levaram os judeus, eu não protestei, porque, afinal, eu não era judeu. Quando eles me levaram, não havia mais quem protestasse"

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    Operações Financeiras Internacionais: Portugal, Espanha, Agências Viagens Cayman Luxemburgo Suiça Lava Mais Branco; Conheça A Banca de Investimentos e Sistema Financeiro de Gestão de Fortunas Atrium Investimentos Sociedade Financeira de Corretagem, S.A. e APMI Atrium Portfolio Management Investements Negócios BCP, BPI, BBVA, MELLO, Chemical Bank, Deutsche Bank, O Capital Não Tem Fronteiras: Europa América, África, Ásia



    A Atrium Investimentos – Sociedade Financeira de Corretagem, SA é uma empresa de investimento com sede na Avenida da República, n.º 35, Piso 2, 1050-186, Lisboa, pessoa colectiva n.º 504312189, matriculada na Conservatória do Registo Comercial de Lisboa, com o capital social de Euro 3.742.189.

    A Atrium encontra-se habilitada a prestar serviços de investimento e serviços auxiliares de investimento, estando sujeita à supervisão dos supervisores habituais, a saber: Supervisão da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM, Av. da Liberdade, 252, 1056-801 Lisboa) e Supervisão do Banco de Portugal (R. Francisco Ribeiro, 2, 1150-165 Lisboa). É preciso lembrar que o Banco de Portugal, é o famoso Orgão Supervisor que Supervisionou o BPN, e BPP, os famosos Bancos responsáveis pela ruina de Portugal. Convém referir que o Banco de Portugal na altura governado pelo Vitor Constâncio, o tal que como prémio de não ter conseguido evitar o Ganâncio foi promovido para o BCE de JP Morgan.

    Quanto ao gamanço, foram as tais malas de dinheiro levadas para construir o maior Resort Resort de Luxo de Cabo Verde, propriedade daquele amigo de Cavaco Silva, e também ex-ministro do PSD, o Dias Loureiro. Quanto ao actual Presidente da República, também Cavaco conseguiu fazer um bom negócio com acções BPN e um outra de permuta da casa de férias no Montechoro, em Albufeira no Algarve, por uma outra de valor muito acrescentado, na Praia da Coelha, situada no mesmo Concelho, através de um Offshore de Gibraltar. Nesta operação da Urbanização da Coelha, foram intervenientes: Fernando Fantasia, Eduardo Catroga, Oliveira e Costa, Dias Loureiro e o próprio cavaco Silva. Importa salientar que o Banco de Portugal funciona dentro dos parâametros filosóficos "Trhee Monkeys", em português "três macacos".A filosofia três macacos, consiste em três bonecos, em que um tapa os olhos, outro taba os ouvidos e o outro tapa a boca. Quer isto dizer, não ouço, não vejo e não falo.

    De volta á Gestora de Grandes Fortunas, a Atrium Investimentos - SFC S.A. A Atrium encontra-se registada junto do Banco de Portugal com o n.º 231 e junto da CMVM com o n.º 269, sendo ainda entidade participante do Sistema de Indemnização aos Investidores (registo n.º 38). A Gestora de Grandes Fortunas, Atrium Investimentos - SFC S.A, está sediada em Portugal, virada para o mercado Ibérico (Portugal e Espanha), dispondo de um agente em Madrid... tem um funcionamento global, com operações de fachada no Luxemburgo, e uma base de operações na Suiça.


    Convém referir que como eles dizem: "entre os clientes da Atrium encontram-se alguns dos indíviduos e instituições mais sofisticados de Portugal." Na gíria financeira, entende-se por cliente sofisticado, aquele tipo de cliente que nada em dinheiro, ou por outras palavras, que movimenta grandes somas de capital.


    Tipologia dos clientes da Gestora de Grandes Fortunas, a Atrium Investimentos - SFC S.A.


    Os clientes particulares são empresários, administradores das maiores empresas portuguesas e outras pessoas com patrimónios de elevado valor.

    Entre os investidores institucionais, encontram-se as principais instituições financeiras portuguesas, incluindo bancos, seguradoras e fundos de pensões, para além de fundações e family offices. Encontram-se também importantes instituições internacionais, entre as quais alguns dos maiores bancos europeus e outros investidores institucionais, incluindo fundos de pensões espanhóis, fundos de pensões britânicos e fundos de pensões irlandeses.

    Atrium Investimentos - Sociedade Financeira de Corretagem, S.A. Informação de Empresa
    Nome da Entidade: Atrium Investimentos - Sociedade Financeira de Corretagem, S.A.
     Atrium Investimentos - SFC S.A.
    Tipo de Entidade: Sociedades Financeiras de Corretagem
    Número de Identificação Fiscal Número de Contribuinte NIF:  504312189
    Número de Registo na CMVM: 269
    Data do Primeiro Registo de Actividade: 30/09/1999
    Sede Social:
    Avenida da República, nº 35 - 2º - 1050-186 LISBOA, tlf 351217928900, fax 217928801, delegação em Madrid, destino Genéve Suiça
    Endereço de Correio Electrónico:
    inform@atrium.pt
    Website: http://www.atrium.pt/pt/
    Capital Social: EUR 3742109.00
    Tipo de Serviços: Especulação Financeira
    Registo Comercial: 9257 - Conservatória do Registo Comercial de Lisboa, Pessoa Colectiva n.º 504312189 = Matrícula na C.R.C. Lisboa n.º 504312189


    Intermediários Financeiros Registados na CMVM
    Órgãos Sociais Atrium Investimentos - Sociedade Financeira de Corretagem, S.A. ASSEMBLEIA GERAL

    Cargos Desempenhados e Nomes dos Membros da Mesa da Assembleia Geral Atrium Investimentos - Sociedade Financeira de Corretagem, S.A.
    Titulares Cargo Data de Início do Mandato Outras Informações

    Duarte Vieira Pestana de Vasconcelos

    Presidente
    26/07/2011 Nasceu em Lisboa, Campo Grande 07.06.1957, filho de Pedro Antonio Jose Bracourt Pestana de Vasconcelos * 27.06.1925, e Mãe: Maria da Graça Fontes Pereira de Melo Vieira * 12.10.1925
    Casamentos 24.07.1982 Maria Teresa Alvoeiro Feist * nascida em 30.04.1958. Filhos: Madalena Feist Pestana de Vasconcelos * 01.07.1983, Francisco Feist Pestana de Vasconcelos * 1985, Margarida Feist Pestana de Vasconcelos * 1991.

    Vice-presidente Mesa Assembleia Geral  REN (Órgãos sociais da REN – Redes Energéticas Nacionais SGPS, S.A. a 31 de Dezembro de 2010);
    Presidente Mesa de Assembleia Geral: NORFIN 2/11/2006 http://web3.cmvm.pt/sdi2004/fundos/docs/909RG20061221.pdf ; Presidente Mesa da Assembleia Geral Grupo CRH á data de 10 de Outubro de 2009; Presidente Conselho de Justiça da Federação Portuguesa Rugby; Presidente do Conselho de Administração da CADIN (Centro de Apoio ao Desenvolvimento Infanti);
    (doc sobre alocação financeira, a forma de pensar do individoo http://www.estig.ipbeja.pt/~ac_direito/Pestana85.pdf)

    Sofia Barreira Leite Borges

    Secretário
    26/07/2011

    A Promiscuidade Entre o Poder Político e a Especulação Financeira


    Despacho n.º 27771/2009. D.R. n.º 251, Série II de 2009-12-30
    Ministério das Finanças e da Administração Pública - Gabinete do Ministro

    Nomeação da licenciada Sofia Barreira Leite Borges para a realização, no meu Gabinete, de consultas e estudos de natureza técnico-jurídica, designadamente no âmbito da implementação da Iniciativa para o Investimento e o Emprego, pelo período de três meses,  renováveis automaticamente.
    2 — A nomeada auferirá a remuneração mensal de € 3083,91, a que acrescerá IVA à taxa legal.

    3 — O presente despacho produz efeitos a 26 de Outubro de 2009.


    4 de Novembro de 2009. — O Ministro de Estado e das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos.

    Despacho n.º 8144/2010. D.R. n.º 91, Série II de 2010-05-11
    Ministério das Finanças e da Administração Pública - Gabinete do Ministro
    Renovação da nomeação da licenciada Sofia Barreira Leite Borges como especialista do Gabinete do Ministro de Estado e das Finanças Despacho n.º 8144/2010

    Nos termos e ao abrigo do disposto no artigo 2.º e no n.º 3 do artigo 6.º do Decreto -Lei n.º262/88, de 23 de Julho:
    1 — Renovo a nomeação da licenciada Sofia Barreira Leite Borges como especialista para a realização, no meu Gabinete, de consultas e estudos de natureza técnico -jurídica, designadamente no âmbito da implementação da Iniciativa para o Investimento e o Emprego, pelo período de três meses, renováveis automaticamente.
    2 — A nomeada auferirá a remuneração mensal de € 1800, a que acrescerá IVA à taxa legal.
    3 — O presente despacho produz efeitos a 1 de Março de 2010.

