... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...
Mostrar mensagens com a etiqueta Crise. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Crise. Mostrar todas as mensagens

Máfia Portuguesa e Bancos Culpados da Crise Económica: Resgate A Portugal Negociado Por Eduardo Catroga, Banqueiro do Finantia, o Terceiro Banco A Receber Apoio do Estado Contribuinte, Em Condições Irregulares de Financiamento, Concordata Entre Estado E Banco de Portugal Força Apoio da Caixa Geral de Depósitos



Depois da felizmente falhada operação do roubo da TAP, capitaneada por Carlos Moedas Lehman Brothers Goldman Sachs e António Borges, Goldman Sachs, consultor do governo para as privatizações. , negociata preparada pelos amigos do criminoso cadastrado Dirceu, amigo de Relvas, o Governo de Passos Coelho prepara-se para se governar com a privatização roubo da ANA, através do habitual polvo de interesses de político negócios familiares BESI do BES, Barclays, City Bank, Credit Suisse, Corporacion America, Morais Leitão Galvão Teles e Associados do CDS, onde Assunção Critas era Consultora - ver opinião de Paulo Morais sobre poder & Associados. Para compreender as razões da crise é preciso vasculhar o passado, conhecer o antes e depois dos políticos que se têm governado de Portugal. Encontramos esta lista curricular de 115 políticos ligados á banca - veja a opinião de Paulo Morais sobre o Poder e Assossiados - e encontramos que o banco Finantia, membro fundador e sócio da Trilateral Portuguesa, Fórum portugal Global, presidido por Braga de Macedo, Banco Finantia de que Eduardo Catroga faz parte do Conselho de Administração, foi o terceiro banco português em apuros por causa da crise financeira a ser salvo pelo Estado Contribuinte Pagante Pagador, conhecido por Zé, Zézinho, Zézito, Zé Povinho e Toino. O Governo de Socrates Bilderberg Portugal e Teixeira dos Santos Bilderberg, e o Banco de Portugal deram instruções à Caixa Geral de Depósitos (CGD) para emprestar dinheiro ao Finantia, um banco de investimento especulativo que se tem governado das político negociatas - roubo aos portugueses - Banco  que também ficou com problemas de liquidez após a tempestade financeira que se acentuou em Outubro de 2008, crise iniciada nos Estados Unidos e  no quqal, o relatório Wall Street anatomia do colapso financeiro elaborado pelo senado dos EUA culpa a máfia financeira controlada pelos bancos.



A ajuda financeira do povo português ao banco Finantia de Eduardo Catroga,  foi o terceiro caso de intervenção do Estado e da Caixa para ajudar um banco nacional, tendo decorrido à margem do sistema de avales públicos a financiamentos, algo que na altura, a que o deputado do PCP, Honório Novo, tenha, num debate parlamentar, dito ao ao então ministro Teixeira dos Santos Bilderberg gatuno que "o Governo descura os apoios sociais, mas não falha a ajuda á banca, nomeadamente ao Fiinancia" do Eduardo Catroga. De acordo com notícia da TSF de 8 de Maio de 2009, o deputado do PCP pediu ao ministro para clarificar que apoio foi dado ao Finantia de Eduardo Catroga (o outro tratante do pacto com o FMI em 2011), perguntando depois a Teixeira dos Santos se o ministro "ia apoiar com mais dinheiro, com quanto e quando, o BPP". Também Francisco Louçã, do  Bloco, perguntou onde paravam os 450 milhões do BPP que serviram para pagar contas pessoais de João Rendeiro.



O relatório do conselho fiscal do banco público descreve a operação do Finantia logo na sequência das intervenções no Banco Português de Negócios (BPN), nacionalizado pelo governo, e no Banco Privado Português (BPP), que beneficiou de um empréstimo de mais 120 milhões de euros com aval do Estado.

As operações de concessão de crédito (cedência de liquidez) foram realizadas no final do ano passado. Mas, ao contrário do que sucedeu nos mediáticos casos dos BPN e BPP, a iniciativa do governo e do regulador foi mantida em sigilo. Na altura, questionados pelo i, o Ministério das Finanças e a Caixa não quiseram comentar o assunto.

Em Dezembro, a imprensa dava conta de um empréstimo de 200 milhões de euros do banco público ao Finantia. A operação era descrita como um financiamento normal, que teve por base garantias prestadas pelo próprio banco. Fonte oficial do Finantia disse que não comentava operações suas com outros bancos.

Só que o relatório do conselho fiscal da CGD veio revelar que as ajudas concedidas ao Finantia não foram uma operação de crédito normal entre bancos, porque foram concertadas com o Banco de Portugal e o Estado. O documento refere que os financiamentos foram “objecto de recomendação de execução pelo Banco de Portugal e despacho do secretário de Estado do Tesouro e Finanças”, Carlos Costa Pina. Ainda de acordo com o órgão presidido por Eduardo Paz Ferreira, estas operações “são de curto prazo e decorrem de um processo de reestruturação das fontes de financiamento do banco”.

Apesar do apoio activo das autoridades, o caso do Finantia não é comparável às outras intervenções. O mais provável é ter-se tratado de uma cedência de liquidez urgente numa altura em que o mercado de crédito estava congelado, sobretudo para uma instituição pequena que não tem uma grande base de depósitos. A Caixa não foi a única instituição a apoiar o Finantia. Já no mês de Abril, o banco liderado por António Guerreiro revelou, no comunicado sobre os resultados de 2008, ter captado fundos de médio e longo prazo no valor de 575 milhões de euros. Fê-lo através de um empréstimo de 175 milhões de euros com um grupo de bancos (sindicado) e da renovação de uma operação de securitização de 400 milhões de euros.

Entretanto, o Finantia recorreu a um aval do Estado para realizar uma emissão obrigacionista no valor de 100 milhões de euros, coordenada pelo BPI de Ulrich. Apesar da exposição a algumas áreas que estão em crise, como a montagem de negócios, financiamentos para empresas e crédito automóvel, fonte oficial da instituição garantiu ao i que os rácios do banco estão bem acima dos limites recomendados e que não está previsto qualquer aumento de capital. Ora pois então, já tinham projectado a forma de melhorar a situação no sistema financeiro á custa do resgate a Portugal e assalto ao contribuinte com austeridade e aumento de impostos ao Zé Povinho. Resgate a Portugal, de que Eduardo de Almeida Catroga do Concelho de Administração do banco Finantia foi um dos negociadores.

Em 2008, o Finantia fechou o ano com lucros de 10,8 milhões de euros.

“Este não é o papel da caixa”

Para o especialista em mercados financeiros, João Duque, “não faz parte da missão da Caixa fazer este tipo de intervenção nos mercados financeiros”. O responsável defende que as “operações de cedência de liquidez a um banco privado são feitas pelo banco central”. “Não percebo porque é que o Banco de Portugal não o fez e por que razão o Estado opta por dar esta instrução”, questiona. Para o professor do ISEG, a expressão “reestruturação de fontes de financiamentoé um eufemismo paraajudar um banco com problemas de dinheiro”.

http://www1.ionline.pt/conteudo/3599-finantia-e-o-terceiro-banco-receber-ajuda-do-estado

Write About Or Link To This Post On Your Blog - Easy Links :
Link Directly To This Post :

Link To The Homepage :

Máfia Económica Global! "Wall Street e a Crise Financeira: Anatomia do Colapso Financeiro" Culpa Bancos, Moodys, Standard Poors, Goldman Sachs, Deutsche Bank, Supervisão e Desregulação dos Mercados! Relatório Elaborado Pela Comissão de Investigação do Senado dos EUA Desmonta A Conspiração; Acorda e Levanta-te Portugal, Espanha, Itália, Grécia; Os Banqueiros Que Paguem A Crise Que Criaram!



Uma investigação de dois anos, que culminou no relatório "Wall Street e a Crise Financeira: Anatomia do Colapso Financeiro"  ("WALL STREET AND THE FINANCIAL CRISIS: Anatomy of a Financial Collapse"), levada a cabo pela Senado dos EUA sobre as causas da crise financeira culminou na publicação de um relatório contendo 639 página condenado as grandes instituições financeiras, nomeadamente os bancos, os fundos de Hedge, as Agências de Rating e os órgãos reguladores do sistema financeiro. Citando uma riqueza de documentos internos e comunicações privadas "Wall Street e a crise financeira: Anatomia de um colapso financeiro" mostra ao detalhe uma série de actividades de negócios irresponsáveis e de carácter criminoso ​​que deixaram a economia global em desordem e estão a encaminhar os países pobres para o desastre. O Relatório mostra o criminoso modus operandi das Agências Moody's, S&P, Deutsche Bank e do famoso banco Goldman Sachs, a que pertencem António Borges e Carlos Moedas

Cartel de Bancos Inter-Alpha, BES, Goldman Sachs, RBS, JP Morgan, SANTANDER, RBS, UBS
Cartel de Bancos Inter-Alpha


Versão Inglesa English Version:
Truth About Global Economic Conspiracy Crash For Bailout's! Banks Mafia Scam Involving: Goldman Sachs, Deutsche Bank, Moodys, Standard Poors; Read Report: WALL STREET AND THE FINANCIAL CRISIS: Anatomy of a Financial Collapse, From The US Senate Investigation

