... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...
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Crise Financeira, Austeridade Política Governo PSD CDS PS Desemprego Brutal: CENSOS INE Instituto Nacional De Estatística, Dados Algarve, Alentejo, Lisboa, Norte, Centro, Açores e Madeira Portugal Quase 1 Milhão Desempregados



As políticas de austeridade do governo dos Bancos, Goldman Sachs, TROIKA, UE, BCE, FMI das Privatizações está a dar frutos. A prova disso é o dsemprego: os números da maior subida dos últimos 30 anos ... Enquanto se ajuda o BPN, o Cavaco se queixa da reforma, a UGT Assina um Pacto de Traição, arranjam-se tachos para a família, o Banco de Portugal tem uma quinta com cavalos, o parlamento dominado pela maçonaria, escândalo loja Mozart, e o maçon Miguel Relvas comprou um automóvel de 80.000,00 Euros, e contratou um motorista por mais de 70.000 Euros, as medidas do governo alemão já se fazem sentir e o número de licenciados no desemprego ultrapassou pela primeira vez os 100 mil desempregados.


O número de desempregados com o ensino superior completo ultrapassou os 100 mil no último trimestre de 2011, segundo números anteontem divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística INE).





Quanto á política do governo, os números falam por sim. O desemprego no último trimestre de 2011 atingiu o número brutal de 706.100 desempregados, composto por: 170.400 desempregados dos 35 aos 34 anos, 226.400 desempregados com 45 e mais anos, 484.00 desempregados até ao 3º ciclo do ensino básico, 179.100 desempregados com o ensino secundário e pós secundário, 80.2200 á procura do primeiro emprego, 690.800 á procura do primeiro emprego, entre os licenciados situou-se nos 10,6 por cento, número equivalente a 108 mil indivíduos. É a primeira vez que o número de licenciados no desemprego ultrapassa os 108 mil em Portugal, segundo os dados disponíveis.




Com uma taxa de desemprego de 17,5% no Algarve, 15,1 nos Açores, 14,7 em Lisboa, 14,1% no Norte, 13,5 na Madeira, 13,1 no Alentejo, tendo a zona centro registado o valor mais baixo de 12,6%.

Este valor é quase o dobro do número de licenciados no desemprego dois anos antes: eram 55 mil no quarto trimestre de 2009. Só do terceiro para o quarto trimestre de 2011, houve um aumento de mais 13 mil desempregados com ensino superior.



Apesar deste grande aumento no desemprego entre os licenciados, continua a ser vantajoso no mercado de trabalho ter o ensino superior. Os licenciados são, de resto, o único grupo cuja taxa de desemprego se situa abaixo da média.

Segundo os dados do INE, o número de desempregados subiu bastante no quarto trimestre para todos os níveis de ensino.

Para as pessoas com o ensino básico (até ao 3º ciclo), a taxa de desemprego no último trimestre de 2011 era 14,5 por cento (o equivalente a 484 mil desempregados). Para quem completou o ensino secundário ou pós-secundário, a taxa era ainda mais alta: 15,4 por cento (179 mil pessoas).

A nível geral, a taxa de desemprego em Portugal no quarto trimestre de 2011 atingiu os 14 por cento, ficando acima das estimativas dos economistas contactados pela agência Lusa, que esperavam uma taxa entre os 13 e os 13,5 por cento.

Os dados Falam por si e são motivo para ficar indignado e a prova de que com estas políticas alemãs do Governo da Angela Merda (é tão boa que até os alemães não gostam dela), os NAZIS planearam a UE, e estão a desmantelar-nos a Nação. Enquanto isso, a silenciam a revolução da Islândia que recupera a economia.

Portugal já teve Migueis de Vasconcelos e Condes Andeiros de sobra.


É preciso retomar a soberania Nacional.

Islândia é a solução!


Quado 1 -  desemprego por região, quadro 2 - activos, quadro 3 - total de inactivos, inclui desemprego.