    1 de Março de 2010. — O Ministro de Estado e das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos.


    Louvor n.º 1365/2011. D.R. n.º 132, Série II de 2011-07-12
    Ministério das Finanças e da Administração Pública - Gabinete do Ministro Louva Sofia Barreira Leite Borges

    Louvor n.º 1365/2011
    Ao cessar funções, quero expressar público louvor à licenciada Sofia Barreira Leite Borges, colaboradora do meu Gabinete no âmbito da assessoria jurídica, pela forma extraordinariamente competente, profissional, leal e dedicada como exerceu as suas funções. Durante o período em que exerceu funções neste Gabinete a Dr.ª Sofia Leite Borges demonstrou elevada dedicação, dando provas de uma enorme competência e de aprofundados conhecimentos na área jurídica, que contribuíram activamente para que fossem alcançados os objectivos deste Gabinete. Estas razões, aliadas às suas notáveis qualidades pessoais de urbanidade e simpatia, bem como a sua inexcedível dedicação à causa pública, levam-me a conferir, com prazer, este público louvor e a testemunhar-lhe o meu reconhecimento pessoal.
    17 de Junho de 2011. - O Ministro de Estado e das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos.

    204881833


    CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO



    CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Atrium Investimentos - Sociedade Financeira de Corretagem, S.A.
    Titulares Cargo Data de Início do Mandato Outras Informações

    João Carlos Peça Nunes da Fonseca

    Presidente e CEO
    26/07/2011 CEO, do inglês Chief Executive Officer, significa, Chefe Executive. Private Banking, significa banca privada, Derivatives - Derivativos, e Corporate Finance -Finanças corporativas
    Mário Luis Cruz Dias Vigario

    Vogal Efectivo
    26/07/2011
    António Manuel Baptista dos Santos Almeida

    Vogal Efectivo
    26/07/2011


    Organigrama


    Organigrama da Atrium Investimentos - Sociedade Financeira de Corretagem, S.A.
    Nome Cargo Outras Informações, Experiência profissional, Sociedades em que participou e ou participa, e ligações
    João Fonseca Presidente e CEO Nome completo - João Carlos Peça Nunes da Fonseca,
    Experiêcia profissional: Director Deutsche Bank,

    Deutsche Bank: Director Private Banking & Assets Managements Director,
    Capital Markets & Derivatives
    Analista,
    Corporate Finance
    António Almeida Administrador

    COO Chief Operation Oficer
    Nome completo - António Manuel Baptista dos Santos Almeida,
    BPI Gestão de activos Reseach, Administrador Fungest e Eurovalor, CEO Sociedde Independente (Gestão de Património), CEO Investil
    Mário Vigário Adinistrador APMI e Chief Investement Officer Administrador Executivo MC Gestão de Activos,  Director de clientes institucionais Banco Chemical (um banco que trataremos adequadamente num próximo artigo), Director Trading do Banco Santander de Negócios, Head of Trading e Sales & Head of Research Deutsche Bank

    Particpou no evento da Schroders
    https://www.eiseverywhere.com/ehome/23326/34134/?&

    Banco Chemical
    Filipe Prieto Senior Partener Nome completo - Filipe José de Campos Rodrigues Prieto,

    Administrador APMI, S.A.: Atrium/Portfolio Managers Senior Partener Clientes Particulares (Operações com Sede na Suiça,

    Director International Private Banking BCP,

    Private Banker Deutsche Bank


    Faz parte do registo de operações da Atrium APMI - Atrium Portfolo Management and Investement S.A., sediada na rue Général-Dufour, nº 20, case postale 515, no Suisse Cantón de Genéve. O nome dele surge entre os registos comerciais do Registre du Comerce du Canton Suisse de Genéve, com o nº5131350, e o Nº of SOG 131 EHRA-Import User, société CH66004000074 de 10/07/2009
    João Brion Sanches Senior Partener Nome completo -  João Filipe de Brion Ramires Sanches, com ascendência originária de Espanha (familia Sanches e Sanchez), nome alterado para Sanches durante os séculos XVIII/XIX, aprox, na zona do Porto.

    Fundador e CEO do Grupo NORFIN. Norfin é aquele Grupo Financeiro que foi escolhido para ajudar os pobres a ajudar os Bancos, com aquele cambalacho das casas, noticiado há aproximadamente uma smana e que motivou esta investigação.

    Director Geral Coordenador de Private Banking do BCP,

    Membro da Comissão Executiva do Banco de Investimento,

    Vice-presidente Investement Banking & Capital Markets do Deutsche Bank

    Ex-sócio de Carlos Moedas, o adjunto do primeiro-ministro (Carlos Carlyle, Lehaman Brothers, Goldman Sachs Moedas);

    O Nome Brion aparece também nos registos da Comerciais do Cantón de Genéve na Suiça.
    Osvaldo Nicolau Director Geral Clientes Particulares Nome completo -  Osvaldo José Sancho Nicolau,

    Portfolio Manager Senior Partener, Clientes Particulares,

    Director Private Banking do Deutsche Bank,

    Private Banker BCP (Banqueiro Privado BCP)
    Pedro Santa Clara Nome completo -  Pedro Araújo de Santa Clara Gomes,

    Pedro Santa-Clara detém o Millennium bcp Chair in Finance da Faculdade Nova de Economia e Gestão desde 2007. Ele foi professor de Finanças na UCLA Anderson School of Management 1996-2009. Ele recebeu um Ph.D. Licenciada em Gestão pelo INSEAD, França. Ele é um associado de pesquisa do National Bureau of Economic Research, um pesquisador do Center for Economic Policy Research, e atuou no conselho editorial da Revista de Análise Financeira e quantitativa, o Jornal de Negócios e Estatísticas Econômicas e Gestão ciência.

     Pedro interesses de pesquisa estão focados em modelos teóricos de precificação de ativos eo desenvolvimento de métodos econométricos para estimar-los. Seu trabalho atual concentra-se em gestão de carteiras quantitativa, precificação de opções, gestão de risco, moeda e mercados de renda fixa, econometria e financeiros.

    http://docentes.fe.unl.pt/~psc/
    Millenium Professor of Finance - Nva School Of Business http://www.novasbe.pt/
    Nuno Corrêa Sampaio Director Geral Clientes Intitucionais Nome completo -  Nuno Maria de Melo do Rego Correia de Sampaio,

    Head of Private Banking of Citigroup for Portugal,

    Equitity Saes & Reseach Mello Group,

    Fund Manager,

    Banco Santander de Negócios:
    Sub-Director & Equitity Saes & Reseach
    Gonçalo Serra Director de Clientes Privados Nome completo - Aind Não Sabemos,

    Banque Privée BCP: Vice-Presidente, Private Banking,

    BCP: Director,
    Internationa Private, Banking:
    Private Banker, Domestic
    Private Banking
    Gonçalo Alfarro Clientes Institucionais España Nome completo - Ainda não sabemos,

    BBVA Gestion:
    Director, Clientes Institucionais

    Internacional:
    Director de Investimentos
    BBVA Pensiones América:
    Director de Investimentos e Desenvolvimento,
    BBVA Mercados:
    Distribuição Internacional - Rendimento Fixo e Equitities
    Silvia Carvalho Directora Gestão de Activos Nome completo - Silvia de Vargas Carvalho Santos,

    APMI:
    Administradora Atrium Portfolio Managers: Directora de Clientes Particulares,

    Deutsche Bank;

    Private Banking

    Docente Universidade Católica Portuguesa

    Consta no Registo Comercial de Genéve com o nº5559204 e o nº SOGC 59 EHRA-Import User de 25/03/2010
    Sofia Martins Nome completo -  Sofia Alexandra de Souto Martins Ventosa,

    ATRIUM/Portfolio Managers: Directora de Clientes Particulares,

    Deutsche Bank;

    Asset Manager:

    Private Banker

    Docente Universidade Católica Portuguesa


    No Rasto do Dinheiro, Seguindo o Capital, Desmontando o polvo


    Entidades Custodiantes da Atrium Investimentos - Sociedade Financeira de Corretagem, S.A.
    Nome Área de Negócio e Outras Informações
    Banco Santander SA (Madrid)
    BNP Paribas (Paris)
    Deutsche Bank AG (Frankfurt)
    HSBC Bank Plc (Londres)
    Newedge Group (grupos Société Générale e Crédit Agricole)
    Pictet & Cie (Europe) SA (Luxemburgo) Banco de especulação sediado na Suiça e com actividade barrada nalguns países
    website: http://www.pictet.com/
    State Street International
    Um Banco custodiante ou simplesmente, custodiante/depositário, é um banco responsável por guardar os activos financeiros detidos pelos clientes e tratar de todos eventos relacionados com essa posse.