  1. Introdução

  2. Sobre o Relatório da Sub-Comissão de Investigações Permanente do Senado dos Estados Unidos

  3. Elaboração do Relatório e Foco do Estudo

  4. Opinião do Senador Carl Levin Presidente do Comité de Segurança Interna e Assuntos Governamentais

  5. Conteúdo do Levin-Coburn Report

  6. Principais Causas da Crise Financeira

  7. Conclusões do relatório

    1. O relatório prova aquilo que muitos chamam Teorias de Conspiração

    2. Empréstimo de Alto Risco: Estudo de Caso do Washington Mutual Bank

      1. Nota Extra relatório

    3. Falhas da Entidade Reguladora: estudo de caso do Office of Thrift Supervision

    4. Ratings Combinados Nos Produtos de Crédito: estudo de caso da Moody e Standard & Poors

    5. Abusos Banco de Investimento: estudo de caso do Goldman Sachs e Deutsche Bank

    6. Goldman Sachs

      1. Nota Extra relatório

      2. 13,9 Biliões de Dólares Americanos Num Fundo de Apostas Contra Os Clientes

      3. Estratégias Goldman Sachs: Fundos de Apostas Contra Os Clientes

      4. Hudson

      5. Timberwolf

      6. Abacus

    7. Deutsche Bank

      1. Crap Pigs CDO Em Esquema de Ponzi

      2. CDO Machine

      3. Deutsche Bank Edge Fund $ 8 biliões Contra 102 Biliões de Dólares RMBS

  8. Recomendações do relatório

    1. Recomendações sobre empréstimos de alto risco

      1. Garantir "Hipotecas qualificadas de Baixo Risco"

      2. Exigir significativa retenção de risco.

      3. Salvaguarda contra produtos de alto risco.

      4. Exigir maiores reservas para empréstimos de amortização negativa.

      5. Salvaguardar carteiras de investimento do Banco

      1. Recomendações sobre falhas de regulação

        1. Desmantelamento Total da OTS

        2. Reforçar a Fiscalização

        3. Fortalecer CAMELS Ratings

        4. Avaliar os impactos dos empréstimos de alto risco

      2. Recomendações sobre ratings de crédito inflacionados

        1. Avaliar as agências de notação de crédito por Precisão na Análise

        2. Ajudar Os Investidores A Responsabilizar As Agências de Rating CRAs

        3. Fortalecer o Controle Sobre a Actuação das Agências de Notação de Crédito CRA

        4. Garantir Que As Agências de Rating Reconhecem o Risco

        5. Fortalecer a Divulgação Informação Compreensível, Consistente e Útil nas Classificações

        6. Reduzir a Dependência do Governo Relativamente aos Ratings

      3. Recomendações Relativas a Abusos dos Bancos de investimento

        1. Revisão das Operações Financeiras Estruturadas

        2. Barrar As Excepções de Negociação Entre Banco e Proprietário

        3. Projectar E Estabelecer Forte Proibição de Conflito de Interesses

        4. Estudo dos Bancos de Structured Finance

    2. Auto-Análise Crítica de Um Director da Moodys

    3. Tabelas

      1. Tabela do Deutsche Bank Contendo Totais Anuais em CDO Issuance Entre 2000-2009

      2. Tabela S&P Avaliação do Gemstone VII do Deutsche Bank Contendo Ratings Por Tranche

    4. A Crise dos EUA Torna-se Global Via Offshore

      1. Deutsche Bank Cayman Offshore

      2. Goldman Sachs OffShore

    5. Relatórios

      1. Relatório WALL STREET AND THE FINANCIAL CRISIS: Anatomy of a Financial Collapse

      2. Relatório Com a Documentação

    6. Autores Responsáveis




    Sobre o Relatório da Sub-Comissão de Investigações Permanente do Senado dos Estados Unidos


    Wall Street  e a crise financeira: Anatomia de um colapso financeiro é um relatório emitido em 13 de abril de 2011 pela Subcomissão Permanente de Investigações do Senado de Estados Unidos. O relatório de 639 página foi emitido sob a presidência do senador Carl Levin, tendo como o senador  Tom Coburn como lugar tenente. O quase-não-falado relatório,  é popularmente conhecido, por quem o conhece, como o Relatório Levin-Coburn (Levin-Coburn Report).

    Elaboração do Relatório e Foco do Estudo


    Após a realização de "mais de 150 entrevistas e depoimentos, tendo sido consultados dezenas de funcionários do governo, académicos e especialistas do sector privado", constatou-se que "a crise não foi um desastre natural, mas o resultado de uma conspiração envolvendo o que os banqueiros chamam de produtos financeiros complexos de alto risco, manifestos conflitos de interesse, o fracasso e laxismo das autoridades reguladoras, a cumplicidade das agências de classificação de crédito, e manipulação do próprio mercado, para alimentar os excessos de Wall Street.


    Opinião do Senador Carl Levin, Presidente do Comité de Segurança Interna e Assuntos Governamentais


    Numa entrevista, o senador Levin observou que:


    "A esmagadora evidência é que estas instituições enganaram os seus clientes e enganaram o público, e eles foram auxiliados e instigados pelos reguladores e pelas agências de classificação de crédito que tinham conflitos de interesse."

    Conteúdo do Levin-Coburn Report


    Até ao final de sua investigação de dois anos, a equipe acumulou 56 milhões de páginas de memorandos, documentos, folhetos e e-mails. O relatório, contém notas de rodapé e referências 2.800 milhares de documentos internos com foco em quatro áreas principais de preocupação com o fracasso do sistema financeiro: empréstimos hipotecários de alto risco, a falta de reguladores para impedir tais práticas, avaliações de crédito favoráveis (de acordo com o valor pago pelo avaliado), e os abusos do sistema controlado pelos bancos de investimento. O relatório também emitiu várias recomendações para a acção futura a respeito de cada uma dessas categorias.

    Principais Causas da Crise Financeira



    Honestidade, Corrupção, Crise, Bancos, Apoio, Pobre, Rico, Trabalho, Portugal, Espanha, Itália, Grécia, Euro, Europa

    O relatório incide sobre o que ele diz serem as quatro principais causas da crise financeira, e começa por se concentrar sobre o impacto provocado pelos credores de hipotecas de alto risco, usando Washington Mutual Bank (WaMu) como um exemplo. A partir de 2004, WaMu embarcou numa estratégia de empréstimos enfatizando empréstimos de alto risco. Ao mesmo tempo, o banco estava envolvido numa série de práticas de empréstimos questionáveis ​​incluindo operações de direccionamento transformando hipotecas convencionais em produtos Tóxicos de alto risco, com recurso a fundos de Edge a apostar contra o mercado. Idêntico papel tiveram o Deutsche e a Goldman Sachs.


    Conclusões do relatório



    O relatório descobriu que os quatro aspectos causadores da crise foram todos interligados para facilitar as práticas de risco que levaram ao colapso do sistema financeiro global. Os banqueiros credores, para maximizar os lucros, securitizaram os empréstimos á habitação habitação, através do que chamam de produtos complexos,  apostando contra esses mesmos produtos através de operações de subscrição subprime, predando os compradores não qualificados para maximizar os lucros. Isto é: só é qualificado quem faz parte do gang.. As agências de classificação de crédito (agências de rating de avaliação combinada), classificaram esses títulos com classificação de investimento seguro (AAA), o que facilitou a sua venda a investidores de todo o mundo. Tal como Vítor Constâncio (falhou na Regulação BPN e BCP, sendo depois promovido para o BCE), também nos EUA, os  Reguladores de valores mobiliários federais falharam na execução do seu dever de garantir os empréstimos sãos e salvos da gestão de risco pelos credores e bancos de investimento. Os bancos de investimento projectaram e promoveram complexos produtos financeiros, sem qualidade e pobres compostos por esses empréstimos à habitação de alto risco.

    O relatório prova aquilo que muitos chamam Teorias de Conspiração 

    Merkel A Ditadora Gorda NAZI, Merkel,Ditadora, Gorda, NAZI, Mafia, Crise

    Os Banqueiros incentivam os investidores utilizando swaps de crédito apostando fortemente apostar no fracasso desses produtos financeiros e que geriram e gerem uma complexa teia de conflitos de interesse, em que são eles os próprios a si apostar contra os produtos comercializados e vendidos, defraudando seus próprios clientes. A conivência destas quatro instituições levou ao surgimento de uma enorme bolha de títulos com base no crédito à habitação de alto risco. Quando os compradores não qualificados entram em incumprimento com as suas hipotecas, o sistema financeiro mundial incorre em perdas maciças. E é aí que se comprova o que estamos cansados de afirmar:, entra o Resgate aos países para salvar os bancos.

    Empréstimo de Alto Risco: Estudo de Caso do Washington Mutual Bank



    Através de um estudo de caso do Washington Mutual Bank (WaMu), o relatório constatou que, em 2006, o WaMu começou a apostar em empréstimos de alto risco para ter lucros mais elevados. Um ano depois, essas hipotecas começaram a falhar, junto com os títulos lastreados em hipotecas do banco oferecidos como garantia. Como acionistas perderam a confiança, os preços das acções caíram e o banco sofreu uma crise de liquidez. The Office of Thrift Supervision, o regulador chefe colocou o banco WaMu sob intervenção do Federal Deposit Insurance Corporation (FDIC), que depois vendeu o banco ao JPMorgan. Se a venda não tivesse sido efectuada, diz que os activos tóxicos detidos pelo WaMu teriam esgotado completamente o fundo de seguro do FDIC.

    Nota Extra relatório

    • Assim, como é de esperar, esses fundos foram transferidos á escala global, como na altura foi referido por cronista, creio que da Blomberg


    O relatório concluiu que WaMu vendeu hipotecas de taxa ajustável de alto risco (ARM opção) a granel, especificamente para o Federal National Mortgage Association (Fannie Mae) e Federal Home Loan Mortgage Corporation (Freddie Mac). WaMu também vendeu frequentemente estes empréstimos a compradores não qualificados e estaria a atrair compradores com curto prazo "teaser" taxas que dispararia mais tarde no prazo. O relatório descobriu que WaMu e outros grandes bancos estavam inclinados a fazer essas vendas arriscadas porque os empréstimos de maior risco e títulos lastreados por hipotecas vendidos por preços mais altos em Wall Street. Esses credores, no entanto, simplesmente passaram o risco para os investidores ao invés de absorvê-los eles mesmos. E advinha prá onde? Ora, via Offshore Global.

    Falhas da Entidade Reguladora: estudo de caso do Office of Thrift Supervision



    A entidade reguladora, Office of Thrift Supervision (OTS), foi citado no relatório como um grande culpado em colapso financeiro, por sua "incapacidade de parar as práticas inseguras e insalubres que levaram à morte do Washington Mutual" Enquanto OTS identificou mais de 500 irregularidades em WaMu, tal como no caso BPN BCPeles não tomaram qualquer ação regulatória contra o banco. OTS terá, repetidamente solicitado acção corretiva, mas o banco nunca passou cartão. O relatório também cita a cultura reguladoa dentro da OTS como uma questão que exacerbou a falta de fiscalização. OTS consistentemente referia os bancos que supervisionava como seus "eleitores". Eles pediam aos bancos para corrigir os problemas, em vez de impor regulação, apesar de os bancos raramente seguirem conselhos e raramente cumprirem acordos.

