... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...
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Máfia Portuguesa! Loja Mozart Maçonaria: CDS Oculta Ligações! PSD: Caso Sociedades Secretas Pode Afectar Serviços Secretos



Os Irmãos Protegem-se - PSD: Ligações à Maçonaria podem afectar serviços secretos, no
documento apresentado pelo CDS-PP é apontado um «contributo para as conclusões» em que as alegadas ligações de dirigentes dos serviços secretos à Maçonaria não são referidas.


O relatório apresentado pelo PSD sobre as IRREGULARIDADES, a que chamam as alegadas irregularidades no funcionamento dos serviços secretos concluiu pela existência de «indícios e suspeitas» do envolvimento de dirigentes daqueles serviços a «grupos de pressão» ou «sociedades secretas, nomeadamente ramos da Maçonaria».

«Os indícios e suspeitas do envolvimento de titulares de lugares de chefia e de direção dos serviços de informação com grupos de pressão pretensamente instalados na sociedade portuguesa ou a sociedades secretas, nomeadamente ramos da Maçonaria, potenciam afectar a credibilidade e o prestigio dos serviços de informações», conclui o relatório.



Os relatórios dos diversos partidos - depois de ter falhado a tentativa de um relatório conjunto - foram ontem divulgados no sítio da internet da comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, tal como foi anunciado pelo seu presidente, Fernando Negrão (PSD), na quarta-feira.



Esta comissão procedeu praticamente desde o início da presente legislatura a uma série de audições sobre fugas de informação nos Serviços de Informação da República Portuguesa (SIRP) e sobre o alegado acesso aos registos telefónicos pessoais do jornalista Nuno Simas, actual diretor adjunto da Agência Lusa.

Nas suas conclusões, os sociais-democratas defendem que importa «clarificar em que medida deve o SIRP colaborar com o setor empresarial privado, com elevados níveis de transparência, nomeadamente no âmbito do programa de parcerias estratégicas».

Importa ainda, defende o PSD, «assegurar condições de efetiva tutela da transparência e da legalidade que regulem as condições adequadas ao exercício de funções, nomeadamente através do estabelecimento de critérios de seleção dos titulares de cargos dirigentes dos nos serviços que garantam efectivamente elevados padrões de independência, isenção, profissionalismo e recato».

o documento apresentado pelo CDS-PP é apontado um «contributo para as conclusões» em que as alegadas ligações de dirigentes dos serviços secretos à Maçonaria não são referidas.

Os democratas-cristãos consideram que, «em matéria de organização e funcionamento dos serviços de informações, a vasta experiencia profissional e conhecimentos práticos de alguns dos responsáveis ouvidos» permitem «perceber as vias possíveis para a respetiva reorganização», tendo sido também «formuladas sugestões para a melhoria da segurança na transmissão da informação».

O CDS refere ainda que foram «formuladas propostas para a reconfiguração de alguns aspectos do estatuto profissional dos responsáveis máximos destes serviços que merecem estudo, e, eventualmente, acolhimento».

No mais extenso relatório que é apresentado pelos vários partidos, o PSD considerou «manifestamente lesiva para a credibilidade interna e externa dos serviços, para o respectivo bom funcionamento e para a consolidação do Estado de Direito Democrático» as «teses que insinuam que os incidentes verificados nos últimos meses» estão «alegadamente relacionados e são alegadamente motivados por manobras integradas em estratégias sustentadas em interesses estranhos ao interesse público, nomeadamente decorrentes de alegadas ligações do ex diretor do SIED a empresas privadas, a conluios de poder e à influência de ramos da maçonaria».

No relatório, os sociais-democratas afirmam: «Sugerem-se indícios e suspeitas de que o ex-director do SIED, reportando ao período de exercício de funções, alegadamente manteve relações privilegiadas com a empresa privada Ongoing, empresa não caracterizada como integrando o elenco das empresas de interesse estratégico».

«Sugerem-se indícios e suspeitas de que o ex-director do SIED, já após ter iniciado funções na empresa privada Ongoing, terá mantido relações privilegiadas com funcionários», aponta o PSD.

«Sugerem-se indícios e suspeitas do envolvimento do ex-director do SIED com grupos de pressão pretensamente instalados na sociedade portuguesa, nomeadamente a ramos da maçonaria», lê-se também no relatório.

Nas conclusões finais do relatório dos sociais-democratas refere-se que «as perturbações ao regular funcionamento dos serviços afectam a credibilidade e o prestígio dos serviços de informações e consequentemente as respectivas condições de operacionalidade, nomeadamente, as relações de confiança e de cooperação mútua cruciais ao desenvolvimento da actividade dos serviços».