    Ou seja, é o banco que guarda física ou electronicamente a posse dos diversos activos (acções, obrigações, etc), e trata de todos os eventos relacionados com os mesmos, tais como:
    Transferência e liquidação em caso de compra/venda;
    Fluxos financeiros, tais como dividendos ou pagamento de cupões;
    Eventos tais como splits, incorporações de capital, destacamento de direitos, etc;
    Bloqueios e outros eventos relacionados com as Assembleias gerais;
    Necessidades de reporting legal relacionadas com activos dos clientes;
    Etc;

    Os custodiantes por vezes também são chamados de "custodiantes globais", se mantêm activos de diversos mercados espalhados pelo mundo


    FISCAL ÚNICO
    Orgão Fiscal da Atrium Investimentos - Sociedade Financeira de Corretagem, S.A.
    Titulares Cargo Data de Início do Mandato Outras Informações

    José Carlos Nogueira Faria e Matos

    Fiscal Único Suplente
    26/07/2011 PATRÍCIO, MOREIRA, VALENTE & ASSOCIADOS, SROC Sócio de Contactos Internacionais do Escritório do Porto; Revisor Oficial de Contas e sócio da RSM Portugal desde 1989, está encarregue do Departamento Fiscal e é responsável pela Independência na firma. Formado em Economia pela Universidade do Porto, com treino vocacional na Arthur Andersen e na KPMG.

    Carlos de Jesus Pinto de Carvalho


    Fiscal
    Único
    26/07/2011 PATRÍCIO, MOREIRA, VALENTE & ASSOCIADOS, SROC - Desenvolvimento e Apoio a Negócios; Auditor desde 1990, quando integrou o escritório no Porto da Deloitte Ross Thomatsu. Consultor do Ministério da Segurança Social durante uma década. Em 2009, tornou-se sócio de auditoria na RSM Portugal.

    Área Júridica

    Advogados Área
    de Acção
    Abranches Namora Lopes
    dos Santos
    Abranches Namora Lopes dos Santos & Associados – sociedade de advogados RL

    Constituída em 2002, a Abranches Namora Lopes dos Santos presta serviços num vasto leque de áreas do direito relacionados com o mundo empresarial

    Registo nº 63/2003 OA, NIF 506461700, Avenida Sidónio Pais nº 16 - 2º Dto.
    1050-215 Lisboa - Portugal, Tel.: (+351) 21 317 09 90, Fax.: (+351) 21 317 09 99, E-mail: info@iterjuris.com
    Conyers Dill &
    Pearman
    Cayman Bermuda
    Conyers Dill & Pearman is an offshore law firm. Founded in Bermuda in 1928 (although it can trace its roots back to 1903), the firm has subsequently opened legal practices in a number of other offshore financial centres, including the British Virgin Islands, the Cayman Islands and Mauritius. It also has offices in a number of onshore commercial centres, including London, Hong Kong, Singapore, Dubai, Moscow and São Paulo.

    The firm's founder, Reginald Conyers, played an important role in the development of the nascent financial services industry in Bermuda in the 1920s and 30s. Following on from the Bermuda Railway Company Act 1924, Conyers was faced with the legal problem of conveying huge numbers of land parcels by the company. This led to two things. Firstly, he took on two partners in his practice, Bayard Dill and James Pearman (and thus the firm was officially born). Secondly, in 1935 the firm was instrumental in the enactment of the first "exempt company" legislation in Bermuda, which leads some to claim that Bermuda was the world's first offshore financial centre.[1] Later, in 1957 another partner of the firm, David Graham, laid the basis for the development of Bermuda as a domicile for ship registrations in a letter to The Times.[2]

    Perhaps uniquely amongst multi-jurisdictional offshore firms, Conyers' expansion has been entirely by way of organic growth, rather than by acquisition of smaller firms in jurisdictions it wishes to operate in. The firm can legitimately claim to be the first offshore firm to operate in multiple jurisdictions; the original Bermudian firm opening a British Virgin Islands office in 1996.

    Conyers Dill & Pearman is a member of Lex Mundi, a leading association of independent law firms.

    At the 2008 ALB China Law Awards[3], Conyers Dill & Pearman was crowned:

    Deal of the Year - Real Estate & Construction Deal of the Year

    In 2008 at the 2008 ALB Japan Law Awards and 2008 ALB China Law Awards[4], Conyers Dill & Pearman was crowned:

    Firm of the Year - Offshore Law Firm of the Year

    Conyers Dill & Pearman was awarded Deal of the Year - Equity Market Deal of the Year at the 2008 ALB Hong Kong Law Awards

    Firm's official site http://www.conyersdill.com/
    Lex Mundi website http://www.lexmundi.com/

    Footnotes

    In practice the Bermudian claim does not stand up to scrutiny; Liechtenstein enacted trust laws to attract tax exempt foreign capital in 1926.
    The firm's role in the development of offshore finance is noted in Tolley's International Initiatives Affecting Financial Havens (2001), ISBN 0-406-94264-1
    www.legalbusinessonline.com.au
    «Across Countries, Jurisdictions And Time Zones.

    Multimillion dollar deals don't wait for the earth to get around to the other side of the sun. That's why, with offices in 11 countries around the globe, our clients can access quick answers and information 24/7, regardless of time zone. Our locations include the world's leading financial centres in Europe, Asia and the Middle East. Our expertise also reaches as wide, with lawyers who can offer legal advice across many jurisdictions and who deliver the results our clients expect.

    Codan

    Our service offering becomes even more broad, through our affiliation with the Codan group of companies. This affiliation allows us to offer registered agent, registered office, corporate director and secretarial services, as well as specialized company management services in many of our locations worldwide.»
    «This firm has a strong international reputation and a network of offices in several key offshore jurisdictions.
    Chambers and Partners 2012»
    Locations
    Bermuda, British Virgin Islands, Cayman Islands, Dubai, Hong Kong, London, Mauritius, Moscow, São Paulo, Singapore

    Uría
    Menéndez
    NYSE Euronext e Uría Menéndez - Proença de Carvalho dinamizam entrada de novas empresas em Bolsa
    (27/03/12)

    Lisboa, 27 de Março de 2012 – A NYSE Euronext e a Uría Menéndez – Proença de Carvalho acabam de celebrar uma parceria que visa a promoção da admissão à cotação de novas empresas na bolsa portuguesa, nomeadamente nos mercados Euronext Lisbon(*) e NYSE Alternext(**), este último dedicado às pequenas e médias empresas (PME).

    Com esta parceria pretende-se incentivar e apoiar as empresas portuguesas a cotarem as suas ações naqueles mercados, de crescente visibilidade e reputação internacional. Ao abrigo deste protocolo, a Uría Menéndez - Proença de Carvalho, em conjunto com um assessor financeiro, a designar, de entre entidades de referência no mercado doméstico e internacional, propõe-se levar a cabo, em regime de parceria, a assessoria das empresas interessadas, nas vertentes financeira e jurídica do processo, desde a emissão das acções (ou outros valores mobiliários) até à sua admissão à negociação nos mercados geridos pela NYSE Euronext.

    De entre outros meios à disposição, esta operação poderá ser estruturada através de uma oferta pública ou uma colocação particular, consoante as características, necessidades e expectativas de cada empresa. Adicionalmente, a Uría Menéndez - Proença de Carvalho e o assessor financeiro, a designar, asseguram que a prestação destes serviços, de forma integrada, permita, ainda, que as empresas interessadas beneficiem de uma oferta muito vantajosa a nível dos custos associados, quando comparados com a contratação dos mesmos serviços, individualmente e em separado, a cada uma das entidades.

    Luís Laginha de Sousa, Presidente do Conselho de Administração da NYSE Euronext Lisbon afirmou: “As empresas não vão para a Bolsa sozinhas e, para percorrerem esse caminho, precisam, para além de o quererem percorrer, de um ecossistema  empenhado em estimular e acompanhar esse processo. É neste contexto que acolhemos com satisfação o compromisso assumido por agentes do nosso ecossistema financeiro, que visa dar expressão prática a esse empenho”.