Quadro
1 Desemprego em Portugal: Taxas de desemprego por
região NUTS II (NUTS-2002)
 ´REGIÕES Valor
trimestral das Taxas de Desemprego por Região
Valor
anual
Variação
trimestral
2ºT-2011 3ºT-2011 4ºT-2011 2011 4ºT-2011
% p.p.
Portugal 12,1 12,4 14,0 12,7 1,6
Norte 12,6 12,7 14,1 13,0 1,4
Centro 9,5 9,4 12,6 10,3 3,2
Lisboa 13,5 14,6 14,7 14,1 0,1
Alentejo 11,8 12,3 13,1 12,4 0,8
Algarve 14,7 13,3 17,5 15,6 4,2
R. A.
Açores
9,7 11,6 15,1 11,5 3,5
R.
A.
Madeira
13,5 14,3 13,5 13,8 -0,8
Fonte: INE, Estatísticas do
Emprego - Taxa Média  de Desemprego 4º
trimestre de 2011.
 14%


---------

Quadro
2:
Principais indicadores da
população ativa e empregada - Portugal
Valor
trimestral
Valor
anual
Variação
trimestral
2ºT-2011 3ºT-2011 4ºT-2011 2011 4ºT-2011
Milhares
de
indivíduos
%
 2º
Trimestre
 3º Trimestre  4º Trimestre Anual 
População
ativa
5
568,0
5
543,4
5
506,5
5
543,2
-
0,7
Homens 2
943,5
2
952,4
2
920,6
2
940,5
-
1,1
Mulheres 2
624,5
2
591,0
2
585,8
2
602,6
-
0,2
Dos 15 aos
24 anos
 427,7  460,6  441,4  443,8 -
4,2
Dos 25 aos
34 anos
1
399,8
1
384,9
1
378,5
1
389,8
-
0,5
Dos 35 aos
44 anos
1
483,0
1
464,4
1
465,5
1
471,3
 0,1
Dos 45 aos
64 anos
1
965,1
1
952,1
1
945,2
1
955,7
-
0,4
Com 65 e
mais anos
 292,4  281,4  275,9  282,6 -
2,0
Até
ao Básico - 3º ciclo
3
470,1
3
395,3
3
326,6
3
421,5
-
2,0
Secundário
e pós-secundário
1
107,0
1
144,8
1
162,9
1
120,1
 1,6
Superior  990,8 1
003,2
1
017,0
1
001,5
 1,4
Taxa
de
atividade (%)
 52,3  52,1  51,7  52,1
Homens  57,2  57,3  56,7  57,1
Mulheres  47,8  47,1  47,0  47,4
Taxa
de atividade (15 e mais anos) (%)
 61,6  61,3  60,9  61,3
Homens  68,1  68,2  67,4  68,0
Mulheres  55,7  55,0  54,8  55,2
População
empregada
4
893,0
4
853,7
4
735,4
4
837,0
-
2,4
Homens 2
594,3
2
597,4
2
514,9
2
574,5
-
3,2
Mulheres 2
298,7
2
256,3
2
220,5
2
262,5
-
1,6
Dos 15 aos
24 anos
 312,2  322,2  285,1  310,3 -
11,5
Dos 25 aos
34 anos
1
215,8
1
203,5
1
161,1
1
195,0
-
3,5
Dos 35 aos
44 anos
1
325,5
1
307,7
1
295,0
1
310,1
-
1,0
Dos 45 aos
64 anos
1
748,8
1
742,2
1
721,9
1
741,9
-
1,2
Com 65 e
mais anos
 290,8  278,1  272,3  279,7 -
2,1
Até
ao Básico - 3º ciclo
3
007,3
2
947,1
2
842,6
2
956,7
-
3,5
Secundário
e pós-secundário
 975,5  997,7  983,8  970,7 -
1,4
Superior  910,2  908,9  909,0  909,7 o
Agricultura,
produção animal, caça, floresta e pesca  (a)
 495,5  478,5  452,5  478,5 -
5,4
Indústria,
construção, energia e água (a)
1
347,7
1
332,3
1
274,3
1
322,7
-
4,4
Serviços
(a) 
3
049,8
3
043,0
3
008,6
3
035,9
-
1,1
Trabalhadores
por conta de outrem
3
862,9
3
838,5
3
745,1
3
815,2
-
2,4
Com
contrato de trabalho sem termo
2
980,6
2
966,7
2
951,1
2
967,5
-
0,5
Com
contrato de trabalho com termo
 729,4  725,8  659,7  707,2 -
9,1
Outro tipo
de contrato de trabalho
 152,6  146,1  134,2  140,5 -
8,1
Trabalhadores
por conta própria
1
002,8
 988,0  961,4  992,4 -
2,7
Trabalhadores
familiares não
remunerados
 27,3  27,2  29,0  29,4  6,6
População
empregada a tempo completo
4
260,0
4
214,6
4
102,5
4
193,8
-
2,7
População
empregada a tempo parcial
 633,0  639,2  632,9  643,3 -
1,0
Taxa
de
emprego (15 e mais anos) (%)
 54,2  53,7  52,4  53,5
Homens  60,0  60,0  58,1  59,5
Mulheres  48,8  47,9  47,1  48,0
Fonte: INE, Estatísticas do
Emprego - 4º trimestre de 2011.
Nota: 
(a) As
estimativas apresentadas têm como referência a
CAE-Rev. 3.
Sinais
convencionais:
o
Dado inferior a metade
do módulo da unidade utilizada.