Os sociais-democratas concluíram ainda que «os indícios e as suspeitas de que se verificam relações privilegiadas entre dirigentes dos serviços e empresas privadas potenciam afectar a credibilidade e o prestígio dos serviços».

«Os indícios e suspeitas de ligações do ex-director do SIED Jorge Silva Carvalho a ‘conluios de poder' afectam a credibilidade e o prestígio dos serviços de informações», lê-se igualmente no documento apresentado pelo PSD.


A MAÇONARIA BILDERBERG, ILLUMINATI É A CANALHA QUE DESTROI PORTUGAL E O MUNDO!

É PRECISO QUE SE APUREM RESPOSABILIDADES.

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Máfia Portuguesa! Maçonaria Irmandade GLLP Loja Mozart Portugal SIS PSD: Conspiração do Oculto Controla Serviços Secretos do País



Loja Mozart, uma das mais influentes do país

Membros são tendencialmente de orientação política mais à direita
Por: tvi24 | 3- 1- 2012 21: 22


As ligações entre a política e a maçonaria foram colocadas em causa esta terça-feira pelas notícias dão conta da supressão de termos ligados à maçonaria «apagados» do relatório das secretas. O PSD já negou que tivesse apagado qualquer referência. A loja maçónica é a Mozart, uma das mais influentes do país.



A loja Mozart é uma das mais poderosas da maçonaria portuguesa. Terá cerca de 70 membros, entre eles estão várias figuras ligadas ao presente e passado dos serviços de informações portugueses como Jorge Silva Carvalho, actualmente quadro na empresa Ongoing.



A loja Mozart 49 integra a chamada maçonaria regular. Está ligada à grande loja legal de Portugal, a segunda corrente maçónica com mais seguidores no país.



A ela pertencem dezenas de membros, tendencialmente de orientação política mais à direita e é considerada uma das mais poderosas e influentes do país.



A Mozart foi criada em 2006 por Paulo Noguês e António Neto da Silva, ex-deputado do PSD.

Dela fazem parte Jorge Silva Carvalho, ex-director do serviço de informações estratégicas da defesa, João Alfaro, outro homem que já esteve ligado ao serviço de informações
Silva Carvalho e João Alfaro integram agora a Ongoing, de Nuno Vasconcellos, também ele membros da Mozart.



Luís Montenegro é outro dos nomes que marca presença na loja, uma presença que não desmentiu quando questionado pelos jornalistas hoje no Parlamento. Os restantes nomes são secretos, mas sabe-se que entre eles estarão mais políticos, juízes, empresários e jornalistas.

Os rituais da Mozart são pouco conhecidos. Apesar das luzes da ribalta aquando do caso Silva Carvalho e da fuga de informações para a Ongoing, a loja é considerada discreta, tanto que não se faz representar nas sessões colectivas da grande loja legal de Portugal.
Os encontros dos seus membros decorrerão em locais variados como hotéis de Lisboa, um edifício do Bairro Alto ou a sede no bairro de Alvalade da própria grande loja legal.


IMPORTA LEMBRAR QUE O PSD E PS ESTÃO INFESTADOS PELA IRMADADE DA CONSPIRAÇÃO MAÇÓNICA BILDERBERG E TEMOS POR EXEMPLO MIGUEL RELVAS, É UM IRMÃO MAÇOM, ENTRE MUITOS OUTROS












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Resenha de Livro Recomendado Pela The Cutting Edge
Informações Bibliográficas: "A Conspiração Ocultista: A História Secreta dos Místicos, Templários, Maçons e das Sociedades Ocultistas", de Michael Howard, publicado pela Editora Campus, Série Somma, 1994, ISBN 85-7001-873-8

Propósito Declarado do Autor: Howard é um ocultista praticante de Magia Branca. Ele descreve a influência do ocultismo de Magia Negra no mundo de hoje e está aterrorizado por ela. Ele vê uma conspiração maligna das forças das trevas para tomar o controle das nações do mundo e obliterar as liberdades individuais. Descobrimos que as exposições mais instrutivas e reveladores a respeito do plano de Magia Negra da Nova Ordem Mundial são as feitas pelos ocultistas praticantes de Magia Branca.