    Carlos Costa Andrade, sócio da Uría Menéndez – Proença de Carvalho, acrescentou: “Numa conjuntura em que se torna cada vez mais necessário detetar e aproveitar oportunidades inovadoras para o financiamento das empresas, acreditamos que a entrada no Euronext Lisbon ou no NYSE Alternext poderá ser, não apenas um contributo para uma solução alternativa de financiamento, mas, sobretudo, um passo decisivo para o desenvolvimento das empresas portuguesas, em especial as PME.”

    Notas para os editores:
    (*) Euronext Lisbon é a atual designação do mercado regulamentado a contado gerido pela NYSE Euronext, em Lisboa, com requisitos de admissão e manutenção harmonizados nas diversas localizações em que opera (Amesterdão, Bruxelas, Lisboa e Paris).

    (**) NYSE Alternext é um sistema de negociação multilateral, criado pela NYSE Euronext, destinado especialmente a pequenas e médias empresas, com condições de acesso simplificadas.

    Sobre a NYSE Euronext
    A NYSE Euronext (NYX) é uma operadora líder global de mercados financeiros e fornecedora de tecnologias de negociação inovadoras. A NYSE Euronext é composta por bolsas de ações e derivados nos Estados Unidos e na Europa, que transacionam ações, futuros, opções, obrigações de taxa fixa, exchange-traded funds, entre outros produtos. Com mais de 8.000 emissões cotadas, os mercados acionistas da NYSE Euronext – nomeadamente a NYSE, NYSE Euronext, NYSE Amex, NYSE Alternext e NYSE Arca – movimentam mais de um terço do volume total negociado a nível mundial nos mercados de ações, tornando-se, assim, a bolsa mais líquida, comparativamente com outro grupo bolsista global. A NYSE Liffe é um dos mercados líderes no negócio de derivados na Europa, ocupando o segundo lugar a nível mundial em valor de transações. Através da NYSE Technologies, o grupo bolsista oferece soluções tecnológicas, informação sobre produtos e aplicações de gestão de dados, bem como soluções de conectividade e outros serviços. A NYSE Euronext faz parte do índice S&P 500 e é a única gestora de bolsas a integrar os índices S&P 100 e Fortune 500. Para mais informações, visite o site: www.euronext.com

    Contactos: NYSE Euronex, Sandra Machado/ Paula Cordeiro, +351 91 777 68 97/ +351 96 404 67 78, PressOfficeNYSEEuronextLisbon@nyx.com

    Uría Menéndez - Proença de Carvalho, Sara Buira, +351 210 308 621,  sara.buira@uria.com

    Uría Menéndez Abogados, S.L.P.-C/ Príncipe de Vergara 187
    Plaza de Rodrigo Uría, 28002 Madrid (España)
    Registro Mercantil de Madrid, Tomo 2515 del Libro de Inscripciones
    Folio 1, Sección 8, Hoja 43976 CIF: B-28563963
    La presencia europea de Uría Menéndez está diseñada para dar servicio a sus clientes en todas las operaciones que lleven a cabo en el continente. Para ello, contamos con oficinas propias en los principales centros de decisión e inversión española en la Unión Europea y, complementariamente, mantenemos una estrecha relación, no exclusiva, con bufetes de gran prestigio y calidad profesional en los principales países europeos, con los que ofrecemos un asesoramiento integrado y multidisciplinar de la máxima calidad.

    En Europa, nuestras firmas best friends incluyen a Slaughter and May, en el Reino Unido; Bonelli Erede Pappalardo, en Italia; Bredin Prat, en Francia; Hengeler Mueller, en Alemania; y De Brauw Blackstone Westbroek, en Holanda.
    Tras más de diez años presentes en Latinoamérica, Uría Menéndez tiene abogados en cada una de las cinco principales jurisdicciones del continente: Argentina, Brasil, Chile, México y Perú.

    Nuestra oficina propia en São Paulo, abierta en 1998, es el corazón de nuestra red en Latinoamérica; coordina el trabajo en la región y asesora en Derecho español y comunitario.

    Además, Uría Menéndez disfruta de una relación privilegiada con las más prestigiosas firmas de abogados locales en las demás principales jurisdicciones de la región: Marval, O'Farrell & Mairal, en Argentina; Dias Carneiro Advogados, en Brasil; Philippi, Yrarrázaval, Pulido & Brunner, en Chile; Galicia Abogados, S.C., en México; Payet, Rey, Cauvi, en Perú; y Brigard & Urrutia, y Prieto & Carrizosa en Colombia.
    Uría Menéndez presta asesoramiento a inversores extranjeros en Derecho español, portugués y de la Unión Europea. Además, trabajamos integradamente con los mejores despachos locales, con los que hemos desarrollado una intensa práctica profesional, para ofrecer asesoramiento profesional en los aspectos de Derecho asiático que en cada caso concreto sean necesarios. También acompañamos a empresas asiáticas en sus inversiones en España, Portugal y, muy especialmente, en Latinoamérica, donde contamos con cinco oficinas y más de una década de experiencia de asesoramiento a la inversión extranjera.

    A este fin, contamos desde 2009 con una oficina en Pekín, la única de un despacho ibérico en esa ciudad, que está compuesta por abogados con experiencia en operaciones de fusiones, adquisiciones y financiaciones en Europa y en Latinoamérica.
    Uría Menéndez, como despacho independiente, da servicio a sus clientes –en las operaciones que realicen en América del Norte– por medio de la oficina de Nueva York y de excelentes relaciones con los más prestigiosos despachos de Estados Unidos y Canadá.

    Estamos presentes en Nueva York desde 1990. Nuestra oficina en esta ciudad asesora en los aspectos de Derecho español, portugués y comunitario de operaciones en Estados Unidos y Canadá, y provee servicios de gestión de equipos multijurisdiccionales.
    William Fry Solicitors
    William Fry, Solicitors, Fitzwilton House, Wilton Place, Dublin 2, Ireland.  Tel: +353 1 639 5000, Fax: +353 1 639 5333, Email: info@williamfry.ie
    one of Ireland's largest law firms, we advise leading Irish and International companies.
    offer unrivalled expertise and experience across the full breadth of business sectors. staff of approx 380, we are practical, commercial and solutions focused.
    http://www.williamfry.ie/gns/home.aspx

    Intermediários Financeiros Registados na CMVM, Participações Qualificadas em Intermediários Financeiros, Atrium Investimentos - Sociedade Financeira de Corretagem, S.A.

     Participações Qualificadas em 01 de Abril de 2010 Participação
    (%)

    Atrium - SGPS, SA*
    100

    Serviços Autorizados pela CMVM á Atrium Investimentos - Sociedade Financeira de Corretagem, S.A.

    Atrium Investimentos - Sociedade Financeira de Corretagem, S.A. Serviços Autorizados pela CMVM
    Serviço Data do Registo

    Consultoria sobre a estrutura de capital, a estratégia indústrial e questões conexas, bem como sobre a fusão e a aquisição de empresas.
    12/04/2006

    Consultoria para investimento em valores mobiliários
    05/01/2006

    Concessão de crédito, incluindo o empréstimo de valores mobiliários, para a realização de operações sobre valores mobiliários em que intervém a entidade concedente do crédito
    08/08/2002

    Execução de ordens por conta de outrém no mercado a prazo
    08/08/2002

    Gestão de carteiras por conta de outrem
    11/04/2002

    Assistência em oferta pública relativa a valores mobiliários
    07/09/2000

    Colocação em ofertas públicas de distribuição
    07/09/2000

    Negociação por conta própria em valores mobiliários
    24/08/2000

    Registo e depósito de valores mobiliários
    22/12/1999

    Execução de ordens por conta de outrém no mercado a contado
    30/09/1999

    Recepção e transmissão de ordens por conta outrem
    30/09/1999

    Serviços de câmbios e o aluguer de cofres-fortes ligados à prestação de serviços de investimento
    30/09/1999


    As ordens recebidas de clientes para a transacção de valores mobiliários cotados num mercado regulamentado são prioritariamente transmitidas para execução por uma das seguintes instituições
    Newedge UK Financial Limited, detido pelos grupos Société Générale e Crédit Agricole
    BNP Paribas Securities Services
    Banco Santander, SA
    Banco Português de Investimento, SA

    A Suiça Lava Mais Branco Commercial register and SOGC publications for APMI - Atrium Portfolio Management and Investment SA