Resultado nulo.


-------

Quadro 3:
Principais indicadores da
população desempregada e inativa - Portugal
Valor
trimestral
Valor
anual
Variação
trimestral
2ºT-2011 3ºT-2011 4ºT-2011 2011 4ºT-2011
Milhares
de
indivíduos
%
Desemprego
2º Trimestre
Desemprego
3º Trimestre
Desemprego
4º Trimestre 
 Valor
Anual de Desemprego
 Percentagem
Trimestral de Desemprego
População
desempregada
675.000 689.600 771.000 706.100 11,8%
Homens 349.200 355.000 405.700  366,0 14,3%
Mulheres 325.800 334.700 365.300 340.100 9,1%
Dos 15 aos
24 anos
115.500 138.300 156.300 133.500 13,0%
Dos
25 aos
34 anos
184.100 181.300 217.400 194.700 19,9%
Dos 35 aos
44 anos
157.500  156.700 170.400 161.300 8,7%
Com
45 e
mais anos
217.900 213.300 226.900 216.600 6,4%
Até
ao Básico - 3º ciclo
462.900 448.200 484.000 464.800 8,0%
Secundário
e pós-secundário
131.500 147.200 179.100 149.400 21,7%
Superior 80.600 94.300 108.000 91.900 14,5%
À
procura de primeiro emprego
66.700  75.600  80.200  73.800  6,1%
À
procura de novo emprego
608.300 614.000  690.800 632.300 12,5%
Agricultura,
produção animal, caça, floresta e pesca  (a)
(b)
11.500 14.800 16.600 14.000 12,2%
Indústria,
construção, energia e água (a) (b)
228.200 219.000 246.800 228.500 12,7%
Serviços
(a) (b)
338.200 355.700 399.800 362.200 12,4%
Desempregados
por duração da procura
Até
11 meses
 302.600  333.200  365.600  331.300 9,7%
12
e mais
meses (longa duração)
372.400 356.400 405.500 374.900 13,8%
Desemprego
2º Trimestre
Desemprego
3º Trimestre
Desemprego
4º Trimestre
Valor
Anual de Desemprego
Taxa
de
desemprego (%)
 12,1  12,4  14,0  12,7
Homens  11,9  12,0  13,9  12,4
Mulheres  12,4  12,9  14,1  13,1
Jovens
(15-24 anos)
 27,0  30,0  35,4  30,1
Taxa
de desemprego de longa
duração (%)
 6,7  6,4  7,4  6,8
População
inativa
População
inativa
5
075,3
5
105,3
5
147,3
5
103,5
 0,8
População
inativa (15 e mais anos)
3.465.600 3.496.300 3.539.100 3.494.100  1,2
Homens 1.381.200 1.375.200 1
409,5
1.385.800  2,5
Mulheres 2.084.400 2.121.100 2.129.500 2.108.200  0,4
Dos 15 aos
24 anos
 718.200  679.100  692.000  699.000  1,9
Dos 25 aos
34 anos
 137.000  144.700  143.700  143.500 -
0,7
Dos 35 aos
44 anos
 135.200  156.400  157.900  148.300  1,0
Dos 45 aos
64 anos
 830.900  853.300  869.600  845.200  1,9
Com 65 e
mais anos
1.644.300 1.662.800 1.675.800 1.658.100  0,8
Estudantes  814.500  760.700  796.200  795.700  4,7
Domésticos  417.700  431.100  441.300  432.700  2,4
Reformados 1.601.100 1.606.000 1.593.300 1.594.100 -
0,8
Outros
inativos
632.300  698.400  708.300  671.500  1,4
Taxa
de
inatividade (15 e mais anos) (%)
 38,4%  38,7%  39,1%  38,7%
Homens  31,9%  31,8  32,6%  32,0
Mulheres 44,3%  45,0%  45,2%  44,8%
Fonte: INE, Estatísticas do Emprego
- 4º trimestre de 2011.
Notas:
(a) A
experiência anterior de
trabalho dos indivíduos desempregados à procura
de novo emprego é caracterizada apenas para aqueles que
deixaram o último emprego há oito ou menos anos.
Por essa razão, a soma do número de desempregados
à procura de novo emprego por setor da atividade anterior
não corresponde ao total de indivíduos
desempregados à procura de novo emprego.
(b) As
estimativas apresentadas têm como referência a
CAE-Rev. 3.
Sinais
convencionais:
o   Dado
inferior a metade do módulo da unidade utilizada.