Pontos Fundamentais: A Maçonaria é uma das organizações mais importantes na liderança dessa conspiração de Magia Negra. O autor mostra que a despeito da campanha pública em contrário, a Maçonaria é profundamente pagã e de Magia Negra. 2) O autor vincula a Maçonaria com a Cabala judaica, que é totalmente luciferiana; detalha a veneração dos maçons pelo obelisco [o Monumento a Washington], uma revelação importante, pois o obelisco teve sua origem no Egito antigo e é, obviamente, luciferiano; 3) Descreve de forma brilhante o satanismo dos cavaleiros templários franceses e suas óbvias ligações com a Maçonaria. 4) Mostra a conexão entre os satânicos Mestres dos Illuminati e a Maçonaria, incluindo o período pivô durante o qual ela assumiu o controle global do Plano da Nova Ordem Mundial; 5) Detalha o plano Illuminati/maçom de colocar um de seus homens como papa católico romano; 6) Demonstra o papel dos maçons na Guerra de Independência Americana, incluindo o projeto do Grande Selo, e o plano das sociedades secretas européias de criar uma Nova Atlântida na América, para levar o resto do mundo à Nova Ordem Mundial; 7) Mostra claramente a liderança influente das sociedades secretas alemãs, lideradas hoje pela dinastia do Habsburgos; 8) Mostra como o mestre de Magia Negra Aleister Crowley envolveu-se com os Illuminati, com a Ordem dos Templários do Oriente, com a Maçonaria e com o nazismo; 9) O autor reconhece o nível em que o catolicismo romano incorporou muitas crenças e práticas pagãs em sua forma de "cristianismo", especialmente dos coptas, dos antigos egípcios, os "mistérios cristãos" e dos celtas. Detalha a batalha entre a Maçonaria e o Vaticano, apesar deste ter incorporado muitas crenças e símbolos pagãos na sua forma de adoração; 10) O autor detalha o fato que o papa João Paulo II esteja unindo todas as religiões do mundo, sob o estandarte da Igreja Católica Romana, com sua secreta cooperação com a Maçonaria, embora negue que exista essa cooperação.

Importância do Livro; Contribuição Oferecida: O autor descreve o plano de Magia Negra para estabelecer a Nova Ordem Mundial a partir de uma perspectiva singular de um ocultista praticante de Magia Branca! Um ocultista pode identificar outro ocultista com uma perspectiva melhor do que qualquer outra pessoa. Na verdade, as melhores revelações sobre a verdade acerca de todo o plano da Nova Ordem Mundial é dos ocultistas praticantes de Magia Branca que estão assustados com o progresso desse plano nazista e de Magia Negra.
http://www.espada.eti.br/rv138.asp
As Informações Apresentadas São Novas? Sim. A partir da perspectiva singular de um ocultista, Howard vincula a Maçonaria, os Illuminiati e a Igreja Católica Romana nessa conspiração global.

Confirmação de Outras Fontes: Outros autores de Nova Era falam a respeito de aspectos individuais desse plano, mas nenhum com esse tipo de "vinculação" entre tantos grupos díspares.

Recomendação: Recomendamos muito este livro para qualquer pessoa que esteja interessada em ver o vínculo entre tantos grupos ocultistas ao longo da história e na era moderna, no Plano para derrubar e destruir os governos atuais, substituindo-os pela satânica Nova Ordem Mundial. Lembre-se, porém, que esse autor NÃO É CRISTÃO; é um ocultista praticante de Magia Branca e o livro contém muitas blasfêmias contra o Senhor Jesus Cristo.

Nota:Este livro está esgotado há vários anos; talvez você possa encontrá-lo em sebos. O site da editora Campus é http://www.campus.com.br.

Se desejar adquirir o original em inglês, o título é: "The Occult Conspiracy: Secret Societies - Their Influence and Power in World History", Michael Howard, ISBN 0892812516.

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Máfia Politica Gang Assalta Brasil! A Privataria Tucana: Best Seller Documentos Secretos Abafados Download



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A Privataria Tucana: Um sucesso de vendas cercado por um muro de silêncio

O livro "A Privataria Tucana", de Amaury Ribeiro Jr., foi lançado há quatro dias e já é um fenômeno de vendas cercado por um muro de silêncio. Produto de doze anos de trabalho - e, sem dúvida, a mais completa investigação jornalística feita sobre o submundo da política neste século -, o livro consegue mapear o esquema de corrupção e lavagem de dinheiro montado em torno do político tucano José Serra - ex-deputado, ex-senador, ex-ministro, ex-governador, ex-prefeito e candidato duas vezes derrotado à Presidência da República. De quebra, coloca o PT em duas saias justas. A primeira delas é a constatação de que o partido, no primeiro ano de governo Lula, "afinou" diante do potencial de estrago da CPMI do Banestado, que pegou a lavanderia de vários esquemas que, se atingiam os tucanos, poderiam também resvalar para figuras petistas. O segundo mal-estar com o PT é o ultimo capítulo do livro, quando o autor conta a "arapongagem" interna da campanha do PT, que teria sido montada para derrubar o grupo ligado ao mineiro Fernando Pimentel da campanha da candidata Dilma Rousseff. Amaury aponta (como ele já disse antes) para o presidente do partido, Rui Falcão. Falcão já moveu um processo contra o jornalista por conta disso. O jornalista mantém a acusação.