    A Suiça Lava Mais Branco Commercial register and SOGC publications for APMI - Atrium Portfolio Management and Investment SA
    Number of publications found :  9
    Company PMI - Atrium Portfolio Management and Investment SA
    CH Number CH66004000074
    Address Rue du Général-Dufour 20 1204 Genève
    Company state Active
    Legal form Joint-Stock company
    Capital CHF 200'000
    Purpose Toute étude en matière de placement de capitaux, gestion de fortune, ainsi que toute opération financière, économique ou commerciale, tant pour son compte que pour le compte de tiers, et exécution de tout mandat fiduciaire; prise et gestion de participations à toutes entreprises commerciales, financières et industrielles; la société ne fera pas appel au public pour obtenir des fonds en dépôts.
    This company in the commercial register ----
    Commercial register in charge RC of the canton Geneva


    Fundos

     


    Fundos Registados na Suiça no Registo Comercial do Canton de Genéve APMI - Atrium Portfolio Management and Investment SA, à Genève
    ank Date Category Publication
    100 25.3.2010 Commercial Register Mutation APMI - Atrium Portfolio Management and Investment SA, à Genève, CH-660-0400007-4 (FOSC du 27.01.2010, p. 9/5463312). de Vargas Carvalho Santos Silvia, maintenant domiciliée à Genève, est nommée membre du conseil d'aministration avec signature collective à deux;

    sa procuration est radiée.
    Issue Nr. 4931 of 19.03.2010 (5559204 / CH66004000074)
    SOGC publication (PDF-File)
    100 27.1.2010 Commercial Register

    Mutation
    APMI - Atrium Portfolio Management and Investment SA, à Genève, CH-660-0400007-4, toute étude en matière de placement de capitaux, etc. (FOSC du 10.07.2009, p. 12/5131350). Levy Maurice Yigal et Retord Pierre ne sont plus administrateurs;
    leurs pouvoirs sont radiés.
    Issue Nr. 1186 of 21.01.2010 (5463312 / CH66004000074)
    SOGC publication (PDF-File)
    100 10.7.2009 Commercial Register

    Mutation
    APMI - Atrium Portfolio Management and Investment SA, à Genève, CH-660-0400007-4, toute étude en matière de placement de capitaux, etc. (FOSC du 28.01.2009, p. 8/4850212). Les administrateurs De Melo Do Rego Correia De Sampaio Nuno Maria, Levy Maurice Yigal, et Retord Pierre, signent désormais collectivement à deux. de Campos Rodrigues Prieto Filipe José, maintenant domicilié à Genève, et Nicolau Osvaldo José Sancho, ont été nommés membres du conseil d'administration avec signature collective à deux;

    leur procuration est radiée.

    Issue Nr. 10174 of 06.07.2009 (5131350 / CH66004000074)

    SOGC publication (PDF-File)
    100 28.1.2009 Commercial Register

    Mutation
    APMI - Atrium Portfolio Management and Investment SA, à Genève, CH-660-0400007-4, toute étude en matière de placement de capitaux, etc. (FOSC du 24.07.2008, p. 6/4588448).
    L'inscription n° 7725 du 13.06.2008 (FOSC du 19.06.2008 p. 9/4530446) est rectifiée en ce sens que de Campos Rodrigues Filipe José porte le

    Name: de Campos Rodrigues Prieto Filipe José.

    Issue Nr. 1024 of 22.01.2009 (4850212 / CH66004000074)

    SOGC publication (PDF-File)
    100 24.7.2008 Commercial Register

    Mutation
    APMI - Atrium Portfolio Management and Investment SA, à Genève, CH-660-0400007-4, toute étude en matière de placement de capitaux, gestion de fortune, ainsi que toute opération financière, économique ou commerciale (FOSC du 19.06.2008, p. 9/4530446).New statutes from:16.07.2008.

    Issue Nr. 9539 of 18.07.2008 (4588448 / CH66004000074)

    SOGC publication (PDF-File)
    100 19.6.2008 Commercial Register

    Mutation
    APMI - Atrium Portfolio Management and Investment SA, à Genève, CH-660-0400007-4, toute étude en matière de
    placement de capitaux, etc. (FOSC du 10.12.2007, p. 7/4239308). Procuration collective à deux a été conférée à de Campos Rodrigues Filipe José, du Portugal, à Cascais, P, de Vargas Carvalho Santos Silvia, du Portugal, à Carcavelos, P, et Nicolau Osvaldo José Sancho, du Portugal, à
    Lisbonne, P.

    Issue Nr. 7725 of 13.06.2008 (4530446 / CH66004000074)

    SOGC publication (PDF-File)
    100 10.12.2007 Commercial Register

    Mutation
    APMI - Atrium Portfolio Management and Investment SA, à Genève, CH-660-0400007-4 (FOSC du 13.03.2007, p. 7). Le capital-actions de CHF 200'000 est maintenant entièrement libéré.

    Share capital: CHF 200'000, entièrement libéré, divisé en 200 actions de CHF 1'000, nominatives, liées selon statuts.

    Statutes updated on:30.11.2007.
    Issue Nr. 15695 of 04.12.2007 (4239308 / CH66004000074)

    SOGC publication (PDF-File)
    100 13.3.2007 Commercial Register Mutation APMI - Atrium Portfolio Management and Investment SA, à Genève, CH-660-0400007-4 (FOSC du 22.02.2007, p. 6). L'administrateur président Correa De Sampaio Nuno, porte maintenant le nom de De Melo Do Rego Correia De Sampaio Nuno Maria.
    Issue Nr. 3192 of 07.03.2007 (3835110 / CH66004000074)
    SOGC publication (PDF-File)
    100 22.2.2007 Commercial Register

    New entry
    APMI - Atrium Portfolio Management and Investment SA, à Genève, rue du Général-Dufour 20, CH-660-0400007-4. Nouvelle société anonyme.

    Statutes of:13.02.2007.

    Aim: toute étude en matière de placement de
    capitaux, gestion de fortune, ainsi que toute opération
    financière, économique ou commerciale, tant pour
    son compte que pour le compte de tiers, et exécution de tout
    mandat fiduciaire;

    prise et gestion de participations à toutes entreprises
    commerciales, financières et industrielles;

    la société ne fera pas appel au public pour obtenir des fonds en dépôts.

    Share capital: CHF 200'000, libéré à concurrence de CHF 100'000, divisé en 200 actions de CHF
    1'000, nominatives, liées selon statuts.

    Publication organ: Feuille Officielle Suisse du Commerce.

    Communication to the shareholder: lettre recommandée.

    Administration: Correa De Sampaio Nuno, du Portugal, à Lisbonne, PRT, président, Levy Maurice Yigal, de et à Genève, et Retord Pierre, de Chêne-Bourg, à Vandoeuvres, lesquels signent individuellement.

    Revision company: RNP Société Fiduciaire SA, à Genève.

    Issue Nr. 2315 of 16.02.2007 (3790612 / CH66004000074)
    SOGC publication (PDF-File)

    -----------------------
    COMMERCIAL REGISTER OF THE CANTON
    GENÈVE
    Fonte Swiss Official Gazette of Commerce
    Website: https://www.shab.ch/
    Busca Exacta por nome: de Campos Rodrigues Prieto Filipe José
    Nota Importante A obtenção de resultados foi feita dependendendo de busca exacta,, de um periodo max de 3 anos e necessita ter cokies on. Os cokies têm de estar activos. Permite variados crit´rios de busca.
    Resultados Your results
    You searched for: Heading All,
    Date of publication : 03.07.2009 - 02.07.2012,
    Key words: de Campos Rodrigues Prieto Filipe José
    Date: 10.07.2009
    No. 5131350
    Heading / Subheading Commercial register;
    Subheading Mutations
    Notice APMI - Atrium Portfolio Management and Investment SA, Genève
    No. of SOGC 131 EHRA-Import User


    ---------------------------------

    No. of SOGC 131 from 10.07.2009|Notice no 5131350|Mutations

    Registre du commerce Swiss

    Canton:   Genève Date de publication FOSC: 10.07.2009
    Nom: RC du canton de Genève
    Identifiant société: CH66004000074 Raison sociale (nom) de la société (jusqu'à présent): APMI - Atrium Portfolio Management and Investment SA Statut juridique de la société (jusqu'à présent): Société anonyme Siège social de la société (jusqu'à présent): Genève Raison sociale (nom) de la société (nouveau): APMI - Atrium Portfolio Management and Investment SA Statut juridique de la société (nouveau): Société anonyme Siège de la société (nouveau): Genève
    Changement du statut juridique:   aucun changement Changement de raison sociale:   aucun changement Changement du droit de représentation:   Modification Changement du siège social (autre communes politique):   aucun changement Changement de domicile:   aucun changement Changement de but:   aucun changement Changement de capital:   Changement de statut:  
    Texte pour la publication:   APMI - Atrium Portfolio Management and Investment SA, à Genève, CH-660-0400007-4, toute étude en matière de placement de capitaux, etc. (FOSC du 28.01.2009, p. 8/4850212). Les administrateurs De Melo Do Rego Correia De Sampaio Nuno Maria, Levy Maurice Yigal, et Retord Pierre, signent désormais collectivement à deux. de Campos Rodrigues Prieto Filipe José, maintenant domicilié à Genève, et Nicolau Osvaldo José Sancho, ont été nommés membres du conseil d'administration avec signature collective à deux; leur procuration est radiée