    Ratings Combinados Nos Produtos de Crédito: estudo de caso da Moody e Standard & Poors

    Moodys, Crise, Económica, Anonymous, S&P, Standard & Poors, Crise Portugal


    O estudo de caso de Moody Investors Service, Inc. (Moody) e Standard & Poor Financial Services LLC (S & P) expôs uma combinação de leituras imparciais e conflitos de interesse dentro da comunidade de agências de classificação de crédito. Devido à falta de regulamentação, as agências foram capazes de colocar a quantidade recebida sobre a qualidade do rating dos títulos. As Agências de notação de crédito foram pagas pelas empresas de Wall Street para efectuar o seu serviço de avaliação e classificação de risco financeiro, de acordo com o pagamento. Se as agências de notação de crédito efectuassem a emissão de uma classificação abaixo de TripleA (AAA), eram ameaçadas de ficar fora do negócio pelas empresas de Wall Street de que dependiam e dependem. Nos anos que antecederam a crise de 2008, a Moody e S & P avaliaram dezenas de milhares de fundos imobiliários norte-americanos (residencial mortgage-backed securities) (RMBS) e obrigações de dívida garantidas (CDOs). Moody e S & P regularmente manipularam os votos, dando classificações fraudulentas de grau AAA para a maioria dos RMBS e títulos CDO, embora muitos foram baseados nos empréstimos à habitação de alto risco. Em 2006, os empréstimos à habitação de alto risco começou a falhar, ainda assim, Moodys e S & P continuuaram, durante 6 meses, a emitir classificações AAA para os títulos de má qualidade. Após os CDOs e os títulos RMBS que consistiam nestes empréstimos para habitação, começarem a incorrer em perdas elevadasas agências de rating mudaram de rumo e rapidamente começaram a rebaixar esses títulos de alto risco. O mercado de RMBS e CDO, agora já saturado com ativos tóxicos e não-comercializáveis, levou á queda abrupta dos títulos. Tradicionalmente, os títulos AAA rated tinham menos de um 1% de probabilidade de inadimplência. Em 2007, a maioria dos RMBS e títulos CDO com classificação AAA sofreram perdas. 90% das classificações AAA dadas a títulos subprime RMBS originou em 2006 e 2007 foram mais tarde rebaixadas ao status de lixo por agências de notação de crédito.

    Abusos dos Banco de Investimento: estudo de caso do Goldman Sachs e Deutsche Bank

    Pedro Passos Coelho, BES, Máfia, crime, Bancos, Governo, Portugal, Austeridade, BCP
    Passos Coelho dos Bancos de Investimento,
    a menos de um mês antes das eleições,
    em que enganou os portugueses que votaram nele,
    fez uma visita relâmpago á City de Londres,
    onde foi falar com os responsáveis da Goldman Sachs
    Isto consta no Programa Eleitoral do PSD


    O relatório cita os bancos de investimento como um jogador importante na preparação da crise, e usa um estudo de caso de dois principais participantes no mercado hipotecário dos EUA, Goldman Sachs e Deutsche Bank. O estudo de caso revelou que, entre 2004 e 2008, os bancos concentraram seus esforços fortemente em RMBS e títulos CDO, complexos e em produtos financeiros de alto risco que poderam empacotar e vender a investidores que desconhecem a composição do produto. As instituições financeiras emitiu US $ 2,5 trilhões em RMBS e US $ 1,4 trilhão em títulos CDO. Eles criaram mesas de operações de grande porte que tratam estritamente de RMBS e títulos CDO. Mais alarmante, suas mesas de negociação começou a tomar apólices de seguro contra a RMBS e títulos CDO, permitindo que aposta na queda do valor de seus activos próprios. Eles agiram em muitos casos, como um intermediário entre duas partes opostas apostando em ambos os lados do valor futuro. Essa prática levou a um conflito flagrante de interesse no mercado de valores mobiliários, como os bancos usaram "líquidos" posições curtas, em que eles apostaram na queda de um segurança, para lucrar com a falha de um segurança que havia vendido para seu próprio cliente .

    Indignati Italia, Indignati, Italia, Rivoluzzioni, Revolution, mse
    Indigna-te

    Goldman Sachs


    O estudo de caso do Goldman Sachs exemplifica este conflito de interesses. Eles subscreveu cerca de US $ 100 bilhões em títulos RMBS e CDOs em 2006 e 2007. Quando viram os seus títulos a desvalorizar, em vez de alertarem os investidores para ficarem longe desses produtos, eles começaram a desenvolver uma posição curta que lhes permitir lucrar apostando contra esses produtos com o inevitável colapso do mercado de hipotecas, colapso por eles desencadeado.

    Nota Extra relatório


    • Este tipo de operação, em que a Goldman tem experiência de longa data, com uma longa série de crises e falências de empresas, ao longo dos seus aproximados 150 anos de existência, Inclusive com participação na crise de 1920. Mas isso é uma longa história.
    • Também importa lembrar que fora estas atitudes que Greg Smith a apresentar a carta de demissão.
    • Para quem não sabe, esta operação criminosa, passa por constituir um ou vários Fundos de Edge e apostar fortemente nas oscilações diárias em Bolsa, como fazem diariamente na União dos rabos pró ar a que chamam de Europeia, com o objectivo de obrigarem a população a arriar as calças. A este respeito, é importante salientar o que o Gang do Salgado fez com a Portugal Telecom.

    Continuando as Operações da Goldman Sachs

    13,9 Biliões de Dólares Americanos Num Fundo de Apostas Contra Os Clientes


    Eles amassaram 13,9 bilhões dólares americanos em curto, e fizeram US $ 3,7 bilhões em lucro em 2007 com o declínio do mercado de hipotecas, declinio por eles também impulsionado. Eles venderam RMBS e títulos CDO aos seus próprios clientes, sem notificá-los do seu conflito de interesses, em que eles tinham um fundo multi-bilionária em apostas de curta duração contra o mesmo produto.

    Estratégias Goldman Sachs: Fundos de Apostas Contra Os Clientes


    O estudo de caso analisa ainda quatro CDOs vendidos pelo Goldman conhecido como Hudson 1, Anderson, Timberwolf, e Abacus 2007-AC1. O estudo descobriu que o Goldman, às vezes, assumiu activos de risco que tinham em seu inventário e despejou-os nesses CDOs. Eles conscientemente incluíram ativos de má qualidade e baixo valor e pobres nesses fundos, e em três dos CDOs, que haviam tomado uma posição curta contra o CDO.

    Goldman Sachs vendeu seus próprios ativos tóxicos aos seus clientes, passando depois a apostar contra eles, sem qualquer notificação a ninguém sobre seu conflito de interesse.

    Hudson


    No caso de um Hudson, Goldman levou uma curta 100% contra o CDO de US $ 2 biliões, e, em seguida, vendeu o CDO aos seus clientes. A segurança logo perdeu valor, e enquanto os seus clientes perderam seus investimentos, Goldman fez US $ 1,7 bilões de lucro.

    Timberwolf

    No CDO Timberwolf, Goldman vendeu os títulos acima do valor real aos seus clientes, logo em seguida, baixou o preço após a venda, fazendo com que os seus clientes acabassem incorrendo em consideráveis perdas rápidas. A Garantia Timberwolf perdeu 80% de seu valor no espaço de 5 meses e é inútil hoje.


    Abacus

    No caso do CDO Abacus, Goldman não tomar uma posição curta, mas permitiu Paulson & Co. Inc., um fundo de hedge com relações com o ex-secretário do Tesouro e executivo do Goldman, Henry Paulson, para selecionar os activos incluídos no CDO. Goldman comercializou-os e vendeeu essa insegurança aos seus clientes, sem nunca revelar o papel do Paulson & Co. Inc. no processo de selecção de activos ou o facto de que o CDO foi projectado para perder valor em primeiro lugar. Hoje, os títulos Abacus são inúteis, enquanto o fundo de hedge Paulson fez cerca de US $ 3 bilhões.

    Deutsche Bank

    Crap Pigs CDO Em Esquema de Ponzi


    No estudo de caso o Deutsche Bank, o relatório concentra a atenção em volta do trader chefe do banco, Greg Lippmann. Ele alertou os colegas de que os títulos RMBS e CDO eram "porcaria" e "porcos" (crap and pig) e poderia ganhar dinheiro tendo calções contra eles. Ele previu que os títulos perderiam valor e chamou a operação CDO da indústria financeira como um "esquema de Ponzi".

    CDO Machine


    Deutsche Bank tomou uma posição 5.000.000.000 $ curto contra o mercado de RMBS 2005-2007, ganhando um lucro de US $ 1,5 biliões. Os estudos de caso dessas duas empresas de investimento também mostram que, mesmo que a inadimplência de hipotecas aumentou em 2008, os bancos continuaram a comercializar fortemente CDOs e títulos RMBS aos seus clientes. Os bancos sabiam que se fossem parar a sua "máquina de CDO" que estavam produzindo lucros recordes e bônus executivos recordes, as empresas teriam de cortar seus excessos e fechar suas mesas CDO. Os estudos mostram como as credit default swaps que os investidores e os próprios bancos permitidos de fazer apostas em ambos os lados do desempenho de uma garantia de segurança intensificaram o risco de mercado.


    Deutsche Bank Edge Fund de $ 8 biliões Contra 102 Biliões de Dólares RMBS


    Grupo Deutsche Bank RMBS, em Nova York, por exemplo, construiu uma carteira de 102 bilião dólares em títulos RMBS, e ao mesmotempo, construiu um fundo de hedge afiliado em CDO de US $ 8 biliões de dolares,  usado para apostar contra o produto, gerido pela Winchester Capital.

    Conclusão Sobre o Papel dos Bancos Na Crise


    Finalmente, eles mostram que as técnicas de negociação sem escrúpulos nos bancos levou a "perdas dramáticas no caso do Deutsche Bank e os conflitos de interesse revelado, no caso do Goldman Sachs." O Relatório concluiu que os bancos de investimento eram a "força motriz" por trás do risco-laden expansão do mercado CDO e RMBS no sistema financeiro dos EUA, e que os bancos foram a principal causa da própria crise.

    Recomendações do relatório



    Recomendações sobre os empréstimos de alto risco



    Garantir "Hipotecas Qualificadas de Baixo Risco"

    As Autoridades Reguladoras reguladores devem usar sua autoridade reguladora para garantir que todas as hipotecas são consideradas de baixo risco "qualificados hipotecas residenciais" têm um baixo risco de inadimplência ou padrão.

    Exigir significativa retenção de risco.

    Os reguladores federais devem emitir um requisito de retenção forte risco nos termos do Artigo 941, exigindo a retenção não inferior a um risco de crédito de 5% em cada um, ou uma amostra representativa de, parcelas de uma securitização de ativos apoiado, e por restrição de cobertura deslocamento de um razoável, mas período limitado de tempo.

    Salvaguarda contra produtos de alto risco.

    Reguladores bancários federais devem proteger o dinheiro do contribuinte, exigindo que bancos com alto risco de produtos financeiros estruturados, incluindo produtos complexos, com pouco ou nenhum dados de desempenho confiáveis, para atender reserva perda conservador, liquidez e necessidades de capital.

    Exigir maiores reservas para empréstimos de amortização negativa.

    Reguladores bancários federais devem usar sua autoridade reguladora para exigir dos bancos emissores negativamente amortizar empréstimos que permitem aos tomadores de adiar os pagamentos de juros e principal, para manter a perda de mais conservador, liquidez e reservas de capital.

    Salvaguardar carteiras de investimento do Banco.

    Reguladores bancários federais devem usar a seção 620 bancário estudo para identificar atividades de alto risco produtos financeiros estruturados e impor um limite razoável sobre o valor de tais produtos de alto risco que pode ser incluído na carteira de um banco de investimento.