Resultado nulo.

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Orçamento de Estado Insustentável! Austeridade Excessiva Aumenta Crise em Portugal Cenário Negro na Economia Desemprego, Fome e Miséria Mais Recessão 2012 Aumentam Tormentas Sem Fim! Revoltem-se!



Economia terá em 2012 a pior recessão dos últimos 30 anos



Há membros do PSD que já criticam o Governo

O Orçamento de Estado para o próximo ano prevê um cenário negro para a economia e para o desemprego, com uma contração de 2,8 por cento da economia portuguesa.

Recessão da economia mundial pode agravar austeridade para os portugueses

Uma recessão da economia mundial pode levar a mais medidas de austeridade para os portugueses. O grande motor da economia portuguesa é neste momento a exportação, mas com a recessão as economias para as quais exportamos podem vir a comprar menos os produtos portugueses.


Mário Soares alerta para os problemas sérios que a austeridade excessiva traz a Portugal.

Em entrevista ao «Diário de Notícias», o antigo Presidente da República adianta que situação actual começa a ser insustentável e que há membros do PSD que já criticam o Governo.

«Se a União Europeia mudasse de paradigma e de política geral podia ser assim, mas não muda. E não mudando, vamos ter mais recessão do que temos este ano, mais emprego ainda do que temos este ano», frisou, comentando a acção da troika em Portugal: «Aquilo que diz não é uma bíblia. Em primeiro lugar porque eles não se entendem entre si, em segundo lugar porque eles dizem aquilo que lhes mandam dizer e não são pessoas que tenham um nível extraordinário, a não ser os seus honorários, porque ganham muito bem».


Recessão da economia mundial pode agravar austeridade para os portugueses

Uma recessão da economia mundial pode levar a mais medidas de austeridade para os portugueses. O grande motor da economia portuguesa é neste momento a exportação, mas com a recessão as economias para as quais exportamos podem vir a comprar menos os produtos portugueses.


Há membros do PSD que já criticam o Governo

Revoltem-se!


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OE 2012: Governo Mata Economia! Desemprego, Colapso Social e Económico!



Verdes: Orçamento de Estado 2012 vai matar a economia!

Colapso social e económico do país!



A deputada Heloísa Apolónia, dos Verdes, afirmou hoje que as medidas de austeridade anunciadas pelo Governo para 2012 correspondem ao absoluto colapso social e económico do país e defendeu a renegociação da dívida nacional.
Heloísa Apolónia falava no Parlamento, após o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, ter anunciado, numa declaração ao pais, algumas medidas que fazem parte da proposta de Orçamento do Estado para 2012 e que incluem a retenção de subsídios de Natal e férias de parte dos funcionários públicos e pensionistas o aumento do horário de trabalho no sector privado.

"Estas medidas são perfeitamente inaceitáveis", disse Heloísa Apolónia aos jornalistas.

Para a deputada, "se as circunstâncias se alteraram, como diz o primeiro-ministro, então as soluções também têm de se alterar" porque estas que apresenta o Governo "vão matar" a economia portuguesa.

"Matar o poder de compra das pessoas é estar a matar as empresas e estar a gerar desemprego. Se é este o resultado que o senhor primeiro-ministro quer, parabéns, está a consegui-lo. Mas não é isto seguramente o resultado que os portugueses querem", afirmou.

E para os Verdes, o caminho passa por "alterar os prazos relativamente ao pagamento da dívida"

"Temos de fazer uma renegociação do nosso défice e da nossa dívida, isso está absolutamente claro", disse Heloísa Apolónia.

Dia 15 Junta-te à Revolução! ocupa!

http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2011/09/15-o-lisboa-portugal-manifestacao.html
também em Angra do Heroisamo, Évora e Braga
http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2011/10/15-o-porto-mobilizacao-popular-por.html

http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2011/10/15-o-coimbra-mobilizacao-popular-por.html

http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2011/10/15-o-faro-algarve-manif-por-portugal.html

http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2011/07/mobilizacao-internacional-15-de-outubro.html

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