    Identifiant Ehra dans le registre central des sociétés: 863536
     https://www.shab.ch/shabforms/COMMON/search/searchresult.jsf
     https://www.shab.ch/shabforms/COMMON/search/searchresultDetail.jsf

    --------------------------

    COMMERCIAL REGISTER OF THE CANTON GENÈVE
    Fonte Swiss Official Gazette of Commerce
    Website: https://www.shab.ch/
    Busca Exacta: De Melo Do Rego Correia De Sampaio
    Nota Importante A obtenção de resultados foi feita dependendendo de busca exacta,, de um periodo max de 3 anos e necessita ter cokies on. Os cokies têm de estar activos. Permite variados crit´rios de busca.
    Resultados Your results
    You searched for: Heading nAll,
    Date of publication : 03.07.2009 - 02.07.2012,
    Key words: De Melo Do Rego Correia De Sampaio
    Date: 03.07.2009
    No. 5131350
    Heading / Subheading Commercial register;
    Subheading Mutations
    Notice APMI - Atrium Portfolio Management and Investment SA, Genève
    No. of SOGC 131 EHRA-Import User

    ---------------------------------------

    No. of SOGC 131 from 10.07.2009|Notice no 5131350|Mutations

    Registre du commerce

    Canton:   Genève Date de publication FOSC: 10.07.2009
    Nom: RC du canton de Genève
    Identifiant société: CH66004000074 Raison sociale (nom) de la société (jusqu'à présent): APMI - Atrium Portfolio Management and Investment SA Statut juridique de la société (jusqu'à présent): Société anonymeSiège social de la société (jusqu'à présent): Genève Raison sociale (nom) de la société (nouveau): APMI - Atrium Portfolio Management and Investment SA Statut juridique de la société (nouveau): Société anonyme Siège de la société (nouveau): Genève
    Changement du statut juridique:   aucun changement Changement de raison sociale:   aucun changement Changement du droit de représentation:   Modification Changement du siège social (autre communes politique):   aucun changement Changement de domicile:   aucun changement Changement de but:   aucun changement Changement de capital:   Changement de statut:  
    Texte pour la publication:   APMI - Atrium Portfolio Management and Investment SA, à Genève, CH-660-0400007-4, toute étude en matière de placement de capitaux, etc. (FOSC du 28.01.2009, p. 8/4850212). Les administrateurs De Melo Do Rego Correia De Sampaio Nuno Maria, Levy Maurice Yigal, et Retord Pierre, signent désormais
    collectivement à deux. de Campos Rodrigues Prieto Filipe José, maintenant domicilié à
    Genève, et Nicolau Osvaldo José Sancho, ont été nommés membres du conseil d'administration avec signature collective à deux; leur procuration est radiée.
    Identifiant Ehra dans le registre central des sociétés: 863536

    COMMERCIAL REGISTER OF THE CANTON GENÈVE
    Fonte Swiss Official Gazette of Commerce
    Website: https://www.shab.ch/
    Busca Exacta por nome: de Vargas Carvalho Santos Silvia
    Nota Importante A obtenção de resultados foi feita dependendendo de busca exacta,, de um periodo max de 3 anos e necessita ter cokies on. Os cokies têm de estar activos. Permite variados crit´rios de busca.
    Resultados Your results
    You searched for: Heading All,
    Date of publication: 03.07.2009 - 02.07.2012,
    Key words: de Vargas Carvalho Santos Silvia
    Date: 25.03.2010
    No. 5559204
    Heading / Subheading Commercial register;
    Subheading Mutations
    Notice APMI - Atrium Portfolio Management and Investment SA, Genève
    No. of SOGC 59 EHRA-Import User


    ------------------------
    No. of SOGC 059 from 25.03.2010|Notice no 5559204|Mutations

    Registre du commerce

    Canton:   Genève Date de publication FOSC: 25.03.2010
    Nom: RC du canton de Genève
    Identifiant société: CH66004000074 Raison sociale (nom) de la société (jusqu'à présent): APMI - Atrium Portfolio Management and Investment SA Statut juridique de la société (jusqu'à présent): Société anonyme Siège social de la société (jusqu'à présent): Genève Raison sociale (nom) de la société (nouveau): APMI - Atrium Portfolio Management and Investment SA Statut juridique de la société (nouveau): Société anonyme Siège de la société (nouveau): Genève
    Changement du statut juridique:   aucun changement Changement de raison sociale:   aucun changement Changement du droit de représentation:   Modification Changement du siège social (autre communes politique):   aucun changement Changement de domicile:   aucun changement Changement de but:   aucun changement Changement de capital:   Changement de statut:  
    Texte pour la publication:   APMI - Atrium Portfolio Management and Investment SA, à Genève, CH-660-0400007-4 (FOSC du 27.01.2010, p. 9/5463312). de Vargas Carvalho Santos Silvia, maintenant domiciliée à Genève, est nommée membre du conseil d'aministration avec signature collective à deux; sa procuration est radiée.
    Identifiant Ehra dans le registre central des sociétés: 863536

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    Registo nº283
    Portfolio Managers - Sociedade Gestora de Patrimónios, S.A.
    - Alienação, por José Paulo Soares Ribeiro da Costa Salema, de 5 350 (cinco mil e trezentos e cinquenta) acções, correspondentes a 10,7% do capital social da “Portfolio Managers – Sociedade Gestora de Patrimónios, SA”, deixando de deter qualquer participação, da seguinte forma:
    A Mário Luís Cruz Dias Vigário, 3 234 (três mil e duzentos e trinta e quatro) acções, correspondentes a 6,5% do capital social;
    A Pedro Araújo de Santa Clara Gomes, 1 829 (mil oitocentos e vinte e nove) acções, correspondentes a 3,7% do capital social;
    A Nuno Maria de Melo do Rego Correia de Sampaio, 201 (duzentos e um) acções, correspondentes a 0,4% do capital social;
    A João Carlos Peça Nunes da Fonseca, 86 (oitenta e seis) acções, correspondentes a 0,2% do capital social.
    Alienação, por Filipe José de Campos Rodrigues Prieto, em 27 de Dezembro de 2004, de 2 858 (dois mil e oitocentos e cinquenta e oito) acções, correspondentes a 5,7% do capital social da referida sociedade gestora, da seguinte forma:
    A Pedro Araújo de Santa Clara Gomes, 2 309 (dois mil e trezentos e nove) acções, correspondentes a 4,6% do capital social;
    A Nuno Maria de Melo do Rego Correia de Sampaio, 549 (quinhentos e quarenta e nove) acções, correspondentes a 1,1% do capital social.
    - Alienação, por Sofia Alexandra de Souto Martins Ventosa, de 3 260 (três mil e duzentos e sessenta) acções, correspondentes a 6,5% do capital social da referida sociedade gestora, da seguinte forma:
    A António Manuel Baptista dos Santos Almeida, 1 808 (mil e oitocentos e oito) acções, correspondentes a 3,6% do capital social; e
    A Mário Luís Cruz Dias Vigário, 1 452 (mil e quatrocentos e cinquenta e dois) acções, correspondentes a 2,9% do capital social.
    Alienação, por João Filipe de Brion Ramires Sanches, a António Manuel Baptista dos Santos Almeida, de 2 878 (dois mil e oitocentos e setenta e oito) acções, correspondentes a 5,8% do capital social referida sociedade gestora.
    Alienação, por Sílvia de Vargas Carvalho, a António Manuel Baptista dos Santos Almeida, de 1 385 (mil e trezentos e oitenta e cinco) acções, correspondentes a 2,8% do capital social referida sociedade gestora.
    Alienação, por Osvaldo José Sancho Nicolau, a António Manuel Baptista dos Santos Almeida, de 2 683 (dois mil e seiscentos e oitenta e três) acções, correspondentes a 5,4% do capital social referida sociedade gestora.
    Em consequência, a estrutura accionista da “Portfolio Managers – Sociedade Gestora de Patrimónios, SA” passou de:
    António Manuel Baptista dos Santos Almeida, com 2 135 acções e 4,3% do capital social;
    Filipe José de Campos Rodrigues Prieto, com 9 680 acções e 19,4% do capital social;
    João Carlos Peça Nunes da Fonseca, com 5 350 acções e 10,7% do capital social;
    João Filipe de Brion Ramires Sanches, com 9 700 acções e 19,4% do capital social;
    José Paulo Soares Ribeiro da Costa Salema, com 5 350 acções e 10,7% do capital social;
    Mário Luís Cruz Dias Vigário, com 2 135 acções e 4,3% do capital social;
    Osvaldo José Sancho Nicolau, com 9 505 acções e 19% do capital social;
    Sílvia de Vargas Carvalho, com 2 135 acções e 4,3% do capital social;
    Sofia Alexandra de Souto Martins Ventosa, com 4 010 acções e 8% do capital social;
    para:
    António Manuel Baptista dos Santos Almeida, com 6 821 e 13,6% do capital social;
    Filipe José de Campos Rodrigues Prieto, com 6 822 acções e 13,6% do capital social;
    João Carlos Peça Nunes da Fonseca, com 6 821 acções e 13,6% do capital social;
    João Filipe de Brion Ramires Sanches, com 6 822 acções e 13,6% do capital social;
    Mário Luís Cruz Dias Vigário, com 6 821 acções e 13,6% do capital social;
    Osvaldo José Sancho Nicolau, com 6 822 acções e 13,6% do capital social;
    Pedro Araújo de Santa Clara Gomes, com 6 821 acções e 13,6% do capital social;
    Sílvia de Vargas Carvalho, com 750 acções e 1,5% do capital social;
    Sofia Alexandra de Souto Martins Ventosa, com 750 acções e 1,5% do capital social;
    Nuno Maria de Melo do Rego Correia de Sampaio, com 750 e 1,5% do capital social;
    - Eleição dos titulares de órgãos sociais para o quadriénio 2004 a 2007:
    Assembleia-Geral
    Duarte Vieira Pestana de Vasconcelos – Presidente
    António do Cazal-Ribeiro de Carvalho Juzarte Rolo – Secretário
    Conselho de Administração
    João Filipe de Brion Ramires Sanches – Presidente
    Filipe José de Campos Rodrigues Prieto – Vogal
    Sofia Alexandra de Souto Martins Ventosa – Vogal
    Fiscal Único
    “Vítor Franco e Lisboa Nunes – SROC”
    (representada por Vítor Domingos Seabra Franco)
    “Neves, Azevedo Rodrigues e Batalha – SROC”
    (representada por José Maria Monteiro de Azevedo Rodrigues).