    Recomendações sobre falhas de regulação



    Desmantelamento Total da OTS

    O Escritório do Controlador de Moeda (OCC) deve concluir o desmantelamento do Escritório de Supervisão Económica (OTS), apesar das tentativas de alguns funcionários OTS para preservar a identidade da agência e influência dentro da OCC.

    Reforçar a Fiscalização.

    Reguladores bancários federais devem realizar um exame de suas principais instituições financeiras para identificar aqueles com graves deficiências em curso, e rever sua abordagem de execução a estas instituições para eliminar qualquer política de deferência à gestão bancária, classificação inflacionados camelos, ou a utilização de lucros de curto prazo para desculpar actividades de alto risco.

    Fortalecer CAMELS Ratings.

    Reguladores bancários federais deve empreender uma revisão completa do sistema de classificação CAMELS para produzir classificações que sinalizem se uma instituição deve operar de forma segura e ao longo de um determinado período de tempo, os ratings de activos de qualidade que reflitam os riscos embutidos em vez de lucros a curto prazo, avaliações de gestão que refletem qualquer falha em curso para corrigir deficiências identificadas, e as avaliações de composição que desencorajam os riscos sistêmicos.

    Avaliar os impactos dos empréstimos de alto risco.

    O Financial Stability Oversight Council deve realizar um estudo para identificar as práticas de alto risco de crédito em instituições financeiras, e avaliar a natureza ea importância dos impactos que estas práticas podem ter sobre os sistemas financeiros dos Estados Unidos como um todo.

    Recomendações sobre ratings de crédito inflacionados


    Avaliar as agências de notação de crédito por Precisão na Análise.


    A SEC deve usar a sua autoridade reguladora para classificar as Nacionalmente Reconhecidas organizações de classificações estatísticas em termos de desempenho, em particular na precisão de suas avaliações.

    Ajudar Os Investidores A Responsabilizar As Agências de Rating CRAs.

    A SEC deve usar a sua autoridade reguladora para facilitar a capacidade dos investidores para processar  as agências de notação responsáveis ​​em acções cíveis para as classificações de crédito inflados, quando uma agência de classificação de crédito consciente ou inconscientemente falhar para conduzir uma investigação razoável do nominal security.14

    Fortalecer o Controle da Actuação Sobre as Agências de Notação de Crédito CRA

    A SEC deve usar sua inspecção, exame, e a autoridade reguladora para assegurar que as agências de notação de crédito instituem controles internos, metodologias de rating de crédito, e os conflitos empregado de garantias de juros que precisão classificação antecipadamente.

    Garantir Que As CRAs Reconhecem o Risco.

    A SEC deve usar sua inspecção  exame, e autoridade reguladora para assegurar que as agências de notação de crédito atribuem maior risco de instrumentos financeiros cujo desempenho não pode ser confiavelmente previsto devido à sua novidade ou complexidade, ou que dependem de ativos de terceiros com um registo para a emissão de má qualidade ativos.

    Fortalecer a Divulgação Informação Compreensível, Consistente e Útil nas Classificações

    A SEC deve exercer a sua autoridade no âmbito da secção nova 78o-7 (s) do título 15 para garantir que as agências de notação de crédito completam as necessárias novas formas avaliações até o final do ano e que as novas formas fornecem informação compreensível, consistente e útil nas classificações e informações aos investidores, incluindo testar as formas propostas com investidores reais.

    Reduzir a Dependência do Governo Relativamente aos Ratings

    Os reguladores federais devem reduzir a dependência do governo federal nas classificações de crédito de emissão privada.

    Recomendações Relativas a Abusos dos Bancos de investimento



    Revisão das Operações Financeiras Estruturadas

    Os reguladores federais devem rever os RMBS, CDO, CDS e atividades ABX descritos neste relatório para identificar eventuais violações da lei e para estudar formas de reforçar as proibições reguladoras existentes contra práticas abusivas envolvendo produtos financeiros estruturados.

    Barrar As Excepções de Negociação Entre Banco e Proprietário

    Para garantir uma proibição significativa sobre o comércio de propriedade nos termos do Artigo 619, qualquer excepção a essa proibição, como por marketmaking ou actividades de redução dos riscos de cobertura, deve ser estritamente limitado nos regulamentos de aplicação para natividades que servem os clientes e reduzir o risco.

    Projectar E Estabelecer Forte Proibição de Conflito de Interesses

    As Entidades Reguladores devem estabelecer forte proibição de conflito de interesses-juros nas Seções 619 e 621 deve considerar os tipos de conflitos de interesse no estudo de caso do Goldman Sachs, como identificado no Capítulo VI (C) (6) do presente relatório.

    Estudo dos Bancos de Structured Finance

    Os Reguladores devem conduzir o estudo das natividades bancárias sob a Seção 620 e devem considerar o papel dos bancos federais segurados em projecto  comercialização e os de investimento em produtos financeiros estruturados com riscos que não podem ser confiavelmente medidos e swaps de crédito nuas padrão ou sintéticos instrumentos financeiros.

    Auto-Análise Crítica Director da Moodys


    Olhando para trás, após o primeiro choque da crise, um director de Moody ofereceu esta auto-análise crítica:

    "Por que não imaginar que o crédito iria apertar depois de ser solto, e os preços da habitação cairiam depois de subir, depois de saber que todos os acontecimentos econômicas são cíclicas e bolhas inevitavelmente estouram. Combinados, esses erros nos fazem olhar ou incompetente em análise de crédito, ou como vendemos nossa alma ao diabo para obter receita, ou um pouco de ambos. "

    Tabela do Deutsche Bank Contendo Totais Anuais em CDO Issuance Entre 2000-2009


    Deutsche Bank Total Annual CDO Issuance 2000-2009

    Year
    Total CDO Issuance ($ in
    billions)
    2000
    67.99
    2001
    78.45
    2002
    83.07
    2003
    86.63
    2004
    157.82
    2005 
    251.27
    2006
    520.64
    2007
    481.60
    2008
    61.89
    2009
    4.34

    Tabela S&P Avaliação do Gemstone VII do Deutsche Bank Contendo Ratings Por Tranche


    Gemstone VII Ratings by Tranche

    Tranche Initial Rating: Date 1st Downgrade:
    Date
    2nd Downgrade:
    Date
    3rd Downgrade:
    Date
    Class A-1a AAA: March 15, 2007 A+: Feb. 5, 2008 BB+: July 11, 2008 CC: August 19, 2009
    Class A-1b AAA:
    March 15, 2007
    B-: Feb. 5, 2008 CC: July 11, 2008 n/a
    Class A-2 AAA: March 15, 2007 AA-: Nov. 21, 2007 CCC-: Feb. 5, 2008 CC: July 11, 2008
    Class B AA: March 15, 2007 BBB: Nov. 21, 2007 CC: Feb. 5, 2008 n/a
    Class C A: March 15, 2007 B-: Nov. 21, 2007 CC: Feb. 5, 2008 n/a
    Class D  BBB: March 15,
    2007
    CCC+:
    Nov. 21,
    2007
    CC: Feb. 5, 2008 n/a
    Class E  BB+: March 15, 2007 CCC: Nov. 21, 2007 CC: Feb. 5, 2008 n/a
    Preference
    Shares
    Not rated
    Source:  S&P

    A Crise dos EUA Torna-se Global Via Offshore


    O Relatório mostra-nos que quando as investigações começaram, os banqueiros, começaram a intensificar as operações via Offshore.

    Como sabemos, em 2008 começa a crise na Islândia, logo rejeitada pelo povo... depois passou para a Irlanda, Grécia, Portugal, Espanha, Itália - tudo isto acontece graças aos fundos de Hedge, cuja função é apostar contra o mercado -

    Deutsche Bank Cayman Offshore


    Para emitir os títulos CDO, Deutsche Bank estabeleceu uma empresa offshore nas Ilhas Cayman chamada Gemstone CDO VII, Ltd.1357 Para administrar a corporação, o Deutsche Bank nomeou o seu afiliado nas Cayman Island, Deutsche Bank Cayman, que é uma confiança licenciado company.1358 Como administrador, o Deutsche Bank Cayman desde Gemstone 7 com os serviços administrativos necessários para operar a securitização CDO, incluindo, mas não limitado a, fornecimento de instalações de escritórios e pessoal de secretariado, manter os livros e registos exigidos por lei Cayman, nomeando pelo menos dois directores Cayman, e agindo como o secretário de Acções para partes Gemstone.

    Investimento de longo prazo HBK em Gemstone. HBK rotineiramente comprou a parcela de equivalência patrimonial, também conhecido como o interesse residual, em todas as suas ofertas de Pedras Preciosas, incluindo Gemstone7.1361 HBK disse a investidores em sua apresentação de vendas que "HBK manteve 100% do capital das operações de CDO, resultando em forte alinhamento de interesses entre HBK e investidores. " De acordo com Kevin Jenks, gerente de garantia de HBK, HBK tinha um" buy and hold "abordagem a todo o seu Gemstone CDOs. HBK também disse à Subcomissão que participou em Gemstone 7 com" o objectivo de obtenção de longa exposição à garantia do CDO, numa base alavancada, através de propriedade do interesse residual ".

    HBK ofertas eram conhecidos por conter concentrações médias acima de BB ou mais baixas activos classificado, mas HBK se orgulhava de sua capacidade de executar uma análise aprofundada e testes de estresse precisos sobre os activos que selecionou para seu HBK CDOs.1365 espera receber um retorno de 15% do seu investimento no capital tranche. Na sua apresentação aos investidores, HBK declarou: "A empresa se esforça para fornecer superiores ajustados ao risco taxas de retorno com volatilidade relativamente baixa e correlação relativamente baixa com índices de mercado mais importantes." Apresentação  HBK também afirmou que, a partir de janeiro de 2007, ele tinha apenas três rebaixamentos em seu portfólio de segurança garantidos por activos, e que sua actualização para o rácio de rebaixamento foi 23-3, Investidores M & T Bank, que comprou mais tarde Gemstone sete títulos, disse à Subcomissão que contava com o HBK afirmações ao escolher o que achava que era um investimento com "risco mínimo".

     Goldman Sachs OffShore

    Além disso, o Goldman normalmente estabelecido uma doméstica e uma empresa offshore para actuar como os proprietários nominais de dinheiro de entrada a securitização de, activos e títulos de garantia, para servir os emissores reais dos valores mobiliários, e para executar determinados serviços administrativos. Goldman também estabeleceu mecanismos para a manutenção de qualquer hipotecas subjacentes. Em alguns CDOs, Goldman ou sua afiliada, desde serviços adicionais, bem como, atuando em papéis como o agente de selecção de títulos dados em garantia, a garantia colocar provedor, ou o agente de liquidação acusado de vender activos depreciados. Goldman também usou suas vendas globais forçar para comercializar seus títulos a investidores de todo o mundo, normalmente venda de valores mobiliários de emissão da Goldman CDO através de uma colocação privada e títulos RMBS através de uma oferta pública.