Ao atirar para os dois lados, o livro-bomba do jornalista, um dos melhores repórteres investigativos do país, acabou conseguindo a façanha de ser ignorado pela mídia tradicional e igualmente pelo PT e pelo PSDB. O conteúdo de seu trabalho, todavia, continua sendo reproduzido fartamente por sites, blogs e redes sociais. Esgotado ontem nas livrarias, caminha para sua segunda edição. E já foi editado em e-book.

Os personagens do PSDB são conhecidos. O ex-caixa de campanha de Serra e de FHC, Ricardo Sérgio de Oliveira, aparece como o "engenheiro" de um esquema que operou bilhões de dólares durante as privatizações e os dois governos de Fernando Henrique Cardoso. A mesma tecnologia financeira usada por Oliveira foi depois copiada pela filha de Serra, Verônica, e seu marido, Alexandre Burgeois. Gregório Marin Preciado surge também como membro atuante do esquema. Ele é casado com uma prima do tucano nascido na Móoca, ex-líder estudantil e cardeal tucano.

Embora esteja concentrado nesse grupo específico do tucanato - o empresário Daniel Dantas só aparece quando opera para o mesmo esquema -, o livro não poupa gregos, nem troianos. A documentação da Comissão Parlamentar de Inquérito Mista (CPMI) do Banestado, que forneceu os primeiros documentos sobre lavagem de dinheiro obtido ilegalmente das privatizações, é o pontapé inicial do novelo que se desenrola até as eleições presidenciais do ano passado. A comissão, provocada por denúncias feitas pela revista Isto É, em matéria assinada pelo próprio Ribeiro Jr. e por Sônia Filgueiras, recebeu da promotoria de Nova York, e foi obrigada a repassá-lo à Justiça de São Paulo, um CD com a movimentação de dinheiro de brasileiros feita pelo MTB Bank, de NY, fechado por comprovação de que lavava dinheiro do narcotráfico, do terrorismo e da corrupção, por meio de contas de um condomínio de doleiros sul-americanos.

O material era uma bomba, diz o jornalista, e provocou a "Operação Abafa" da comissão de inquérito, pelo seu potencial de constranger tanto tucanos, como petistas (a CPMI funcionou no primeiro ano do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, em 2003).

Amaury Ribeiro conta de forma simples intrincadas operações de esfria/esquenta dinheiro ilegal - e, de quebra, dá uma clara ideia de como operava a "arapongagem tucana" a mando de Serra. Até o livro, as acusações de que Serra fazia dossiês para chantagear inimigos internos (do PSDB) e externos eram só folclore. No livro, ganham nome, endereço e telefone.

Nos próximo parágrafos, estão algumas das histórias contadas por Amaury Ribeiro Jr., com as fontes. Nada do que aponta deixa de ter uma comprovação documental, ou testemunhal. É um belo roteiro para a grande imprensa que, se não acusou até agora o lançamento do livro, poderia ao menos tomá-lo como exemplo para voltar a fazer jornalismo investigativo.

1. A arapongagem da turma do José Serra (pág. 25) - Quando ministro da Saúde do governo FHC, José Serra montou um núcleo de inteligência dentro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) (a Gerência Geral da Secretaria de Segurança da Anvisa). O núcleo era comandado pelo deputado Marcelo Itagiba (PSDB-RJ), também delegado. O grupo foi extinto quando a imprensa denunciou que o grupo bisbilhotava a vida dos funcionários. O funcionário da Agência Brasileira de Informações Luiz Fernandes Barcellos (agente Jardim) fazia parte do esquema. Também estava lá o delegado aposentado da Polícia Federal Onézimo de Graças Souza.

Este núcleo, mesmo desmontado oficialmente, teria sido usado por Serra, quando governador, para investigar os "discretos roteiros sentimentais" do governador de Minas, Aécio Neves, no Rio de Janeiro. De posse do dossiê, Serra teria tentado chantagear Aécio para que o governador mineiro não disputasse com ele a legenda do PSDB para a Presidência da República. O agente Jardim, segundo apurou Amaury, fez o trabalho de campo contra Aécio. (Fontes: O agente da Cisa Idalísio dos Santos, o Dadá, conseguiu informações sobre o núcleo de arapongagem de Serra e teve a informação confirmada por outros agentes. Para a "arapongagem" contra Aécio, o próprio Palácio da Liberdade).