    20/04/2005
    http://www.cmvm.pt/CMVM/Publicacoes/Boletim/Boletim%20Online%20144/Pages/inter_financeiros.aspx
    -----------------------


    Dados relativos à entidade: ATRIUM INVESTIMENTOS - SOC. FINANCEIRA DE CORRECTAGEM S.A. (EX - INVESTIMENTO DIRECTO - SOCIEDADE CORRETORA, SA) MORADA: Av. da República, n.º 35, piso 2 Código Postal: 1050 -186 LISBOA Finalidade do Ficheiro: Gestão da Carteira de Acções e Obrigações Criado em: 9/6/1999

    Dados Registados: Dados Identificação; Dados de Contacto; Dados Académicos/Profissionais; Dados Económicos/Financeiros; Dados de Informações e Negócios; Descrição: Cumprimento de obrigações legais e contratuais resultantes da prestação de serviços.

    Tempo de conservação dos dados: 10 anos sobre a cessação da relação contratual Como exercer o direito de informação/rectificação: Solicitação escrita Historial do Ficheiro: Notificação em 24-09-1999 Arquivamento do Registo em 11-10-1999 Registo do Ficheiro em 11-10-1999 http://www.cnpd.pt/bin/registo/entidade_pesq.asp?txtNome=financ

    Finalidade do Ficheiro: Gestão da Carteira de Acções e Obrigações Criado em: 3/19/2002 Dados Registados: Dados Identificação; Dados de Contacto; Dados Económicos/Financeiros; Dados de Telecomunicação; Descrição: Cumprimento de obrigações legais e contratuais resultantes da prestação de serviços. Tempo de conservação dos dados: 10 anos sobre a cessação da relação contratual Como exercer o direito de informação/rectificação: Solicitação escrita ou pela internet Historial do Ficheiro: Notificação em 19-03-2002 Arquivamento do Registo em 06-08-2002 Registo do Ficheiro em 06-08-2002 Dados relativos à entidade: ATRIUM INVESTIMENTOS - SOC. FINANCEIRA DE CORRECTAGEM, S.A. (EX - PORTFOLIO MANAGERS - SOCIEDADE GESTORA DE PATRIMONIOS, SA) MORADA: CAMPO GRANDE, 35 - 10º D Código Postal: 1700 087 LISBOA Finalidade do Ficheiro: Gestão da Carteira de Acções e Obrigações Criado em: 2/12/2001 Dados Registados: Dados Identificação; Dados de Contacto; Descrição: Execução de contrato de Gestão de Carteiras. Tempo de conservação dos dados: Enquanto subsistir a relação contratual Como exercer o direito de informação/rectificação: Solicitação pessoal, telefónica ou escrita Historial do Ficheiro: Notificação em 12-02-2001 Arquivamento do Registo em 12-07-2001 Registo do Ficheiro em 12-07-2001 A sociedade Originária da átrium Registo nº283 Portfolio Managers - Sociedade Gestora de Patrimónios, S.A. - Alienação, por José Paulo Soares Ribeiro da Costa Salema, de 5 350 (cinco mil e trezentos e cinquenta) acções, correspondentes a 10,7% do capital social da “Portfolio Managers – Sociedade Gestora de Patrimónios, SA”, deixando de deter qualquer participação, da seguinte forma: A Mário Luís Cruz Dias Vigário, 3 234 (três mil e duzentos e trinta e quatro) acções, correspondentes a 6,5% do capital social; A Pedro Araújo de Santa Clara Gomes, 1 829 (mil oitocentos e vinte e nove) acções, correspondentes a 3,7% do capital social; A Nuno Maria de Melo do Rego Correia de Sampaio, 201 (duzentos e um) acções, correspondentes a 0,4% do capital social; A João Carlos Peça Nunes da Fonseca, 86 (oitenta e seis) acções, correspondentes a 0,2% do capital social. Alienação, por Filipe José de Campos Rodrigues Prieto, em 27 de Dezembro de 2004, de 2 858 (dois mil e oitocentos e cinquenta e oito) acções, correspondentes a 5,7% do capital social da referida sociedade gestora, da seguinte forma: A Pedro Araújo de Santa Clara Gomes, 2 309 (dois mil e trezentos e nove) acções, correspondentes a 4,6% do capital social; A Nuno Maria de Melo do Rego Correia de Sampaio, 549 (quinhentos e quarenta e nove) acções, correspondentes a 1,1% do capital social. - Alienação, por Sofia Alexandra de Souto Martins Ventosa, de 3 260 (três mil e duzentos e sessenta) acções, correspondentes a 6,5% do capital social da referida sociedade gestora, da seguinte forma: A António Manuel Baptista dos Santos Almeida, 1 808 (mil e oitocentos e oito) acções, correspondentes a 3,6% do capital social; e A Mário Luís Cruz Dias Vigário, 1 452 (mil e quatrocentos e cinquenta e dois) acções, correspondentes a 2,9% do capital social. Alienação, por João Filipe de Brion Ramires Sanches, a António Manuel Baptista dos Santos Almeida, de 2 878 (dois mil e oitocentos e setenta e oito) acções, correspondentes a 5,8% do capital social referida sociedade gestora. Alienação, por Sílvia de Vargas Carvalho, a António Manuel Baptista dos Santos Almeida, de 1 385 (mil e trezentos e oitenta e cinco) acções, correspondentes a 2,8% do capital social referida sociedade gestora. Alienação, por Osvaldo José Sancho Nicolau, a António Manuel Baptista dos Santos Almeida, de 2 683 (dois mil e seiscentos e oitenta e três) acções, correspondentes a 5,4% do capital social referida sociedade gestora. Em consequência, a estrutura accionista da “Portfolio Managers – Sociedade Gestora de Patrimónios, SA” passou de: António Manuel Baptista dos Santos Almeida, com 2 135 acções e 4,3% do capital social; Filipe José de Campos Rodrigues Prieto, com 9 680 acções e 19,4% do capital social; João Carlos Peça Nunes da Fonseca, com 5 350 acções e 10,7% do capital social; João Filipe de Brion Ramires Sanches, com 9 700 acções e 19,4% do capital social; José Paulo Soares Ribeiro da Costa Salema, com 5 350 acções e 10,7% do capital social; Mário Luís Cruz Dias Vigário, com 2 135 acções e 4,3% do capital social; Osvaldo José Sancho Nicolau, com 9 505 acções e 19% do capital social; Sílvia de Vargas Carvalho, com 2 135 acções e 4,3% do capital social; Sofia Alexandra de Souto Martins Ventosa, com 4 010 acções e 8% do capital social; para: António Manuel Baptista dos Santos Almeida, com 6 821 e 13,6% do capital social; Filipe José de Campos Rodrigues Prieto, com 6 822 acções e 13,6% do capital social; João Carlos Peça Nunes da Fonseca, com 6 821 acções e 13,6% do capital social; João Filipe de Brion Ramires Sanches, com 6 822 acções e 13,6% do capital social; Mário Luís Cruz Dias Vigário, com 6 821 acções e 13,6% do capital social; Osvaldo José Sancho Nicolau, com 6 822 acções e 13,6% do capital social; Pedro Araújo de Santa Clara Gomes, com 6 821 acções e 13,6% do capital social; Sílvia de Vargas Carvalho, com 750 acções e 1,5% do capital social; Sofia Alexandra de Souto Martins Ventosa, com 750 acções e 1,5% do capital social; Nuno Maria de Melo do Rego Correia de Sampaio, com 750 e 1,5% do capital social; - Eleição dos titulares de órgãos sociais para o quadriénio 2004 a 2007: Assembleia-Geral Duarte Vieira Pestana de Vasconcelos – Presidente António do Cazal-Ribeiro de Carvalho Juzarte Rolo – Secretário Conselho de Administração João Filipe de Brion Ramires Sanches – Presidente Filipe José de Campos Rodrigues Prieto – Vogal Sofia Alexandra de Souto Martins Ventosa – Vogal Fiscal Único “Vítor Franco e Lisboa Nunes – SROC” (representada por Vítor Domingos Seabra Franco) “Neves, Azevedo Rodrigues e Batalha – SROC” (representada por José Maria Monteiro de Azevedo Rodrigues). 20/04/2005 http://www.cmvm.pt/CMVM/Publicacoes/Boletim/Boletim%20Online%20144/Pages/inter_financeiros.aspx