    No final de 2006, quando subprime de hipotecas residenciais começaram a sofrer maior do que as taxas esperadas de inadimplência, fraude e padrão, e seu estoque de hipotecários activos relacionados começaram a perder valor, Goldman tomou uma série de ações. Ele vendeu os ativos hipotecários relacionados em seu inventário; voltou empréstimos de má qualidade para os credores de que foram comprados e exigiu o reembolso; limitados novas securitizações RMBS; vendido ou os ativos securitizados em suas contas de depósito RMBS; limitados novas securitizações CDO para as operações já em o gasoduto, e os activos vendidos a partir de CDOs descontinuadas.

    Durante todo este processo, o Goldman fez um esforço de venda de títulos de securitização dos CDO e RMBS tinha origem, mesmo quando esses títulos incluídos ou referenciados os ativos de má qualidade e começou a perder valor. Muitos dos títulos CDO e RMBS que o Goldman vendidos aos seus clientes sofreram prejuízos substanciais. As perdas generalizadas causadas por CDO e RMBS títulos originados por bancos de investimento são uma das principais causas da crise financeira que afetou o sistema financeiro global em 2007 e 2008.

    Relatório WALL STREET AND THE FINANCIAL CRISIS: Anatomy of a Financial Collapse




    Relatório Com a Documentação



    Autores Responsáveis


    United States Senate PERMANENT SUBCOMMITTEE ON INVESTIGATIONS
    Committee on Homeland Security and Governmental Affairs
    Carl Levin, Chairman
    Tom Coburn, Ranking Minority Member
    WALL STREET AND THE FINANCIAL CRISIS: Anatomy of a Financial Collapse
    MAJORITY AND MINORITY STAFF REPORT
    PERMANENT SUBCOMMITTEE ON INVESTIGATIONS
    April 13, 2011
    SENATOR TOM COBURN, M.D.
    Ranking Minority Member
    PERMANENT SUBCOMMITTEE ON INVESTIGATIONS
    ELISE J. BEAN
    Staff Director and Chief Counsel
    ROBERT L. ROACH
    Counsel and Chief Investigator
    LAURA E. STUBER
    Counsel
    ZACHARY I. SCHRAM
    Counsel
    DANIEL J. GOSHORN
    Counsel
    DAVID H. KATZ
    Counsel
    ALLISON F. MURPHY
    Counsel
    ADAM C. HENDERSON
    Professional Staff Member
    PAULINE E. CALANDE
    SEC Detailee
    MICHAEL J. MARTINEAU
    DOJ Detailee
    CHRISTOPHER J. BARKLEY
    Staff Director to the Minority
    ANTHONY G. COTTO
    Counsel to the Minority
    KEITH B. ASHDOWN
    Chief Investigator to the Minority
    JUSTIN J. ROOD
    Senior Investigator to the Minority
    VANESSA CAREIRO
    Law Clerk
    BRITTANY CLEMENT
    Law Clerk
    DAVID DeBARROS
    Law Clerk
    ERIN HELLING
    Law Clerk
    HELENA MAN
    Law Clerk
    JOSHUA NIMMO
    Intern
    ROBERT PECKERMAN
    Intern
    TANVI ZAVERI
    Law Clerk
    MARY D. ROBERTSON
    Chief Clerk


    http://hsgac.senate.gov/public/_files/Financial_Crisis/FN1462-1576.pdf
    http://www.hsgac.senate.gov//imo/media/doc/Financial_Crisis/FinancialCrisisReport.pdf?attempt=2

    Write About Or Link To This Post On Your Blog - Easy Links :
    Link Directly To This Post :

    Link To The Homepage :

    Crise Euro, Previsões FMI: Portugal, Espanha, Grécia, Islândia, Itália, EUA, Alemanha, Áustria, Noruega, Holanda, Reino Unido, Suiça, Suécia e Chipre; Dados do PIB, Emprego, Desemprego, Exportações e Importações Revelam Desaceleração da Economia e Europa em Recessão



    Recessivo Efeito Domino: Associado aos péssimos resultados das políticas da Troika, Passos, Gaspar, Portas, Cavaco, UE, BCE, FMI, que no mês de Outubro, apresenta uma brutal queda de receita, motivada pela ruinosa política do "custe o que custar", há a somar que a economia da zona euro mergulhou em recessão pela segunda vez consecutiva em quatro anos, reflectindo o impacto das políticas públicas de austeridade nos países periféricos e do recuo do crédito e e já em algumas das maiores economias do centro europeu. As estimativas preliminares publicadas ontem pelo Eurostat, o instituto estatístico europeu, revelam forte desaceleração e ou contracção em quatro dos principais mercados externos de Portugal – Espanha, Holanda, Itália e França –, confirmando os alertas de Paul Krugman, Stiglitz, Cristopher T. Mahoony (Moody's), do Banco de Portugal e outros alertas sobre o risco de um futuro negro para a Europa devido devido á política global de austeridade e desinvestimento (a que chamam de conjuntura externa) a somar ao duro ajustamento em 2013. A crise continuará em 2014, 2015, 2016 e em 2017, começando a haver a recuperação que não surgirá, teremos um défice 115% do PIB e o crescimento económico negativo e uma dívida de 115% do PIB de acordo com actuais previsões do FMI.




    A área do euro entrou em recessão no terceiro trimestre do euro, facto para que muito contribuiu a evolução da conjuntura em Espanha, Itália e Holanda”, afirmou o ministro das Finanças ontem no parlamento. Vítor Gaspar realçou o “risco externo” para defender a margem de erro para as muito criticadas previsões económicas para 2013 – o palhaço do Gamar e a restante corja dizem que "as exportações são cruciais para vencer a crise."... Quase todos os grandes mercados comunitários de exportação de Portugal estão a cair ou a estagnar, a Zona Euro  encontra-se em recessão: PIB cai 0,1% no 3º trimestre Europa agonia. França e Alemanha à beira da recessão

    Um país não pode estar dependente da incerteza daquilo a que chamam mercados. Um país tem condições de ser e deve ser auto sustentável. Tem que haver produção e consumo interno para que o país não entre em colapso. De outra forma, como está a acontecer, já há largos anos e agora de forma mais acelerada, com desinvestimento interno e  destruição da classe media, gera um cada vez mais intenso efeito domino com cada vez mais falências de empresas, tornando o país cada vez mais dependente da máfia da banca. quer como único motor que puxa pela economia portuguesa, quer como motivador a prazo de uma recuperação do investimento.

    No terceiro trimestre deste ano a economia dos 17 países da zona euro contraiu 0,1% em cadeia (comparando com o trimestre precedente), depois de ter perdido 0,2% nos três meses anteriores, estima o Eurostat. A queda homóloga (face ao mesmo período em 2011) foi de 0,6%.

    O resultado global não surpreendeu a previsão média dos economistas citados pelas principais agências financeiras (Reuters e Bloomberg), mas a composição diferiu do esperado. Alemanha e França, as maiores economias da região, tiveram comportamentos melhores que o previsto (0,2% de crescimento em cadeia, confirmando, as análises de vários economistas: estudo do economista Eugénio Rosa comprova que o elevado nível de vida dos alemães também foi conseguido à custa do Euro que levou a aumento do défice de Portugal. Paul Krugman diz que a Alemanha lucra com aa crise e que era possível acabar já com esta crise, se os políticos quisessem. Joseph Stiglitz, prémio nobel da economia diz que a "Europa está sem Solução, sem luz ao fundo do túnel e pior do que há cinco anosCristopher T. Mahoony
    , ex-vice presidente da agência Moody's. fala do pesadelo social europeu e responsabiliza a Alemanha e num outro alerta e diz-nos que a Alemanha não manda no Euro e que "Terminou o tempo para uma discussão educada, é preciso que os países do Sul da Europa se revoltem... O que está em causa no Sul da Europa é a diferença entre um futuro de miséria e um futuro de prosperidade. Também o Ex Ministro das Finanças Alemão Oskar Lafontaine Acusa Angela Merkel e os Bancos de Fazerem Guerra ao Povo, diz que Estão a Destruir a Europa e que "O Sistema Financeiro Quer Destruir a Democracia a Nível Mundial"


    A NAZI Agela Merkel, visto a Alemanha ser o principal interessado no Euro e o forte crescimento alemão dever-se á crise e ao agravar do défice nos países do sul da Europa, considera que "a crise da zona euro ainda está longe do fim", pelo que Merkel pede aos países membros mais austeridade e reformas destruidoras. A Itália, Espanha, Holanda e Áustria registaram contracções acentuadas. Na Holanda – a quinta maior economia das 17 do euro e sexto maior mercado de exportação portuguêsa contracção de 1,1% em cadeia foi superior à de Portugal e de Espanha, pelo que é lógico dar-se um agravar da crise.

    A incerteza sobre o futuro da moeda única e o contágio da recessão em países como Itália e Espanha (terceira e quarta maiores economias do euro) continuam a ser forças poderosas que minam a confiança das famílias e dos empresários das economias do centro da zona euro, como a Holanda e a França (estes dois países deverão entrar em recessão até ao final do primeiro trimestre de 2013). Nas economias periféricas mais pequenas, como Portugal, é a combinação devastadora da perda de acesso ao financiamento regular bancário com a política de austeridade que está a afundar a conjuntura – na Grécia o terceiro trimestre é o 17º consecutivo em recessão; em Portugal foi o oitavo, vamos a meio caminho da Grécia. A realidade é que vamos com um ano de atraso em relação á Grécia.

    Face à enorme tensão gerada pela crise da dívida soberana, a recessão na zona euro não é surpreendente. O grande factor de risco a partir deste ponto é o prolongamento do clima de incerteza e a sangria da generalidade das economias do euro. “Parar a tendência de queda será a grande história a seguir durante o primeiro semestre do próximo ano”, afirmou à agência Bloomberg Alexander Krueger, economista do banco alemão Bankhaus Lampe. Poças Esteves da Sociedade de Avaliação de Risco diz que precisaremos de um segundo resgate em Junho do próximo ano.


    Foi o entendimento deste cenário que levou o povo Islandês a revoltar-se, quando da falência da Islândia em 2008 e devido a essa revolta, em que prenderam políticos e banqueiros, a Islândia apresenta no Orçamento de Estado de 2013, um crescimento superior á zona Euro.

    De acordo com os últimos dados do Eurostat,  Comissão Europeia tem uma previsão de 0,1% de crescimento para a zona euro em 2013. É óbvio que numa economia dominada pela Alemanha e países do Norte da Europa, a somar á desastrosa  política de austeridade do governo Passos, Portas, Gaspar, com a cobertura de Cavaco... Portugal gerido por banqueiros, navega para o caos e misériaA solução para a crise vem da Islândia.
     