2. O acordo entre Serra e Aécio (págs. 25 a 28) - Por conta própria, Ribeiro Jr., ainda no "Estado de Minas" e sem que sua apuração sobre a arapongagem de Serra tivesse sido publicada, retomou pauta iniciada quando ainda trabalhava no "Globo", sobre as privatizações feitas no governo FHC. Encontrou a primeira transação do ex-tesoureiro de campanha de FHC e Serra, Ricardo Sérgio de Oliveira: a empresa offshore Andover, com sede nas Ilhas Virgens Britânicas, que injetava dinheiro de fora para outra empresa sua, em São Paulo, a Westchester. (Fontes: cartórios de títulos e documentos e Juntas Comerciais de São Paulo e do Rio).

Nos mesmos papéis, encontrou outro personagem que usava a mesma metodologia de Oliveira: o genro de Serra, Alexandre Bourgeois, casado com Verônica Serra. Logo após as privatizações das teles, Bourgeois abriu duas off-shores no mesmo paraíso fiscal - a Vex Capital e a Iconexa Inc, que operavam no mesmo escritório utilizado pelo ex-tesoureiro, o do Citco Building. (Fonte: 3° Cartório de Títulos e Documentos de São Paulo).

Amaury ligou para assessoria de Serra no governo do Estado e se deu mal: as informações, das quais queria a versão do governador, serviram para que o tucano paulista ligasse para Aécio e ambos aparassem as arestas. O Estado de Minas não publicou o material.

3. Ricardo Sérgio de Oliveira, Carlos Jereissati e a privatização das teles - O primeiro indício de que a privatização das teles encheu os cofres de tucanos apareceu no relatório sobre as movimentações financeiras do ex-caixa de campanha Ricardo Sérgio de Oliveira que transitou pela CPMI do Banestado. A operação comprova que Oliveira recebeu propina do empresário Carlos Jereissati, que adquiriu em leilão a Tele Norte Leste e passou a operar a telefonia de 16 Estados. A offshore Infinity Trading (de Jereissati) depositou US$ 410 mil em favor da Fanton Interprises (de Ricardo Sérgio) no MTB Bank, de Nova York.

Comprovação do vínculo da Infinity Trading com Jereissati: Relatório 369 da Secretaria de Acompanhamento Econômico; documentos da CPMI do Banestado.

Comprovação do vínculo de Oliveira com a Franton: declaração do próprio Oliveira, à Receita Federal, de uma doação à Franton, em 2008.

4. Quando foi para a diretoria Internacional do Banco do Brasil, Ricardo Sérgio tinha duas empresas, a Planefin e a RCM. Passou a administração de ambas para a esposa, a desenhista Elizabeth, para assumir o cargo público. Em 1998, a RCM juntou-se à Ricci Engenharia (do seu sócio José Stefanes Ferreira Gringo), para construir apartamentos. Duas torres foram compradas pela Previ (gerida pelo seu amigo João Bosto Madeira da Costa) ainda na maquete. A Planefin entrou no negócio de Intenet recebeu líquido, por apenas um serviço, R$ 1,8 milhão do grupo La Fonte, de Carlos Jereissati, aquele cujo consórcio, a Telemar, comprou a Tele Norte Leste (com a ajuda de Ricardo Sérgio, que forneceu aval do BB e dinheiro da Previ à Telemar).

5. Em julho de 1999, a Planefim comprou, por R$ 11 milhões, metade de um prédio de 13 andares no Rio, e outra metade de outro edifício em Belo Horizonte. As duas outras metades foram compradas pela Consultatum, do seu sócio Ronaldo de Souza, que morreu no ano passado. Quem vendeu o patrimônio foi a Petros, fundo de pensão dos funcionários da Petrobras, reduto tucano. O dinheiro para pagar a metade de Ricardo Sérgio nos imóveis veio da Citco Building, nas Ilhas Virgens Briânicas, a mesma "conta-ônibus" de doleiros que viria a lavar dinheiro sul-americano sujo, de várias procedências.

A Privataria Tucana: Best Seller Documentos Secretos Download

Por Maria Inês Nassif. Publicado em http://www.aldeiagaulesa.net/2011/12/privataria-tucana-um-sucesso-de-vendas.html

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