    http://www.edoceo.ch/en/apmi__atrium_portfolio_management_and_investment_sa_CH66004000074.aspx

     Gazeta Oficial do Comércio da Suiça


    A ATRIUM Pertence

    Sobre

    Les plates-formes sodi regroupent à Genève plus de 20 sociétés employant entre 1 et 10 personnes. Tous les gestionnaires sont issus d’horizons divers en termes de nationalité, d’âge et de milieux professionnels : banques privées, institutions financières étrangères, grandes banques, etc.

    La satisfaction des membres se reflète dans la fidélité qu’ils témoignent aux plates-formes sodi et à la confiance qu’ils accordent aux associés.

    Cette fidélité constitue un gage de réussite pour les plates-formes sodi qui ont su apporter à leurs membres un environnement stable et durable qui leur permet de développer leurs affaires sur le long terme.
    Membres des plates-formes sodi

    APMI Atrium Portfolio Management and Investment SA - 2007

    Authentic Capital SA - 2009

    B Capital SA - 2008

    CP Conseils SA - 2004
    CTO Gestion SA - 2001

    IFM Independent Financial Managers SA - 2003

    ICA - Independent Capital Advisors SA - 2011

    KAP Asset Management SA - 2005

    Liberty Alternative Asset Management SA - 2001

    Lorenzo Family Office - 2007

    Meyer Conseils - 2011

    Millenium Conseils et Placements SA - 1999

    Monserrate Advisory Ltd - 2006

    NIYASA Capital Management Ltd - 2004

    Perastra Finance SA - 1999

    PIM Private Investment Management SA - 2003

    Philippe D. Bacharach, Asset Management - 2011

    Provest Asset Management SA - 2008

    PWM Private Wealth Managers SA - 2007

    Sodigestion SA - 1998

    Sodiprivés SA - 1996

    Universal Investment Advisory SA - 2011

    Zellinvest SA - 1998

    Sobre a DH HORNUNG localizada no mesmo edifício na 22 Rue du Général Dufour

    22 Rue du Général Dufour
    O Box 5539
    1211 Geneva 11
    Switzerland
    http://www.hornung-lawfirm.ch/en/our-areas-of-practice
    Tel: +41 (0)22 809 64 64
    Fax: +41 (0)22 809 64 65

    Áreas de trabalho


    Banking and Finance Laws
    Capital Markets and Stock
    Exchange Regulations
    Commercial Law
    Corporate Law
    International Property Law
    Constitutional and Administrative Law
    Employment Law
    International Exchange of Information in Criminal, Civil and Administrative matters
    New Technologies
    Sports and Entertainment Law
    Healthcare
    Retirement Planning Laws
    Mutual Funds
    International Arbitration
    Criminal Law
    Insurance law
    Family Law
    International Private and Public Law

    Me Douglas Hornung
    Janelise Favre
    Eric Delissy

    Me Douglas Hornung
    e-mail: d.hornung@hornung-lawfirm.ch

    Born 1952.
    education

    LLM (Licence en droit) University of Geneva in 1977. Admitted to practice at Geneva Bar in 1980.
    carreer

    Substitute Judge at the Geneva Court of Appeals.
    member

    Secretary to the Executive Board of PEOPIL (Pan European Organisation of Personal Injury Lawyers) since 2003. Member of the Executive Committee of IPBA (Inter Pacific Bar Association) and Swiss Delegate since 2004. Member of the Geneva and Swiss Bar Associations, Swiss Federation of Lawyers, Past President and member of the International Association of Young Lawyers (AIJA), Association of International Business Lawyers, International Union of Lawyers, Swiss Arbitration Association, Geneva Association of Business Law, International Chamber of Commerce, Swiss-American Chamber of Commerce.
    specialization

    banking and stock exchange law
    international private law
    liability law
    commercial law
    insolvency and bankruptcy law
    international arbitration

    languages

    French and English.

    Janelise Favre

    e-mail: j.favre@hornung-lawfirm.ch
    education

    Law Faculty of University of Fribourg (licence en droit, 2004)
    Law Faculty of University of Paris II – Assas (maîtrise en droit français, 2003)
    Admitted to the Geneva Bar, 2006
    career

    Legal practice with Froriep Renggli in Geneva
    Associate with Pestalozzi Lachenal Patry in Geneva,
    specialization in commercial law, mergers & acquisitions and finance
    Head of legal department of Monodor SA
    member

    Fédération Suisse des avocats, Family Business Network
    specialization

    Family advisor (see www.fblaw.ch)
    Corporate & business law
    Commercial transactions
    Immigration
    Banking law

    languages

    French, English, Italian and German


    Eric Delissy

    e-mail: e.delissy@hornung-lawfirm.ch

    Born 1941.
    Education

    LLM (licence en droit) University of Lausanne 1965 ; admission to Geneva Bar 1981 ; Master of Comparative Law (MCL) and Diploma in Mexican Legal Studies, University of San Diego 1983.
    Career highlights

    1966 to 1978: several senior positions in mutual funds, real estate, and pharmaceutical companies;
    1979 to 1982: trainee and later associate with Law firm Lalive & Budin, Geneva;
    1983 to 1988: Law firm Hornung & Delissy, Geneva, partner;
    1988 to 2003: HSBC Private Bank (Suisse) SA, Geneva, Corporate Counsel and Corporate Secretary;
    2003 to 2006: Law firm Fontanet Jeandin Hornung & Partners, Geneva, Of Counsel;
    2006 to 2010: Law firm Hornung Hovagemyan Avocats, Geneva, Of Counsel;
    Since 2011: Law firm Hornung Avocats, Geneva, Of Counsel.
    Specialization

    Banking and finance
    Mutual funds
    Commercial law
    Labor law
    Swiss retirement fund legislation

    Languages

    French, English, German, Swiss-German, Czech


    Federal Parliament
    http://www.parlament.ch/f/homepage.htm
    Swiss Confederation
    http://www.admin.ch/index.html?lang=fr
    Federal Court
    http://www.hhavocats.ch/p/en/links/%20http://www.bger.ch/fr/index
    Swiss Federal Banking Commission
    http://www.ebk.admin.ch/f/
    Federal Register of Commerce
    http://zefix.admin.ch/
    Registry of the Federal Institute of Intellectual Property
    http://www.swissreg.ch/srclient/faces/jsp/start.jsp
    Office of European Integration
    http://www.europa.admin.ch/index.html?lang=fr

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