    Pedro Passos Coelho, Boy, Rapaz, Controle Fomentinvest, Controlada, Banco BES, BCP,CAIXA CAPITAL,BANIF, Bamco Africano, de Investimento, IP Holding, Fundação Horácio Roque, Fundaçõ Ilidio Pinho,

    Previsões FMI: Portugal, Espanha, Islândia, Itália, Grécia, EUA, Alemanha, Áustria, Noruega, Holanda, Reino Unido, Suiça, Suécia e Chipre; Dados do PIB, Emprego, Desemprego, Exportações e Importações


    World Economic and Financial Surveys
    World Economic Outlook Database


    Resultados e Previsões Macroeconómicas do FMI para Taxa de Desemprego



    Subject Descriptor Unemployment rate - Desemprego
    country Units Percent of total labor force
    2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017
    Austria 4.400 4.200 4.300 4.500 4.300 4.100 4.000 4.000
    Alemanha
    Germany
    7.058 5.983 5.213 5.271 5.191 5.200 5.200 5.200
    Chipre
    Cyprus
    6.225 7.775 11.700 12.500 12.800 12.500 12.000 11.200
    Espanhã
    Spain
    20.075 21.650 24.900 25.100 24.100 23.200 22.000 20.500
    United
    States
    9.625 8.950 8.229 8.125 7.664 7.053 6.463 6.014
    França
    France
    9.729 9.633 10.138 10.524 10.289 9.758 9.310 8.825
    Grécia 12.452 17.326 23.827 25.374 24.481 22.404 19.494

    16.636
    Holanda
    Netherlands
    4.458 4.425 5.200 5.700 5.300 5.000 4.500 4.000
    ISLÂNDIA
    Iceland
    8.132 7.427 6.108 5.666 4.795 4.389 4.134 4.019
    Italy 8.408 8.425 10.552 11.064 11.285 11.012 9.612 8.812
    Luxembourg 6.200 5.700 6.198 6.136 5.948 5.915 5.923 5.712
    Norway 3.584 3.280 3.100 3.100 3.300 3.300 3.400 3.500
    Portugal 10.797 12.739 15.468 16.035 15.304 14.667 14.154 13.638
    Reino Unido
    United
    Kingdom
    7.853 8.015 8.129 8.113 7.947 7.574 7.191 7.005
    Sweden 8.367 7.467 7.500 7.700 7.000 6.500 6.400 6.400
    Switzerland 3.516 2.840 3.377 3.554 3.285 3.249 3.230 3.233

    Fonte FMI
    Notas Projecções Estatisticas: Resultados e Previsões Macroeconómicas  das Taxas de Desemprego dos Estados, no intervalo de 2010 a 2017 dados FMI Comparativo por país: Austria, Alemanha, Chipre, Espanha, EUA, França, Grécia, Holanda, Italia, Luxemburgo, Noruega, Portugal, Reino Unido, Suécia e Suiça. Tabelas do Fundo Monetário Internacional FMI IMF

    Resultados e Previsões Macroeconómicas do FMI para Dívida bruta geral do Estado



    Subject Descriptor General government gross debt - Dívida bruta geral do Estado
    Ccountry - Units Percent of GDP % do PIB
    2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017
    Austria 71.838 72.295 74.336 74.940 74.356 72.980 71.617 70.047
    Alemanha
    Germany
    82.394 80.555 83.038 81.542 79.566 77.581 75.782 73.701
    Chipre
    Cyprus
    61.456 71.616 87.259 92.610 97.591 101.600 104.056 106.105
    Espanhã
    Spain
    61.316 69.117 90.693 96.934 100.010 101.082 101.361 101.182
    United
    States
    98.617 102.930 107.180 111.724 113.818 114.185 114.191 114.015
    França
    France
    82.300 86.011 89.968 92.079 92.933 92.303 90.099 86.457
    Grécia 144.550 165.412 170.731 181.837 180.209 173.978 164.070 152.778
    Holanda
    Netherlands
    62.863 65.162 68.202 70.183 71.854 72.738 73.816 74.959
    ISLÂNDIA
    Iceland
    92.831 99.205 94.169 90.475 87.393 83.951 78.642 77.033
    Italy 118.605 120.102 126.332 127.848 127.273 125.570 123.345 120.635
    Luxembourg 19.054 18.182 21.708 24.567 27.344 30.850 33.920 36.615
    Norway 49.608 49.608 49.608 49.608 49.608 49.608 49.608 49.608
    Portugal 93.320 107.818 119.066 123.737 123.556 120.750 117.648 115.094
    United
    Kingdom
    74.976 81.792 88.684 93.335 95.966 96.565 95.797 93.722
    Sweden 38.820 37.918 37.148 35.866 34.097 31.019 27.669 24.064
    Switzerland 48.040 46.827 46.706 45.552 43.606 42.638 42.253 41.859

    Fonte: FMI
    Observações Projecções Estatísticas  Resultados e Previsões Macroeconómicas   da Dívida bruta geral dos Estados, no intervalo de 2010 a 2017 dados FMI Comparativo por país: Áustria  Alemanha, Chipre, Espanha, EUA, França, Grécia, Holanda, Italia, Luxemburgo, Noruega, Portugal, Reino Unido, Suécia e Suiça. Tabelas do Fundo Monetário Internacional FMI IMF

    Resultados e Previsões Macroeconómicas do FMI para Balanço de conta corrente



    Balanço de conta corrente
    Subject Descriptor Current account balance


    Units - U.S. dollars - Unidades - Escala Bilião 1000 Milhões
    Country 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017
    Austria 11.435 8.147 7.315 6.413 6.526 6.294 5.755 5.152
    Alemanha
    Germany
    199.920 203.929 182.827 157.823 153.184 154.549 152.615 156.377
    Chipre
    Cyprus
    -2.272 -2.581 -0.784 -0.443 -0.494 -0.570 -0.648 0.687
    Espanha
    Spain
    -62.928 -52.174 -26.447 -1.945 9.218 17.183 25.584 31.730
    EUA
    United States
    -441.952 -465.928 -486.525 -499.250 -523.196 -565.422 -622.441 -687.867
    França
    France
    -40.042 -54.169 -44.755 -43.327 -41.023 -31.149 -18.753 -8.398
    Grécia
    Greek
    -30.486 -29.353 -14.821 -6.861 -6.154 -4.099 -1.116 1.349
    Holanda
    Netherlands
    55.057 70.901 63.466 62.607 62.882 61.260 58.816 55.926
    Islândia
    Iceland
    -1.067 -0.876 -0.370 -0.285 -0.592 -0.639 -0.620 -0.463
    Italia
    Italy
    -73.180 -71.670 -29.222 -26.566 -25.954 -23.542 -22.139 -21.891
    Luxembourg 4.100 4.221 4.054 3.952 4.026 4.056 4.278 4.323
    Noruega
    Norway
    51.878 70.289 76.090 81.383 79.986 78.360 77.683 76.986
    Portugal -22.856 -15.339 -6.047 -3.509 -2.540 -1.652 0.165 1.573
    Reino Unido
    United Kingdom
    -57.645 -46.578 -80.589 -68.570 -59.489 -41.950 -32.458 -22.650
    Suécia
    Sweden
    31.814 37.730 37.561 41.689 42.187 44.113 46.190 47.451
    Suiça
    Switzerland
    78.566 69.538 62.613 61.532 61.589 61.993 61.300 61.582

    Fonte FMI
    Observações Projecções Estatisticas: Resultados e Previsões Macroeconómicas  do Balanço de conta corrente dos países, no intervalo de 2010 a 2017 dados FMI Comparativo por país: Austria, Alemanha, Chipre, Espanha, EUA, França, Grécia, Holanda, Italia, Luxemburgo, Noruega, Portugal, Reino Unido, Suécia e Suiça. Tabelas do Fundo Monetário Internacional FMI IMF



    Resultados e Previsões Macroeconómicas do FMI para a Economia mundial




    Country Group Name World
    Subject Descriptor Percent change Units
    Unidades percentuais á milésima %
    Descrição 2010 2011 2'012 2013 2014 2015 2016 2017
    Volume de transacções de bens e serviçõs
    Trade volume of goods
    and services
    12.553 5.831 3.202 4.480 5.774 6.100 6.283 6.335
    Volume de Importações de bens e serviçõs
    Volume of imports of
    goods and services
    12.532 5.907 3.551 4.533 5.810 6.087 6.263 6.315
    Volume de Importações de bens
    Volume of imports of
    goods
    14.118 6.566 3.743 4.875 6.012 6.234 6.370 6.495
    Volume de Exportações de bens e serviçõs
    Volume of exports of
    goods and services
    12.575 5.754 2.851 4.427 5.737 6.113 6.303 6.356
    Volume de Exportações de bens
    Volume of exports of
    goods
    14.041 6.010 3.051 4.406 5.565 6.041 6.228 6.344
    Terms of trade of goods
    and services
    *
    Terms of trade of goods *
    Fonte FMI
    * (*) Linha sem dados

    Resultados e Previsões Macroeconómicas do FMI para a Economia mundial Exportações e Importações





    Country Group Name World
    Subject Descriptor
    Ano Imports of goods and services Exports of goods and services Private financial flows, net Direct investment, net
    2010 -18,451.106 18,908.021





    2011 -21,718.037 22,272.125



    2012 -22,068.870 22,427.572
    2013

    -22,969.413 23,297.393
    2014 -24,246.004 24,485.913
    2015 -25,758.811 25,930.571
    2016 -27,481.790 27,610.374
    2017 -29,379.994 29,476.258
    Units - U.S. dollars - Unidades
    Escala - Biliões - Billions - Scale
    Fonte FMI



    Resultados e Previsões Macroeconómicas do FMI para a Economia mundial para a Zona Euro



    Country Group Name Euro area
    Subject Descriptor Percent change Units
    2010 2011 2'012 2013 2014 2015 2016 2017
    Volume de transacções de bens e serviçõs
    Trade volume of goods and services
    Volume of imports of
    goods and services
    9.217 4.066 -0.486 1.823 3.246 3.889 4.195 4.365
    Volume of imports of
    goods
    11.031 4.817 -0.403 1.838 3.111 3.817 4.047 4.180
    Volume of exports of
    goods and services
    10.905 6.241 2.231 2.467 3.641 4.177 4.398 4.477
    Volume of exports of
    goods
    12.953 6.850 2.458 2.385 3.599 4.164 4.352 4.417
    Terms of trade of goods and services -1.929 -2.154 -0.861 0.106 0.176 0.228 0.233 0.113
    Terms of trade of goods -2.338 -2.497 -0.838 -0.074 -0.089 -0.011 -0.016 -0.133
    Fonte
    *

    Resultados e Previsões Macroeconómicas do FMI para a Economia mundial: Exportações e Importações para a Zona Euro


    Grupo de Países Country Group Name Euro area
    Subject Descriptor
    Unidades Biliões Dolares
    Ano Importação
    de Bens e serviços
    Exportação
    de Bens e serviços

    Private
    financial flows, net
    Direct
    investment, net
    2010 -4,829.922 5,009.670

    2011 -5,585.363 5,791.799

    2012 -5,216.365 5,516.593
    2013 -5,245.291 5,578.888
    2014 -5,407.228 5,772.022
    2015 -5,618.743 6,017.982
    2016 -5,864.681 6,297.513
    2017 -6,146.731 6,603.483
    Year Imports of goods and
    services
    Exports of goods and
    services
    Private financial flows, net Direct investment, net

    Units Scale - U.S. dollars - Unidades
    Fonte
    Observações:

    FMI
    Portugal exporta principalmente para a zona euro e o volume de importações na zona euro, cresce negativamente.

    Resultados e Previsões Macroeconómicas do FMI para Economia mundial para as Outras Economias Avaçandas, Excluindo G7 e Zona Euro


    Country Group Name Other advanced
    economies (Advanced economies excluding G7 and euro area)
    Subject
    Descriptor
    Percent change Units
    2010 2011 2'012 2013 2014 2015 2016 2017
    Volume de transacções de bens e serviçõs
    Trade volume of goods
    and services
    Volume of imports of
    goods and services
    15.179 4.717 2.254 5.518 6.530 6.766 6.716 6.760
    Volume of imports of
    goods
    16.468 4.955 2.218 5.921 6.831 6.969 6.895 6.976
    Volume of exports of
    goods and services
    13.346 4.847 1.085 5.017 6.210 6.384 6.674 6.765
    Volume of exports of
    goods
    14.822 5.397 1.676 5.147 6.368 6.642 6.972 7.111
    Terms of trade of goods
    and services
    1.300 -0.686 -0.152 -0.159 -0.482 -0.258 -0.166 -0.185
    Terms of trade of goods 0.697 -1.022 -1.051 -0.135 -0.614 -0.427 -0.270 -0.227
    Fonte FMI
    *

    Resultados e Previsões Macroeconómicas do FMI para a Economia mundial para as Outras Economias Avançadas, Excluindo G7 e Zona Euro


    Country Group Name Other advanced
    economies (Advanced economies excluding G7 and euro area)
    Subject Descriptor
    U.S.dollars Billions Units Scale
    Ano Imports
    of goods and services
    Exports
    of goods and services
    Private
    financial flows, net
    Direct
    investment, net
    2010 -2,869.322 3,191.801



    2011 -3,360.300 3,713.830



    2012 -3,352.650 3,653.101
    2013

    -3,494.100 3,782.266
    2014 -3,702.606 3,977.291
    2015 -3,949.189 4,217.017
    2016 -4,218.305 4,496.785
    2017 -4,510.625 4,801.212
    Units - U.S. dollars - Unidades
    Billions Units Scale
    Fonte FMI
    -----

    Country Group Name  FMI sem dados
    Subject
    Descriptor
    Percent change Units
    2010 2011 2'012 2013 2014 2015 2016 2017
    Trade volume of goods
    and services
    Volume of imports of
    goods and services
    Volume of imports of
    goods
    Volume of exports of
    goods and services
    Volume of exports of
    goods
    Terms of trade of goods
    and services
    Terms of trade of goods

    FMI sem dados
    Fonte Sem Dados


    ---
    Country Group zona euro
    Subject Descriptor
    U.S.dollars Billions UnitsScale
    Ano Imports
    of goods and services
    Exports
    of goods and services
    Private
    financial flows, net
    Direct
    investment, net
    2010



    2011 FMI sem dados



    2012
    2013

    2014
    2015
    2016
    2017
    U.S.dollars
    Billions Units Scale
    Fonte FMI Sem Dados

    Resultados e Previsões Macroeconómicas do FMI para a Economia mundial: Europa Central e Oriental



    Country Group Name Central and eastern
    Europe
    Subject
    Descriptor
    Percent change Units
    2010 2011 2'012 2013 2014 2015 2016 2017
    Trade volume of goods
    and services
    Volume of imports of
    goods and services
    12.083 8.512 3.690 4.407 6.782 7.255 7.475 7.574
    Volume of imports of
    goods
    12.435 9.244 3.880 4.210 6.951 7.464 7.701 7.779
    Volume of exports of
    goods and services
    10.538 7.889 2.840 4.648 5.693 5.862 6.034 6.277
    Volume of exports of
    goods
    11.734 8.028 2.345 4.147 5.117 5.340 5.505 5.868
    Terms of trade of goods
    and services
    -1.888 -1.400 3.724 -0.381 0.474 0.752 1.081 0.930
    Terms of trade of goods -2.049 -1.303 4.911 0.011 1.263 1.505 1.872 1.615
    Fonte FMI
    .



    Resultados e Previsões Macroeconómicas do FMI para a Economia mundial: Exportações e Importações Para a Europa Central e Oriental


    Country Group Name Central and eastern
    Europe
    Subject Descriptor
    U.S.dollars Billions UnitsScale
    Ano Imports
    of goods and services
    Exports
    of goods and services
    Private
    financial flows, net
    Direct
    investment, net
    2010 78.867

    21.378

    2011 88.903

    35.575

    2012 79.561 33.077
    2013

    82.678 38.989
    2014 n/a n/a
    2015 n/a n/a
    2016 n/a n/a
    2017 n/a n/a
    U.S.dollars
    Billions Units Scale
    Fonte FMI
    -

    Resultados e Previsões Macroeconómicas do FMI para a Economia mundial: Grupo Asia 5


    Country Group Name ASEAN-5
    Subject
    Descriptor
    Percent change Units
    2010 2011 2'012 2013 2014 2015 2016 2017
    Trade volume of goods
    and services
    Volume of imports of
    goods and services
    20.789 6.812 11.596 8.811 8.491 8.140 8.291 7.184
    Volume of imports of
    goods
    20.951 7.748 10.859 9.026 8.716 8.345 8.476 7.227
    Volume of exports of
    goods and services
    12.088 5.557 5.990 7.918 8.430 8.091 7.814 6.812
    Volume of exports of
    goods
    12.969 5.080 5.594 8.020 8.542 8.129 7.781 6.656
    Terms of trade of goods
    and services
    4.386 -0.661 0.297 -0.120 0.237 -0.419 -0.132 -0.137
    Terms of trade of goods 2.884 0.485 -0.938 -0.147 0.327 -0.420 -0.099 -0.094
    Fonte FMI
    .

    Resultados e Previsões Macroeconómicas do FMI para a Economia mundial: Grupo Asia 5


    Country Group Name ASEAN-5
    Subject Descriptor
    U.S.dollars Billions UnitsScale
    Ano Imports
    of goods and services
    Exports
    of goods and services
    Private
    financial flows, net
    Direct
    investment, net
    2010
    FMI sem dados



    2011



    2012
    2013

    2014
    2015
    2016
    2017
    U.S.dollars
    Billions Units Scale
    Fonte FMI Sem Dados

    Resultados e Previsões Macroeconómicas do FMI para a Economia mundial: Grupo da América Latina e Caribe


    Country Group Name Latin America and the
    Caribbean
    Subject
    Descriptor
    Percent change Units
    2010 2011 2'012 2013 2014 2015 2016 2017
    Trade volume of goods
    and services
    Volume of imports of
    goods and services
    23.009 10.017 3.389 5.265 5.514 6.129 6.224 6.064
    Volume of imports of
    goods
    23.147 10.813 4.458 6.106 5.364 5.990 5.712 5.880
    Volume of exports of
    goods and services
    10.410 5.693 3.367 6.046 6.068 6.247 6.470 6.055
    Volume of exports of
    goods
    8.893 4.052 4.154 6.098 5.933 5.819 5.967 5.938
    Terms of trade of goods
    and services
    8.510 5.122 2.972 -1.191 -2.186 -0.624 -0.422 -0.223
    Terms of trade of goods 10.651 7.763 -3.110 -0.824 -2.408 -0.626 -0.628 -0.461
    Fonte FMI
    .

    Resultados e Previsões Macroeconómicas do FMI para a Economia mundial: Grupo da América Latina e Caribe


    Country Group Name Latin America and the
    Caribbean
    Subject Descriptor
    U.S.dollars Billions UnitsScale
    Ano Imports
    of goods and services
    Exports
    of goods and services
    Private
    financial flows, net
    Direct
    investment, net
    2010 126.231

    76.103

    2011 186.364

    128.156

    2012 131.047 122.534
    2013

    125.288 121.641
    2014 n/a n/a
    2015 n/a n/a
    2016 n/a n/a
    2017 n/a n/a
    Units - U.S. dollars - Unidades
    Billions Units Scale
    Fonte FMI

    GRÁFICOS


    Gráficos FMI: Comparativo entre Alemanha. Espanha, Estados Unidos da América, Grécia, Holanda, Islândia (aquele país onde o povo se revoltou e prendeu políticos e banqueiros porque a máfia da banca levou o país á falência em 2008, e cuja recuperação já foi elogiada pelo nobel da economia, Paul Krugman), Itália, Luxemburgo (aquele país dos banqueiros e que faz parte do circuito de viagens das operações financeiras internacionais de lavagem de dinheiro, aq que chamam geastão de activos), Noruega, Portugal e Suiça.

    Passe com o cursor do rato em cima das linhas para ver o valor percentual relativo ao ano

    Dívida Bruta Geral do Estado




    Importante:

    Para ver os dados num gráfico maior, os se pretender outras opções relativamente aos dados fornecidos no gráfico acima e nos gráficos abaixo, em vez de clicar em Explore Data, Clique aqui em IMF Data Explorer

    General government gross debt (% of GDP)

    Gross debt consists of all liabilities that require payment or payments of interest and/or principal by the debtor to the creditor at a date or dates in the future. This includes debt liabilities in the form of SDRs, currency and deposits, debt securities, loans, insurance, pensions and standardized guarantee schemes, and other accounts payable. Thus, all liabilities in the GFSM 2001 system are debt, except for equity and investment fund shares and financial derivatives and employee stock options. Debt can be valued at current market, nominal, or face values (GFSM 2001, paragraph 7.110).




    General government net debt (% of GDP)

    Net debt is calculated as gross debt minus financial assets corresponding to debt instruments. These financial assets are: monetary gold and SDRs, currency and deposits, debt securities, loans, insurance, pension, and standardized guarantee schemes, and other accounts receivable.



    General government net lending/borrowing (% of GDP)

    Net lending (+)/ borrowing (–) is calculated as revenue minus total expenditure. This is a core GFS balance that measures the extent to which general government is either putting financial resources at the disposal of other sectors in the economy and nonresidents (net lending), or utilizing the financial resources generated by other sectors and nonresidents (net borrowing). This balance may be viewed as an indicator of the financial impact of general government activity on the rest of the economy and nonresidents (GFSM 2001, paragraph 4.17). Note: Net lending (+)/borrowing (–) is also equal to net acquisition of financial assets minus net incurrence of liabilities.




    General government primary net lending/borrowing (% of GDP)

    Primary net lending/borrowing is net lending (+)/borrowing (–) plus net interest payable/paid (interest expense minus interest revenue).





    Notes


    Country/Series-specific Notes

    Austria:

    Unemployment rate (Percent of total labor force)

    Source: National Statistical Office

    Latest actual data: 2011

    Employment type: Harmonized ILO definition

    Primary domestic currency: Euros

    Data last updated: 09/2012


    Austria: General
    government gross debt (Percent of GDP)

    See notes for:

    General government gross debt (National currency).



    Austria: Current
    account balance (U.S. dollars)

    Source: National Statistical Office

    Latest actual data: 2011

    BOP Manual used: BPM 5

    Primary domestic currency: Euros

    Data last updated: 09/2012



    Cyprus:

    Unemployment rate (Percent of total labor force)

    Source: Eurostat, Labor force survey.

    Latest actual data: 2011

    Employment type: Harmonized ILO definition

    Primary domestic currency: Euros

    Data last updated: 09/2012



    Cyprus: General
    government gross debt (Percent of GDP)

    See notes for:

    General government gross debt (National currency).



    Cyprus: Current
    account balance (U.S. dollars)

    Source: Eurostat

    Latest actual data: 2011. The current account deficit in 2011 is based
    on officially published data as of September 6, 2012. It will likely be
    revised to about 3% of GDP due to a correction in the income balance to
    account for the valuation effects of the Greek PSI.

    Notes: The large break in the series for 1998 is attributed to a
    significant increase in Income Debits for 1998. The authorities have
    verified that this is correct. BOP data starting in 2008 have been
    revised in 2011.

    BOP Manual used: BPM 5

    Primary domestic currency: Euros

    Data last updated: 09/2012



    France:

    Unemployment rate (Percent of total labor force)

    Source: National Statistical Office

    Latest actual data: 2011

    Employment type: Harmonized ILO definition

    Primary domestic currency: Euros

    Data last updated: 09/2012



    France: General
    government gross debt (Percent of GDP)

    See notes for:

    General government gross debt (National currency).



    France: Current
    account balance (U.S. dollars)

    Source: Central Bank

    Latest actual data: 2011

    BOP Manual used: BPM 5

    Primary domestic currency: Euros

    Data last updated: 09/2012



    Germany:

    Unemployment rate (Percent of total labor force)

    Source: National Statistical Office

    Latest actual data: 2011

    Notes: Data until 1990 refers to German federation only (West Germany).
    Data from 1991 refer to United Germany.

    Employment type: Harmonized ILO definition

    Primary domestic currency: Euros

    Data last updated: 09/2012



    Germany: General
    government gross debt (Percent of GDP)

    See notes for:

    General government gross debt (National currency).



    Germany: Current
    account balance (U.S. dollars)

    Source: Central Bank

    Latest actual data: 2011

    Notes: Data until 1990 refers to German federation only (West Germany).
    Data from 1991 refer to United Germany.

    BOP Manual used: BPM 5

    Primary domestic currency: Euros

    Data last updated: 09/2012


    Greece:

    Unemployment rate (Percent of total labor force)

    Source: Haver Analytics. Formally, the National Statistical Office
    (ELSTAT)

    Latest actual data: 2011. For quarterly data, latest actual is 2012Q1.

    Employment type: National definition

    Primary domestic currency: Euros

    Data last updated: 09/2012



    Greece: General
    government gross debt (Percent of GDP)

    See notes for:

    General government gross debt (National currency).



    Greece: Current
    account balance (U.S. dollars)

    Source: Central Bank. Formally, the Bank of Greece. Based on banks'
    settlement data and oil refineries' direct reporting data.

    Latest actual data: 2011

    Notes: Data for the period 1979 to 2004 are from IFS, while for the
    period 2005 to 2011 data come from the Bank of Greece. Please note that
    IFS does not provide data for 1998, instead, we use data from Eurostat.
    No data on BOP are available prior to 1976. Please note that there are
    inconsistencies between the BOP data and national accounts data that
    cannot be reconciled.

    BOP Manual used: BPM 5

    Primary domestic currency: Euros

    Data last updated: 09/2012



    Iceland:

    Unemployment rate (Percent of total labor force)

    Source: Labor Directorate

    Latest actual data: 2010

    Employment type:

    Primary domestic currency: Icelandic krónur

    Data last updated: 08/2012



    Iceland: General
    government gross debt (Percent of GDP)

    See notes for:

    General government gross debt (National currency).



    Iceland: Current
    account balance (U.S. dollars)

    Source: Central Bank

    Latest actual data: 2011

    Notes: Data prior to 1990 cannot be confirmed by national sources at
    this time.

    BOP Manual used: BPM 5

    Primary domestic currency: Icelandic krónur

    Data last updated: 08/2012



    Italy:

    Unemployment rate (Percent of total labor force)

    Source: National Statistical Office

    Latest actual data: 2011

    Employment type: Harmonized ILO definition

    Primary domestic currency: Euros

    Data last updated: 09/2012



    Italy: General
    government gross debt (Percent of GDP)

    See notes for:

    General government gross debt (National currency).



    Italy: Current
    account balance (U.S. dollars)

    Source: National Statistical Office

    Latest actual data: 2011

    Primary domestic currency: Euros

    Data last updated: 09/2012



    Luxembourg:

    Unemployment rate (Percent of total labor force)

    Source: National Statistical Office

    Latest actual data: 2011

    Employment type: Harmonized ILO definition

    Primary domestic currency: Euros

    Data last updated: 08/2012



    Luxembourg:
    General government gross debt (Percent of GDP)

    See notes for:

    General government gross debt (National currency).



    Luxembourg:
    Current account balance (U.S. dollars)

    Source: National Statistical Office

    Latest actual data: 2011

    BOP Manual used: BPM 5

    Primary domestic currency: Euros

    Data last updated: 08/2012



    Netherlands:

    Unemployment rate (Percent of total labor force)

    Source: National Statistical Office

    Latest actual data: 2011

    Employment type: Harmonized OECD definition

    Primary domestic currency: Euros

    Data last updated: 09/2012



    Netherlands:
    General government gross debt (Percent of GDP)

    See notes for:

    General government gross debt (National currency).



    Netherlands:
    Current account balance (U.S. dollars)

    Source: Central Bank

    Latest actual data: 2011

    BOP Manual used: BPM 5

    Primary domestic currency: Euros

    Data last updated: 09/2012

    Norway:

    Unemployment rate (Percent of total labor force)

    Source: National Statistical Office

    Latest actual data: 2011

    Employment type: National definition

    Primary domestic currency: Norwegian kroner

    Data last updated: 09/2012

    Norway: General
    government gross debt (Percent of GDP)

    See notes for:

    General government gross debt (National currency).



    Norway: Current
    account balance (U.S. dollars)

    Source: National Statistical Office

    Latest actual data: 2011

    Primary domestic currency: Norwegian kroner

    Data last updated: 09/2012



    Portugal:

    Unemployment rate (Percent of total labor force)

    Source: National Statistical Office

    Latest actual data: 2011

    Employment type: Harmonized ILO definition

    Primary domestic currency: Euros

    Data last updated: 09/2012



    Portugal: General
    government gross debt (Percent of GDP)

    See notes for:

    General government gross debt (National currency).



    Portugal: Current
    account balance (U.S. dollars)

    Source: Central Bank

    Latest actual data: 2011

    BOP Manual used: BPM 5

    Primary domestic currency: Euros

    Data last updated: 09/2012



    Spain:

    Unemployment rate (Percent of total labor force)

    Source: National Statistical Office

    Latest actual data: 2011

    Employment type: Harmonized ILO definition

    Primary domestic currency: Euros

    Data last updated: 09/2012



    Spain: General
    government gross debt (Percent of GDP)

    See notes for:

    General government gross debt (National currency).



    Spain: Current
    account balance (U.S. dollars)

    Source: Central Bank

    Latest actual data: 2011

    Primary domestic currency: Euros

    Data last updated: 09/2012



    Sweden:

    Unemployment rate (Percent of total labor force)

    Source: Organisation for Economic Co-operation and Development (OECD) -
    Economic Outlook Database

    Latest actual data: 2011

    Employment type: National definition

    Primary domestic currency: Swedish kronor

    Data last updated: 09/2012



    Sweden: General
    government gross debt (Percent of GDP)

    See notes for:

    General government gross debt (National currency).



    Sweden: Current
    account balance (U.S. dollars)

    Source: National Statistical Office

    Latest actual data: 2011

    BOP Manual used: BPM 5

    Primary domestic currency: Swedish kronor

    Data last updated: 09/2012



    Switzerland:

    Unemployment rate (Percent of total labor force)

    Source: IMF Staff

    Latest actual data: 2011

    Employment type: National definition

    Primary domestic currency: Swiss francs

    Data last updated: 09/2012



    Switzerland:
    General government gross debt (Percent of GDP)

    See notes for:

    General government gross debt (National currency).



    Switzerland:
    Current account balance (U.S. dollars)

    Source: Central Bank

    Latest actual data: 2011

    BOP Manual used: BPM 5

    Primary domestic currency: Swiss francs

    Data last updated: 09/2012



    United Kingdom:

    Unemployment rate (Percent of total labor force)

    Source: National Statistical Office

    Latest actual data: 2011

    Employment type: Harmonized ILO definition

    Primary domestic currency: Sterling pounds

    Data last updated: 09/2012



    United Kingdom:
    General government gross debt (Percent of GDP)

    See notes for:

    General government gross debt (National currency).



    United Kingdom:
    Current account balance (U.S. dollars)

    Source: National Statistical Office

    Latest actual data: 2011

    BOP Manual used: BPM 5

    Primary domestic currency: Sterling pounds

    Data last updated: 09/2012



    United States:

    Unemployment rate (Percent of total labor force)

    Source: Haver Analytics

    Latest actual data: 2011

    Employment type: National definition

    Primary domestic currency: U.S. dollars

    Data last updated: 09/2012



    United States:
    General government gross debt (Percent of GDP)

    See notes for:

    General government gross debt (National currency).



    United States:
    Current account balance (U.S. dollars)

    Source: Haver Analytics

    Latest actual data: 2011

    BOP Manual used: BPM 5. Certain provisions of BPM 6 have been
    incorporated as of July 2010

    Primary domestic currency: U.S. dollars

    Data last updated: 09/2012








    Write About Or Link To This Post On Your Blog - Easy Links :
    Link Directly To This Post :

    Link To The Homepage :
    Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...